Tudo começou quando recebemos um casal de amigos, Anderson e Regina, pois íamos decidir uma viagem juntos. Julio estava com a ideia muito ruim de ir ao Rio Grande do Sul e nossos amigos preferiam a Argentina, que também estávamos considerando. Então eu tive a grande ideia de sugerir a famosa praia de Tambaba, na Paraíba. Argumentei que era uma coisa simples, que havia visto pacotes baratos e que conheceríamos muitas praias bonitas. Para nossos assustados amigos, disse que havia me informado pela internet que há uma serie de regras, que vão muitos turistas e que, afinal, poderíamos simplesmente não encarar, mas ainda assim seriam dias bacanas em um local quente e ensolarado. Aos poucos, eles foram achando a viagem uma aventura nova e foram se interessando.
Alguns dias depois, Anderson mandou mensagem para Julio dizendo que topava, mas que não garantia a praia de pelados. Tudo bem, viagem aceita, passagens compradas e apartamento reservado.
Fizemos o voo como se fosse uma viagem normal. Ao chegar em João Pessoa, nos hospedamos pelo final da tarde e ninguém sequer citou qualquer coisa a respeito da praia. Após o jantar, no entanto, combinamos de beber mais vinho no apartamento, e aí o assunto foi inevitável. Anderson provocou a esposa puxando uma das alças do vestido dela, como se quisesse baixar. E como a Regina reclamava para ele parar, ainda que muito baixinho, perguntei, também num tom de voz baixo, o que estava acontecendo. Regina me diz que não é nada, mas que o Anderson a estava perturbando querendo que ela tirasse logo a roupa, para ir treinando para a praia. Anderson respondeu depressa que era só brincadeira, que só estava vendo sua reação. Então, como eu vi que não era mesmo nada demais, resolvi chamar o Julio, que estava na cozinha. Quando meu marido chegou me encontrou ao lado deles. Regina vestia um vestido curto, mostrando suas coxas lisas, e mesmo eu admito tinha as vezes vontade de levantar só para conferir a calcinha. Como a sala estava com a luz desligada, iluminado apenas pela luz que vinha da cozinha, Julio chegou com cara de quem queria saber o que estava acontecendo. Então expliquei nossos amigos estavam apreensivos por ter que tirar a roupa no outro dia, e disse que talvez fosse bom fazer um ensaio ali, aproveitando que éramos só nós e que assim sentiríamos menos vergonha. Nessa hora Regina perguntou logo: “como assim ensaiar, amiga?”, e eu disse que poderíamos experimentar tirar a roupa ali, para irmos nos acostumando e ser mais fácil. Anderson estava calado, e calado continuou. Julio também não dizia nada, mas do tanto que olhava para Regina pude notar um volume em seu short. Ele pareceu gostar da ideia, tanto que disse: “por mim tudo bem”. Nisso Anderson disse também que era uma boa hora para irmos nos acostumando, e como Regina não disse nada, nem que sim nem que não, apenas esperando onde estava, pedi a Anderson que a ajudasse com o vestido. Ele se aproximou de Regina e nessa hora senti Julio se chegar mais a mim e seus dedos tocarem minha mão. Não sei porque dei a mão a ele, e ficamos de mãos dadas, mas só tínhamos olhos ao que acontecia. Anderson então pegou na cintura da Regina e perguntou se ela queria mesmo ir a praia no dia seguinte. Regina olhava para ele nos olhos e balançou a cabeça afirmativamente. “Então fique relaxada, tá bom?”, Anderson disse, no que ela respondeu com um “tá bom”. Ele então pegou no vestido, como se fosse pegar em seu umbigo e a levantou um pouco, mostrando a calcinha dela. Depois tornou a subir com ambas as mãos, no que Regina ajudou levantando os braços. Quando Anderson passou o vestido pelos cabelos de Regina não pude acreditar no que via. Minha amiga apenas de calcinha e sutiã ali no quarto, na frente de todo. Anderson a olhava, eu a olhava e principalmente Julio, que parecia come-la com os olhos. Nessa hora lembro que tremi de excitação, pois desconfiava dos sentimentos que meu marido deveria estar passando. Julio então se virou para mim e me vendo vestida disse, talvez para disfarçar: “Tu não vai tirar blusa não?. Não sei porquê, já que a ideia tinha sido minha, mas eu estava com cara de raiva e disse: “Deixa. Eu tiro”, e desamarrando o laço das costas a tirei, mostrando meus peitos cobertos pelo sutiã aos nossos amigos. Agora quem era o centro das atenções era eu. Julio, vendo que eu tinha ficado mais brava, me deu um beijinho na boca, dizendo: “você esta linda”, e levou uma das mãos ao elástico do meu shortinho. Me inclinei um pouco em sua direção e ele o baixou, me deixando ali também apenas de calcinha e sutiã. Procurei ser o mais sexy possível nesse gesto e observar a reação do Anderson, que para mim não foi surpresa ver que estava com uma bela ereção dentro do calção. Ele procurava disfarçar de todo jeito. Regina, vendo que apenas nos mulheres estávamos naquele estado, disse: “e vocês não vão tirar não?”, e eu comecei a fazer mais barulho, mostrando agora estar mais solta e alegre. Julio disse que nós estávamos muito apressadas e tirou a camisa. Anderson o seguiu, mostrando o peito musculoso, devido a academia. Anderson sempre foi o mais brincalhão, mas naquela hora parecia ser o mais encabulado. E eu já desconfiava o motivo. Acontece que ele olhava insistentemente para meu corpo, e percebi que estava preocupado em esconder a ereção. Olhava para meus seios e principalmente para minha calcinha, e, então, foi que eu percebi o que acontecia. Como eu vestia um conjunto branco, um tanto rendado, minha calcinha, que por si só já tinha renda, ficou ainda mais transparente graças talvez ao fato de eu a ter molhado um pouco com minha excitação.
O fato era que, mesmo com a pouca claridade do quarto, dava para ver pelo tecido transparente da calcinha alguns pelinhos de minha buceta, que contrastavam com o branco da calcinha. Além disso eu percebi que minha buceta havia inchado um pouco, pela excitação, e havia se formado uma pequena rachinha na calcinha. Tudo isso Anderson olhava sem piscar os olhos e, por isso. reparei o volume em seu calção. E foi por conta desse volume, tenho certeza, que ele se negou a tirar mais da roupa. Essa atitude dele meio que acabou com a brincadeira, pois Regina disse logo que também não tiraria mais nada, já que o marido se recusava a tirar. Até que tentamos insistir para que ela tirasse, mas ela disse com ar sério que não queria e que faria amanhã. Não teve problema. Mas eu, que já estava no clima vendo o marido dela naquele estado, resolvi atiçar ainda mais e pedi a Julio que tirasse meu sutiã. Julio me colocou de costas para ele e enquanto liberava meu sutiã discretamente fez pressão em minha bunda, com o volume de seu short. Ele também deveria estar muito excitado com tudo aquilo. Nossos amigos nos olhavam e então fiz questão de olhar para Anderson, enquanto meu marido tirava a peça e deixava meus seios expostos. Os bicos dos meus peitos estavam duríssimos e demonstravam minha excitação. Notei os olhos vidrados de Anderson neles. Então, enquanto Julio foi deixar a peça numa prateleira eu disse: “Viu, amigo, nem é tão difícil assim”. Nossa, do jeito como eu estava, me sentia uma puta! Quando meu marido veio novamente a mim não aguentei e me virando pra ele lhe beijei na boca, um beijo de língua, que nunca mais havíamos dado, e talvez em razão disso ele tenha apertado minha bunda. Nessa hora me controlei, tirei sua mão e disse que bastava por aquele dia, que puséssemos a roupa e fossemos nos aquietar, que amanhã acordaríamos cedo. Regina tratou de pegar seu vestido, que estava sobre o sofá e colocou de volta. Puxei meu marido e lhe entregando minhas roupas o empurrei na frente, indo em direção ao banheiro. Não saí sem antes olhar para trás, em direção a Anderson, que como eu esperava estava olhando para minha bunda, pois ela é volumosa e redonda e sempre a uso como arma de sedução.
Antes de finalmente dormirmos, ainda aconteceram mais duas coisas. A primeira foi quando, tendo a Regina ido deitar-se no quarto, encontrei Anderson na sala assistindo TV. Eu havia vestido novamente o sutiã, mas por sobre a roupa íntima vesti apenas uma camisolinha, bem curtinha, que uso mais nas ocasiões especiais com meu marido. Julio já estava dormindo, cansado da viagem, e eu fui beber água. Anderson sempre foi muito respeitador. Não existe problema com ele. Mas o homem estava especialmente danado esses dias, e em todo passo que eu dava sentia seus olhos em cima de mim. Notava facilmente sua ereção, deitado no sofá, e não sei o que acontecia comigo, mas só para provoca-lo disse que estava muito calor (e realmente estava) e indo para a porta da varanda (que era daquelas portas de madeira com vários segmentos) com o pé abri o ferrolho de baixo e me estiquei o máximo para subir minha camisola, abrindo o ferrolho de cima, que estava um pouco emperrado. Eu procurava olhar para Anderson nessas ocasiões, pois era como me divertisse. Entretanto, o que tenho a dizer é que, tendo ido pra perto para desejar boa noite, assim que me abaixei a seu nível, pondo uma das mãos em sua barriga, senti seu olhar tão forte para dentro de minha camisola, em direção a meu busto que não pude deixar de dizer:
- Para de me olhar assim !
- Tá preocupada porque eu estou te olhando com roupa? Qual o problema, se eu vou te ver amanhã nua...
- O problema não é esse – eu disse – Acontece que tu tem que ter maturidade com isso. Não pode deixar isso mexer contigo, és amigo, meu e do meu marido.
- Não mexe comigo – ele disse – É só que te acho mais bonita daquele jeito.
- Engraçadinho! – Eu disse, e comecei a rir.
Nós falávamos muito baixo, mais baixo que o som da TV. Ele insistiu:
- É sério...
- Obrigada.
Ele olhava descaradamente para dentro da camisola, tentando ver meu sutiã. Eu então não disse nada, só comecei a deslizar a mão levemente por sua barriga. Ele então disse:
- Deixa eu ver o teu sutiã de novo.
- Não pode esperar até amanhã? – eu perguntei, aumentando a massagem que fazia por seu umbigo.
- Se eu já vi hoje. Não custa nada – ele disse.
Nisso eu olhei para trás, vendo se não vinha ninguém, e como tudo estava quieto, baixei uma das alças da camisola deixando aparecer quase todo o sutiã daquele lado. Ele disse:
- Assim nem estou vendo direito...
- E como é que tu quer?
- Tu podia baixar as duas, só porque está muito bonita – ele teve a cara de pau de dizer.
- Naam! – eu exclamei – Tá bom assim, tu tem é que se aquietar.
Eu disse isso mas na verdade estava muito excitada com a situação, tanto que continuava alisando sua barriga, deixando a mão ir abaixo do seu umbigo até quase tocar no grande volume que havia em seu calção, causado pela visível ereção. Continuei a alisar ali e acho que foi isso que o motivou a dizer:
- Mas se eu já te vi daquele jeito hoje, qual o problema de ver mais um pouco?
- Assim tá bom. E já te falei que uma coisa não tem a ver com a outra, e que você vai precisar ser respeitador, principalmente para não ficar fazendo brincadeira com a esposa do seu amigo. Entendido?
- Entendido.
Tudo isso eu falava porque precisava, mas também lembro que meu corpo ardia em chama, tanto que falava com o sutiã exposto. Continuando alisando a barriga dele cada vez mais pra baixo, disse, olhando para o volume em seu calção:
- E isso aí, o que é?
Ele ficou encabulado e pediu que eu parasse com essas perguntas. Eu disse:
- Por que ele tá assim? - Me referindo ao volume.
- Ah tu sabe... é porque eu não estava acostumado a te ver assim.
- Pois tu vai ter que se controlar mais na praia, tu sabe disso, né? Tu consegue?
- Vou tentar – ele disse – E e por isso que eu estou pedindo que tu me deixe ver mais, pra eu ir acostumando.
Eu fiz sinal que não, mas como eu estava agachada a seu lado, puxei a camisola um pouco pra frente e disse que ele poderia olhar por dentro. Ele se inclinou e viu meu sutiã todo, e e possível que tenha visto inclusive a calcinha, tal foi a liberdade que eu dei.
- Pronto! - eu disse - encerrando a brincadeira.
- Ah Paula, deixa eu ver daquele jeito de novo – Anderson pediu bem baixinho, e insistiu - Só mais uma vez, por favor.
Olhei em seu rosto e a cara que ele fez foi muito engraçada, porque chegava a dar até pena. Então eu considerei, novamente olhei em volta, observei o movimento e, como parecia mesmo que ninguém viria ate ali, eu disse:
- Tá bom – eu concordei – Você se refere a tirar o sutiã, é isso?
- É...
- Tá bom. Mas então você vai ter que me mostrar porque não quis tirar o short naquela hora, ou tu pensa que eu não sei por que era...
Ele concordou sem relutar muito, e então eu disse baixinho que fôssemos para detrás da porta da varanda, que era uma porta com vários segmentos no canto da sala. A varanda dava para a rua, mas não tinha movimento nenhum, principalmente porque já deveriam ser umas onze da noite. Devo admitir que assim que nos levantamos, ele do sofá e eu junto com ele, ao caminharmos em direção ao outro cômodo, eu em sua frente e ele com aquele negócio duro me seguindo, senti uma enorme excitação, excitação essa que vinha misturada com medo, pois sabíamos que o que fazíamos não era correto e que nem a Regina e principalmente o Julio podiam nos ver ali. Entretanto, só fui porque sabia que demoraríamos pouco tempo e que se escutássemos algum barulho, dali de onde estávamos podíamos dizer que olhávamos a rua. Assim que eu entrei na varanda Anderson entrou comigo, e logo pude reparar no volume apontando pra cima em seu short. Eu vestia uma camisolinha muito curta, que mal cobria minhas coxas, e não perdi tempo em levar as mãos para trás e soltar o sutiã, tirando pela camisola mesmo. Anderson parecia não acreditar no que via. Nisso eu disse: “Pronto, agora me mostra por que você não baixou o calção lá no sala”. Lembro que disse extremamente baixo, morrendo de medo. Ele disse que eu deveria levantar a camisola, no que eu respondi que ele era muito espertinho e que ao invés disso iria baixa-la só o suficiente, mas desde que ele mostrasse. Levei então a mão ao botão, pois ele vestia um calção desses de surfista, e abrindo sem resistência puxei devagar o velcro que servia de zíper, expondo sua cueca cinza. Era uma dessas cuecas com elástico, e logo pude ver o volume imenso indo até a lateral de sua coxa, muito visível e imoral. Na hora entendi porque ele havia se recusado a baixar o calção, pois chamaria a atenção de todos para seu membro. Eu exclamei: “Eita amigo! Se controla! Amanhã tu vai ter que baixar esse negócio aí!”. Vi que ele ficou um pouco sem jeito. Eu disse: “Deixa eu ver...”. Ele negou. Tentei e ele resistiu, então eu disse que mostraria se ele também mostrasse. Levei então a mão ao elástico de sua cueca e, com as pontas dos dedos, puxei-a pra baixo. Na hora seu pau escapou como se fosse uma cobra, de tão duro, ficando apontado para mim. Agora quem não acreditava no que via era eu. Era um pau lindo e grande. Não saberia dizer o tamanho exatamente, mas era visivelmente maior que o do Julio. Eu não conseguia tirar os olhos dele e disse: “Meu deus, amanhã vamos ter problemas lá na praia... Se tu não se controlar é melhor nem sairmos de casa”, eu disse, fingindo indignação, “pois não vão aceitar que tu ande lá desse jeito”. Lembro que pedi que ele pusesse a cabeça pela porta e verificasse se não havia ninguém na sala. Ele fez isso e eu aproveitei para olhar mais ainda para seu pau duro. Era um membro lindo, grande, com a cabeça inchada e toda brilhante. Mas eu tinha que fingir estar brava, pois tinha de endireitar esse problema se quiséssemos mesmo conhecer a praia, já que havia lido que era proibido ficar com ereção. Anderson disse que não havia ninguém na sala e eu continuei: - Olha Anderson, se você não prometer que irá se comportar acabaremos sem poder ir. Não quero que a Regina veja você nesse estado. - Por quê? – Ele me perguntou. - Porque é um desrespeito com ela, ficar excitado com outras mulheres – eu disse, e emendei – aliás, é um desrespeito também para mim, você está assim na minha frente. Eu sou esposa do seu amigo. Você não me respeita não? Tudo isso eu falava cochichando, o que me ao mesmo tempo me denunciava. Ele disse: - Respeito sim, mas o problema é que a amiga é muito gostosa, aí não consigo me controlar. - Isso é normal sendo homem – eu disse – mas amanhã tu vai ter que disfarçar isso, pois os outros não vão entender. Ele disse: “Tá certo. Mas por hoje tu prometeu que mostraria os peitos sem sutiã, só para eu me acostumar e ficar mais fácil”.
Ouvindo isso fiz uma das alças da camisola deslizar por meu ombro e baixei-a o suficiente para deixar meus dois seios expostos ao vento. Anderson quando viu imediatamente vidrou os olhos neles. Os bicos dos meus peitos estavam duríssimos, tanto porque eu estava excitada quanto porque batia uma leve brisa. Eu perguntei: - E aí, gostou? - Gostei – ele disse. - Estou vendo – eu falei, me referindo a seu pau, que de tão duro latejava. Anderson sorriu e eu já ia tornar a vestir a camisola, pois estava preocupada, já que o pessoal não dormia. Mas antes disso eu perguntei a ele se ele não queria um abraço. Ele lógico que disse sim, e então demos um abraço do jeito que estávamos. Senti o peito nu dele pressionarem os meus seios e suas mãos envolverem minhas costas. Devo admitir que embora fosse a mais controlada dos dois, senti minha calcinha molhar naquele momento. Quando desfizemos o abraço, senti que meus seios estavam rijos e os bicos ainda mais duros, então perguntei: “Você não quer mais um?”, e completei, “dessa vez mais apertado...”. Sem dizer nada voltamos a nos abraçar, e novamente senti o peito dele pressionar os meus, dessa vez muito mais apertado, que fizeram meus seios estufarem. Para minha surpresa senti seu membro babar um pouco em minha barriga, por dentro da camisola, mas não falei nada. Sentia que ele tentava faze-lo tocar em minha calcinha, mas estava tão grande que passava. Contudo não demorei nisso e desfiz eu mesma o abraço, subindo a camisola ao lugar e pedindo que ele se ajeitasse também. Antes de passar pra sala pedi pra ele baixar aquele negócio e não esquecesse do que eu havia pedido. Foi assim que o deixei no sofá e voltei para o quarto, para tentar dormir.
No outro dia, pela manhã, era enfim o dia em que sairíamos para a tão esperada praia. Acho que a essa altura todos já aceitavam bem a ideia, e estávamos com vontade de sair logo do apartamento. Antes disso, devo apenas contar, muito rapidamente, a segunda preocupação que tive com toda aquela situação que nos envolvia. Dormi muito bem a noite, tanto que quando acordei Julio não estava a meu lado na cama. Ouvi uns barulhos vindo da cozinha e me pus de pé. Ao chegar mais perto pude escutar alguns risos e passando pelo corredor vi que Anderson ainda dormia. Entrei na cozinha e vi Julio e Regina com um biquíni bem enfiado na bunda de costas pra ele. Ela procurava algum utensílio nos armários e quando Julio me viu me desejou bom dia. Regina virou-se para mim e pude ver que seu biquíni era mesmo muito sexy. Ela estava linda, e por isso mesmo me preocupei. - O que vocês estão fazendo? – eu perguntei, fingindo que tanto faria. - Estava só uma garrafa térmica, mas vi que não tem – e dizendo isso pediu licença para ir ao banheiro colocar um short. Assim que a porta do banheiro fechou, eu olhei para Julio e perguntei, demonstrando certa apreensão, se ele havia visto Regina nua. Ele me disse que não, que ela estava todo o tempo de biquíni e que apenas conversaram rapidamente. De todo modo ele disse que não faria diferença, já que estávamos de saída pra uma praia de nudismo. Eu fiquei calada, pois sabia que dizia a verdade. Saímos, enfim, para a praia de Tambaba ainda cedo. Logo que chegamos no lugar onde se pratica naturalismo, fomos recebidos por um casal inteiramente nu, muito simpático, que nos levou a uma barraca que servia de adaptação e entrada ao lugar. Entramos os seis e logo o homem nos orientou que era ali que deveríamos tirar a roupa. Devo confessar que nessa hora gelei. Julio disse: “E a hora ne Anderson!” e Anderson sorriu e tirou a camisa e o short junto com ele, ficando apenas de sunga. Vendo isto, eu e Regina nos olhamos e começamos a rir, o que facilitou ela a tirar a entrada de banho e eu o vestido leve que usava, e ficarmos apenas de biquíni. Como o biquíni de Regina já era bem pequeno, atraiu logo a atenção de todos, e ela mesma começou desatando o laço que amarrava a parte de cima do biquíni e a tirou, expondo seus lindos seios. Eu fiz o mesmo, enquanto os rapazes tiravam o resto da roupa e ficavam completamente nus. Notei que Regina nessa hora não pode deixar de olhar para o membro do marido, que embora não estivesse duro, não estava completamente mole e já demonstrava o tamanho que eu havia conferido na noite anterior. Depois não pudemos deixar de reparar que o pau do Julio estava mais duro que o do Anderson, talvez porque não tirasse os olhos da Regina. Anderson me olhava, mas parecia estar controlado. No entanto, bastou que eu começasse a desamarrar a parte debaixo do biquíni que senti Anderson se agitar. Ele me olhava de cima a baixo e quando enfim tirei a parte debaixo do biquíni, revelando minha buceta para todos os que estavam presentes, imediatamente o pau dele endureceu como rocha, o que chamou atenção de todos, tanto pelo tamanho quanto pela cena. Nessa hora o senhor que nos guiava já estava prevenido e pediu que ele fosse ao banheiro, que havia ali mesmo, para lavar um pouco o rosto. Eu estava morta de vergonha, principalmente do meu marido, mas o senhor e a moça que estavam ali trataram de amenizar a situação, dizendo que isso era muito comum, que se dava pela falta de hábito de se encontrarem naquele estado e por outras coisas lá que eles diziam, no intuito de nos deixar confortáveis. Regina, no entanto, não parecia estar desconfortável, pelo contrário, parecia ser a mais tranquila, e como vestia nessa hora apenas a minúscula parte de baixo do seu biquíni, tratou logo de a desamarrar também, o que reparei chamou a atenção do homem que nos acompanhava. Julio por sua vez procurou não olhar o momento em que ela finalmente se livrou do biquíni e expôs a buceta mais linda que já vi. Tinha os lábios bem definidos e não era pequena, com ralos pelinhos. Regina havia, assim como eu, depilado a região, mas enquanto minha vulva tinha mais pelos cortados numa forma triangular, ela estava toda depilada, exceto por uma grossa lista de ralos pelinhos que cobriam sua rachinha. A sorte foi Julio não ter visto, pois tenho certeza de que passaríamos vergonha outra vez na frente dos guias da praia. E assim meu marido se comportou, buscando olhar para cima e não ver a amiga, pelo menos até que saíssemos todos da barraca e entrássemos de vez na praia. Na saída, com Anderson bem mais controlado, eu me cheguei nele e disse baixinho: “Você prometeu viu...”.
Logo que entramos na praia vi um belo gramado com várias mesas e algumas pessoas. Só aí já era mais gente do que eu esperava, pois a primeira impressão que se tem é que praia de nudismo é deserta. Não era. Havia várias mulheres e homens, que pareciam casais, e muitos deles me pareceram turistas de outro países. Na mesma hora senti olhares de alguns senhores para mim, mas no geral as pessoas procuravam agir naturalmente. Isso foi logo nos deixando confortáveis, mas mesmo assim escolhemos uma mesa mais afastada, já na areia da praia, onde tinha um belo teto de palha. Nessa hora, que estávamos a sós, foi que reparei que Julio tinha olhado pela primeira vez para Regina, e foi muito desconcertante pra mim ver seu membro crescer na mesma hora, partindo de mole para muito duro. Acho, no entanto, que fui a única a reparar isso, pois ele sentou-se no mesmo instante e disfarçou. Eu estava com cara de brava com essas duas coisas que nos aconteceram e que eu fiz de tudo para que não ocorressem mas, passado algum tempo, vendo as outras pessoas também nuas, tanto nos acostumamos que já fazíamos era rir dessas coisas. A certa altura, quando Regina se deitou numa cadeira para tomar sol, pediu que Anderson passasse o protetor nela. Regina gosta muito de tomar sol, tanto que era a única que mostrava no corpo as marquinhas do biquíni. E quando ele desceu por suas costas que chegou em sua bunda ela disse que podia passar ali também, o que Anderson fez de mão cheia. Nessa hora ele teve uma ereção tão grande que não deu para disfarçar, então nós dissemos para ele ir na água, já que havia fiscais que não permitiam ficar naquele estado, Regina deu uma toalha de rosto para ele se cobrir.
Com a Regina deitada ao lado e o Anderson no mar, meu marido me disse: - Você viu a ereção do nosso amigo? - Vi. - O querido tem um belo negócio ali, você não acha? - Acho – eu disse. - Cara de sorte – Julio disse. Nisso nós rimos e demos um beijinho. Foi basicamente assim todo o dia. Estávamos muito alegres com tudo, pois havíamos nos acostumado bem com nos vermos nus. A única coisa que deu errado foi o passeio que havíamos programado de fazer por toda a extensão da praia, pois assim que o Anderson tentava ir conosco, que se punha de pé e olhava em direção a minha buceta, seu pau endurecia na frente de todos. Logo eu havia feito uma depilação deixando os pelos de minha buceta bem baixos e como ela e ainda mais gordinha que a da Regina, sendo um pouco maior e com os lábios mais carnudos, eu estava me sentindo altamente elogiada com essa dificuldade que Anderson mostrava de nos acompanhar. Foi o jeito deixa-lo na barraca tomando conta das coisas. No passeio realmente a praia fica mais deserta, com algumas pedras isoladas perto da água, mas de vez em quando encontrávamos pelo caminho algumas mulheres deitadas sobre toalhas ou alguns homens que sempre secavam a mim e Regina. Nesse ponto Julio estava muito maduro, pois parecia não se incomodar. Talvez um pouco diferente de mim, que me incomodava um pouco o fato de ele olhar bem mais para a amiga que para mim. Mas eu ficava calada.
Foi assim o nosso primeiro dia em Tambaba e posso dizer que todos nos gostamos, tanto que na volta para casa, quando vestimos a roupa, Anderson disse: - Depois de um tempo andando nu a gente até estranha vestir a roupa, ne? Regina balançou a cabeça com um gesto afirmativo e eu ri. Nisso Julio disse: - Se quiser podemos continuar com o naturalismo em casa, pelo menos já ficamos com o costume para amanha. Nessa hora eu olhei para o Anderson, que também me olhava, e disse: - Parece ser bem divertido! Quem topa? Anderson disse: - por mim tudo bem. Ou seja, todos topamos, já que Regina nunca dizia nem sim nem não mas sempre acabava fazendo. Assim que chegamos em casa, ou melhor, no apartamento que estávamos hospedados, Anderson foi logo tirando a roupa, seguido por mim, que logo me pus de biquíni. Lembro que Julio estranhou, como se houvesse esquecido que a ideia foi dele, mas disse que ia tirar a roupa no quarto, pois tomaria banho. Havia dois banheiros e Regina disse que também ia tomar banho e que já sairia só de toalha.
Assim foi cada um para um banheiro e ficamos na sala apenas eu e Anderson, que estava completamente nu. Liguei a televisão e ele veio em minha direção, como quisesse mudar o canal, e chegando perto de mim perguntou se eu não tiraria a roupa. Eu disse que sim, mas que ia tomar um banho antes. Ele pediu que eu tirasse o biquíni para que ele não ficasse sem roupa sozinho, então eu disse que tiraria a parte de cima, e a tirei ali na sua frente, mostrando-lhe meus peitões a ele. Ele pediu pra que eu tirasse a parte de baixo, no que eu disse: “não precisa.” Ele então levou a mão ao meu biquíni e voltou a pedir que eu tirasse, e que não fazia sentido não tirar já que havíamos passado o dia juntos. Então eu mesma baixei meu biquíni e disse: “Pronto, satisfeito?”. Nessa hora Anderson olhou tão descaradamente para minha buceta que seu pau, que estava mole, foi crescendo em minha frente até ficar apontado para o teto. Eu disse:
- Amigo baixa isso! Tu não pode ficar assim toda vez que me ver nua não.
- Desculpa amiga, é que é muita gostosura - ele disse, e completou - Tu deveria andar assim sempre...
- Muito engraçadinho - eu disse - mas baixa esse negócio aí antes que venha alguém.
- Affe, já não basta eu ter que ficar me controlando na praia, ainda ter que ficar assim em casa. Deixa eu ficar do jeito que eu quiser.
- Amigo, põe na cabeça que tu não pode ficar assim por minha causa.
- Ah amiga – ele disse – não e por tua causa não. É porque não tenho costume de ficar pelado assim.
- Ah é... – eu fingi que acreditei – E por que não ficou assim quando via as outras lá na praia?
- É porque estavam muito longe.
- Não vem com essa, pensa que eu não estou notando que é porque você está vendo minha buceta?
Nessa hora Anderson me olhou nos olhos, pois nunca tinha me escutado falar esse tipo de coisa. Admito que isso só serviu pra me deixar mais excitada, o fato de constranger meu amigo.
- Ah ... – ele disse.
- Ah nada – eu continuei, apontando para seu pau – Tu não pode ficar com esse negócio tão duro toda vez que me ver pelada. Já pensou se tua mulher vê isso, ou se o Julio descobre que ele fica grosso assim por causa da minha buceta? E isso que tu quer?
- Não – ele disse, mais baixo do que falávamos e balançando a cabeça.
- Pois então tenta se controlar pelo menos mais um pouco – eu disse, e antes que ele pudesse falar eu continuei – O que eu posso fazer pra acalmar mais esse negocio aí? Quer mais um abraço?
Anderson fez que sim com a cabeça. Eu olhei para seu pau, que estava duríssimo e com a cabeça babando, aí eu disse: “pois vem”. Então ele veio e me abraçou, pressionando seu peito no meu e o pau em minha barriga. Devo admitir que estava tão excitada que sentia minha xana molhada. Porém, uma coisa inusitada aconteceu. Quando nossos corpos se separaram senti algo melado em minha barriga, e quando olhamos para baixo vimos um fio que ligava seu pênis a meu umbigo. Começamos a rir e eu o tirei com a mão.
Os bicos dos meus peitos estavam para explodir de tão excitados, então eu disse: “quer o abraço mais apertado também?”, no que ele voltou a me abraçar, ali, em frente a televisão, pressionando do mesmo modo meus seios contra o seu, mas só que dessa vez senti ele baixando mais o corpo, fazendo seu pau tocar minha vulva. Quando senti a cabeça de seu pau roçar em meus pentelhos eu me assustei, e disse: “Tá bom, já chega!", e me afastei um pouco. Eu já estava decidida a ir ao quarto, tomar um banho para esfriar os pensamentos, mas da sala ainda escutávamos o barulho dos chuveiros derramando água. Nisso Anderson me puxou pelo braço, implorando: “ah amiga, não vai agora. Só mais um abraço, por favor...”. Era como se meu amigo soubesse que eu estava ludibriada de tesão. Os bicos dos meus peitos estavam duríssimos e excitados. Eu então olhei para seu pau, que estava com a cabeça toda melada, e não aguentando disse: “Tá bom. Só mais um”, e recebi ele entre meus braços. Nessa hora Anderson veio sem cerimônias direcionando o pau duríssimo em minha barriga, fazendo roçar nos pelos de minha buceta. Não me abraçou na parte superior, preferiu ficar vendo o movimento do membro entre minhas pernas, e nisso subiu uma das mãos por minha coxa e apertou levemente a polpa de minha nádega. Eu imediatamente tirei a mão dele, sem ter tempo, no entanto, de evitar que ele fizesse o pau roçar por toda a rachinha de minha buceta, quase entre os grandes lábios, chegando a tocar em meu clitóris, o que só serviu para me deixar mais excitada. Eu olhei para seu pau duríssimo e disse: “Tá bom agora amigo”, pegando seu pau com a mão. “Teu pau tá aí...”, disse começando a esfregar a baba da cabeça por todo o membro. Eu alisava seu pau por toda sua extensão, deixando-o todo lubrificado. Meu amigo levou a mão a meu seio, mas dessa vez não impedi, pois ele ficou apenas massageando o bico. Passando a mão pelo mamilo rosado de meu peito, que por já estar duríssimo me dava enorme prazer. Nisso eu disse: “Já chega. Vou pro quarto...”, mas ele pareceu não dar muita importância, ate porque eu não parava de alisar seu pau. Alisava com gosto, baixando a pele e indo da base até a cabeça, onde passava o dedo pela ponta mais molhada. - Que negocio duro! - eu disse, no que meu amigo respondeu: - Não vá agora. - Tenho que ir tomar banho – eu disse, sem soltar seu pau.
- Pois dá só um beijinho nele – meu amigo teve a cara dura de me dizer.
- Nam! – eu exclamei, largando seu membro.
Anderson soltou meu seio e me segurou pelo braço, pedindo por favor e dizendo que não custava nada. Admito que na hora me sentei no sofá mais pelo medo de começarmos a discutir, mas logo que ele se chegou mais, voltei a alisar seu pau bem em frente a meu rosto. Alisei um pouco a cabeça e dei um beijo nela. Senti minha buceta molhar na hora e meus bicos dos seios se ouriçarem ainda mais. Voltei a alisar e dei outro. Em seguida dei um terceiro, só que fazendo um bico maior com os lábios, o que abrangeu mais da cabeça de seu pau. Depois disso me levantei e disse: “Pronto. Agora vá se aquietar!”, e saí da sala.
Não dava mais para disfarçar que eu estava doida para dar para meu amigo, e ele doido para me comer. Bolei então a ideia, chegando no quarto, que me ajudaria a conseguir aquilo, já que o apartamento era pequeno e ficaríamos ainda uns dias ali. E o que pensei foi em jogar de vez Julio para cima de Regina, pois não tinha outra opção. Quando meu marido saiu do chuveiro me viu sentada na cama. Ele vinha nu e se enxugava com a toalha. Me perguntou: - Cadê o Anderson? - Tá lá na sala – eu disse. - E a Regina? - Deve estar saindo do banho agora – eu disse, e continuei – Vai lá ver você. Dizendo isso entrei no banheiro despreocupada e tomei uma bela ducha, me lavando bem e pensando no que estava acontecendo. O problema é que ai era que a excitação voltava. Sai do banho já era noite. Me enxuguei e deixando a toalha sobre a cama fui para a sala, onde vi Julio no sofá de frente a TV e Regina na parte da cozinha, enrolada numa toalha. Notei que Anderson estava sentado na cama, pois dava para ter uma vista de lá da sala. Sentei então onde pudesse ser vista, ao lado do meu marido, numa posição que desse para ele ver minhas pernas e minha bunda. Reparei que Anderson me via. Então disse para Julio: “E tão excitante ficar assim não é?”, no que me inclinei propositalmente na intenção de lhe dar um beijinho, ficando tão de lado que aparecia minha buceta entre minhas pernas. Reparei que Anderson me olhava e que seu pau já estava duro, mesmo de longe. Fiquei então naquela posição, o que fez logo minha buceta inchar e meus seios endureceram de tanta excitação. Comecei então a pegar no membro do Julio, mesmo na frente de nossa amiga. Estava meio mole, mas talvez pela situação só foi eu dar alguns toques ele endureceu em minhas mãos. Regina nos olhava, como se não acreditasse, e Julio disse: “É melhor parar querida...”. Eu, ao contrário, fazia era pegar mais ainda em seu pau, que estava cada vez mais duro. Ele me alertou com ar de tesão: “Querida, os amigos estão ai”. Pedi então que Anderson viesse pra sala. E depois de insistir ele apareceu com o pau duro, que chamou a atenção de todos, e se sentou todo envergonhado no outro sofá, cobrindo-se com a almofada (pois estávamos no sofá de 2 lugares e havia outro de 3 lugares). - Tu viu isso Julio? – eu disse – Esse cidadão agora só anda assim. Nisso eu alisei mais ainda o membro do Julio e murmurei em seu ouvido: “chama a Regina pra ficar aqui com a gente...”. Tudo isso já fazia parte da ideia que eu tive. Então falei mais alto para todos ouvirem: “VAI Julio, VAI BUSCAR A REGINA PRA CÁ!”, no que Julio se levantou com a vara dura mesmo e foi em direção a amiga. Regina parecia assustada, e eu disse: “Deixa Regina, Julio só vai te ajudar com essa toalha...”. Ela estava enrolada numa toalha verde e parecia paralisada, enquanto meu marido chegava nela com a vara dura. Julio chegou suavemente, como se tivesse com um pouco de vergonha da situação, mas livrou a amiga da toalha, expondo seu delicado corpo. Regina havia vestido por baixo apenas uma calcinha, o que me motivou a dizer: “Tu já fez que foi se vestir menina!”. A visão de seu corpo semi nu havia deixado o pau do Julio apontando pra cima. Ela estava com os lindos peitões a mostra, e dava pra ver as marcas do biquíni, mas seus cabelos, que são pretos e lisos, cobriam os mamilos rosados. Eu então orientei ao Julio que pegasse sobre a mesa uma liga minha e desse para a amiga amarrar o cabelo. Regina assim o fez, expondo ainda mais os belos seios, e nesse tempo pedi que Julio tirasse também a sua calcinha, já que estava todo mundo sem roupa. Ele me olhou sem acreditar, Regina me olhou sem acreditar, enquanto fazia o rabo de cavalo, e até Anderson deveria não estar acreditando, mas como eu já estava excitada demais com aquela situação pra voltar atrás, pegava pesado só para ver até onde iria.
Entretanto Julio não se fez de rogado e foi tirar a peça da amiga. A cena foi linda de ver, pois Regina voltou a prender o cabelo, como se não se importasse, e a imagem de meu marido com o pau duro colocando a mão nas laterais da calcinha da amiga, foi, acredito eu, de excitar a todos que estávamos na sala. A calcinha que Regina vestia era branca e minúscula, e cobria apenas sua buceta, deixando um volume bem bonito em sua vulva. Mesmo assim Julio a baixou e quando chegou a altura dos joelhos Regina ajudou com as pernas. Foi lindo ver a amiga assim, pois senti que deixou os rapazes ainda mais doidos na sala. A imagem de Regina nua era de excitar mesmo as mulheres. Sua bucetinha gordinha e bem aparada estava deixando Julio louco, pois eu via seu membro brilhar mesmo de longe. Então eu pedi que Regina viesse sentar conosco e chamei Julio pra mim. Quando meu marido sentou ao meu lado nao deixei seu membro acalmar e já comecei a alisa-lo novamente, sem disfarçar e na frente de todos. A televisão estava ligada, mas ninguém dava atenção. Meus amigos olhavam para mim. Então eu disse: - Por que isso tá assim Julio? Ele não respondeu. Então eu pedi que o Anderson tirasse a almofada de seu colo, o que ele fez com alguma resistência, expondo seu pau também duro. Então eu disse: “Regina, vamos ter que descobrir o que esta deixando esses homens assim, afinal só tem nós duas em casa...”, e continuei, “a gente pode Julio?”, no que ele disse, “a vontade”. Perguntei também ao Anderson, e ele respondeu com ar de riso que a gente podia sim. Então eu disse: - O que você acha Regina que está deixando eles assim? - Não sei amiga – ela disse, tímida mas participando da brincadeira. - Tu acha que ele já estava assim antes de tirar tua calcinha? – perguntei a ela. - Estava – ela disse. - Mas tu não acha que ficou maior enquanto ele tirava ela? - Não sei – ela disse. - Pois pergunto a ele? Regina estava tímida, assim como todos, mas mostrou que não deixaria de responder nenhuma pergunta. A tudo ouvia com o pau quase na mão o Anderson. Aí eu disse: - Então Julio, ficou maior ou não quando tu estava baixando a calcinha dela? - Nós não podemos ajudar – ele disse, saindo da pergunta. Eu insisti para provoca-lo: - Pois diz só se gostou de tirar a calcinha da tua amiga? – eu disse, voltando a pegar seu membro duro. Ele ficou calado, mas vi que gostava, principalmente porque seu membro babava. Eu perguntei também ao Anderson o que estava deixando ele assim, e igual também não disse. O pau do Anderson estava duro como rocha, só de ouvir nossas conversas. Nessa hora não pude deixar de encarar aquele cacete duro enquanto passava a mão no do meu marido. Então disse: - Amiga, vamos ter que fazer um teste pra descobrir. Eles não deveriam estar assim, já que só tem nos duas dentro de casa. O que tu acha? - Pode ser – ela disse. Então eu disse: - Vamos fazer o teste do abraço. E assim, nos vamos abraçar eles e ver se muda alguma coisa.
Pedi que eles se pusessem em pé, o que depressa eles fizeram, e perguntei a Regina qual deles ela queria abraçar primeiro. Ela disse com voz manhosa: - Não sou capaz de opinar. - Julio, responde você... – eu disse – Você prefere ganhar um abraço da tua mulher ou da tua amiga? Julio disse que não nos ajudaria, mas eu senti nele uma vontade enorme de dizer que era da Regina. E disso eu já sabia. A mesma vontade senti na Regina em dizer que era ele. Então eu dei uma força a eles, sobretudo porque estava com os bicos dos peitos estourando de duros pela vontade de voltar a me atracar com Anderson. Assim eu disse: “Pois Julio, já que foi tu que tirou a calcinha dela, vai dar um abraço nela”. Regina não riu, mas eu senti a felicidade dela em abraçar meu marido. Julio foi em direção a ela com a vara duríssima e Regina o recebeu abraçando pelo pescoço. Eles não se tocaram, exceto os peitos dela que rocaram nos dele, mas quando eu pedi que eles segurassem naquela posição, para que eu mostrasse como deveria ser o abraço, quando voltei a olhar notei que o pau duro de Julio tocava a barriga dela. Isso foi como um sinal verde pra mim, que abracei Anderson já deixando que seu pau duro tocasse em minha barriga, então eu disse em seu ouvido: “passa ele em mim como tu fez antes”, no que meu amigo sem vergonha inclinou um pouco o corpo e mesmo na frente de seu amigo fez o pau roçar nos pelinhos de minha buceta. Julio não disse nada, então eu falei que o teste era esse, que eles fizessem a mesma coisa. Julio ouvindo isso passou o pau pela buceta de Regina, que se agarrou ainda mais no pescoço dele.
Aquilo mexeu comigo, pois além de eu estar muito excitada me deu também muito ciúme. Então, para testar minha excitação e meu ciúme, peguei o pau do Anderson e para ver até onde eles iriam eu disse, chamando a atenção do meu marido: “pronto, agora o teste é fazer assim”, e direcionando o pau do meu amigo para minha buceta rocei ele de tal forma por minha racha que abriu os grandes lábios. Meu marido nem pensou em reclamar comigo e já foi pegando ele mesmo seu pau duríssimo e posicionando como fosse introduzir na amiga, e esfregou ali de tal jeito que fez Regina colocar a testa na sua e depois jogar o corpo pra trás rindo. Não sei se Regina teve um orgasmo, mas sei que resolvi tirar ela dali antes que Julio introduzisse realmente o pênis nela. Eu disse: “Regina, deita agora ali no sofá”, e quando ela deitou eu disse: “Julio, vem cá”, trazendo-o pra perto de mim. “Deixa o Anderson mostrar como ele fez a massagem na esposa lá na praia hoje”. Ninguém entendeu direito aquilo (nem eu consigo entender hoje), mas acho que queria voltar atrás por ver a reação tão entregue entre Julio e nossa amiga. Eu estava louca pelo cacete constantemente duro do Anderson, mas eu disse: “vai lá Anderson, mostra como você fez”, e nisso ele sentou perto dos pés da Regina, que estava deitada com a bunda virada pra cima, e começou a alisar as coxas dela. Porem, por causa da excitação que deveria estar mexendo com os dois, logo estava Anderson com ambas as mãos apertando as nádegas redondinhas de Regina, que para meu agrado parecia mesmo arrebitar um pouco a bunda com a massagem. Vendo aquilo pensei que Anderson a comeria ali mesmo, na nossa frente, tal era a forma que ele apertava e alisava suas nádegas.
Porem, para meu espanto Regina vira o rosto para mim e diz, sem que ele parasse a massagem: “Amiga, não dá mais pra disfarçar não é?”. Eu disse: “Não...”, no que ela disse: “Julio, vem cá pra eu ver uma coisa”, e no que Julio se chegou ela segurou seu pau, que não precisa dizer como estava, e deslizou da cabeça até a base, alisando na minha frente. Nisso Anderson olhava impressionado, mas por estar com o pau mais que duro não parava de alisar a bunda da esposa, de tal forma que cheguei a pensar que ambos a comeriam ali. Regina, do jeito que estava, parou de alisar o pau do Julio e sem se preocupar com o que eu pensaria pôs ele na boca, primeiro passando os lábios pela cabeça, e depois já engolindo a metade dele. De modo algum eu esperei aquela reação de Regina, que me deixou meio perdida, mas tão excitada que escorria um liquido pela minha perna e os mamilos durinhos. Anderson, assim que viu a esposa com o pau do amigo na boca, como uma flecha se levantou do sofá e correu pra cima de mim, como se ele tivesse diabete e eu fosse insulina. Ele me pegou em pé, perto da mesa, e sem conversa já queria introduzir aquele pau grande pelos lábios de minha xana. Eu ria e ele me abraçava, querendo enfiar de todo jeito e o bicho roçando pra todo lado em minha bucetona. Eu disse: “vamos aqui pro sofá”, e sem aguentar mais, trouxe ele comigo e pondo meu joelho no sofá, fiquei de quatro com a mão na parede e esperei que meu amigo posicionasse o pau em minha buceta. Com a ajuda da outra mão introduzi pelo menos metade daquele cacete em minha buceta, e o restante ele foi colocando lentamente, porque o bicho era maior que o do amigo dele e eu não estava acostumada. Nisso eu comecei a gemer, o que fez Julio e Regina tipo despertarem de um transe e se darem conta de que Anderson me comia ali do lado. Regina estava com o pau do Julio na boca, e Julio forçava sua cabeça fazendo ela engolir o máximo que podia. Ele então a levantou e o vi massagear sua bucetinha. Notei que seus seios estavam rijos e super apontados e sua xoxotinha ainda mais gordinha. Ela devia estar delirando. Nesse momento Julio, vendo que Anderson me comia, sentou-se no sofá e trouxe consigo nossa amiga, sentando ela em seu colo. Fiquei olhando o momento em que ele levantou o quadril dela e fez ela sentar sobre a cabeça de seu pau. A xoxota de Regina engoliu toda a cabeça, em seguida um pouco mais, ficando ela subindo e descendo com a ajuda de Julio na parte alta do membro. Eu achava que eu gemia muito, mas assim que senti o cacete de Anderson todo dentro de mim e ele começando a tirar e a colocar o pau inteiro em minha buceta, me concentrei em rebolar naquela vara grande e dura, ao passo que Regina gemia tanto, que só podia estar gemendo de prazer e de dor, que de uma coisa só não podia ser, tal era a quantidade de “ais” e “uhms”. O fato foi que, assim que voltei a olhar para eles, ela ja estava totalmente sentada no colo do Julio, que a levantava fazendo o pau quase sair de seu buceta e tornava a sentar ela todinha de novo. Esses movimentos eram acompanhados de uma gemedeira por parte da Regina tão natural que me encabularia, se eu não estivesse rebolando no pau do marido dela que nem uma vadia. E eu dizia: “uuusssshh” “iiissoooo”, “CONTINUA METENDO ESSE PAUZAO EM MIM! NAO PARA!!!”, no que Anderson me puxava cada vez mais rápido pelas laterais da minha bunda. Enquanto isso Regina não parava de gemer, suspirar e dizer “ai”. Eu via que agora era ela que subia e descia sozinha na pica do Julio. Ela ia muito alto e descia ate suas nádegas encostarem nas pernas dele. Parecia estar sendo uma cavalgada bem gostosa, pois suas pernas estavam dobradas sobre o sofá ao passo que sua xoxota engolia todo aquele pau. Lembro que imaginei que naquele ritmo Julio não aguentaria muito tempo sem gozar, e até me preocuparia com o fato de onde ele iria gozar, se Anderson não estivesse comendo minha buceta. Anderson metia cada vez mais rápido e estava esfolando minha bucetona. Ele passou a abrir minhas nádegas entre as estocadas, o que me fez olhar para trás com um sorrisinho safado no rosto. Isso pareceu ser um sinal verde para ele, pois logo em seguida ele segurou a polpa de minha bunda com uma mão e ficava alisando o dedão em meu cuzinho, o que me fez querer gozar. Eu disse: “NÃO PARA DE ME FUDER, TESUDO!” “FODE MINHA BUCETA” “FODE MINHA BUCETA QUE EU VOU GOZAR!”. Os movimentos que fazíamos estavam tão acelerados que minha bunda batia em seu saco e fazia a cada investida “toc, toc, toc toc”. Anderson dizia alucinado: “ISSO! FODE”, “GOZA NO MEU PAU!!!”, e eu respondia em berro: “ME FODE DE QUATRO QUE TÁ GOSTOSO!!!”. Nós fazíamos muito barulho trepando ali, contudo, Regina e Julio conseguiam fazer mais que nós. Parecia ate uma competição. E apesar de eles não estarem falando nada, Regina agora cavalgava num ritmo tão alucinado na vara dura do Julio que gemia igual uma putinha. Senti meu gozo vindo e pedi "SOCA, SOCA MAIS FUNDO, ME FODE, ME FAZ GOZAR, FAZ SUA AME DE PUTA, AI TO GOZANDO, GOZA TAMBEM, ENCHE MINHA BUCETA DE PORRA" Senti meu gozo vindo, explodiu num berreiro, senti minha buceta inundada de porra acumulada por dias de Anderson. Ao meu lado, Regina cavalgava em Julio, e dengosa pedia "VAI GOSTOSO, ISSO, LÁ NO FUNDO, ENFIA ATE O FUNDO, FODE SUA AMIGA GALINHA" Não preciso dizer que Julio estava alucinado, metia forte na amiga, apertava a bunda dela, mamava nos peitinhos, anunciou que ia gozar e Regina "ISSO, SOU SUA PUTINHA, e os dois também explodiram num gozo fantástico.
Não preciso dizer que no resto das férias quase não fomos mais à praia, passamos os dias fudendo que nem coelhos. As coisas ficaram mais apimentadas, mas isso e o que aconteceu quando voltamos para casa eu conto no próximo conto.
