MEU CORNO AMA FICAR FANTASIANDO SITUAÇÕES QUE PODEM ACONTECER COMIGO E ESSE CONTO DE HOJE É DE UMA IMAGINAÇÃO DELE DE ME VER NA PISCINA ME EXIBINDO PARA O PINTOR, IMAGINAÇÃO DELE JÁ FOI LONGE RSRS. QUEM SABE ESSA IMAGINAÇÃO VIRA REALIDADE, EU IRIA AMAR!
O sol queimava minha pele bronzeada enquanto eu me esticava na espreguiçadeira da piscina do condomínio, o biquíni minúsculo mal contendo meu corpo. O tecido fino da parte de baixo mal cobria minha buceta inchada, os lábios grossos e macios escapando pelas laterais a cada movimento. Eu sabia que estava provocante. Sabia que ele estava olhando.
O pintor, um homem forte, moreno, com braços tatuados e suados pelo trabalho, fingia pintar a parede próxima, mas seus olhos devoravam cada centímetro de mim. Cada vez que eu abria as pernas devagar, fingindo ajustar a posição para pegar mais sol, ele parava. Meu bucetão molhado brilhava levemente sob o tecido úmido, os lábios carnudos pulsando visíveis. Eu sorria por dentro, mordendo o lábio inferior quando nossos olhares se cruzaram pela décima vez.
Ele não aguentou. O volume na calça dele cresceu obscenamente, um pauzão grosso marcando o tecido como uma barra de ferro. Meu corpo reagiu na hora: os mamilos endureceram contra o biquíni, e senti um fio quente escorrer pela minha coxa. Ele percebeu. Passou devagar pela borda da piscina, o cheiro de tinta e suor masculino me atingindo como um afrodisíaco.
— Tô pintando um apartamento vazio ali em cima — murmurou baixo, a voz rouca, quase um rosnado. — Quer subir pra eu te mostrar... o que você fez comigo?
Mordi o lábio com mais força e assenti, sem dizer uma palavra. Levantei devagar, sentindo o biquíni escorregar ainda mais, um lábio inteiro exposto agora. Peguei minha canga só por formalidade e o segui, o coração acelerado, a buceta latejando de expectativa. Meu corno manso estava em casa, provavelmente imaginando onde eu estava... mas isso só me deixava mais molhada.
O elevador subiu em silêncio. Ele não tocou em mim ainda, só olhava. Quando a porta abriu no andar vazio, o cheiro de tinta fresca encheu o ar. O apartamento estava sem móveis, só paredes recém-pintadas e um lençol estendido no chão que ele devia usar para proteger o piso.
Assim que a porta se fechou, ele me prensou contra a parede ainda úmida de tinta. Suas mãos grandes desceram direto para minha bunda, apertando forte enquanto sua boca faminta tomava a minha. Beijo bruto, urgente. Senti o pauzão dele roçando minha barriga, latejando, enorme.
— Caralho, você é uma puta safada... — grunhiu ele no meu ouvido, descendo a mão e puxando o biquíni pro lado. Dois dedos grossos invadiram minha buceta encharcada sem aviso, fazendo um som molhado ecoar no ambiente vazio. — Tá pingando pra mim desde lá embaixo, né?
Gemi alto, rebolando contra a mão dele. Ele tirou os dedos e os enfiou na minha boca, me fazendo provar meu próprio mel. Depois me jogou de quatro no lençol. Meu biquíni foi arrancado em segundos. De joelhos atrás de mim, ele abriu minhas nádegas e cuspiu direto na minha buceta, lambendo tudo em seguida — língua grossa percorrendo do cu até o clitóris inchado, chupando meus lábios com fome.
— Que bucetão guloso... — murmurou, batendo o pau pesado na minha entrada. Eu empinei mais, implorando.
Ele meteu de uma vez. Tudo. O pauzão grosso me abriu inteira, esticando minhas paredes quentes e molhadas. Gritei de prazer, sentindo ele bater fundo, as bolas pesadas estalando contra meu clitóris. Ele segurou meus cabelos como rédea e começou a foder forte, ritmado, cada estocada fazendo meus peitos balançarem e meus gemidos ecoarem pelo apartamento vazio.
— Isso... toma esse pau, sua casada safada. Seu corno sabe que você tá levando rola agora?
Aumentei o ritmo, rebolando contra ele, gozando pela primeira vez com o pau dele dentro. Ele não parou. Virou-me de frente, levantou minhas pernas nos ombros e meteu mais fundo ainda, olhando nos meus olhos enquanto me fodia como um animal.
— Quero gozar ... — rosnou.
— Goza... mas quero toda porra nos meus peitos — respondi, apertando ele por dentro.
Eu me ajoelhei rápido no lençol, empinei os peitos e segurei eles juntos, oferecendo pra ele. Olhei nos olhos dele com cara de puta:
— Goza nos meus peitos. Quero levar pra casa assim.
Ele grunhiu como um animal. Segurou o pauzão latejante e bateu forte, mirando bem no meio dos meus seios. O primeiro jato foi grosso e quente, acertando meu decote e escorrendo entre os mamilos. Depois veio mais, e mais… jatos longos, brancos e viscosos, cobrindo meus peitos inteiros. Um fio grosso desceu até meu umbigo.
Ele esvaziou tudo, gemendo baixo, lambuzando meus mamilos duros com porra quente.
Quando terminou, eu passei os dedos na meleira, espalhei um pouco mais, lambi um pouquinho só pra provocar e sorri.
— Perfeito… agora vou embora.Não limpei nada. Vesti o biquíni por cima daquela bagunça.
A porra dele grudou no tecido, molhou meus mamilos e escorreu lentamente enquanto eu descia de elevador. No caminho até minha casa, sentia o sêmen quente deslizando pela pele, marcando o biquíni.
Qualquer um que olhasse de perto ia ver o brilho pegajoso nos meus peitos.Abri a porta de casa. Meu corno manso estava na sala, sentado no sofá, já com cara de cachorrinho esperando.
— Amor…
— chamei doce, tirando o biquíni devagar na frente dele.
Meus peitos saltaram livres, completamente lambuzados de porra grossa e branca, alguns fios ainda pendurados nos mamilos. O cheiro de sexo alheio encheu a sala.
Ele arregalou os olhos, o pauzinho dele marcando a calça na hora.
— O pintor do condomínio…
— falei, apertando os peitos e fazendo mais porra escorrer.
— Ele gozou tudo aqui pra você limpar.
Meu corno caiu de joelhos na mesma hora, boca aberta, língua para fora.
Começou a lamber devagar, gemendo baixinho enquanto engolia cada gota da porra quente do outro homem.
Passou a língua entre meus seios, sugou meus mamilos, lambeu até o último fio que tinha escorrido na minha barriga.Eu segurei a cabeça dele contra meus peitos, rebolando devagar, sentindo ele limpar tudo com dedicação de corno bem treinado.
— Isso, meu amor… limpa direitinho a porra que outro homem deixou nos peitos da sua mulher.
Ele tremia de excitação, pauzinho babando na cueca. Quando terminou, meus peitos estavam brilhando de saliva dele, limpos.
Eu sorri, acariciando o cabelo dele:
— Amanhã tem mais… o apartamento ainda não tá pintado inteiro.
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