Eu não aguentava mais esperar. O Juninho tinha entrado na minha vida e bagunçado tudo. Eu pensava nele o dia todo, sentia falta daquele pau gigante, daquela energia de novinho que não acaba nunca. E dessa vez, eu queria mais conforto, mais intimidade. Eu queria ele na minha cama.
O Ricardo estava viajando a trabalho, tinha saído há dois dias e só voltaria no final de semana. Liguei pra ele antes, com a voz toda safada:
— Amor, eu vou chamar o Juninho aqui em casa hoje... vou deixar ele me comer muito na nossa cama. Você não se importa, né?
— Claro que não, patroa! — ele respondeu, todo excitado do outro lado da linha. — dá muito ele! Mas deixa eu te falar: da próxima vez eu quero estar aí. Quero ver ele te comendo, quero participar, quero ver esse pau gigante enchendo você. Pode deixar que eu já vou me preparar psicologicamente.
— Pode deixar, boneca. Essa porra toda é nossa. — respondi, e desliguei.
O combinado estava feito. A permissão estava dada. Agora era só a diversão começar.
Busquei o Juninho na esquina de novo. Ele entrou no carro todo sorridente, cheiroso.
— Pra onde vamos hoje, meu amor? Outro motel?
— Não, bebê... hoje você vai vir comigo. Hoje você vai conhecer o meu território. Hoje você vai me comer na minha própria cama.
Os olhos dele brilharam. Ele sabia que aquilo era mais intimo, mais perigoso, mais gostoso.
Chegamos em casa. Entramos devagar, a casa toda silenciosa, iluminada apenas pelas luzes indiretas. Que sensação louca! Entrar ali com ele, com aquele shortinho apertado, sabendo que daqui a pouco ele estaria me destruindo no colchão onde eu e meu marido dormimos.
— Nossa, que lugar chique, tia... — ele sussurrou, me abraçando por trás na sala, passando a mão na minha cintura, beijando meu pescoço. — A cama deve ser grande pra caralho...
— É sim, meu bem. E tem espaço de sobra pra você me comer de todas as formas.
Subimos as escadas. Entramos no quarto principal. Abri a porta e acendi a luz suave. Lá estava ela, a cama king size, lençóis brancos, travesseiros fofos, o nosso santuário.
— Entra, fica à vontade. — eu disse.
Mal terminei de falar, ele já me puxou. Me jogou na cama com uma força que só ele tem. Veio por cima de mim, me prendendo entre as pernas dele, o corpo quente, o cheiro de homem novo invadindo tudo.
— Então essa é a cama da patroa... — ele falou, começando a beijar meu pescoço, descendo pelo decote do meu vestido. — Hoje eu sou o homem da casa. Hoje esse corpo é meu.
— É todo seu, filho... usa ele como você quiser...
Começamos a nos despir rápido, com aquela urgência de quem está morrendo de saudade. O vestido voou longe, o sutiã caiu, e eu fiquei ali, nua, abrindo as pernas para ele, esperando por ele.
Ele se levantou na beira da cama e tirou a roupa dele.
MEU DEUS.
Lá estava ele de novo. O monumento.
Magro, forte, pele morena brilhando, e no meio das pernas, aquela rola imensa, dura, roxa, pulsando forte, parecendo ainda maior sob a luz do quarto. Ele segurou ela com a mão e bateu algumas vezes na minha coxa, fazendo plap, plap, só pra me provocar.
— Olha pra ele, amor... olha como ele tá duro de saudade de você...
— Eu tô louca, Juninho... mete logo dentro de mim...
Ele subiu na cama, se arrastou por cima de mim, e se posicionou. A cabeça grossa roçou na minha entrada, já toda melada, toda aberta esperando.
— Vai entrar devagar hoje, pra você sentir ele enchendo cada cantinho... — ele sussurrou.
E empurrou.
— AAAAAHHHHHH!!! — eu arfei, agarrando os lençóis brancos com força.
Ele entrou devagar, mas foi entrando TUDO. A grossura dele abrindo minhas paredes, esticando, me fazendo sentir viva. Ele foi até o fundo, até as bolas dele tocarem minha bunda, e ficou ali parado, me enchendo, me fazendo sentir o tamanho dele dentro da minha barriga.
— Caralho... que buceta perfeita... — ele gemeu, baixando a cabeça e mordendo meu ombro. — Ela me aperta tanto que eu quase gozo agora.
Ele começou a se mover. E foi ali, na minha cama, que o espetáculo começou.
PLAM! PLAM! PLAM!
O som do quadril dele batendo na minha bunda ecoava pelo quarto silencioso. Ele metia com um ritmo perfeito, forte, fundo, constante. Ele segurava meus seios, apertava, chupava meus mamilos, enquanto socava aquele pau gigante dentro de mim sem dó.
— ISSO! ISSO FILHO! COME A TIA! COME A MULHER CASADA! — eu gritava, perdida no prazer, as costas se arquivando no colchão. — ME ENCHE DE PORRA! FAZ SER A SUA BUCETA!
— É MINHA! É MINHA! — ele gritava, os olhos brilhando de tesão. — Esse buraco é meu! Agora e sempre!
Ele me comeu por horas. A cama era grande, e nós usamos cada canto dela.
Ele me virou de quatro, levantou minha bunda bem alta, e meteu de novo, segurando minha cintura, fazendo o lençol todo amassar. A visão era incrível: meu rabo branco recebendo aquele pau negro, entrando e saindo todo brilhante de tanto que eu estava lubrificada.
— OLHA COMO ENTRA! OLHA COMO ELA ENGOLI TUDO! — ele gritava, espancando meu corpo.
Ele me dava vários tapas na bunda, vários socos na costela, nunca tinha ganhado socos assim, isso me deixou louca, eu berrava, com toda certeza iria ficar toda marcada, minha pele branquinha.
Depois ele deitou e me pôs montada em cima dele. Eu agarrei a cabeceira e cavalguei feito louca, sentindo ele bater no fundo na minha buceta a cada queda do meu quadril. Ele olhava pra mim, admirado, passando a mão no meu corpo todo.
— Que mulher... que mulher danada de gostosa... eu poderia ficar aqui te comendo dias e dias...
E ele tinha fôlego de sobra! Não cansava! Quando ele cansava de meter, ele descia e me chupava até eu gritar, me fazia gozar várias e várias vezes, só pra depois meter de novo, duro que nem pedra.
Fomos até altas horas da madrugada. A cama estava uma bagunça, lençóis revirados, suor pelo corpo, o quarto todo cheirando a sexo forte.
— Eu vou gozar de novo, amor... vou encher você de novo... — ele avisou, o ritmo ficando desesperado, ele me prendendo contra o colchão, socando com força total.
— GOZA DENTRO! ENCHE MINHA BUCETA! JOGA TUDO DENTRO DE MIM!
Ele travou o corpo todo. Soltou um grito abafado no meu pescoço, e eu senti o pau dele latejar, pulsar, e disparar jatos quentes e grossos dentro da minha buceta. Era tanta porra que eu senti meu estômago esquentar, senti transbordar, senti escorrer pra fora, molhando os lençóis brancos, manchando de leite quente a cama do meu marido.
— Toma... toma toda minha porra, sua puta gostosa... — ele sussurrava, ainda bombando, tremendo todo em cima de mim.
Ficamos ali abraçados, dormimos de conchinha, ele com o pau ainda meio duro dentro de mim, aquela sensação de posse, de completude. Ele passou a noite toda lá, me acordando de vez em quando com um beijo, com uma mão passando no meu corpo, pronto pra outra rodada.
De manhã, nos tomamos um banho juntos, ele voltou a ne foder gostoso de novo embaixo do chuveiro antes de ir embora, e me deixando cheia de porra de novo, depois ele se arrumou, ficou todo limpinho, e eu o levei de volta.
Quando ele desceu do carro, eu olhei pra ele e sorri:
— O Ricardo já sabe, novinho. Da próxima vez ele vem também. Ele tá doido pra ver esse pau e pra participar.
Juninho sorriu, todo convencido, e bateu na própria virilha:
— Então avisa ele pra se preparar, tia. Porque aqui tem porra pra dar e vender pra vocês dois.
Ele foi embora, todo cheiroso, e eu voltei pra casa, subi no quarto, olhei a cama bagunçada, cheia de marcas da nossa noite, e senti a porra dele ainda escorrendo dentro de mim.
Perfeito. A casa estava em ordem, e o coração (e a buceta) cheios.
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