A fantasia que virou realidade.
Me chamo Luiz, tenho 42 anos, sou advogado e cresci no interior, na fazenda dos meus pais. Desde criança, sou muito amigo de Fernando, que tem 40 anos e é casado com Letícia, também de 42.
O casamento deles já vinha apresentando problemas há bastante tempo. Com o passar dos anos, a rotina, o cansaço e as próprias mudanças no corpo e no desejo de cada um foram afastando eles, principalmente na cama. Fernando começou a perceber que não conseguia mais corresponder ao que a esposa precisava e sentia muita frustração com isso. Ele tentou mudar, buscar ajuda, mas nada resolvia. Sentia-se incapaz e, acima de tudo, culpado por ver Letícia infeliz e sem saber como mudar a situação.
Como confiava em mim de olhos fechados — sabia da minha índole, que eu sempre fui um homem de palavra e que nunca faria nada para prejudicá-los — ele resolveu conversar comigo com muita sinceridade e depois de refletir muito. Em um momento de muita honestidade, ele me disse:
— Luiz, eu sei que nossa vida a dois não está bem há tempos. Eu não consigo mais dar o que ela precisa e merece. Já pensei muito sobre isso e, como confio em você mais do que em qualquer outra pessoa, quero te pedir uma coisa: se tiver oportunidade, se ela demonstrar interesse, não se segure. Se rolar algo entre vocês, não quero que você fique pensando que está me traindo ou me desrespeitando. Para mim, o importante é que ela seja feliz, e se for com você, tudo bem. Não é um pedido que fiz de cabeça quente, pensei muito e é isso que sinto.
Foi com essa confiança e essa compreensão, fruto de uma situação que já se arrastava há muito tempo, que Letícia veio até a minha casa — que estava muito bagunçada — para ajudar a organizar.
PARTE 1
Ela chegou e começou a limpar o quarto.
— O Fernando disse que tu precisava de uma força por aqui.
— É verdade, não tenho tempo para organizar tudo.
— Você é muito bagunceiro, Luiz, que horror, kkk.
— Sempre fui organizado, mas agora não tenho tempo.
— Tô vendo que tu não tem tempo mesmo. Parece que não tem ninguém vivendo aqui há anos, kkk.
— É, o Fernando tem sorte de ter você.
— Sorte? Não sei.
— Por que diz isso?
— A gente se conhece há anos, construiu uma vida. Mas tem coisas que não funcionam mais.
— Que coisas?
— Na cama, por exemplo. Ele faz sempre a mesma coisa, sem vontade, sem carinho. Parece obrigação.
— E já faz tempo?
— Muito tempo. Eu não tenho prazer com ele há muito tempo. O pau dele não me dá nada. É pequeno, não tem força, ele não sabe mexer. Eu só finjo que estou gostando para não magoar.
— Então como você faz?
— Quando estamos juntos, fico imaginando que é outro cara. Só assim eu consigo gozar.
— Quem você fica imaginando que está te fudendo?
— Não posso dizer.
— Fala!
— Tenho vergonha.
— Por quê?
— Não sei.
— É algum conhecido?
— É.
— Quem?
— Não, não posso dizer.
— Ele nunca percebeu que você finge?
— Nunca. Acha que está tudo perfeito. Quando tento dar uma dica, ele não entende. Então cansei.
— Deve ser muito chato.
— É frustrante. Quero sentir desejo de verdade, e recebo só algo rápido, sem graça. Às vezes fico pensando se vai ser assim para sempre.
— Você merece coisa melhor.
— Talvez. Mas onde encontrar? Aqui, conversando com você, parece que posso falar tudo sem medo.
— Pode mesmo. Não vou contar nada.
— Você é diferente. O Fernando fala muito de você, mas não imagina o que eu penso às vezes.
— O que você pensa?
— Que talvez exista um jeito de sentir algo de novo, sem ter que imaginar ninguém.
— Posso te dizer uma coisa que pouca gente sabe.
— Diz.
— Eu sou um homem insaciável, tenho muita resistência.
— Não vai pensar que eu sou curiosa, tá? Mas como o Fernando tem um pau de 13 centímetros e eu nunca tive outro homem na vida, só foi ele até agora… agora me fala uma coisa, kkk.
— Qual coisa?
— Qual é o tamanho?
— Tamanho?
— É. Ele é grande?
— Ele?
— Para, Luiz, assim eu fico envergonhada.
— Tá certo. Você quer mesmo saber o tamanho?
— É, queria.
— Humm… você é curiosa, kkk.
— Ah, para, Luiz.
— Fala logo!
— Humm… acho que tem uns… uns… não sei, nunca medi.
— Luiz, como você é mentiroso! Todo homem faz isso.
— Tudo bem, se quer saber tanto… acho que tem uns 19 e meio.
— 19 e meio? É muito maior do que o do Fernando.
— É, e também é bem mais grosso.
— Nossa… nunca imaginei que existisse algo assim.
— Agora você sabe.
— É muito maior do que eu pensava.
— E agora?
— Estou com um pouco de vergonha, mas também com vontade.
— Vontade de quê?
— De saber como é.
— Tem certeza disso?
— Tenho. Mas vai com calma, por favor.
— Pode deixar. Vou devagar, sem pressa nenhuma.
— Promete?
— Claro que prometo. Pensa bem, vai ser diferente de tudo que você já sentiu, e é o que você quer.
— É, e eu quero muito!
— Espero que sim. Estou cansada de só ficar imaginando.
— Agora não precisa mais imaginar. Vai ser tudo de verdade.
Ela ficou em silêncio por um instante. Depois levantou o rosto e olhou nos meus olhos.
— Luiz, quero que tu foda meu cuzinho… mas vai devagar, tá?
Olhei para ela. Acariciei seu rosto.
— Tem certeza disso? É uma coisa diferente, precisa de cuidado.
— Tenho. Sempre tive curiosidade, mas com o Fernando nunca tive vontade. Com você me sinto segura. Mas vai bem devagar, não me machuca.
— Pode deixar. Vou com calma. Se em qualquer momento quiser parar, é só dizer.
— Tá bom… obrigada.
PARTE 2 – A TRANSA
Segurei sua mão e ficamos nos olhando. Vi que ela estava entregue.
Puxei ela para perto e nos beijamos. As mãos foram percorrendo o corpo um do outro.
Fomos caminhando até o quarto, tirando as roupas pelo caminho.
Deitamos na cama. Ela chegou perto de mim e me beijou no pescoço e no peito.
Suas mãos tocaram meu corpo com calma, sem pressa.
Depois ela desceu e tocou com a boca, conhecendo o tamanho e a espessura.
Ela se acomodou de lado, pronta para o que viria.
Cheguei devagar, tocando primeiro para ela se acostumar.
Entrei pouco a pouco, esperando que ela se adaptasse.
Comecei a me mover devagar, respeitando o limite dela.
Aos poucos aumentei o ritmo, sem perder o cuidado.
Ela rebolou, empurrando a sua bunda contra mim, pedindo mais.
Segurei a sua cintura, encaixei por trás e comecei a socar tudo bem no fundo. Ela gritava, dizendo que estava muito bom. Fiquei metendo cada vez com mais força, segurei seus cabelos e me debrucei sobre ela, sempre socando, dando estocadas fortes mas curtas. Ela falava baixinho:
— Que sonho, que maravilha!
Virei ela de frente para mim, ergui suas pernas, me encaixei e voltei a socar. Ela me olhava com uma cara de satisfação, desejo e alegria.
Ficamos assim por quase três horas.
Continuei até sentir que ela estava chegando ao limite.
Ela gemia cada vez mais alto e, em um suspiro longo, gozou, ficando rebolando e dizendo que eu era incrível.
Ficamos parados por um tempo, depois nos deitamos lado a lado.
— Luiz!
— Humm?
— Tu me promete que não vai ser só essa vez?
— Hahaha, tu acha que eu vou deixar de estar contigo muitas vezes?
— Outra coisa, não fala nunca pra ele, tá?
— Se tu quiser, eu nunca vou dizer nada.
No dia seguinte, o Fernando veio falar comigo.
— E aí, aconteceu alguma coisa?
— Bah, meu… não deu em nada!
— Por que não?
— É que ela não me deixou entrar no assunto.
E tu vai tentar outro dia?
bha meu é isso mesmo que tu quer,?
é isso mesmo Luiz!
tá bom então vou tentar.
