Beto usando calcinha na academia

Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Gay
Contém 1423 palavras
Data: 04/06/2026 08:48:28

Alberto mantinha uma rotina dupla que ninguém na academia desconfiava. Por fora, mantinha o foco nos treinos pesados, mas, por baixo do short de tactel largo, o segredo dele era a sensação da seda e da renda contra a pele. Naquele final de tarde, com o ambiente já quase vazio, Beto treinava na área dos pesos livres, usando uma calcinha de renda vermelha bem justa, que o deixava visivelmente excitado por trás do pano.

​O que ele não imaginava é que Marcus, um homem negro, alto e com o dobro do seu tamanho, estava de olho há tempos. Marcus já tinha reparado no jeito que Beto ajeitava o short e no volume diferente que se desenhava ali. Aproveitando que o instrutor tinha saído e os últimos alunos estavam distantes, Marcus caminhou com passos firmes até o banco onde Beto descansava.

​— O treino tá bom, mas acho que o que tá embaixo desse short tá melhor ainda — Marcus soltou, com a voz grave e intimidadora, parando bem na frente dele.

​Beto gelou, sentindo o coração disparar na hora. Ele tentou gaguejar uma desculpa, mas Marcus não deu margem. Segurou Beto pelo braço com uma força descomunal, puxando-o direto para a sala de avaliação física nos fundos, que estava com as luzes apagadas e a porta destrancada.

​Lá dentro, Marcus empurrou Beto contra a maca estofada. Sem perder tempo com rodeios, rasgou o short de Beto de uma vez só, deixando a calcinha vermelha totalmente à mostra, contrastando com as pernas grossas e lisas do rapaz. Ao ver a peça feminina esticada e enfiada no rego, os olhos de Marcus brilharam com um tesão bruto.

​— Que safado... Curtindo uma calcinha no meio do treino, né? Sua puta, viadinho de merda— Marcus rosnou, a boca suja entregando o quanto estava excitado.

​Marcus se ajoelhou entre as pernas de Beto. Em vez de usar as mãos, ele cravou os dentes na lateral da renda da calcinha. Com umas puxadas, foi arrancando a peça com a boca, tirando, o tecido de lado e cuspiu o pano no chão. Livre da calcinha, a bunda branca e redonda de Beto estava empinada, implorando por rola. O cacete de Beto pulsava de tanto desejo e medo. Marcus abriu a própria calça, libertando uma rola enorme, escura e pesada, que fez Beto engolir em seco.

​Sem qualquer preliminar ou aviso, apenas usando a própria saliva de forma rápida, Marcus virou Beto de bruços na maca, se encaixou entre as pernas dele e posicionou a jeba na entrada do cu.

​— Aguenta o tranco, que agora eu vou rasgar esse teu rabo — Marcus sentenciou perto do ouvido dele.

​Com um empurrão brutal e implacável, Marcus afundou o pau todo de uma vez só.

​A dor foi um choque elétrico na espinha de Beto. A sensação de expansão e o atrito seco fizeram seu corpo travar, e ele soltou um berro alto, abafado contra o estofado da maca. Suas mãos agarraram as bordas do metal com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos. Ele tentou arquear as costas para aliviar o peso, mas Marcus colou o peito massivo contra as costas dele, travando o quadril de Beto com as mãos enormes.

​— Não sai do lugar, caralho! Aguenta essa dor que o teu cu agora é do meu pau — Marcus xingava, começando a meter com estocadas violentas e rápidas.

​Nas primeiras investidas, Beto só conseguia chorar e berrar de dor, sentindo o cano grosso arrombar suas paredes internas sem nenhuma piedade. O som da carne batendo com força ecoava na sala fechada, misturado aos palavrões pesados que Marcus soltava a cada estocada.

​Mas Marcus era experiente. No meio daquela bruteza toda, Beto foi relaxando o rabo, conforme se deixava dominar pelo negão. A dor lancinante, aos poucos, começou a se misturar com uma onda de calor absurda. Entre um grito de sofrimento e outro, a voz de Beto mudou, transformando-se em gemidos agudos e sôfregos de puro prazer. O corpo de Beto amoleceu por completo e ele começou a empurrar o quadril para trás, pedindo mais rola, mais daquela violência gostosa.

​— Isso, joga essa bunda para trás, seu puto! Olha como engole tudo — Marcus instigava, acelerando o ritmo ao extremo, castigando o fundo do rabo de Beto com pancadas secas.

​O prazer daquela violência toda deixou Beto completamente anestesiado, com o pau latejando e pingando. Marcus soltou um urro grosso e despejou Um rio de porra quente bem no fundo dele, descarregando tudo com algumas últimas estocadas pesadas antes de se aquietar, arfando pesado contra as costas do rapaz.

​Quando Marcus finalmente saiu de dentro dele, ele desabou no estofado da maca, o corpo todo tremendo e a entrada ardendo com aquela sensação de preenchimento e arrombamento. Ele limpou as lágrimas do rosto, ainda zonzo pelo turbilhão de dor e prazer que tinha acabado de viver. Olhou para trás de relance e viu Marcus em pé, com a rola enorme ainda meio ereta, suja de saliva e lubrificação, olhando para ele com cara de quem tinha dominado o território.

​Em vez de se limpar ou reclamar da bruteza, Beto sentiu uma gratidão absurda por tudo aquilo. A adrenalina de ter sido pego com a calcinha de renda, arrancada no dente, e ter o rabo usado daquele jeito brutal tinha sido a melhor coisa da vida dele.

​Sem dizer uma palavra, Beto se arrastou pela maca e desceu de joelhos no chão frio da sala de avaliação, bem entre as pernas de Marcus.

​— O que é isso, safado? Quer mais? — Marcus perguntou, com um sorriso de canto, surpreso com a atitude.

​Beto olhou para cima, com os olhos ainda vermelhos, e segurou a base do pau do negão com as duas mãos, sentindo a textura grossa e o calor que emanava dali.

​— Obrigado... — Beto sussurrou, a voz sumida pelo cansaço, mas cheia de adoração.

​Sem esperar resposta, ele abriu bem a boca e avançou na rola de Marcus. Ele engoliu a glande de uma vez, sentindo o gosto forte do sexo deles misturado ao suor do treino. Beto começou a chupar com vontade, subindo e descendo a boca pelo cano grosso, deixando a saliva escorrer pelos cantos dos lábios para lubrificar o movimento.

​Marcus enterrou as mãos nos cabelos de Beto, dando uma leve puxada para ditar um ritmo firme, enquanto soltava gemidos baixos de aprovação. Beto usava a língua para lamber as veias saltadas e o topo da cabeça do pau, empenhado em deixar o homem completamente relaxado, demonstrando com a boca o quanto tinha amado ser totalmente submetido e arrombado naquela maca.

Beto continuou focado, movendo a cabeça num ritmo firme e obstinado. A boca dele estava completamente cheia, as bochechas subindo e descendo pelas veias saltadas do membro de Marcus. Ele ignorava o cansaço na mandíbula e o reflexo de vômito que ameaçava voltar toda vez que o cacete grosso batia no fundo da sua garganta; tudo o que importava era o prazer de servir o homem que o tinha dominado.

​Marcus soltava gemidos curtos e pesados, segurando a cabeça de Beto com os dedos enterrados nos cabelos dele, empurrando o quadril de leve para a frente, sentindo o aperto quente da boca do rapaz.

​— Isso... chupa tudo, sua puta. Engole o resto da porra que sobrou aqui dentro — Marcus rosnou, o corpo todo começando a tensionar de novo enquanto a sensibilidade voltava ao limite.

​Beto acelerou o movimento, sugando com força, fazendo um barulho úmido e alto ecoar na sala escura. Ele usava a língua para massagear a glande, sabendo exatamente como arrancar o último suspiro do negão.

​De repente, o quadril de Marcus travou. O corpo dele esticou e as mãos apertaram o couro cabeludo de Beto com força total, enterrando a rola até o talo na boca do rapaz. Com um urro abafado, o segundo orgasmo de Marcus veio violento, disparando jatos quentes e espessos de porra direto no fundo da garganta de Beto.

​O líquido morno e de gosto forte inundou tudo. Beto não recuou; pelo contrário, fez um esforço consciente para abrir passagem na garganta e engoliu cada gota, sentindo o sêmen descer enquanto o membro de Marcus continuava a pulsar contra a sua língua. Ele limpou o pau com os lábios até a última gota de leite sair, deixando o cacete do homem completamente limpo e relaxado.

​Quando Marcus finalmente soltou os cabelos dele e deu um passo para trás, arfando, Beto limpou o canto da boca com as costas da mão, olhando para cima com um sorriso de canto, totalmente realizado no chão daquela sala.

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