Diana chantageada (PARTE 01)

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 1802 palavras
Data: 04/06/2026 11:13:12
Assuntos: Heterossexual

**Aqui está a versão completa, detalhada e polida (nota 10/10), sem reduções, mantendo toda a riqueza do texto original que você acompanhou:**

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Diana era uma mulher de 28 anos que atraía olhares por onde passava. Seus cabelos negros, longos e lisos desciam como uma cascata até a cintura, emoldurando um rosto bonito com óculos de armação transparente que misturavam inocência e safadeza. Pele morena macia, seios firmes e empinados, mas o verdadeiro destaque era seu rabão: enorme, redondo, empinado e absurdamente suculento. Um par de nádegas grossas, macias e perfeitas que balançavam hipnoticamente a cada passo, esticando qualquer roupa.

Casada há cinco anos com Marcos, um homem violento e controlador, Diana vivia sufocada. Dentro dela, porém, ardia um fogo insaciável.

Havia quase um ano que mantinha um caso intenso com Lucas. Todas as noites, após a academia, ele a buscava. Antes de levá-la para casa, paravam nos fundos do prédio, num canto escuro entre o muro e a garagem. Lucas era bruto e dominante — exatamente o que ela precisava.

Naquela noite, Diana vestia um shortinho justo que mal continha seu rabão e um top que marcava os bicos duros dos seios. Mal desceu do carro, já estava de joelhos no concreto. Lucas segurou seus cabelos longos com força enquanto enfiava o pau grosso entre seus lábios macios. Diana chupava com fome voraz, garganta relaxada, engolindo fundo enquanto saliva escorria pelo queixo e pingava nos peitos. Uma mão dela esfregava a boceta encharcada por cima da calcinha, enquanto seu rabão enorme empinado tremia a cada estocada na boca. Lucas fodeu sua garganta até gozar pesado, enchendo-a. Ela engoliu tudo, lambendo o pau latejante com devoção.

Roberto, o porteiro, observava tudo isso há meses. Aos 59 anos, negro, alto e forte, com corpo ainda robusto e presença imponente, ele era completamente vidrado em Diana. Morria de tesão por ela desde o dia em que ela se mudara. Passava horas admirando o rabão dela balançando pelo prédio, fantasiando acordado e dormindo. Quando flagrou o primeiro encontro dela com Lucas nas câmeras, o tesão doentio que sentia se acalmou parcialmente. Ver aquela puta casada se entregando daquele jeito o satisfazia de forma pervertida. Ele gravou. Mês após mês, acumulou dezenas de vídeos nítidos, com som, de Diana mamando, levando no rabão, gemendo baixinho enquanto gozava.

Durante todo esse tempo, Roberto se contentou em assistir e punhetar. Até que o desejo acumulado se tornou insuportável.

Dois dias depois da última gravação, ele criou coragem. Abordou Diana no hall quase vazio e mostrou os vídeos no celular.

— Eu sei de tudo, Diana — disse com voz grave e rouca. — Há meses vejo você sendo a putinha desse cara. Não quero dinheiro. Quero você. Quero foder esse corpo gostoso, especialmente esse rabão que você desfila. Ou mando tudo pro seu marido.

Diana sentiu o sangue gelar.

— Seu velho filho da puta… Eu nunca vou fazer isso com você.

Roberto sorriu.

— Você tem três dias pra pensar.

Nos três dias seguintes, o inferno em casa piorou. Marcos a espancou por qualquer bobagem. Enquanto o rosto latejava, Diana não conseguia parar de pensar no porteiro negro, alto e forte, no poder que ele tinha sobre ela… e na excitação proibida que aquilo despertava.

No terceiro dia, ao anoitecer, ela desceu até a guarita. Roberto estava sozinho. Ela entrou e fechou a porta.

— Eu aceito… — murmurou, voz rouca de vergonha.

Roberto se levantou devagar, um sorriso predador se abrindo no rosto escuro.

— Boa garota. Tira tudo.

Diana obedeceu com as mãos trêmulas. Tirou o vestido, depois o sutiã. Seus seios firmes saltaram livres, bicos escuros endurecidos. Por último, ficou apenas com uma calcinha minúscula fio-dental preta. O tecido fino desaparecia completamente entre as nádegas enormes e macias, atolado no meio daquele rabão suculento, deixando as duas bandas grossas, redondas e empinadas totalmente expostas.

Ela tentou cobrir os seios com um braço, envergonhada, enquanto a outra mão puxava inutilmente a calcinha do meio da bunda. Roberto devorava cada centímetro dela com os olhos.

Diana deu um passo à frente, trêmula. Sua mão pequena tocou o peito largo dele, subindo pelo pescoço forte. O contraste da pele morena dela contra a pele negra dele era intenso.

— Por favor, Roberto… — sussurrou, quase colada nele, voz baixa e desesperada. — Ninguém pode saber… nem meu marido, nem ninguém do prédio. Eu imploro… tenha misericórdia de mim. Eu faço o que você quiser, mas por favor, não me destrua…

Enquanto implorava, sua mão desceu pela barriga dele e parou sobre o pau. Ao sentir o volume monstruoso — duro, quente e absurdamente grosso —, Diana arregalou os olhos por trás dos óculos e deu um pequeno sobressalto.

Seus dedos apertaram levemente o contorno latejante. Ela olhou para o rosto de Roberto, depois baixou o olhar novamente para o volume impressionante na calça e soltou, espontaneamente, com voz rouca de surpresa:

— Nossa... É grande e grosso!

Roberto sorriu, satisfeito e predador. Sem dizer uma palavra, colocou as mãos grandes e pesadas nos ombros dela e a empurrou para baixo com firmeza. Diana desceu até ficar de joelhos no chão da guarita, o rabão enorme empinado para trás, as bandas macias tremendo levemente, a calcinha minúscula ainda atolada no meio da bunda.

Agora, com o rosto a poucos centímetros do pau latejante dele, Diana, movida por uma mistura de curiosidade, medo e tesão, ergueu as mãos trêmulas e começou a desabotoar a calça dele sem que ele mandasse. Puxou o zíper para baixo e, no mesmo instante, a rola negra de Roberto saltou pesada para fora, batendo forte no rosto dela com um tapa carnudo. Era um pauzão de uns 30 centímetros, grosso como um latão de cerveja, todo veiado, com a cabeça ainda mais larga, roxa e brilhando de tanto pré-gozo que escorria.

Diana soltou um gemido abafado, olhos arregalados atrás dos óculos.

— Nossa, Roberto… que pauzão da porra… — murmurou ela, voz rouca, enquanto envolvia a base grossa com as duas mãos. Seus dedos mal conseguiam fechar ao redor daquela circunferência absurda. — Vai ser só boquete né? Eu não aguento um pau desses não…

Roberto segurou os cabelos longos dela com uma mão firme.

— Olha só pra você, toda assustada e molhada… Achou que ia ser fácil? Esse rabão empinado aí já tá tremendo de vontade.

Diana alisava o pauzão negro com as duas mãos, sentindo o peso, o calor e as veias pulsantes, o pré-gozo lambuzando seus dedos.

— Roberto… isso é muito grande… Meu marido nem chega perto disso… nem o Lucas. Eu vou engasgar, vou me sufocar com essa coisa toda. Olha o tamanho dessa cabeça… parece que não vai caber na minha boca.

— Você engole o pau do seu amante todo dia como uma vadia faminta — respondeu ele, apertando os cabelos dela. — Agora vai aprender a lidar com um pau de homem de verdade. Lambe. Mostra pra mim como você é obediente.

Diana hesitou por um segundo, respirando acelerada, mas o tesão falou mais alto. Ela aproximou o rosto, língua rosada saindo devagar, e começou a lamber a cabeça grossa e inchada. O sabor forte e salgado do pré-gozo invadiu sua boca enquanto ela passava a língua em círculos lentos, visivelmente excitada, bochechas vermelhas, respiração quente contra o pau.

Depois de alguns minutos, Diana abriu a boca o máximo que conseguiu e tentou engolir o pauzão. A cabeça grossa forçou seus lábios, esticando-os ao limite. Ela se esforçou, empurrando a cabeça para frente, olhos marejados, saliva escorrendo pelos cantos da boca e pingando nos seios. Empurrou novamente, forçando a garganta, o pescoço inchando visivelmente com o esforço. Lágrimas escorriam pelo seu rosto, mas ela não parava — empurrava e recuava, babando copiosamente, o rabão tremendo atrás dela.

Roberto grunhia de prazer, segurando os cabelos dela com as duas mãos.

— Isso, força mais… abre essa garganta pra mim.

Diana respirou fundo pelo nariz e empurrou com tudo. A cabeça larga finalmente forçou passagem pela entrada da garganta com um pop audível. A pressão foi imediata e brutal. Seus olhos se arregalaram em pânico.

Foi o suficiente para Roberto.

— Porra… tá apertado demais… — rosnou ele.

O pauzão pulsou forte dentro da garganta dela e explodiu. Um gozo demorado, absurdamente volumoso. Jatos grossos e quentes de porra jorraram direto para dentro dela sem parar. Diana se debateu, sufocada, enquanto Roberto despejava facilmente uns dois litros de porra grossa e quente. O excesso vazava pelos cantos da boca, escorrendo pelo queixo, pescoço e seios em quantidades obscenas. Um último jato potente espirrou com força no rosto dela, pintando seus óculos, bochecha, nariz e lábios.

Mesmo após todo aquele gozo, o pau de Roberto continuava duro feito aço. Diana, ofegante e lambuzada, segurou-o com as duas mãos.

— Roberto… meu Deus… — murmurou ela, voz rouca. — Esse pau é um monstro. Tão grosso que mal consigo fechar as mãos, a cabeça larga parece feita pra rasgar, as veias pulsando forte. Muito maior e mais pesado que o do Lucas. Continua duro como aço, quente, latejando. Nunca vi uma rola tão perfeita e poderosa. Me sinto uma vadia só de segurar isso.

Roberto a levantou, virou de costas e a inclinou sobre a mesa da guarita. Puxou a calcinha minúscula para o lado e esfregou a cabeça grossa na boceta encharcada. Penetrou devagar, centímetro por centímetro, sentindo as paredes quentes e molhadas dela se abrindo ao redor da grossura. Diana gemia alto, sentindo cada veia deslizar para dentro, preenchendo-a completamente.

Ele começou a meter com ritmo firme e constante, segurando o rabão com as duas mãos, as estocadas pesadas fazendo o corpo dela tremer. O som molhado ecoava na guarita enquanto ele entrava e saía fundo. Diana empinava mais, entregando-se ao prazer proibido.

Depois de vários minutos, Roberto apertou os quadris dela com força, enterrou o pau até o fundo e gozou novamente, enchendo sua buceta com jatos longos e quentes que transbordavam ao redor da rola grossa.

Ainda dentro dela, ele sussurrou:

— Agora você é minha também, Diana.

Ela, ofegante e tremendo, respondeu:

— Isso não pode virar rotina, Roberto… Eu sou casada. Foi só hoje, por causa dos vídeos.

Ele riu baixo, puxando o pau devagar e vendo a porra escorrer pelas coxas dela.

— Você pode dizer isso agora. Mas esse corpo já sabe quem manda. Você vai voltar.

Diana não respondeu. Pegou lenços e se limpou como pôde — rosto, seios, entre as pernas. Vestiu o vestido por cima do corpo suado e lambuzado, sentindo a porra ainda escorrendo. Olhou para Roberto uma última vez, com vergonha, medo e uma excitação confusa.

— Eu preciso ir pra casa…

Saiu da guarita com as pernas fracas. No elevador, olhou seu reflexo: cabelo bagunçado, óculos sujos, corpo marcado. Pensava no marido violento esperando lá em cima, no amante Lucas e agora em Roberto e seu pau monstruoso. Uma lágrima escorreu pelo seu rosto enquanto subia.

No fundo, ela já sabia que resistir seria muito mais difícil do que imaginava.

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