Minha vida com meu irmão V

Um conto erótico de Valentina Montenegro
Categoria: Heterossexual
Contém 1452 palavras
Data: 04/06/2026 02:48:44

Acordei devagar, sentindo o corpo todo deliciosamente dolorido. A luz do sol entrava suave pelas cortinas do quarto do Franco. Meu irmão estava dormindo ao meu lado, o braço forte passado por cima da minha cintura, me segurando como se eu fosse a coisa mais preciosa do mundo. Meu cabelo ruivo estava espalhado no travesseiro, e eu sentia o cheiro dele por todo lado, um cheiro de homem, de sexo e de carinho misturados.

Tentei me mexer e senti uma pontada leve entre as pernas. A lembrança da noite anterior veio toda de uma vez: o sangue no lençol, a dor misturada com tanto prazer, o jeito como ele me preencheu, o dedo dele circulando meu cuzinho com tanto cuidado. Corei forte só de pensar.

Valentina: (sussurrando) Franco…

Ele abriu os olhos devagar, aqueles olhos verdes iguais aos meus, e sorriu preguiçosamente. Puxou meu corpo nu contra o dele e beijou minha testa, depois minha bochecha sardenta, depois meus lábios com uma delicadeza que fez meu coração apertar.

Franco: Bom dia, minha ruivinha linda. Como você está se sentindo hoje?

Valentina: Um pouco dolorida… lá embaixo. Mas é uma dor boa. Como se meu corpo ainda lembrasse de você dentro de mim.

Ele deslizou a mão pelas minhas costas com carinho, descendo até minha bundinha arrebitada e apertando de leve, só para sentir. Não era safadeza, era afeto.

Franco: Desculpa se te machuquei um pouco ontem. Eu tentei ser o mais gentil possível. Você foi tão corajosa, maninha. Tão perfeita.

Ficamos um bom tempo abraçados, sem pressa. Ele fazia cafuné no meu cabelo ruivo, enrolando os fios nos dedos, enquanto eu traçava círculos com a unha no peito dele. Era um silêncio confortável, cheio de cumplicidade nova.

Depois de um tempo, Franco se levantou primeiro. Vi seu corpo nu — alto, branquinho, com sardas nos ombros — e senti um quentinho no peito. Ele vestiu só uma cueca boxer e me olhou com um sorriso.

Franco: Fica aqui. Hoje eu cuido de você o dia inteiro. Vou preparar o café da manhã e trazer na cama.

Valentina: Sério? Você nunca fez isso…

Franco: Agora as coisas mudaram, Valentina. Você não é mais só minha irmã. Você é minha mulher também. Quero te tratar como merece.

Ele desceu e eu fiquei deitada, olhando o teto, sentindo uma mistura estranha de felicidade e medo. Foi quando a preocupação bateu forte. Sentei na cama, puxando o lençol sobre meus seios grandes e firmes.

Valentina: Franco… e se eu engravidar?

Ele voltou alguns minutos depois com uma bandeja: café com leite, torradas, frutas cortadas, suco de laranja e um vaso pequeno com uma flor do jardim. Colocou tudo na cama e sentou ao meu lado, vendo minha cara preocupada.

Franco: Ei… o que foi? Tá com medo?

Valentina: Sim… a gente transou sem camisinha ontem. Você gozou dentro de mim duas vezes. Eu sou virgem até ontem, não tomo nada… e se eu estiver grávida do meu próprio irmão? O que a gente faria?

Franco me puxou para o colo dele, me abraçando forte contra o peito. Beijou o topo da minha cabeça.

Franco: Eu já pensei nisso também, amor. Hoje mesmo a gente vai na farmácia comprar a pílula do dia seguinte. Você toma até 72 horas depois, e é bem eficaz. Não vou te deixar passar por isso sozinha. Se algo acontecer, a gente pensa junto. Mas por enquanto, vamos resolver isso hoje.

Valentina: Você promete?

Franco: Prometo. Eu cuido de você. Sempre.

Aquele café na cama foi tão gostoso. Ele me dava pedacinhos de fruta na boca, limpava o canto dos meus lábios com o polegar, elogiava meu corpo o tempo todo com carinho.

Franco: Olha esses seus seios… tão grandes, em formato de pera perfeita, com aquelas auréolas clarinhas apontando pra cima. Ontem eu não conseguia parar de olhar eles balançando enquanto eu entrava em você. E essa bundinha arrebitada em formato de coração quando você fica de quatro… porra, Valentina, você foi feita pra me deixar louco.

Eu ria, envergonhada e excitada ao mesmo tempo, mas ele não forçava nada. Só carinho.

O resto do dia foi lindo. Tomamos banho juntos, mas sem sexo, só ele passando sabonete no meu corpo com as mãos ensaboadas, massageando meus ombros, minhas pernas longas, meus seios pesados. Secou meu cabelo com a toalha, me ajudou a passar creme. Depois fomos para a piscina.

Fiquei de biquíni pela primeira vez na frente dele depois de tudo. Ele me olhava com um tesão contido, mas respeitoso.

Franco: Você fica ainda mais linda sabendo que agora eu já te provei.

Passamos a tarde inteira na piscina, conversando sobre tudo. Sobre como nos sentíamos, sobre o medo de alguém descobrir, sobre o que queríamos dali pra frente.

Valentina: Franco… eu não quero parar. Quero continuar sendo sua quando estivermos sozinhos. Mas também quero que a gente continue sendo irmãos normais na frente dos outros. Acha que a gente consegue?

Franco: Consegue sim. Eu te amo de dois jeitos agora. Como irmão e como homem. Vamos ter cuidado. Quando os pais voltarem, vamos manter tudo discreto. Mas sempre que tiver oportunidade… eu vou querer estar dentro de você de novo.

O final de semana foi assim: cheio de carinho, risadas, conversas profundas e toques leves. No sábado à noite, ele me fez gozar de novo com a boca e com os dedos, bem devagar, me elogiando o tempo todo. No domingo, eu quis retribuir e chupei ele com mais calma, aprendendo a gostar do gosto dele.

Durante a semana seguinte, ele continuava super atencioso. Me levava e buscava na faculdade, preparava lanches, me ajudava a estudar. À noite, quando estávamos sozinhos, fazíamos amor sempre com calma no começo, depois com mais intensidade. Ele sempre usava camisinha depois da pílula do dia seguinte, que eu tomei no domingo mesmo.

Os 15 dias passaram voando. Uma mistura de medo, excitação, paixão proibida e muito amor.

Chegada dos Pais

Era uma sexta-feira à tarde quando o carro dos nossos pais encostou na garagem. Eu estava na cozinha ajudando Franco a preparar um jantar especial para recebê-los. Meu irmão veio por trás, deu um beijo rápido na minha nuca e sussurrou:

Franco: Comportada agora, maninha.

Meus pais entraram carregando malas. Mamãe (Carmem) foi a primeira a nos ver e abriu um sorriso enorme.

Carmem: Meus filhos! Olha só como vocês estão… que casal bonito de irmãos!

Papai riu e nos abraçou.

Alejandro: Realmente. Vocês parecem mais unidos do que nunca. A casa está impecável, o jantar cheirando bem… o que aconteceu aqui nesses 15 dias?

Eu corei um pouco, mas Franco respondeu com naturalidade, passando o braço pelos meus ombros de forma fraternal.

Franco: A gente se cuidou, pai. Valentina estudou bastante, eu trabalhei e ajudei ela nas matérias. Passamos bastante tempo juntos. Acho que amadurecemos um pouco mais.

Carmem: Que bom ver vocês assim, tão companheiros. Sempre foram unidos, mas agora parece diferente… mais maduro.

Jantamos os quatro juntos, rindo, contando histórias da viagem deles. Eu e Franco trocávamos olhares discretos de vez em quando um olhar que só nós entendíamos. Por baixo da mesa, ele apertou minha coxa de leve uma vez, só para lembrar que eu era dele.

Depois do jantar, mamãe me puxou para conversar no sofá enquanto os homens ficavam na varanda.

Carmem: Filha, você está radiante. A pele brilhando, os olhos mais vivos… aconteceu alguma coisa boa enquanto a gente estava fora?

Valentina: (sorrindo) Acho que sim, mãe. Estou me sentindo mais mulher. Mais madura.

Ela não imaginava o quanto.

Mais tarde, quando todos foram dormir, Franco entrou no meu quarto escondido por alguns minutos. Me deu um beijo longo, apertou minha cintura e sussurrou:

Franco: Eles não desconfiaram de nada. Vamos continuar assim. Eu te amo, Valentina. De todos os jeitos possíveis.

Valentina: Eu também te amo, meu irmão. E agora… sou sua pra sempre.

Ele saiu sorrateiro e eu fiquei deitada na cama, tocando meus lábios, sentindo o corpo ainda marcado por ele. O segredo mais doce e perigoso da minha vida tinha começado.

E eu não queria que terminasse nunca.

Espero que tenham gostado e caso algum irmão ou irmã tenha algo parecido e quiser compartilhar comigo, vou deixar aqui meu e-mail. Para receber o contato de vocês. Beijos e até o próximo capitulo.

Eu gostaria de agradecer as pessoas que me enviaram e-mail contando alguns relatos, e fico feliz em ler sobre pessoas que tiveram ou ainda querem viver esse tipo de relação com o irmão ou irmã. Lembrem-se sempre de uma cosia, nunca deixe uma oportunidade de ser feliz passar por sua vida, se a oportunidade aparecer e as duas pessoas tiverem a mesma votante, viva esse momento, não deixe passar.

contosvalentinamontenegro@gmail.com

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