**A Coroa Casada e o Fetiche Sujo de Daniel**
Ana tinha 42 anos, casada há 18 com o mesmo homem, mãe de dois filhos adolescentes. Morava numa casa simples na periferia de Recife. Todo mundo na rua via ela como a esposa perfeita: sempre de vestido florido, sorridente, cuidando da casa e da família. Ninguém imaginava o tesão reprimido que existia dentro daquela coroa aparentemente decente.
Era uma tarde quente pra caralho em Pernambuco. O sol entrava pela janela da cozinha pequena enquanto Ana terminava de lavar a louça. O vestido roxo colado no corpo, marcado de suor. Ela levantou o braço direito para prender o cabelo molhado e foi nesse momento que Daniel, o conhecido do cunhado que tinha aparecido para “entregar uma encomenda”, parou na porta e ficou olhando fixamente.
— Puta merda… — murmurou ele.
Ana virou o rosto, ainda com o braço erguido.
— O que foi, Daniel? Precisa de algo?
Ele não respondeu. Deu dois passos à frente, colou o rosto na axila dela e aspirou bem fundo, fazendo barulho.
Ana congelou.
— Ei! Que porra você tá fazendo?! — ela puxou o braço com força, o rosto queimando de vergonha e raiva. — Tá louco, seu doente?!
Daniel sorriu, os olhos brilhando de tesão.
— Relaxa, Ana. Só queria sentir teu cheiro. Tá suada pra caralho… axila peluda, molhada, quente… que delícia.
Ana deu um passo pra trás, encostando na pia.
— Sai daqui agora! Eu sou casada! Meu marido te mata se souber disso! Que tipo de homem faz uma coisa dessas?!
Mas Daniel não recuou. Ficou olhando para ela com fome.
— Quantos anos seu marido não chega perto de você direito? Aposto que ele nem sente mais esse cheiro natural de coroa suada. Eu sinto. E eu adoro.
Ana tremia de raiva.
— Você é um porco! Um imundo! Como tem coragem de cheirar a axila de uma mulher casada assim?! Tá fedendo, Daniel! Eu trabalhei o dia inteiro, não tomei banho!
— Exatamente por isso que tá bom — ele respondeu, aproximando-se novamente. — Cheiro forte, azedo, de mulher de verdade.
Ele segurou o pulso dela e levantou o braço novamente. Ana tentou resistir, mas ele era mais forte.
— Não! Para com isso! Que nojo! — reclamou ela.
Daniel encostou o nariz e aspirou longamente.
— Hmmmm… caralho, que axila deliciosa. Pelos molhados de suor, cheiro forte de coroa reprimida.
Ana estava vermelha.
— Você gosta mesmo disso? Que tipo de homem doente gosta de cheiro de axila suada de mulher casada? Me explica!
— Gosto porque é real. Mulher perfumada é chato. Quero a mulher suada, cheirosa, com cheiro de axila, de cu, de buceta, de pé. Quero humilhar ela enquanto ela sente nojo de si mesma.
Ele lambeu devagar toda a axila dela. Ana soltou um gemido misturado de nojo e surpresa.
— Ai meu Deus! Você tá lambendo meu suor! Para, Daniel! Isso é nojento! Eu tô com cheiro ruim!
— Ruim pra quem não tem tesão de verdade — ele murmurou, chupando os pelos molhados com vontade.
Ana ofegava.
— Por quê? Por que você faz isso? Meu marido nunca faria uma coisa tão baixa… ninguém normal faria!
— Porque eu já fiz com dezenas de casadas como você. Da periferia de Pernambuco, do interior, de vários lugares do Brasil. Todas começam chocadas, com nojo… e terminam viciadas.
Ele virou Ana de costas, colando o corpo nela. Levantou o vestido até a cintura. A calcinha branca estava marcada de suor. Daniel puxou pro lado e passou o dedo bem no rego da bunda dela, bem fundo, onde o suor estava acumulado.
— Olha só… — ele tirou o dedo e trouxe direto para o nariz dela. — Cheira teu próprio cu.
Ana virou o rosto, enojada.
— Não! Tira isso da minha cara! Que nojo! Meu cu tá suado, fedido! Eu trabalhei o dia todo! Quase vomitando aqui!
— Cheira, Ana. Cheira o cheiro de coroa casada suada.
Ele encostou o dedo sujo debaixo do nariz dela. Ana fez careta forte, quase vomitando.
— Arghhh! Que fedor horrível! Você é podre! Um porco imundo! Como consegue gostar disso?!
— Porque teu cheiro me deixa louco pra caralho — ele respondeu, enfiando o dedo na boca e chupando gostoso. — Abre as pernas mais.
Ele se ajoelhou, abriu as nádegas suadas dela e enterrou o rosto no meio da bunda.
— Hmmmm… caralho, que cheiro forte de cu. Tem gosto de suor, de xixi leve… delícia.
Ana segurou na pia, pernas tremendo.
— Ai meu Deus do céu! Você tá lambendo meu cu sujo! Para com isso, Daniel! Você é imundo! Nojento! Que tipo de fetiche doente é esse?!
— O melhor tipo — ele respondeu, enfiando a língua bem no buraco. — Lambe, cheira, humilha… e a casada adora.
Ana estava quase chorando de vergonha.
— Por que você gosta de lamber cu suado de mulher casada? Me fala a verdade! Você faz isso com muitas?
— Com muitas. Agora vira de frente.
Ele sentou Ana na mesa da cozinha, abriu as pernas dela bem abertas. A buceta estava inchada, molhada de tesão e suor. O cheiro forte de xixi subiu.
— Olha essa buceta… tá com cheiro de mijo, né? — ele disse, passando o dedo na entrada e cheirando.
Ana cobriu o rosto.
— Para de falar isso! Que vergonha! Eu mijei hoje e não lavei direito… deve tá horrível!
— Horrível pro teu marido. Pra mim tá perfeita.
Daniel abaixou e começou a chupar com fome, fazendo barulhos altos.
— Ai! Não! Tá sujo! Que nojo, Daniel! Você é um porco! Um degenerado!
Ele chupava sem parar, enfiando a língua fundo.
— Gosto de buceta com gosto forte de xixi e suor de coroa. Abre mais. Deixa eu sentir tudo.
Ana gemia, metade nojo, metade tesão.
— Eu não acredito que tô deixando você fazer isso… Meu marido nunca me chupou assim… nunca quis meu cheiro natural.
— Porque ele é um babaca que não sabe valorizar uma vadia reprimida como você.
Ele enfiou dois dedos nela enquanto chupava o clitóris.
— Daniel… para… eu tô quase gozando de nojo… isso é errado pra caralho…
— Goza. Goza na minha boca com teu gosto de xixi.
Ana gozou forte, apertando a cabeça dele entre as coxas suadas, tremendo inteira.
Depois do orgasmo, ainda arfando, ela olhou pra ele.
— Você realmente gosta disso tudo? De mulher suada, cheirando mal, casada traindo?
— Eu amo. E você vai amar mais ainda.
Ele tirou o pau pra fora, duro e latejando.
— Agora senta nele. Quero sentir esse cheiro de buceta e cu enquanto te fodo.
Ana hesitou, mas o tesão venceu. Ela desceu devagar, sentando no pau grosso.
— Ai… tá entrando… eu tô tão molhada e suja… que vergonha…
— Rebola. Deixa esse cheiro subir.
Enquanto ela rebolava, ele cheirava as axilas dela novamente, lambia os pés suados que ela colocou sobre a mesa, fazia ela cheirar o próprio dedo sujo do cu.
— Cheira teu cu de novo — mandou ele.
— Não… que nojo… você é podre! — ela disse, mas cheirou mesmo assim, gemendo baixo.
— Diz que você é uma vadia casada nojenta.
— Eu… eu sou uma vadia casada nojenta… ai que vergonha… meu marido nunca pode saber disso…
O sexo continuou intenso por mais de uma hora. Ele fodeu ela na mesa, no chão da cozinha, de quatro, sempre cheirando, lambendo, humilhando. Fez ela lamber as próprias axilas suadas, cheirar os próprios pés fedidos, chupar o dedo que ele tirava do cu dela.
Em certo momento, Ana estava de quatro no piso, ele metendo forte por trás.
— Fala de novo, Ana. Você gosta de ser tratada como uma porca suada e fedida?
— Gosto… que nojo… mas gosto… meu marido nunca vai imaginar que a esposa dele tá sendo usada assim…
Ela gozou mais duas vezes, sempre misturando vergonha, nojo e prazer intenso.
No final, quando Daniel gozou bem fundo dentro dela, Ana estava destruída, suada, cheirando ainda mais forte, o vestido todo amassado.
Ana ainda estava sentada na mesa da cozinha, pernas abertas, o vestido roxo todo amassado e molhado de suor. O esperma de Daniel escorria devagar pela sua coxa. Ela respirava pesado, o rosto vermelho de vergonha e tesão. Daniel se levantou, pau ainda semi-duro, brilhando com os fluidos misturados dela.
— Levanta, Ana. Não acabou não.
— Meu Deus, Daniel… eu tô destruída… olha o estado que você me deixou — murmurou ela, tentando puxar o vestido pra baixo. — Isso tá errado pra caralho. Meu marido pode chegar a qualquer momento…
Daniel sorriu, malicioso.
— Melhor ainda. O risco deixa tudo mais gostoso. Vem pra sala. Quero continuar te usando antes dele chegar.
Ana hesitou, mas o corpo traía. Levantou-se com as pernas bambas e seguiu ele até a sala. Daniel sentou no sofá e puxou ela pra cima dele, de frente.
— Senta de novo. Quero sentir esse cheiro de buceta cheia de porra enquanto conversamos.
Ela sentou devagar, sentindo o pau dele endurecer novamente dentro dela.
— Ai… tá entrando de novo… eu tô toda melada… que nojo de mim mesma.
Daniel agarrou os seios dela por cima do vestido e apertou.
— Fala pra mim, Ana. Você tá gostando de trair seu marido bem na casa dele?
— Eu… eu não sei… tô com muita vergonha… — respondeu ela, rebolando devagar contra a vontade. — Você é um porco imundo… como consegue ficar excitado com uma mulher suada e fedida como eu?
Ele riu e levantou o braço dela, colando o nariz na axila direita novamente.
— Porque esse cheiro aqui me deixa louco. Tá ainda mais forte agora. Suor novo misturado com o velho. Lambe tua própria axila pra mim.
— Não! Que nojo! Eu não vou lamber meu sovaco sujo! — protestou ela, tentando puxar o braço.
Daniel segurou firme e aproximou o rosto dela da axila.
— Lambe. Agora.
Ana fez careta, mas esticou a língua. Deu uma lambida tímida.
— Arghhh! Que gosto ruim! Salgado, azedo… você é doente mesmo! Como aguenta isso?
— Eu não só aguento, eu adoro — ele respondeu, lambendo a outra axila dela com vontade, chupando os pelos molhados. — Agora me conta: seu marido já chupou tua buceta depois que você mijou?
— Nunca! — respondeu ela, chocada. — Ele acha nojento… diz que mulher tem que tá limpinha. Diferente de você, seu degenerado.
Daniel segurou a bunda dela e começou a meter mais forte por baixo.
— Então hoje você vai aprender a gostar de ser nojenta.
Ele tirou o pau dela, virou Ana de quatro no sofá e abriu as nádegas bem largas. O rego da bunda estava brilhando de suor e gozo que escorreu.
— Olha esse cu… tá piscando. Cheira forte.
Ele passou dois dedos bem fundo no rego, coletando suor, porra e o cheiro natural. Depois trouxe os dedos até a boca dela.
— Abre. Chupa.
— Não! Tira isso! — Ana virou o rosto, enojada. — Isso tá com cheiro de merda e xixi! Você é podre, Daniel! Um porco nojento!
— Chupa, vadia casada. Prova o gosto do teu próprio cu sujo.
Com o rosto contorcido de nojo, Ana abriu a boca. Ele enfiou os dedos. Ela chupou, engasgando.
— Hmmm… que nojo… tá horrível… por que você gosta de humilhar mulher casada assim?
— Porque vocês fingem ser santinhas, mas por dentro são todas umas porcas reprimidas — respondeu ele, enfiando o pau novamente na buceta dela por trás.
Ana gemia enquanto rebolava.
— Você é louco… me transformando numa vadia nojenta na minha própria casa…
Daniel cuspiu no cu dela e começou a pressionar o dedo.
— Não! Não enfia aí! Tá sujo! Eu não lavei!
— Exatamente. Quero sentir o gosto real.
Ele enfiou o dedo médio no cu dela enquanto metia na buceta. Ana mordeu o sofá pra não gemer alto.
— Ai meu Deus… tá entrando… que nojo… você é um porco imundo! Tá sentindo o cheiro do meu intestino?
— Tô. E tá bom pra caralho — respondeu ele, acelerando.
Ana estava suando frio, tesão e pavor misturados.
— Por que você gosta tanto de coroa casada? Por que não pega mulher solteira?
— Porque coroa casada tem vergonha. Tem medo. Tem marido. E quando quebra, entrega tudo. Igual você agora.
Ele tirou o pau da buceta e encostou na entrada do cu.
— Não… aí não… tá muito sujo… vai doer…
— Relaxa. Você vai aguentar.
Devagar, ele começou a penetrar o cu dela. Ana apertou o sofá, lágrimas nos olhos.
— Arghhh… tá abrindo meu cu sujo… que nojo… você é degenerado… um animal!
— Isso. Rebola devagar.
Ana obedecia, rebolando com nojo e prazer. O cheiro forte subia.
— Cheira teu dedo agora — mandou ele, tirando o dedo do cu e colocando na boca dela.
— Não… por favor… — implorou, mas chupou mesmo assim. — Que gosto horrível… você me transformou numa vadia nojenta…
Eles continuaram por mais vinte minutos arriscados. Daniel fodeu o cu dela, chupou os pés, lambeu as axilas, fez ela cheirar a própria buceta suja. De repente, o barulho de uma chave na porta da frente.
— Merda! Meu marido! — Ana entrou em pânico.
Daniel tampou a boca dela e sussurrou:
— Fica quieta. Continua rebolando baixinho.
O marido gritou da porta:
— Ana? Cheguei!
— Tô aqui na sala… tô… tô descansando um pouco! — respondeu ela, voz tremendo, enquanto Daniel metia devagar por trás, mão na boca dela.
O marido foi direto pro quarto.
— Vou tomar banho. Tá um calor do caralho hoje.
Assim que ouviu a porta do banheiro fechar, Daniel tirou a mão.
— Continua, vadia. Teu marido tá em casa e você tá com meu pau dentro do teu cu.
— Você é louco! — sussurrou ela, olhos arregalados de medo e excitação. — Se ele descobrir…
— Ele não vai. Rebola mais.
Daniel gozou forte dentro do cu dela. Ana tremeu, gozando pela quarta vez, quase sem voz.
— Limpa meu pau com a boca — ordenou ele.
Ela se ajoelhou rápido, chupando o pau que saiu do cu dela.
— Que nojo… tá com gosto do meu cu… você é podre…
Depois de limpar, Daniel se vestiu rápido.
— Amanhã eu volto. Quero você pelada, pronta pra continuar sendo minha vadia suada. Quer achar minhas fotos, contos e videos? Basta procurar na net por: Daniel recife anal e se deliciar, tudo free
Ana, ainda no chão, suada e destruída, ficou ali sentindo o cu latejar e o esperma escorrendo, sabendo que tinha cruzado um limite que nunca mais conseguiria voltar.