Lana o dia comi essa casada.
A Lana sabia exatamente como me deixar louco. Eu ainda estava no trabalho quando a mensagem dela acendeu a tela do celular, perguntando se eu estava a fim de vê-la. Ela estava com saudade. O plano já veio desenhado com a audácia de sempre: ela ia colocar as crianças para dormir, me ligar mais tarde e, o principal, ia "cegar" a casa. Desligaria todas as câmeras de monitoramento do marido possessivo para que eu pudesse entrar direto no quarto do casal e comê-la gostoso enquanto o frouxo trabalhava.
Fui para casa, tomei aquele banho e fiquei na espera. Mais tarde, o telefone tocou duas vezes. Quando retornei, quis entender a logística daquela noite.
— Vou desligar todas as câmeras e deixar o portão aberto — a Lana me disse, a voz sussurrada e firme. — É só você chegar e entrar. Depois que você estiver lá dentro, eu ligo o sistema de volta para ele não desconfiar.
— Você tem certeza? Vai estar tudo certinho mesmo? — perguntei, sentindo a adrenalina subir.
— Você vem logo ou não? Se ficar me enrolando, eu vou desistir e vou dormir — ela disparou, me desafiando.
— Você vai desistir mesmo?
— Vontade eu não tenho... até porque eu tô com a b***** piscando aqui, morrendo de saudade de dar para você.
Aquele comentário foi o gatilho. O tesão bateu forte.
— Então já fica sem calcinha — ordenei. — Não quero que você escolha lingerie nenhuma, quero você sem nada. Já me espera na cama de pernas abertas, porque eu vou chegar no quarto direto chupando.
Minutos depois, ela deu o sinal verde. Peguei o carro, estacionei estrategicamente longe para não levantar suspeitas e caminhei na escuridão. O portão já estava encostado, exatamente como ela prometeu, e as lentes que o marido usava para vigiá-la estavam mortas. Entrei, tranquei o portão atrás de mim e deslizei pelo corredor silencioso até o quarto — o único refúgio daquela casa sem câmeras.
Quando abri a porta, a Lana, com seus 27 anos de pura tentação, estava deitada na cama do marido.
— É assim que você quer? — ela perguntou, com um sorriso de canto.
— É exatamente assim.
— Então me chupa... — ela pediu, dengosa.
— Não, vem cá agora.
Puxei a Lana para o meu corpo com força. Nosso beijo foi violento, encaixando nossas bocas com uma sede absurda. Ela grudou no meu pescoço, e eu a levantei no ar, apertando aquela bunda gostosa, redondinha, sentindo o contraste com os peitinhos pequenos e perfeitos que ela tinha. Enquanto eu a possuía no colo, pensei no marido dela. Um corno possessivo, que monitorava cada passo dela na tentativa de controlá-la, sem nem imaginar que o verdadeiro macho dela estava ali, ditando as regras na cama dele.
Deitei a Lana e mudei o foco para o meio das pernas dela. Comecei a chupar aquela b***** peludinha e encharcada, concentrando os lábios e a língua direto no grilinho dela. Ela tentava resistir — dizia que não gostava muito que chupasse porque depois ficava com vergonha de beijar —, mas o prazer era maior. Ela cravou as mãos no meu cabelo, puxando com força, o corpo todo arqueando na cama.
— Não... chega... vem cá que eu quero te sentir por dentro agora! — ela implorou, completamente rendida.
Não perdi tempo com camisinha... continua vocês querem?