Sempre fomos um casal muito bem decidido, boa aparência, um casal que tinha sua rotina de academia, trabalho... Uma vida normal. Para os 10 anos convivendo juntos, uma vida que foi ficando normal até demais. Mas isso não durou muito tempo. Nosso sexo, que sempre foi muito bom, começou a ganhar tons de perigo, uma vez que fizemos algo que pareceu extremamente ousado: transamos em público, no banheiro de um bar, em uma viagem que fizemos, e temos certeza que algumas pessoas viram ou ouviram boa parte daquilo... Depois desse dia, passamos a ter mais e mais perigos apimentando nossa relação. Lugares, parques, estacionamentos, rua, praias... Percebemos que a chance de ser visto deixava tudo mais quente e ousado. Suas roupas passaram a ter decotes generosos; seus vestidos, mais leves, fáceis de subir ou curtos a ponto de deixar bem fácil algo acontecer a qualquer hora e qualquer lugar.
Quando isso começou a acontecer, não foram poucas as vezes que ela teve seu instagram invadido por comentários, convites e, até pessoalmente, quem não nos via de mãos dadas sempre tentava alguma coisa com aquele mulherão.
Até o momento de chegar a ver isso e ficar com tesão, não foram poucas as vezes que imaginamos como seria se um dia fôssemos pegos e um terceiro elemento participasse disso... Como reagiríamos? Qual seria o sentimento de ser desejada? Ela sempre deixou claro: ser desejada era uma delícia, mas era apenas fantasia. Já eu, bom, o que ela quisesse, nós faríamos... Não havia limite.
Até que chegou o dia de viajarmos para fora de SP e conhecermos uma casa de swing, apenas para visitar, aguçar a curiosidade. Ora, já transamos em tantos lugares, o que custava ir ver de perto como seria um lugar assim...
Chegamos na casa, que parecia ser bem uma balada normal. Um anfitrião nos recebeu. Ali, bem rapidinho, nos informou onde era cada lugar da casa, nos acomodou em uma mesa do bar e questionou se era nossa primeira vez.
— É sim. Acho que fica bem na cara quem não conhece um ambiente assim, né? Rs.
— Fica tranquilo. É um bar como outro qualquer. Vcs se acomodam aqui, podem ver os shows, conhecer outros ambientes. Aqui, vocês tudo é liberado desde que permitam. E, se me permite, vocês formam um lindo casal. Aproveitem bem a noite.
Ele sai despedindo-se, apertando minha mão e beijando a mão de minha esposa, olhando diretamente em seus olhos.
— Nossa, que elegância, né? Kkkkkkkkkk. A nossa cara deve ser muito de primeira vez, né?
— Muito, amor. Deve estar estampado mesmo.
Ficamos um tempo no bar, bebendo, vendo pessoas chegando, a casa enchendo e, aos poucos, entendendo que estávamos em um ambiente totalmente normal. Normal até as cenas de strip tease e sexo acontecerem no palco. Isso nos encheu de tesão de uma forma maluca. Eu cochichava em seu ouvido, perguntando se ela queria estar lá em cima, sendo observada por todos. Ela não respondia, mas suas pernas ficavam se roçando de tesão... Vidrada vendo tudo aquilo acontecer. A cena: dois homens penetravam uma mulher, enquanto uma outra ficava se masturbando, vendo tudo, sentada na cadeira ao lado deles. Eu já sabia o que queria daquela noite. Ela ainda estava se derretendo de tesão.
— Quer andar um pouco pela casa? — sugeri.
— Vamos!
Sem desgrudar os olhos, mas aceitou sair dali para irmos para um canto mais reservado.
Não por extinto, mas percebo que, logo que nos movimentamos na mesa, aquele anfitrião nos segue com o olhar, vendo o caminho que tomamos. Eu percebo e apenas um sorriso já deixa claro para ele que poderia vir.
Não espero muito e a grudo em um beijo caloroso. Deixo-a encostada em um corrimão e beijo aquela boca carnuda maravilhosa. Meus beijos são correspondidos e, à medida que trocamos carícias, aquela forma na sombra já deixava claro que alguém nos observava.
— Amor, temos plateia... Vira pra cá.
Segurei seu corpo e virei eu para a parede e ela para o corredor, deixando aquela bunda gostosa para facilitar a vista do nosso admirador.
Ficamos ali, sendo observados e com o tesão a mil de ter alguém tão perto nos olhando e se excitando com aquilo. Ele chegou perto, a ponto de estarmos ouvindo sua respiração.
— Posso? — ouvimos o estranho falando...
Acenei que sim e virei um pouco mais para o lado dele, jogando o corpo dela, agora totalmente em sua visão por trás. Seu vestido, leve, e decotes mostravam parte do corpo de Flavia.
Um suspiro mais alto e um susto fizeram Flavia vir pra frente, tentando olhar para trás.
— Amor, estou sentindo mãos me tocarem... Tem uma mão na minha bunda.
Ela falava entre beijos. Eu continuava encostado na parede e deixando o corpo dela virado para o corredor.
— É mesmo?
Eu segurava seu rosto para não deixar ela olhar para trás.
— E qual está sendo a sensação?
— Está uma delícia!
Alternava entre os beijos e carícias em seu pescoço. Beijava, mordiscava... Entrelaçava minha mão em seu cabelo, subindo pela nuca e segurando com força... Ela jogava a cabeça para trás e podia ver seus olhos revirando de tesão.
A mão não parava de tocar seu corpo. Apertava a bunda e, em certo momento, subiu para a cintura, tocou de leve seu decote lateral para pegar em seu seio. Flavia já estava alucinada de desejo e tesão. Quando sentiu aquela mão segurar o seu peito, me beijou ainda com mais tesão. A mão agora segurava firme seu peito, apertava, brincava com aquele biquinho duro e sabia que o tesão estava à beira da loucura.
— Amor, eu não estou aguentando de tesão. Ele está me tocando.
— E vc está gostando??
— Estou! Estou louca de tesão, com vc me beijando enquanto ele me toca.
— Então aproveite. Não olha para trás, só aproveita o que está para acontecer.
Puxei Flavia para mais perto do meu corpo e desci com as duas mãos para a sua bunda. Apertei forte enquanto a beijava. Nossas línguas dançavam em nossas bocas e, aos poucos, subi um pouco mais do seu vestido. Eu sabia que, com esse movimento, aquele estranho, escondido pelas sombras da casa, iria entender que aquilo seria seu "convite". Ele se posicionou melhor atrás dela e, ainda segurando seu peito, começou a encostar seu corpo de leve ao corpo dela, ainda com movimentos embalados pelo som. Seu corpo estava totalmente encostado ao dela, separados apenas pela calcinha engolida pela bunda de Flavia e pela calça que o homem estava. As mãos, por um momento, soltam o corpo de Flavia. Não demora e Flavia sente sua bunda um melado quente. Era o Pau babado que estava de fora. Aquela loucura, aquele sentimento de intensidade, estava espalhado no ar.
Percebendo ela cedendo a cada segundo, minha boca desce pelo seu pescoço e encontra seu Peito já fora do vestido. Começo a chupar devagar e logo aumento a pressão, chupando deliciosamente minha esposa, que estava totalmente entregue ao prazer que ser desejada por dois homens estava deixando. Um, seu homem, seu namorado e marido; outro, um total desconhecido, audacioso e perspicaz o suficiente para entender cada passo que estava acontecendo ali. Agora, ele já beijava sua nuca e seu pescoço. Segurava o pescoço de Flavia, a enforcando de leve. Seus dedos passavam em seu rosto e seus lábios. Ele procurava sua boca e a deixou chupar seus dedos, deixando melados. Mas nem precisava. O estranho desceu sua mão, afastou a calcinha e não teve rodeios: a penetrou com os dedos que tirou da boca dela. Entraram diretamente em sua buceta totalmente melada pelo tesão.
Ela segurou minha cabeça entre os seios e me puxou de uma vez para cima. Ficamos olhos nos olhos.
— Amor.... Ele está.... Ele está com os dedos em mim! Está me tocando, me invadindo.
— Relaxa... Deixa acontecer.
— Se eu relaxar mais... Eu vou gozar agora!
A fala dela era espaçada, entre suspiros de tesão, como se controlasse para não se entregar ao orgasmo na mão daquele homem.
— Vamos cruzar a linha da fantasia para a realidade, e vai ser agora!
Beijei, como se fosse o último beijo. Seu corpo inclinou como que por extinto, empinou e relaxou, abrindo de leve suas pernas. Naquele momento, eu não precisava de mais nada, nem de uma palavra sequer, para saber que ela aceitou.
— AHHHHH...
Ela me soltou de um beijo para um grito. Não de dor, de desejo, que saiu com força. Ele estava penetrando. Agora, a realidade tomava conta do que um dia foi só uma fantasia...
Os movimentos eram rápidos, com força. Uma mão estava segurando seu pescoço; a outra, a sua cintura, e puxava contra ele. Já não havia mais palavras. Seus beijos também pararam. Apenas seus gemidos, um pouco abafados pelo apertar do seu pescoço. Olhando para mim, seu olhar dizia tudo que eu queria ouvir. Ela estava extasiada de tesão. Sua boca levemente sorria, um sorriso de lado, safado, como só ela sabia ser.
Não precisou de muito tempo para que minhas mãos parassem de abrir sua bunda para facilitar e passassem para sua cintura. Suas forças foram acabando e o anúncio de que ela estava gozando acontecia. Ali, com alguém que ela nem chegou a ver ou tocar, estava a penetrando de forma tão deliciosa, sentindo que estava totalmente preenchida por algo novo. Não aguentou e gozou. Aparei seu corpo, tendo espasmos de tesão, enquanto ele sacava aquele pau de dentro dela e gozava por toda a sua bunda.
— Vamos para uma sala agora!
Me chamava ela, ainda meio tonta... Me pega pela mão e me conduz a uma sala privativa, onde nos recompomos e, entre um beijo cúmplice de fantasia realizada, rimos satisfeitos com o acontecido. A linha da fantasia para a realidade havia sido cruzada. Mas a noite.... Bom, essa noite ainda estava longe de acabar.