Depois daquela tarde em que implorei pro Matheus foder o Alex na minha frente, as coisas aceleraram de um jeito que eu nunca imaginei. Matheus começou a aparecer cada vez mais no apartamento. No começo eu até entendo que estávamos fazendo o trabalho, mas logo virou pretexto pra ele e Alex ficarem juntos.
Matheus se revelou um sádico nato. Ele realmente acreditava que eu tinha um fetiche forte por ser corno e humilhado, e adorava explorar isso. Alex, claro, incentivava tudo.
Nas primeiras semanas, Matheus trazia brinquedinhos leves: plugues maiores, uma coleira simples, lubrificante com sabor. Ele adorava me fazer usar o plug o dia inteiro enquanto eu limpava a casa. Quando chegava, me fazia ficar de quatro no chão da sala, rabo pra cima, e testava o quanto meu cu aguentava.
— Olha só como ele fica bonitinho com o rabinho balançando — dizia Matheus pro Alex, dando tapas fortes na minha bundinha dourada.
Logo evoluiu. Matheus comprou uma máscara de cachorro de fetiche, preta com orelhinhas e focinho. Me obrigava a usar enquanto fazia os serviços da casa. Eu andava de quatro, só de lingerie rendada rosa que ele comprava especialmente pra mim, calcinhas fio-dental, meias 7/8, às vezes um sutiãzinho que apertava meus peitos. Alex achava graça e mandava eu obedecer:
— O Matheus é meu namorado agora também. Você vai agradar ele como agrada a mim. Entendeu Leozinho?
Eu respondia baixinho, morrendo de vergonha, mas com o pauzinho querendo ficar duro preso na cage latejando.
Depois que Matheus entrou de vez na nossa dinâmica, as coisas mudaram de velocidade. Alex praticamente parou de me foder. Dizia que meu cu já estava “folgado demais” e que o rabão apertado e branquinho do Matheus era muito superior. O máximo que eu ganhava dele era chupar seu pau enquanto ele conversava no Grindr ou assistia vídeos dos dois juntos.
Quem brincava comigo agora era o Matheus, quando ficava entediado ou com tesão sobrando. E isso acontecia com frequência. Ele chegava em casa, me via de lingerie limpando o chão e simplesmente me usava. Me colocava de quatro, tirava o plug, metia sem preliminares e me fodia enquanto via TikTok ou conversava com Alex no telefone. Depois gozava na minha cara ou na lingerie e mandava eu continuar o serviço sujo.
Eu acabei me acostumado com a cage rosa o tempo todo. Já tinha aprendido a mijar sentado, porque a chave ficava com Alex e ele raramente me liberava. Meu pintinho ficava preso, latejando, vazando pré-gozo o dia inteiro.
A Copa do Mundo estava rolando e Alex, como usava o apartamento como se fosse dele, decidiu dar uma “festinha” pra assistir o jogo do Brasil.
— Vai ser só uns amigos, Leozinho. Você vai servir todo mundo direitinho, né?
Ele e Matheus escolheram tudo. Exigiram que eu usasse por baixo da camiseta da seleção e um shortinho bem curto do Brasil um conjuntinho completo de lingerie rosa rendada, com calcinha fio-dental que mal cobria minha cage e um sutiãzinho delicado combinando. Matheus ainda trouxe um vibradorzinho novo, daqueles com controle por app no celular.
— Hoje você vai usar isso o tempo inteiro — disse Matheus, enfiando o plug vibrador no meu cu depois de me fazer lubrificar bastante. — Eu vou controlar. Seja um bom anfitrião, corninho.
Eu obedeci, como sempre. O vibrador era grosso, pressionava minha próstata perfeitamente. Quando eles ligaram no nível baixo, eu já comecei a tremer.
Os “amigos” chegaram aos poucos. Eram uns 20 caras, todos bonitos, bem cuidados, corpos definidos, alguns altos e magros, outros parrudos com músculos, todos com cara de quem foi escolhido a dedo no Grindr. Eu não conhecia quase ninguém.
Eu servia cerveja, petiscos, água, o que pedissem. O shortinho curto deixava metade da minha bundinha de fora. Alguns caras davam tapinhas na minha bunda “de brincadeira” quando eu entregava algo. Mas na realidade era Matheus, claro, que era o centro das atenções: só de regata cropped do brasil e uma sunguinha branca cavada, que quase era engolida por aquele rabão enorme, e ficava dançando, sentado no colo de Alex, rebolando, dando beijinhos, chegando até a fazer um lapdance super sensual no meu namorado quando o brasil marcou gol, deixando todo mundo em volta de pau duro, inclusive Alex, que não fez questão nenhuma de esconder a excitação e até se ajoelhou pra dar uma mordida na bunda do Matheus como forma de agradecimento pela dança.
Em determinado momento, um garoto que eu conhecia de vista da faculdade (chamava Victor) veio falar comigo na cozinha enquanto eu pegava mais cerveja.
— E aí, Leo? Tudo bem com você e o Alex? — perguntou ele, meio sem jeito. — Tá bem na cara que ele tá pegando o Matheus… vocês abriram mesmo o namoro?
Eu tentei desconversar, vermelho de vergonha, quando de repente o vibrador no meu cu aumentou de intensidade. Matheus tinha ligado no nível médio pelo celular. Eu soltei um gemidinho involuntário, pernas tremendo, me apoiando na bancada.
— Leo? Você tá bem? — Victor se aproximou, preocupado, e me segurou pela cintura.
O vibrador subiu mais. Eu me contorci, quase caí em cima dele, mordendo o lábio pra não gemer alto. Victor me abraçou pra me equilibrar e, sem querer, roçou a mão na frente do meu short. Sentiu a cage.
— Que porra é essa…? — murmurou ele, surpreso.
Eu que já não recebia atenção há algum tempo e estava fervendo de raiva e humilhação, por impulso abaixei um pouco o shorts, mostrando pra ele a calcinha e a cage.
Mas antes que eu pudesse falar alguma coisa, Matheus e Alex apareceram na cozinha. Alex ficou furioso na hora.
— Ah é, seu puto? Não posso te deixar sozinho um segundo que você já tá se oferecendo pra outro?
Victor tentou explicar que só estava me ajudando, mas Alex não quis saber. Olhou pra todos os caras na sala, que agora prestavam atenção na cena, e sorriu de um jeito perigoso.
— Já que você tá tão desesperado por pica que não consegue se controlar, vai ter o que merece. Hoje você vai servir todos os convidados direitinho. Como a putinha da casa.
Eu tentei implorar, mas Matheus só aumentou o vibrador e sussurrou no meu ouvido:
— Seja um bom cachorrinho. Quanto mais obediente, menos humilhação.
O que veio depois foi uma destruição completa.
Alex mandou eu tirar a camiseta e o short, ficando só de lingerie rosa, cage e o vibrador ainda ligado. Me fez ficar de quatro no meio da sala, enquanto o jogo continuava ao fundo. Os caras riram primeiro, mas todos excitados com a cena, começaram a se aproximar.
O primeiro foi um moreno alto e definido. Abriu a calça, tirou um pau grosso e escuro e enfiou na minha boca sem cerimônia. Enquanto eu chupava babando, outro cara se ajoelhou atrás de mim, tirou o vibrador e meteu no meu cu já aberto e babando.
— Porra, que cu guloso — gemeu ele, metendo forte.
Eles me revezavam. Um na boca, um no cu, às vezes dois tentando entrar ao mesmo tempo no meu buraco. Alex e Matheus assistiam sentados no sofá, se beijando e se tocando, rindo enquanto me viam sendo destruído.
— Olha como ele aguenta… nosso cachorrinho tá virando uma vadia coletiva — dizia Matheus, filmando tudo.
Eles me foderam de todos os jeitos. De quatro no chão, deitado no sofá com as pernas pra cima, de pé encostado na parede. Gozavam dentro, no meu rosto, na lingerie, na minha barriga. Um atrás do outro, sem parar. Meu cu estava vermelho, inchado, escorrendo porra de vários caras. Eu gemia, chorava, gozava dentro da cage só com a fricção e a humilhação.
Victor, o garoto que tinha falado comigo, foi um dos últimos. Me fodeu devagar, olhando nos meus olhos, quase com pena, mas não parou. Gozou fundo e sussurrou:
— Desculpa, Leo… Mas você tava pedindo isso, né?
Quando o último cara gozou na minha cara, eu estava destruído no chão, lingerie rasgada, corpo todo marcado de tapas e mordidos, inteiro sujo de porra, com o cuzinho largo vazando sem parar, tremendo.
Alex se aproximou, acariciou minha franjinha e sorriu:
— Bom garoto. Agora levanta daí e limpa essa merda toda que eu vou foder com o Matheus no quarto, ele sim é um homem de verdade. Não é um lixo igual você que não se dá ao valor e deixa qualquer um meter nesse esgoto que você chama de cu. Eu tenho nojo de um dia ter enfiado meu pau aí.
Eu fiquei totalmente sem palavras, porque na minha cabeça eu só estava fazendo o que ele me mandou. Ele tinha me mandado obedecer, e eu obedeci.
Enquanto Alex pegou Matheus no colo e levou ele aos beijos para o que costumava ser o nosso quarto, eu senti meu rosto corar e as lágrimas caírem. Eu tinha decepcionado o Alex. E agora ia ter que me esforçar pra recompensar ele por isso. Então engoli as lágrimas, levantei, e mesmo sem me limpar ou me lavar, eu comecei a arrumar a bagunça que tinha ficado da festa, na esperança de deixar o apartamento limpinho como forma de me desculpar por ter falhado como namorado.