Olá, queridas safadinhas e safadinhos que deram estrelas, fizeram comentários ou simplesmente leram meu texto de estreia na Casa dos Contos. Muito obrigada bemmmmm dengosa!
Caso tenha chegado aqui sem ler a primeira parte, sugiro que vá em Jorjão me transformou em fêmea e não consigo parar.
Este novo capítulo é uma sequência e, asseguro, mais intenso.
Já me masturbei incontáveis vezes lendo contos de outras cdzinhas, sissys, femboys, mulheres trans, travestis e afeminados.
Breve comentário: respeito a denominação LGBTQIAPN+ como referência na defesa dos direitos dessa parcela significativa da sociedade, mas tenho dificuldade em compreender como, em pleno 2026, ainda existam pessoas, e como têm, que julgam alguém por sua orientação sexual, identidade de gênero, forma de se apresentar ou por ter feito transição.
Nada disso deveria servir como parâmetro para avaliar caráter, competência ou comportamento social. Em resumo, o que você faz na cama, nada mais é do que a busca pelo prazer de gente que gosta de gente. E do meu tesão pelo Jorjão, só quem sabe o que senti sou eu.
Mas vamos ao que realmente interessa.
Eu estava ali, sentada com o shortinho que mal cobria a polpinha da minha raba, por baixo uma calcinha fio vermelha, socadinha na minha cucetinha rosinha ainda virgem de um pau de verdade.
Meus mamilos estavam durinhos. Respiração ofegante. E aquele macho gigante, ali na minha frente com uma anaconda a poucos centímetros da minha boca.
- Pega meu bebê, disse, conduzindo minha mão branquinha até aquele tronco.
Bastou minha mão tocar aquela tora, senti o calor que sua pele negra emanava para soltar um gemido.
- Aiiiiiiiiiiiiiiii, Jo…Jo, Jo…
Eu queria dizer Jorjão, mas o nome dele não saia. Meu corpo todo estava em um nível de excitação que jamais imaginei. Mas eu ainda não sabia lidar com tal sensação.
Eu sempre achei exagero, pra não dizer fantasia, quando algumas contam que o tesão era tamanho e, mesmo assim, o grelinho seguia mole.
O meu caso foi ainda mais absurdo. Meu cuzinho contraiu espontaneamente. Eu sempre passava um gelzinho hidratante,antes de sair. Então a impressão de ter ficado molhada foi, digamos, real.
E meu pauzinho, todo depiladinho, mergulhando entre as duas bolinhas. Ele babava, completamente mole.
Nenhuma palavra completa era formada por minha boca. As veias daquele pau eram absurdas, sendo uma em especial muito saltada, que percorria toda a lateral do pau. Meus dedos, com unhas bem feitas, apenas uma base transparente, simplesmente não se fechavam ao redor daquele monstro.
Podia ser gigante, mas, admito, naquele instante eu já estava completamente apaixonada. Sem qualquer exagero, era do diâmetro de uma lata de cerveja.
- Não, eu não pos……….,so. Meu deus, é muito grande - meu preto.
Nascia ali minha primeira manifestação de fêmea dengosa.
- Vai Bê, você é uma menina tão gostosa, você nunca pegou um pau?
- Desse tamanho não, amor!!!
Vai, coloca na boca, eu sei que você quer!
Aquilo não foi um pedido, foi uma ordem. Foi um propósito de vida. Eu sabia que nunca mais seria como antes.
Tentei aproveitar minha experiência como bezerrinha de travestis para colocar meu boquete em prática e seduzir aquele macho.
- Hummmmmmmmmm, hummmmmmm, glob, arghhhhhh.
Nem mesmo a cabeça, aquele cogumelo gigante pasava pela minha boca.
Passei a lingua bem babadinha só ponta da cabeça, enfie a ponta no canal. Era muito difícil.
Mas não ia perder aquela chance.
- Meu amor, é muito grande, eu não consigo - falei olhando nos olhos dele, após descer da cama e me ajoelhar entre suas coxas.
- Mas você quer tentar minha bebê? perguntou
Com o maxilar todo expandido e salivando muito, apenas balancei a cabeça.
- Huhummmmm,,
Ele sem falar nada colou as mãos em minha nuca e forçou contra o pau.
- Chupa o pau do teu macho, sua cadela, bichinha.
- Eu sei que você tá louca pela rola do Jorjão. Seu viadinho. Ficou rebolando esse cu gostoso e essas coxas na minha frente, agora acha que vai escapar?
Quase vomitei, mas aquilo me deixou ainda mais acesa.
- Arghhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh - soltei
Uma mistura de grito com gemido saiu de minha boca quando puxei suas mãos e consegui tirar da boca para respirar.
Estava completamente babada e com saliva escorrendo.
- Sua boca é uma delícia, disse.
Naquele instante, não sei dizer o motivo, tive uma ideia.
- Ele é tudo o que eu sempre quis, então vou deixá-lo caidinho, pensei.
- Tá gostoso, meu amor - já tasquei uma de fêmea apaixonada.
O que era verdade.
- Não para, caralho, que mamada gostosa sua filha da puta.
- Hoje vou gozar nessa boquinha e depois te comer, sua vadia.
- Jooooo, eu adoro chupar pica, mas eu, eu, eu…..sou virgem amor.
- O QUEEEEEEEEE?
- Tá falando sério?
- Uma raba linda dessaas e eu que vou tirar o cabaço?
- Puta que pariu, isso é melhor que qualquer buceta.
- Amoooooooor, eu também tô louca pra dar pra você, mas não vai entrar.
- Vai doer muito!
Foi quando toda aquela gentileza e cuidado dele até então evaporou-se num instante. O homem atencioso saiu de cena e surgiu um predador.
PLAFT. Um tapa estalou na minha cara, com aqueles dedos que mais pareciam cabos de alta tensão: grossos, pretos e gigantes.
Eu, claro, me assustei.
Mas também quase gozei sem me tocar.
Ele num gesto sem pedir licença me pegou no colo e me colocou com o rosto bem rente ao seu, com seus braços me segurando pela cintura e minhas perninhas branquinhas no ar.
Eu estava totalmente indefesa e completamente no cio por aquele homem.
- O meu bebe, não foi minha intenção, secando a lágrima que começava a escorre no meu rosto com sua língua áspera e gostosa.
- É que não gosto de ser contrariado. Eu sou viúvo há mais de cinco anos, meus dois filhos já casaram e foram fazer a vida. Eu vivo muito sozinho. E desde que te vi caminhando, sei lá. Me deu vontade de te fazer minha mulher.
- Ownnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn, que fofoooo!.
Naquele instante eu já sentia o verdadeiro cheiro do meu macho. Ele era muito asseado, perfume de sabonete barato, mas todo cheiroso.
Meus braços entrelaçaram seu pescoço. Nossas bocas se conectaram como se fosse pra sempre. Minha língua invadiu a boca dele.
Até novamente ele dominar a situação.
- Eu sou grosso, simples e pobre, mas também sou romântico. Você aceita ser minha fêmea, minha mulher?
- Meu preto, sou sua galeguinha, sua branquinha.Não pense que vou falar da boca pra fora. Desde que te vi me apaixonei. Mas temos esse problema amor, eu nunca dei e imagine esse antebraço no meu cuzinho. E olha que eu uso até brinquedos grandes, mas nada se compara a isso.
Ele não disse uma palavra.
Apenas me jogou de bruços na cama e arrancou meu shortinho. Quando viu que eu estava com uma tanguinha socada, deu um tapa forte na raba.
- Puta que pariu bebe, como você é gostosa!
- Aieeeee amor, fingindo reclamar, com a marca dos 5 dedos na nádega.
- Gostou paixão, disse, já dando uma empinadinha.
- Se eu gostei, vou te comer todos os dias, sempre.
Meu grelinho, naquele instante roçando sobre o lençol, soltou o primeiro sinal de orgasmo.
- Só vou perguntar uma vez e vou impor algumas regras: eu quero que você seja minha mulher, mas quando estivermos juntos, não quero nenhum comportamento de homem, entendeu. Essa minhoquinha vamos botar numa gaiola e quero vc sempre assim, toda depiladinha, cheirosa e pronta pra levar a vara do negao. Aceita bebe?
-Simmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm, mas também tenho uma condição: a partir de hoje, eu serei a BIA, sua BIA, esquece o Bernardo, ou o Bê, ele morreu. Só vou manter a imagem no trabalho e nos negócios, mas quero ser a sua BIA. Pode ser meu preto gostoso?
- Cachorra, como você é gostosa. Vem cá, empina esse cuzinho que agora você vai se apaixonar.
Aieeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee.
Ele puxou a calcinha pro lado e enfiou aquela língua, só ela, era maior do que quase tudo o que eu tinha experimentado.
Foram quatro ou cinco lambidas e, em seguida, ele enfiou um dedo.
- Deus meu!!!! O que era aquilo.
, Parecia tocar minha bexiga, próstata, intestino, tudo ao mesmo t3mpo. Ele enfiou o segundo dedo e começou a girar. Não lembro direito o que falei, mas dei um grito quase animal ao receber um choque.
- Ahhhhhhhhh! Jorjaoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo, eu
eu, eu, to gozandoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo.
.Nao lembro o que ocorreu nos minutos ou segundos na sequencia. Eu desmaiei tamanho prazer. E ele ainda nem tinha começado a meter.
Espero que gostem da parte 2. Na 3 prometo contar em detalhes como perdi o cabacinho. Bjs da Bia!!
