**Meu nome é Fernanda, minha foto está no perfil, e essa bunda gigante é o centro do mundo dele.**

Um conto erótico de Fernanda rabuda
Categoria: Grupal
Contém 1386 palavras
Data: 04/06/2026 08:21:48

**Meu nome é Fernanda, minha foto está no perfil, e essa bunda gigante é o centro do mundo dele.**

Oi, meus safados… Eu tenho só 26 anos, mas carrego a bunda mais imensa, redonda, pesada e deliciosa que vocês já viram. É tão grande que quando eu ando ela balança, treme e estala sozinha. É essa bunda que transformou um empresário rico de 68 anos no meu corno manso completo. Ele largou esposa, filhos, empresa e reputação só pra poder viver babando, lambendo e filmando essa bunda sendo destruída todo dia. Para achar meus vídeos,fotos e contos, basta procurar na internet por: Daniel Recife anal e clicar nos resultados abaixo, pois ele é o mais loucopela minha bunda que existe.

Hoje moramos num apartamento luxuoso em Boa Viagem, com vista pro mar. Ele acorda todo dia, prepara meu café, passa óleo nas minhas nádegas enormes e espera ansioso pelo próximo macho que eu vou trazer. Ele sabe que eu adoro trair. Sabe que eu dou essa bunda pra qualquer pau grande que me deixar molhada. E o melhor: ele filma tudo, em close, com áudio, pra poder assistir depois enquanto eu sento na cara dele.

Vou contar tudo bem detalhado, bem safado, do jeito que vocês merecem.

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**A noite com quatro machos na nossa cama king size**

Foi uma sexta que nunca vou esquecer. Marquei com quatro caras bem dotados: dois negros com paus grossos e longos, um moreno sarado e um branco com rola bem grossa e veia. Avisei que meu véio corno ia abrir a porta, filmar tudo e servir.

Eu me preparei como uma puta de luxo: passei bastante óleo nas minhas nádegas até ficarem brilhando e pingando, coloquei só um robe aberto. Fiquei de quatro na cama dele, bunda empinada alta, cu piscando.

A campainha tocou. Meu corno foi atender de cabeça baixa.

— Entrem… ela está pronta — murmurou.

Os quatro entraram rindo quando viram o velho.

— Porra, véio corno! Você largou tudo pra viver assistindo sua mulher levar rola? Mostra esse pauzinho ridículo.

Ele baixou a calça. O pauzinho pequeno e duro apareceu. Gargalhada geral.

— Isso aí não é pau, é vergonha! — disse um dos negros.

Eu balancei a bunda devagar na cama.

— Vem filmar, corno. Quero ver minha bunda sendo arrombada em 4K.

Eles vieram pra cima de mim como animais. O negro mais alto abriu minhas nádegas e enfiou o pauzão inteiro no meu cu de uma vez. Eu gritei de prazer:

— Issooo! Mete fundo, caralho! Socaaaa forte!

Enquanto ele metia no cu, o moreno enfiou na minha buceta. DP completo — um no cu, um na buceta. Eu rebolava loucamente, minha bunda enorme batendo contra eles com barulhos molhados.

— Mais forte! Rasga esses buracos! — eu mandava, gemendo.

O terceiro enfiou o pau na minha boca. O quarto apertava meus peitos e estapeava forte minha bunda, deixando marcas vermelhas. Meu corno filmava tudo de perto, tremendo.

De repente eu senti uma pressão. Enquanto levava DP, soltei um peido longo e quente bem na cara do negro que metia no cu.

— Hahahaha toma esse peido, safado! — ri alto.

Ele meteu ainda mais forte. Depois eles inverteram. Fizeram DP anal: dois paus enormes tentando entrar ao mesmo tempo no meu cu. Eu sentia meu cu se abrindo ao limite, ardendo de prazer.

— Arromba! Enfia os dois! Eu aguento! — gritava.

Eles conseguiram. Dois paus no meu cu, um na buceta e outro na boca. Eu estava completamente cheia, babando, peidando sem parar de tanto prazer. Meu corno não perdia nenhum detalhe.

No final, quando estavam quase gozando, eu me entreguei totalmente. Senti o orgasmo vindo forte e… me caguei toda. Um jato quente e mole saiu do meu cu enquanto eles metiam. Espalhou na bunda, nos paus deles, na cama. O cheiro forte encheu o quarto.

— Olha essa puta safada cagando enquanto leva rola! — riram eles.

Meu corno filmava hipnotizado. Eles gozaram por cima da bagunça, enchendo minha bunda e buceta de porra. Depois mandaram ele limpar tudo com a língua. Ele lambeu minha bunda cagada, os paus sujos, a cama… tudo, enquanto eu relaxava gemendo.

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**Na cozinha, café da manhã com DP**

Outra manhã eu marquei com dois machos fortes. Meu corno preparou o café como sempre. Eu estava só de fio dental enterrado entre as nádegas, mexendo o café na bancada.

Eles chegaram. Meu marido abriu a porta.

— Ela está ali… sirvam-se.

Um me agarrou por trás, puxou o fio pra lado e enfiou na buceta. O outro veio na frente e meteu no cu. DP perfeito em pé, na cozinha. Minha bunda enorme quicando contra eles.

— Socaaa! Mais forte! Quero sentir esses paus me destruindo! — eu gritava.

Eles metiam com força, a mesa balançando. Eu soltei um peido barulhento enquanto levava as estocadas.

— Toma peido na rola, vai! — provoquei.

Meu corno filmava do lado, vendo meu rosto de puta e minha bunda sendo comida.

Eles me viraram de lado, continuaram o DP. Um na buceta, outro no cu. Eu gozei gritando, peidando de novo. Quando gozaram, encheram meus buracos. Depois me mandaram agachar e empurrar a porra pra fora. Saiu misturado com um pouco de coco mole que ainda tinha. Meu corno teve que lamber o chão da cozinha e meu cu sujo.

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**No banheiro, debaixo do chuveiro com o personal**

Chamei um personal trainer sarado, pau enorme e resistente. Meu corno abriu a porta e levou ele até o banheiro.

Eu estava no box, água quente caindo, de costas, bunda empinada contra o vidro. O cara entrou pelado. Meu marido ficou do lado, filmando.

Ele me agarrou e meteu direto no cu. Depois puxou e enfiou na buceta. Alternava buracos enquanto a água escorria.

— Segura as nádegas dela abertas, corno! — mandou.

Meu marido, molhado, segurou minhas bundas gigantes com as duas mãos, abrindo bem. O cara metia com força.

— Mais forte! Arromba esse cu! — eu gritava.

Eu comecei a peidar quente, os peidos molhados misturando com a água. Ele ria e metia mais fundo.

Depois ele me fez sentar no rosto do meu corno dentro do box. Enquanto eu rebolava minha bunda cagada e molhada na cara dele, o personal metia na buceta. Meu marido quase se afogava entre as nádegas, lambendo cu, buceta e porra.

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**Na sala com três machos e double anal insano**

Uma noite eu quis três ao mesmo tempo. Fiquei só de salto alto na sala, bunda brilhando de óleo. Meu corno sentou na poltrona com a câmera.

Eles me jogaram no sofá grande. Um debaixo de mim metendo na buceta, outro no cu. DP clássico. O terceiro enfiou na boca.

— Socaaa forte! Quero sentir na garganta! — mandava eu.

Eu rebolava como louca, peidando sem controle, um peido atrás do outro. Eles adoravam.

Depois quiseram double anal. Dois paus no meu cu ao mesmo tempo enquanto o terceiro metia na buceta. Eu sentia meu cu se abrindo absurdamente. Dor e prazer misturados.

— Issooo! Arrombem meu cu! Enfiem tudo! — gritava.

Minha bunda tremia violentamente. Eu gozei tão forte que me caguei de novo, um pouco mais mole, escorrendo pelos paus enquanto eles continuavam metendo. O cheiro era forte, mas eles estavam no frenesi.

— Essa puta é nojenta e gostosa pra caralho! — diziam.

Meu corno filmava tudo, close no meu cu dilatado, sujo de coco e porra.

No final eles gozaram dentro e por cima de mim. Mandaram meu corno lamber cada centímetro: minha bunda suja, os paus deles, o sofá. Ele obedeceu como o bom escravo que é, gemendo de tesão.

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Essa é a minha rotina em Boa Viagem. Todo dia essa bunda gigantesca é usada, arrombada, peidada, sujada e satisfeita. Meu corno filma, limpa, serve e dorme cheirando a macho e a minhas putarias. Ele massageia minhas nádegas doloridas depois de cada sessão, beijando cada marca de mão.

Ele sabe que nunca vai me foder de verdade. O máximo que ele ganha é esfregar o pauzinho na sola do meu pé enquanto eu conto os detalhes ou sento meu cu sujo na cara dele até ele quase apagar.

Eu amo ser essa vadia. Amo ver o poder dessa bunda imensa sobre ele. E amo saber que vocês, lendo isso, estão com o pau duro imaginando tudo.

Se você curte corno manso, bunda gigante, humilhação pesada, DP, peidos e putaria sem limite… essa é a vida real aqui.

Beijos bem safados no seu pau,

**Fernanda** ❤️

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