Alberto mantinha uma rotina dupla que ninguém na academia desconfiava. Por fora, mantinha o foco nos treinos pesados, mas, por baixo do short de tactel largo, o segredo dele era a sensação da seda e da renda contra a pele. Naquele final de tarde, com o ambiente já quase vazio, Beto treinava na área dos pesos livres, usando uma calcinha de renda vermelha bem justa, que o deixava visivelmente excitado por trás do pano.
O que ele não imaginava é que Marcus, um homem negro, alto e com o dobro do seu tamanho, estava de olho há tempos. Marcus já tinha reparado no jeito que Beto ajeitava o short e no volume diferente que se desenhava ali. Aproveitando que o instrutor tinha saído e os últimos alunos estavam distantes, Marcus caminhou com passos firmes até o banco onde Beto descansava.
— O treino tá bom, mas acho que o que tá embaixo desse short tá melhor ainda — Marcus soltou, com a voz grave e intimidadora, parando bem na frente dele.
Beto gelou, sentindo o coração disparar na hora. Ele tentou gaguejar uma desculpa, mas Marcus não deu margem. Segurou Beto pelo braço com uma força descomunal, puxando-o direto para a sala de avaliação física nos fundos, que estava com as luzes apagadas e a porta destrancada.
Lá dentro, Marcus empurrou Beto contra a maca estofada. Sem perder tempo com rodeios, rasgou o short de Beto de uma vez só, deixando a calcinha vermelha totalmente à mostra, contrastando com as pernas grossas e lisas do rapaz. Ao ver a peça feminina esticada e enfiada no rego, os olhos de Marcus brilharam com um tesão bruto.
— Que safado... Curtindo uma calcinha no meio do treino, né? Sua puta, viadinho de merda— Marcus rosnou, a boca suja entregando o quanto estava excitado.
Marcus se ajoelhou entre as pernas de Beto. Em vez de usar as mãos, ele cravou os dentes na lateral da renda da calcinha. Com umas puxadas, foi arrancando a peça com a boca, tirando, o tecido de lado e cuspiu o pano no chão. Livre da calcinha, a bunda branca e redonda de Beto estava empinada, implorando por rola. O cacete de Beto pulsava de tanto desejo e medo. Marcus abriu a própria calça, libertando uma rola enorme, escura e pesada, que fez Beto engolir em seco.
Sem qualquer preliminar ou aviso, apenas usando a própria saliva de forma rápida, Marcus virou Beto de bruços na maca, se encaixou entre as pernas dele e posicionou a jeba na entrada do cu.
— Aguenta o tranco, que agora eu vou rasgar esse teu rabo — Marcus sentenciou perto do ouvido dele.
Com um empurrão brutal e implacável, Marcus afundou o pau todo de uma vez só.
A dor foi um choque elétrico na espinha de Beto. A sensação de expansão e o atrito seco fizeram seu corpo travar, e ele soltou um berro alto, abafado contra o estofado da maca. Suas mãos agarraram as bordas do metal com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos. Ele tentou arquear as costas para aliviar o peso, mas Marcus colou o peito massivo contra as costas dele, travando o quadril de Beto com as mãos enormes.
— Não sai do lugar, caralho! Aguenta essa dor que o teu cu agora é do meu pau — Marcus xingava, começando a meter com estocadas violentas e rápidas.
Nas primeiras investidas, Beto só conseguia chorar e berrar de dor, sentindo o cano grosso arrombar suas paredes internas sem nenhuma piedade. O som da carne batendo com força ecoava na sala fechada, misturado aos palavrões pesados que Marcus soltava a cada estocada.
Mas Marcus era experiente. No meio daquela bruteza toda, Beto foi relaxando o rabo, conforme se deixava dominar pelo negão. A dor lancinante, aos poucos, começou a se misturar com uma onda de calor absurda. Entre um grito de sofrimento e outro, a voz de Beto mudou, transformando-se em gemidos agudos e sôfregos de puro prazer. O corpo de Beto amoleceu por completo e ele começou a empurrar o quadril para trás, pedindo mais rola, mais daquela violência gostosa.
— Isso, joga essa bunda para trás, seu puto! Olha como engole tudo — Marcus instigava, acelerando o ritmo ao extremo, castigando o fundo do rabo de Beto com pancadas secas.
O prazer daquela violência toda deixou Beto completamente anestesiado, com o pau latejando e pingando. Marcus soltou um urro grosso e despejou Um rio de porra quente bem no fundo dele, descarregando tudo com algumas últimas estocadas pesadas antes de se aquietar, arfando pesado contra as costas do rapaz.
Quando Marcus finalmente saiu de dentro dele, ele desabou no estofado da maca, o corpo todo tremendo e a entrada ardendo com aquela sensação de preenchimento e arrombamento. Ele limpou as lágrimas do rosto, ainda zonzo pelo turbilhão de dor e prazer que tinha acabado de viver. Olhou para trás de relance e viu Marcus em pé, com a rola enorme ainda meio ereta, suja de saliva e lubrificação, olhando para ele com cara de quem tinha dominado o território.
Em vez de se limpar ou reclamar da bruteza, Beto sentiu uma gratidão absurda por tudo aquilo. A adrenalina de ter sido pego com a calcinha de renda, arrancada no dente, e ter o rabo usado daquele jeito brutal tinha sido a melhor coisa da vida dele.
Sem dizer uma palavra, Beto se arrastou pela maca e desceu de joelhos no chão frio da sala de avaliação, bem entre as pernas de Marcus.
— O que é isso, safado? Quer mais? — Marcus perguntou, com um sorriso de canto, surpreso com a atitude.
Beto olhou para cima, com os olhos ainda vermelhos, e segurou a base do pau do negão com as duas mãos, sentindo a textura grossa e o calor que emanava dali.
— Obrigado... — Beto sussurrou, a voz sumida pelo cansaço, mas cheia de adoração.
Sem esperar resposta, ele abriu bem a boca e avançou na rola de Marcus. Ele engoliu a glande de uma vez, sentindo o gosto forte do sexo deles misturado ao suor do treino. Beto começou a chupar com vontade, subindo e descendo a boca pelo cano grosso, deixando a saliva escorrer pelos cantos dos lábios para lubrificar o movimento.
Marcus enterrou as mãos nos cabelos de Beto, dando uma leve puxada para ditar um ritmo firme, enquanto soltava gemidos baixos de aprovação. Beto usava a língua para lamber as veias saltadas e o topo da cabeça do pau, empenhado em deixar o homem completamente relaxado, demonstrando com a boca o quanto tinha amado ser totalmente submetido e arrombado naquela maca.
Beto continuou focado, movendo a cabeça num ritmo firme e obstinado. A boca dele estava completamente cheia, as bochechas subindo e descendo pelas veias saltadas do membro de Marcus. Ele ignorava o cansaço na mandíbula e o reflexo de vômito que ameaçava voltar toda vez que o cacete grosso batia no fundo da sua garganta; tudo o que importava era o prazer de servir o homem que o tinha dominado.
Marcus soltava gemidos curtos e pesados, segurando a cabeça de Beto com os dedos enterrados nos cabelos dele, empurrando o quadril de leve para a frente, sentindo o aperto quente da boca do rapaz.
— Isso... chupa tudo, sua puta. Engole o resto da porra que sobrou aqui dentro — Marcus rosnou, o corpo todo começando a tensionar de novo enquanto a sensibilidade voltava ao limite.
Beto acelerou o movimento, sugando com força, fazendo um barulho úmido e alto ecoar na sala escura. Ele usava a língua para massagear a glande, sabendo exatamente como arrancar o último suspiro do negão.
De repente, o quadril de Marcus travou. O corpo dele esticou e as mãos apertaram o couro cabeludo de Beto com força total, enterrando a rola até o talo na boca do rapaz. Com um urro abafado, o segundo orgasmo de Marcus veio violento, disparando jatos quentes e espessos de porra direto no fundo da garganta de Beto.
O líquido morno e de gosto forte inundou tudo. Beto não recuou; pelo contrário, fez um esforço consciente para abrir passagem na garganta e engoliu cada gota, sentindo o sêmen descer enquanto o membro de Marcus continuava a pulsar contra a sua língua. Ele limpou o pau com os lábios até a última gota de leite sair, deixando o cacete do homem completamente limpo e relaxado.
Quando Marcus finalmente soltou os cabelos dele e deu um passo para trás, arfando, Beto limpou o canto da boca com as costas da mão, olhando para cima com um sorriso de canto, totalmente realizado no chão daquela sala.
