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MARINA, A Putinha Mulherzinha do Pai - PARTE 2

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Um conto erótico de maxxxteels69
Categoria: Trans
Contém 1628 palavras
Data: 30/06/2026 13:39:25

O sol da manhã entrava pela janela do quarto de casa, iluminando suavemente o corpo de Marina deitada na cama que agora dividia com o pai. Alguns dias já haviam se passado desde aquela noite intensa no motel, e os dois tinham decidido que ela voltaria para casa definitivamente.

Marina acordou devagar, ainda presa entre o sono e a realidade. Sentia um calor úmido e delicioso entre as pernas. Um gemido baixo e manhoso escapou de seus lábios quando percebeu o que estava acontecendo: uma boca quente e gulosa envolvia sua rola, chupando com vontade.

— Mmmhh… — murmurou ela, abrindo os olhos aos poucos.

Roberval estava deitado entre as coxas grossas da filha, completamente concentrado. Seus lábios grossos subiam e desciam pelo pau dela, que estava duro e latejante desde o sonho erótico. Ele chupava com fome, fazendo barulhos molhados enquanto a saliva escorria pelos cantos da boca.

— Ai, pai… que delícia acordar com um boquete — sussurrou Marina, a voz ainda rouca de sono. Ela esticou os braços acima da cabeça, fazendo seus grandes seios de silicone balançarem pesadamente. Eram dois belos peitos empinados, resultado de horas de clínica e hormônios, com mamilos marrons grandes e sensíveis.

Roberval soltou o pau dela e sorriu, olhando para cima com os olhos cheios de desejo.

— Não resisti, filha. Acordei e vi essa rola toda dura pedindo atenção. Tive que colocar na boca.

Marina sorriu preguiçosa, passando a mão pelos cabelos dele.

— É que eu tive um sonho erotico… Sonhei que estava sendo enrabada por cinco negrões… — disse a ruivinha, gemendo baixinho. — Cinco picas pretas, grossas e enormes… todas tentando entrar no meu cu ao mesmo tempo… me arrombando, me usando como uma puta que sou…

Roberval gemeu alto ao redor do pau dela, claramente excitado com a confissão. Desceu a língua até as bolas, lambendo e sugando, depois subiu novamente pelo mastro rígido.

— Que sonho excitante, filha… — murmurou ele entre uma chupada e outra.

Roberval subiu pelo corpo dela. Pegou as pernas de Marina e colocou-as sobre seus ombros largos, abrindo-a completamente. Seus enormes seios de silicone ficaram ainda mais expostos, sendo pressionado no peitoral de Roberval. Ele posicionou a cabeça grossa do seu pau na entradinha rosada do cuzinho dela, que ainda estava um pouco melada da foda da noite anterior.

— Vai, mete essa rola no meu cuzinho... — disse Marina com a boca aberta, forçando um gemido fino.

Centímetro por centímetro, a rola grossa e veiosa de Roberval foi abrindo o cu apertado de Marina. Ela sentiu cada veia, cada pulsação, enquanto o pau do pai esticava suas paredes quentes. O silicone dos seios fazia eles balançarem pesadamente quando ele finalmente enterrou tudo, batendo os quadris contra a bunda grande e macia dela.

— Aaaahh… pai… que delícia… — gemeu Marina, cravando as unhas nos ombros dele.

Roberval começou a meter com força, num ritmo cadenciado e profundo. O quarto se encheu do som molhado de pele contra pele, das bolas pesadas batendo contra a bunda dela e dos gemidos altos de Marina.

— Olha esses peitos grandes… — rosnou ele, apertando um dos seios de silicone com a mão grande enquanto metia — Você é minha filha agora… Minha filha safada… minha mulherzinha com uma rola grande entre as pernas e esse cu apertadinho que engole meu pau inteiro...

Marina estava completamente entregue. As pernas tremiam sobre os ombros do pai, os grandes seios pulando a cada estocada forte. A rola dela era pressionada pela enorme barriga de Roberval.

— Aiii pai… adoro quando você me fode assim… bem fundo… me dominando… aaaahh… mais forte, papai!

Roberval segurou firme nas coxas dela e meteu com tudo, fazendo a cama ranger violentamente. O pau entrava e saía sem piedade, esticando o cuzinho da filha a cada investida.

— Goza pra mim, filha… goza no pau do seu pai!

— Aaaahhhhhh… tô gozando, pai!!! — gritou Marina.

Ele tirou a vara dentro do cu dela. Marina encostou o membro do seu pai, seguraram firme os dois membros unidos, ejaculando ambos ao mesmo tempo. Os espermas se misturaram se tornando um só.

— Caralho... veja isso... nossos pau unidos como se fosse um só, gozando sem parar... não existe algo tão lindo do que esse... — disse Roberval em êxtases.

Roberval desabou ao lado dela, puxando-a para um abraço apertado. Beijou sua boca com carinho. Ficando ali agarradinho na cama namorando, se recuperando da foda.

— Vamos, querida. Levanta pra gente tomar café.

— Aaaahh… quero ficar mais um pouquinho na cama, meu cu dá ardento até agora depois da foda, eu não sou de ferro… — disse ela toda manhosa, se aninhando no peito peludo dele, como uma gatinha manhosa.

— Eu vou comprar pão quentinho e preparar um café bem gostoso pra minha filha. Descansa um pouco, minha putinha linda.

Ele deu um beijo demorado nos lábios dela, vestiu uma bermuda e saiu do quarto.

Marina ficou deitada de lado, sentindo a porra do pai escorrendo devagar do seu cu, um sorriso satisfeito no rosto. Pela primeira vez em muito tempo, ela se sentia realmente em casa.

*

Marina saiu do quarto vestindo uma camisola e um shortinho rosa bem pequeno. Sentou-se à mesa para tomar seu café.

— Querida, irei sair para trabalhar. A casa é toda sua. Não deixe ninguém entrar.

— Tá bom, amor!

Ele se aproximou, segurou firme o pescoço de Marina, erguendo o rosto para dar um beijo naquela boca carnuda e rosada, ainda melada de manteiga e com pequenos pedaços de pão.

— Adoro quando você me chama de amor.

Enquanto Roberval foi trabalhar com mais energia, Marina ficou com a casa só para ela. Fez o que toda mulher costuma fazer: arrumou a casa. Lavou, passou e limpou tudo. Fez o serviço completo.

Depois, vestiu um biquíni e foi tomar banho de sol no quintal de casa. Ela não percebia, mas o vizinho estava de olho nela com seu binóculo pervertido.

— Caralho, que vizinha gostosa. Deve ser a vizinha nova, nunca a vi por aqui. Raro ver uma vizinha ruiva e tão gostosa por aqui. Veja esses seios tão bronzeadinhos, com marquinha... aiaiai, que tesão... essa barriguinha bem definida, parece que ela malha... uiuiui, eu adoro mulheres que fazem academia... aiaiai, papai do céu, veja essas pernas enormes com esse shortinho bem curtinho. Que delícia de mulher.

— Waldemiro, o que tu tanto faz aí em cima? Cadê o meu leite que tu disse que ia preparar? — gritou a esposa lá embaixo.

— Já estou indo... cada um tem a mulher que merece... — disse ele, chateado por ter sido interrompido.

O vizinho acabou batendo na porta da vizinha.

— Oi, vizinha. Eu sou o vizinho do lado. Queria saber se tem leite para emprestar...

— Ah, sim, tenho bastante leite. Entre, senhor, fique à vontade. — disse Marina, abrindo a porta.

O vizinho entrou com os olhos fixos na enorme bunda da vizinha, que rebolava a cada passo. Ele respirou fundo, tentando conter a ereção dentro da calça.

— Aqui, o pai deixou um pouco de leite.

— Ah, tu moras com teu pai?

— Não, é só um jeito carinhoso, um apelido que dei para o meu marido.

— Ah, sim... marido. A senhora é casada? — disse ele, meio decepcionado.

— Aqui, senhor, o leite. — disse ela, despejando um pouco do leite da caixa no copo do vizinho.

Enquanto colocava o leite no copo, ele não tirava os olhos daquele decote. De repente, apalpou os seios de Marina.

— Ei, por que fez isso? — disse ela, assustada.

O vizinho, Waldemiro, agarrou-a com força, abraçando-a.

— Desculpe, você é uma tentação. Fica o dia todo me provocando quando toma banho de sol. Sei que estava me atiçando, sua safada.

— Pare, me solte...

O leite derramou-se todo no chão. O vizinho pulou sobre ela, e os dois caíram no chão. Ele apalpava com força aqueles seios duros.

— Só quero um beijinho, vai... um beijinho da vizinha safada.

Marina riu e fez uma proposta:

— Decida: um beijo ou uma tocada na minha bucetinha? O que vai querer?

Waldemiro ficou de pau duro com aquela reação.

— Óbvio que uma tocada na sua vagina deliciosa. Aposto que sua bucetinha é rosinha, hehehe...

Ele pôs a mão no shortinho dela.

— Vá com calma, senhor... não vai se assustar. — disse Marina mordendo os lábios de tesão.

— Eu me assustar? Já peguei muitas bucetas nesta vida. Nenhuma buceta me assustou... PORRA, CARALHO, FILHO DA PUTA... O QUE É ISSO?

Waldemiro levantou-se assustado, com a mão aberta, como se tivesse tocado alguma coisa radioativa, afastando-a em pânico.

— O que foi? Assustou-se com a minha buceta? — disse Marina com dedo na boca, rindo no chão.

— Você... você é um traveco... — disse ele, apavorado, ao sentir algo duro e grosso entre as pernas dela.

O vizinho saiu de lá em pânico, correndo para lavar as mãos.

— Ei, vizinho, você esqueceu o leite... — disse Marina, com uma voz fina e fofa, ainda rindo daquela situação.

Roberval chegou em casa e ficou feliz ao ver tudo arrumado.

— Arrumou tudo?

— Óbvio, pai. Preciso deixar tudo limpinho para quando você chegar ficar feliz. Até fiz o jantar.

— Até esqueci como é ter uma mulher em casa. Desde que me separei de sua mãe, a casa ficou uma bagunça.

Marina serviu a comida. Roberval não resistiu àquela bundinha com a calcinha fio-dental enfiada. Ele deu um tapa.

— Aiii, amor, vai com calma. Primeiro o prato principal, depois a sobremesa que será na cama.

— E o que vai ser na sobremesa?

— Linguiça — disse Marina, dando uma risadinha safada.

Roberval começou a jantar, observando a casa.

— Não recebeu ninguém, não foi?

— Só o vizinho, mas ele só queria um pouco de leite.

— Não pode ficar se exibindo para o vizinho. São um bando de tarados, não podem ver carne nova no pedaço que vêm como urubu em cima.

— Ah pai, pode ficar tranquilo. Esse vizinho com certeza não virá de novo.

Depois do jantar, Roberval foi para o quarto com Marina.

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