✅ ALERTA AO LEITOR ✅
⚠️ CONTEÚDO EXTREMAMENTE PESADO ⚠️
Este conto contém putaria suja, degenerada e sem filtro: sexo explícito grotesco, degradação humana, fluidos corporais (sangue, mijo, porra), violência, drogas, linguagem nojenta e total ausência de redenção.
🔞 Apenas para maiores de 18 anos.
Leitores sensíveis, moralistas ou que buscam sexo tipo soca fofo: SAIAM AGORA.
Você foi avisado. 😈
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Chovia uma garoa fina e irritante sobre os trilhos carcomidos da linha abandonada entre Uberlândia e Ribeirão Preto. O ar cheirava a diesel queimado, creosoto dos dormentes de madeira da linha férrea, mijo de mendigo e carniça de cachorro atropelado que apodrecia há dias entre os vagões. A estação fantasma de São José do Rio Preto, desativada desde 2018, era agora um cemitério de ferro retorcido, onde trens de carga paravam às vezes por horas, esquecidos pelos maquinistas.
Três espectros femininos caminhavam pelos trilhos como se fossem donas daquele cemitério metálico. Elas eram as Putas do Trem Fantasma.
Valéria, 42 anos, ex-professora de Língua Portuguesa de um colégio particular caro de Belo Horizonte. Hoje seu corpo era um livro aberto de loucura. Tatuagens feitas com agulha de costura e queimaduras de ferro de marcar gado cobriam quase toda a sua pele. Frases tortas, rabiscadas: “Sou uma adúltera”, “Chupa meu cuzinho de prófi”, “Marido corno fdp”. Seus peitos flácidos tinham mamilos perfurados com anzóis de pesca enferrujados. O cabelo, antes bem cuidado, era um emaranhado seboso cheio de lêndeas e caspa endurecida.
Márcia, 39 anos, ex-esposa de um engenheiro da Vale. Perdeu os dois braços num acidente de carro quando fugia de casa depois que o marido descobriu que ela chupava o pau do cunhado e do sócio dele no mesmo dia. Os cotos cicatrizados, grossos e rosados, ela usava como instrumentos de putaria. Sem mãos, aprendera a ser criativa: enfiava os cotos na buceta, no rego do cu, ou esfregava na cara dos homens como se fossem picas sem cabeça.
Kellen, 28 anos, mas aparentava uns 40 de tão destruída. Ex-mulher de um delegado federal. Tinha o útero caído, uma massa rosada e inchada que às vezes pendia para fora da buceta como uma língua inchada de boi. Depois de quatro abortos improvisados com arame e chá de buchinha, seu ventre virou uma bolsa flácida que ela mesma empurrava para dentro quando precisava andar.
Elas não nasceram assim. Foram três amigas da alta classe média mineira. Valéria, Márcia e Kellen. Casadas com maridos bem situados, casas grandes, filhos em escola particular. Até que o tédio e a puta que existia dentro delas acordaram.
Valéria começou traindo o marido professor universitário com alunos de 18 e 19 anos no banco de trás do carro. Depois passou para o diretor da escola e o pai de um aluno. Márcia fodia o cunhado, o sócio do marido e até o porteiro do prédio. Kellen, a mais nova e mais vadia, traía o delegado com bandidos que ele mesmo prendia, chupando pica de traficante dentro da viatura dele enquanto ele preenchia os papéis dentro da delegacia. Quando os maridos descobriram tudo — quase ao mesmo tempo —, a queda foi brutal.
Expulsas de casa, sem nada, viraram mendigas de luxo por uns meses, até que o crack, a cachaça e a rua cobraram o preço. Agora eram isso: três carcaças humanas que viajavam de trem de carga, vendendo seus buracos imundos por pedras, restos de quentinha e corote.
Naquela noite, o trem de carga estava parado havia quatro horas. Um vagão de grãos aberto, meio vazio, era o cenário perfeito.
Valéria foi a primeira a subir, o vestido rasgado colado no corpo magro. Ela abriu as pernas sobre um monte de grãos mofados e começou a se masturbar com força, enfiando dois dedos sujos na buceta tatuada enquanto gritava:
— “Vem, seus arrombados! Tem três bucetas famintas aqui querendo suas pirocas fedidas!”
Márcia subiu depois, usando os cotos para se apoiar. Ela tirou o shortinho imundo e mostrou o cu largo, já piscando, com restos de fezes secas grudados nos pelos. Kellen veio por último, o útero caído criando uma protuberância no baixo ventre sob a luz fraca de um poste distante.
O cheiro delas — mistura de buceta azeda, mijo velho, porra seca e crack — se espalhou rápido.
Os primeiros a aparecer foram três vagabundos que dormiam embaixo do trem. Depois vieram dois policiais militares corruptos que faziam ronda extra à paisana por grana. Por último, um grupo de cinco catadores de ferro-velho, sujos de graxa e óleo.
Não teve conversa. Caíram direto em cima daquelas fossas humanas.
Valéria se jogou de quatro nos grãos e abriu o cu tatuado com uma estrela mal feita. Um dos PMs enfiou a piroca sem dó, cuspindo no buraco antes. Enquanto ele fodia, ela usava a boca para chupar o pau de um catador, baba escorrendo pelo queixo.
Márcia, sem braços, deitou de costas e levantou as pernas. Enfiou a parte fina de um coto no próprio cu enquanto outro homem metia na buceta. O segundo coto ela enfiava na boca de um vagabundo, fazendo ele chupar o toco sujo como se fosse uma pica. “Chupa meu cotoco, seu filho da puta”, rosnava.
Kellen era a mais nojenta. Deitada de lado, forçava o útero caído a sair um pouco pela buceta dilatada . Um dos homens tocou a massa rosada e começou a enfiar o pau no meio dela, esfregando a carne mole e úmida da mulher, buscando a entrada do colo do útero. Outro enfiou a piroca de lado no cu dela, fodendo o rabo com violência enquanto o útero era arrombado, entrando e saindo pela vulva.
O vagão virou um templo de imundície.
Valéria menstruava forte. O sangue escorria pelas coxas e se misturava com os grãos. Ela recolhia o sangue com a mão e lambia, depois passava na cara dos homens. Márcia mijou forte enquanto era fodida, um jato quente e amarelo que molhava a barriga do PM. Kellen, em êxtase, puxou o útero todo pra fora e pediu que cuspissem nele.
Eles gozavam dentro, fora, em cima. Cuspe, porra, mijo, sangue e ranho cobriam os três corpos. Um dos vagabundos enfiou uma barra de ferro cheio de ferrugem na buceta de Valéria enquanto outro arregaçava seu cu. Márcia usava os cotos para espalhar porra nos peitos. Kellen chorava de tesão enquanto dois paus tentavam entrar junto na xoxota dilatada com o útero caído entrando e saindo junto com os paus.
Quando aquilo terminou, o vagão cheirava a porra fétida, sangue, merda e derrota humana. As três mulheres ficaram largadas no meio dos grãos, cobertas de fluidos, olhando o teto do vagão sem dizer nada.
O trem apitou. Ia sair.
Elas não desceram. Ficaram ali, viajando para o próximo nada.
Um Ano Depois
Valéria enlouqueceu de vez. Hoje ela tatua o próprio rosto com ferro de solda enquanto viaja e pira ainda mais sob os efeitos de fentanil. Dizem que cortou os próprios mamilos com uma lata e costurou de volta com linha de pesca dizendo que precisava amamentar seus meninos.
Márcia perdeu um dos cotos inteiro numa infecção. Usa o que sobrou como zona erógena. Agora goza quando o lambem.
Kellen ficou grávida novamente, ninguém sabe como. Abortou sozinha dentro de um vagão em movimento, usando um cabo de vassoura. Jogou o feto com útero e tudo nos trilhos. Sobreviveu a uma septicemia.
Elas continuam rodando. Três carcaças sem eira nem beira, três putas da linha de trem que trocaram mansões, maridos ricos e status por pirocas infeccionadas, entorpecentes e a vontade insaciável de beber leite de pica.
Não se arrependeram nem por um segundo.
A linha continua com o movimento dos vagões. Os trilhos seguem ocupados transportando. E o fedor pútrido delas ainda marca cada estação por onde passam.
