Olá, pessoal. Último capítulo da nossa históriaAcordei de manhã com barulho de água. Estava sozinho na cama. Levantei pé-ante-pé e me dirigi ao banheiro. Lorena tomava banho na ducha, enquanto Nay usava o vaso.
— Bom dia, gostosas! Achei que estavam se pegando sem mim.
— Bom dia, garanhão - disse Lorena.
— Bom dia, meu amor - disse eu, dando um beijo gostoso em Nay.
— Bom dia, seu puto - respondeu ela, com um sorriso.
Tomamos cada um seu banho e nos vestimos para ir ao café. Eu, de mão dada com Nay, ela de mão dada com Lore.
— Bom dia, senhor Júnior. Sou Natália, podem se servir à vontade. O café é self-service.
— Bom dia, Natália, obrigado - respondi, olhando pra ruiva de olhos verdes, gordinha, à minha frente. As meninas sorriram para ela.
Havia uma ampla variedade de frutas, sucos de uva e laranja, tortas, bolos, pães. Era quase uma refeição completa, um verdadeiro café colonial.
Voltamos ao quarto, encerramos o hotel e saímos para nosso passeio na estrada do vinho. As meninas estavam falantes, animadas. Entramos na vinícola familiar Famiglia Fazzanaro.
— Bongiorno. Benvenuti a casa nostra - falou um homem de uns 50 anos, cabelos meio grisalhos — Sou Roberto, proprietário e enólogo da Fazzanaro.
— Bongiorno - responderam os turistas, em coro.
— Quem quiser conhecer nossos vinhedos é gratuito. Quem quiser fazer a degustação ao final, Josefina levará vocês para a sala de experiências gustativas no andar superior. Espero encontrá-los lá. Arrivederci.
Acompanhamos a guia, que nos mostrou grandes barricas de carvalho francês, tanques de inox, explicou os processos realizados ali até a uva se tornar vinho, envelhecendo nos tonéis para trabalhar o álcool. Levou-nos até os vinhedos da propriedade, onde caminhamos por de baixo das parreiras. Tiramos fotos com minha câmera digital.
— Quem desejar fazer a degustação com o senhor Roberto, pode me pagar aqui, são R$ 20,00, dando direito à degustação de um vinho branco, um rosé, um tinto e um espumante de nossos rótulos.
Abri a carteira e estendi uma nota de R$ 100 para a guia. Ela me devolveu o troco e três pulseiras. Entreguei para as meninas e fomos liberados para subir a escadaria. Entramos em uma ampla sala revestida de pedra e madeira, onde seu Roberto dedicou uma hora a explicar todos os processos antes de iniciar a degustação de cada rótulo da casa, harmonizados com pequenas porções de frios. Uma experiência inesquecível. As meninas estavam extasiadas.
— Nossa, nem tinha noção de tudo isso - falou Nay.
— Complexo, e a gente acha que entende alguma coisa. - disse Lore.
Andamos pela Estrada do Vinho e passamos ao Caminhos de Pedra, com casas construídas nesse material, boa parte delas centenárias, que nos renderam fotos muito bonitas. Aproximava-se a hora do almoço. Paramos no restaurante mais famoso, o Casa da Nonna Júlia, o mais antigo.
— Olá, mesa para três, por favor.
— Me acompanhem, por favor.
Entramos e fomos conduzidos ao porão. Sentamos em cadeiras rústicas, e os garçons se aproximaram, estendendo toalhas de pano rústico, pintadas a mão, por cima da mesa de tábua de madeira lisa. Os pratos, copos e talheres eram tudo de época.
— Polenta frita, batata frita - informaram, colocando uma travessa na mesa.
— Tábua de frios, sopa e pão colonial.
As gurias quiseram atacar com vontade.
— Calma, isso deve ser pra encher a barriga da gente. O melhor está por vir... vão devagar.
— É verdade - falou Nay, olhando pra Lore, que concordou.
Nay estava sentada ao meu lado. De vez em quando a gente se beijava, deixando Lore enciumada. Nay passava as mãos na minha coxa, me deixando excitado. Lore, por sua vez, passava os pés na minha perna.
— Spaghetti ao alho e óleo, ao molho pesto, nhoque ao sugo, tortéi de moranga com tomate seco, talharim ao fungi, ravióli de gorgonzola. Podem escolher o que vão querer - disse o garçom, apresentando o cardápio em um cartão individual.
— Podem escolher duas carnes. Temos Frango, vitello, leitão, cordeiro e picanha.
Nay escolheu talharim ao fungi e cordeiro. Lore escolheu ravióli de gorgonzola e vitello. Eu escolho spaghetti ao molho pesto e leitão.
O almoço transcorreu praticamente em silêncio, com algumas palavras de elogios ou comentários sobre as comidas. Sobremesa nós três escolhemos sagu de vinho com creme de baunilha.
Já eram quase 3 da tarde quando saímos de lá. Resolvemos retornar para casa. Chegamos em Canoas já eram quase 18:00. Fui para minha casa. Mas antes passamos no mercado, compramos carne moída, molho de tomate, azeitonas pretas, e macarrão. Claro que eu comprei uma garrafa de vinho carmenère da Casillero del Diablo.
— Entrem - disse, abrindo a porta.
— Então foi aqui que tudo começou? - perguntou Lore.
— Sim, por causa de paredes mofadas - respondi, ligando o ar condicionado no quente.
— Vou usar o banheiro - falou Lore.
— Seu safado. Porque trouxe a gente aqui?
— Aqui é mais confortável. Quero que você fique aqui comigo hoje, a gente leva ela pra casa mais tarde e volta. Quero comer seu cu hoje.
— E quem disse que eu dou o cu?
— Não sei, só disse que tô com vontade!
— O que os pombinhos estão cochichando aí? - falou Lore, saindo do banheiro.
— Que você é uma boa cozinheira - falou Nay.
— Ah, isso eu sou mesmo. Adoro uma comida - respondeu, rindo.
Peguei as panelas, os talheres e elas começaram a fazer a macarronada, que ficou pronta logo. Abri o vinho e servi nas taças.
— Um brinde a esse final de semana espetacular!
— À nossa amizade!
— À nossa volta ao simples!
Brindamos, tomamos um gole do vinho e servimos a macarronada. Falávamos sem parar, relembrando os dois dias, e as aventuras sexuais do dia anterior retornaram à baila.
Não demorou para eu agarrar a Nay por trás enquanto ela lavava a louça. Beijei a Lore, que secava a louça. Nay não protestou.
Baixei as calças da Nay, baixei a minha e comi ela ali mesmo, lavando louça, por trás, empurrando meu pau na buceta dela, que estava razoavelmente excitada. Pressionei meu dedo melado da buceta dela no seu cu. Ela me empurrou pra trás.
— Tu tá fominha hein! Deixa eu terminar aqui, vai.
Tirei minha roupa toda, fechei bem a cortina, tranquei a porta e puxei as cobertas da cama, que era tamanho queen. As garotas pularam na cama, sedentas por sexo. Eu, não menos sedento, deitei por baixo da Nay, num 69 gostoso, sem pressa. A Lore chupava a buceta da Nay por trás, na beira da cama, e eu por baixo, deixando-a louca de tesão! Ela reagia, chupando ou parando de chupar meu pau, enquanto gozava forte.
— Minha vez!! - pediu Lorena, cheia de tesão.
Lorena deitou-se na cama, por cima de mim. Nay ajeitou-se na beira da cama, e começamos a chupá-la. Ela gemia a cada toque. A gente dava beijinhos, chupadinhas, chupadas intensas. Olhei pra Nay, ela entendeu. Enterrou dois dedos na buceta da Lore e movimentava de maneira rítmica, enquanto eu dava ênfase ao grelo dela. Lorena sentiu um choque percorrer seu corpo, e gozou na minha cara, jorrando um líquido viscoso de sua buceta. Foi uma espécie de ejaculação! Engoli todo aquele líquido, e eu e Nay a limpamos, chupando aquela carne gostosa.
— Sua vez! - disseram elas.
Fiquei deitado e elas se deitaram, uma de cada lado do meu pau. Lorena chupava uma lateral do meu pau, Nay chupava a outra. Subiam e desciam, seus lábios se encostando quando chegavam à glande. Era uma sensação extremamente prazerosa. Nunca tinha vivenciado aquilo! Elas chupavam até a base e subiam, nem sempre juntas. Por fim, acertaram um ritmo e subiam e desciam juntas. Senti que iria gozar, e avisei:
— Não quero gozar, quero comer vocês!!!
Elas pararam e vieram me beijar. Ficamos ali, alternando bocas, em beijos duplos ou triplos.
— Amor, me come gostoso! - pediu Nay.
Coloquei-a de quatro, e introduzi meu pau na buceta dela. Deslizou fácil, ela estava encharcada. Estoquei gostoso, forte, minha bolas doíam de bater na bunda musculosa dela. Ela apertava meu pau com a buceta dela. Eu parei.
— Lore, deita embaixo dela. Quero que vocês se beijem, chupem os peitos.
Elas se ajeitaram e eu continuei a comer a Nay. Do nada tirei meu pau de dentro dela e enterrei na Lore, que não esperava sentir minha ferramenta ali. Ela gritou e gozou gostoso!
— Come meu cu, amor, por favor! - implorou a Nay.
— É pra já!
Chupei o cuzinho dela, molhei com os fluidos dela e coloquei a cabeça do meu pau na portinha. Ela forçou como se fosse defecar e a cabeça do meu pau entrou. Fui conquistando o território, centímetro a centímetro, lubrificando o pau, a cada saída, com o mel dela. Fui movimentando carinhosamente. Nay começou a rebolar por si. Eu fiquei parado, ela indo e vindo, rebolando gostoso. A Lore posicionou a boca na buceta da Nay e chupava avidamente. Nay fechou as pernas, e gozou, esguichando na cara da Lore. Eu tirei meu pau de dentro dela e beijei a Lore intensamente, sentindo aquele sabor maravilhoso da minha namorada.
— Agora come o meu cu, Junior, me fode igual tu fez com a Nay!
Lore ficou de quatro e pediu pra Nay deitar por baixo, e chupar sua buceta. Coloquei o pau na boca da Nay pra provocar. Ela deu uma chupada. Senti um arrepio. Puxei e coloquei na buceta da Lore. Meti com força, a bunda polpuda dela amaciava as batidas do meu saco e meu pau não entrava totalmente. Quando ela estava bem melada eu tirei meu pau e apontei na entrada do cuzinho rosa. Cuspi, e enterrei sem dó. Ela gritou mas não parou de ir para trás.
— Me fode, fode sem dó! Me come, amor!!! - gritou ela.
Meu pau entrou todo e eu comecei a explorar as profundezas do seu reto. Ela era mais larga que a Nay. Mas meu pau era pressionado pelo seu anel. Eu estava quase gozando. Aumentei o ritmo, e ela dobrou as pernas, gozando na boca da Nay, que chupava o clitóris dela. Eu não aguentei mais. Explodi no cu dela, enchendo o buraco dela de porra, mas tirei a tempo de jorrar duas jatadas volumosas na boca da Nay.
— Puta que pariu! Que foda gostosa!!!
— Caralho! A gente é boa nisso!
— Vocês são muito putas! - eu terminei.
Elas foram pro banho, uma de cada vez. Apesar de o ar estar ligado a água era meio gelada, pois o chuveiro era de marca inferior. Depois eu fui. Saí do banho e as encontrei deitadas na cama, agarradinhas numa conchinha gostosa.
— Vem. Deita com tuas gurias, com tuas namoradas, com tuas putinhas, com seus amores - falou Nay.
— Ué, você falando isso?! - estranhei a fala dela.
— Nunca gozei tanto na minha vida. Você não iria conseguir fazer isso sozinho - falou ela.
— Tchê, a Nay tá certa. Um trio fazendo sexo é a melhor coisa do mundo. Agora você terá duas para satisfazer. - elas riram.
— Mas meu coração é da Nay. Você é nossa aventura - falei, apontando pra Nay e depois pra Lore.
— O que você quiser, amor. Desde que possa me comer - retrucou Lore.
— Ela vai participar de vez em quando, amor, pode ser? - falou Nay.
— Vocês é quem sabem, pra mim é só lucro ter duas namoradas! - sorri.
Demos um beijo triplo para selar o compromisso.
Puxamos as cobertas, eu dormi no meio delas, meio de qualquer jeito, com travesseiros juntados a toalhas e cobertas para ficar confortável. Dormimos até o outro dia cedo.
Domingo de manhã acordei, me arrumei, fui na padaria e repeti a compra dos pães e frios que fiz pra Nay. Quando voltei em casa elas tinham arrumado a cama.
— Bom dia, gurias, descansaram?
— Bom dia, meu amor - responderam elas, juntas - descansamos.
— Sentem, vamos tomar café. Tem leite quente, se quiserem - eu ri, fazendo cara de safado.
— Você não tá satisfeito não?
— Tenho muito sexo em atraso, preciso colocar em dia... hehehe.
Tomamos nosso café da manhã. Levei elas para casa, para elas poderem trocar de roupa. Tomaram outro banho, sabem como é mulher. Elas se arrumaram e fomos para a estação. Descemos na estação rodoviária e fomos a pé até o parque da Redenção. Passeamos por lá, fomos na feira conhecida como Brique da Redenção. Na hora do almoço pegamos um ônibus e passamos no shopping Praia de Belas. De lá fomos andando pela orla do Guaíba até o Gasômetro, onde passamos a tarde. Voltamos para casa de trem. Deixei-as em casa e voltei para minha kitnet.
Eu saí com elas por um bom tempo. Boa parte das vezes era só a Nay. A gente namorou por 3 anos. Às vezes ela chamava a Lorena pra participar do nosso dia, que inevitavelmente virava em sexo a três. Mas nunca nossas aventuras foram tão intensas quanto as que relatei aqui.
Nay formou em administração 2 anos depois e Lore em Direito seis meses depois dela. Eu mudei minha base para Confins, me afastando delas devido à distância.
Às vezes a gente se fala pelas redes sociais. Imagine o(a) leitor(a) qual é o assunto? Nossas aventuras.
Abraço.
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