Meu nome é Simone, tenho 40 anos e, depois de uma separação recente, venho me dedicando cada vez mais ao meu corpo e à minha carreira. Sou chefe de setor em uma empresa de médio porte, onde o ambiente é dinâmico, cheio de prazos e reuniões constantes. Meu corpo, moldado por anos de academia, chama atenção sem que eu precise forçar: seios médios e firmes, bunda pequena mas empinada e redonda, coxas tonificadas e musculosas que sempre roubam olhares quando uso saias ou leggings. Meus cabelos castanhos ondulados caem na altura dos ombros, e mantenho um ar profissional e confiante.
Trabalho lado a lado com Marcelo, chefe de outro setor. Ele tem 38 anos, também recém-separado, e sua aparência imponente gera todo tipo de curiosidade entre as mulheres da empresa — especialmente sobre como ele deve ser na cama. Com sua barba comprida, olhar fechado e aquela cara de bravo permanente, Marcelo transmite uma aura quase intimidante. No entanto, no dia a dia ele é extremamente respeitoso, gentil e sempre prestativo com todos os colegas.
Um dia qualquer no escritório começava sempre igual: eu chegava por volta das oito, vestindo uma saia lápis que marcava minhas coxas tonificadas e uma blusa social que disfarçava discretamente meus seios firmes, sentava na minha mesa e mergulhava nos relatórios e e-mails pendentes, enquanto Marcelo passava pelo corredor com seu passo firme, barba bem aparada, acenando educadamente com aquele olhar sério antes de se trancar em sua sala para coordenar sua equipe, o dia seguindo na rotina de reuniões matinais, almoço rápido no refeitório da empresa, trocas breves de informações técnicas entre nossos setores e o burburinho constante de ligações e teclados até o final da tarde.
Quando o expediente estava quase no fim, recebi uma ordem urgente do diretor que exigia um relatório completo ainda naquela noite, me obrigando a ficar até mais tarde no escritório praticamente vazio. Como os dados que eu precisava estavam sob responsabilidade do setor de Marcelo, não tive escolha senão ligar para ele, explicando a situação com voz um pouco cansada mas profissional, pedindo que voltasse para me ajudar a fechar aquilo o mais rápido possível.
Cerca de vinte minutos depois Marcelo retornou ao escritório, com a mesma expressão séria e a barba bem cuidada, mas trazendo uma postura prestativa como sempre; graças ao profundo conhecimento dele sobre os processos e dados do projeto, conseguimos resolver as pendências muito mais rápido do que eu imaginava, os dois trabalhando lado a lado em silêncio concentrado enquanto o prédio ao nosso redor ficava cada vez mais vazio e silencioso.
Ao terminarmos, com o relatório finalmente enviado, eu me virei para ele com um sorriso cansado mas sincero e, em forma de agradecimento, o convidei para comer uma pizza na minha casa ali perto, dizendo que era o mínimo que eu podia oferecer depois de ter pedido para ele voltar; Marcelo, com um leve sorriso quebrando sua cara de bravo habitual, respondeu em tom de brincadeira que “era o mínimo que ele esperava” depois de ter salvado a noite, aceitando o convite enquanto desligava o computador.
Saímos juntos do escritório e fomos direto para a minha casa, um apartamento aconchegante não muito longe; pedimos uma pizza grande, abrimos uma garrafa de vinho e nos sentamos ao redor da mesa da sala, começando a conversar sobre diversos assuntos que fluíam naturalmente — trabalho, as dificuldades dos casamentos que acabaram, as separações recentes, lembranças da juventude e até experiências com drogas. Em determinado momento, confessei que já tinha usado cocaína algumas vezes no passado, que fazia muito tempo que não usava e que, estranhamente, estava com vontade de relembrar aquela sensação; Marcelo revelou que também já havia usado, sugerindo que tinha um contato confiável caso eu estivesse afim, e quando perguntei se ele toparia usar comigo, ele topou sem hesitar, com um brilho diferente no olhar.
Enquanto continuávamos conversando, Marcelo fez uma ligação rápida e discreta; a cocaína chegou praticamente no mesmo momento em que o entregador da pizza tocou a campainha, criando uma coincidência quase cômica. Nós dois estávamos claramente ansiosos, mas decidimos comer primeiro, sentados à mesa devorando a pizza quente e tomando vinho, tentando manter a conversa leve mesmo com a expectativa crescendo no ar.
Terminamos de comer e, cada vez mais ansiosos, preparamos as carreiras na mesa da sala; cada um aspirou sua parte com um gesto rápido e decidido, sentindo o efeito subir quase imediatamente. Um pouco eufóricos, continuamos a conversar, e o papo foi ficando naturalmente mais íntimo — falamos sobre as frustrações sexuais das separações recentes, sobre o que cada um sentia falta na cama, sobre fantasias que nunca tinham realizado, com olhares cada vez mais demorados e o ar entre nós carregado de uma tensão nova e excitante.
Com a euforia da cocaína nos deixando mais soltos, revelei que não tinha transado mais desde a separação, que já fazia seis meses, sentindo um calor subir pelo corpo ao admitir aquilo em voz alta; Marcelo, com um sorriso malicioso, disse que estava separado há três meses, mas brincou dizendo que para ele “já eram 20 meses” de seca, fazendo nós dois rirmos alto enquanto a conversa se tornava ainda mais pessoal e carregada.
Enquanto ainda ríamos, preparei mais uma linha generosa para cada um; Marcelo cheirou primeiro, depois eu, na sequência. Ao levantar a cabeça, nossos olhares se cruzaram intensamente e, sem dizer uma palavra, nos jogamos um contra o outro, nos beijando loucamente, com fome e urgência, línguas se entrelaçando enquanto minhas mãos puxavam sua camisa e as dele apertavam minha cintura.
O beijo intenso foi descendo pelo meu pescoço, ele mordiscando e lambendo minha pele enquanto me levantava da cadeira e me guiava até o sofá; com movimentos ágeis, Marcelo tirou minha saia e minha calcinha, expondo minha boceta já molhada, inchada de desejo, com os lábios carnudos e rosados brilhando de excitação e o clitóris sensível pulsando. Ele se ajoelhou entre minhas coxas tonificadas, abriu minhas pernas com firmeza e mergulhou o rosto ali, fazendo oral de forma voraz e habilidosa — sua língua larga e quente lambia toda a extensão da minha fenda, circulava o clitóris com pressão perfeita, chupava os lábios internos e penetrava minha entrada, alternando com sugadas fortes que me faziam gemer alto, sua barba comprida roçando deliciosamente na pele sensível das minhas coxas enquanto eu segurava sua cabeça, empurrando-o mais fundo contra minha boceta encharcada.
“Ahh... Marcelo... assim... continua... caralho, sua língua é boa pra porra”, gemi alto, meu corpo arqueando no sofá enquanto ondas de prazer subiam pela minha espinha, as coxas tremendo ao redor da cabeça dele. “Faz seis meses... seis meses sem isso... chupa meu clitóris, por favor... mais forte!” Ele obedeceu, sugando meu clitóris inchado com fome, dois dedos grossos entrando fundo na minha boceta molhada, curvando-se para acertar meu ponto G enquanto eu rebolava contra sua boca, o som molhado e obsceno enchendo a sala. A euforia da cocaína amplificava tudo, meu orgasmo subindo rápido e violento. “Tô gozando... Marcelo... não para... porra, tô gozando!” gritei, o corpo convulsionando, minha boceta pulsando forte contra a língua dele, gozando abundantemente enquanto ele continuava lambendo cada gota, prolongando o prazer até minhas pernas ficarem moles e eu cair ofegante no sofá.
Antes mesmo que eu conseguisse me recuperar, ainda tremendo do orgasmo, Marcelo se levantou, baixou a calça e a cueca de uma vez, exibindo um pau maravilhoso, duro como pedra, veias saltadas pulsando, cabeça lustrosa e inchada, tamanho mediano de uns 16 ou 17 cm, mas bem grosso e com uma glande enorme e rosada; sem esperar, ele se posicionou entre minhas pernas e me penetrou com muita sede de sexo, enfiando todo o comprimento grosso de uma vez na minha boceta encharcada e sensível. Com estocadas fortes, profundas e ritmadas, ele me fodia com urgência, o pau grosso esticando minhas paredes internas deliciosamente. Poucas estocadas depois eu já gozava pela segunda vez, minha boceta apertando forte ao redor dele enquanto eu gritava de prazer. Ao sentir minha buceta contraindo e pulsando no pau dele, Marcelo não aguentou e gozou também, gemendo rouco enquanto jorrava quente dentro de mim. Ele desabou ao meu lado no sofá, nós dois ofegantes, suados e satisfeitos; nos olhamos por um momento e caímos na risada, uma risada cúmplice e aliviada.
Ficamos um tempo em silêncio, apenas respirando juntos, trocando olhares e algumas palavras leves sobre o quanto aquilo tinha sido intenso e inesperado. Depois, fomos juntos para o banho, onde só rolou beijos molhados e amassos quentes sob a água quente, mãos explorando os corpos sem pressa. Ao sairmos do banho, Marcelo começou a pegar as roupas para se vestir, mas eu o impedi, empurrando-o de volta contra a cama com um sorriso safado e dizendo: “Você só sai daqui depois que eu chupar esse pau gostoso até deixar minha boca cheia”.
Eu me aproximei dele com olhar faminto, segurei aquele pau grosso e pesado ainda meio duro, puxando-o pela vara até a cama e o empurrando deitado. “Olha esse pau maravilhoso... grosso pra caralho, cabeça enorme... vou te mamar até você gozar na minha boca toda”, murmurei safada, lambendo devagar da base até a glande lustrosa, sentindo o gosto da nossa mistura anterior. Comecei o oral longo e guloso, chupando a cabeça grossa com força, girando a língua ao redor enquanto minha mão masturbava o eixo veioso. “Gosta assim, né? De uma puta safada chupando você”, falei olhando nos olhos dele antes de engolir o máximo que conseguia, sentindo a grossura abrindo minha garganta. Alternei sucções profundas, lambidas molhadas nas bolas e chupadas rápidas na cabeça, babando bastante enquanto gemia com o pau na boca. Marcelo gemia rouco, segurando meus cabelos. “Porra, Simone... sua boca é quente pra caralho... chupa mais fundo.” Eu obedecia, acelerando, sugando com fome, até sentir o pau dele latejar forte. “Goza na minha boca... enche minha garganta de porra quente”, pedi safada. Com um gemido alto, Marcelo gozou, jatos grossos e quentes enchendo minha boca enquanto eu engolia o que conseguia, o resto escorrendo pelos lábios, lambendo tudo até deixar o pau limpinho.
Exaustos e satisfeitos, nos deitamos lado a lado na cama, corpos entrelaçados, trocando beijos preguiçosos. “Isso foi muito melhor que qualquer relatório urgente”, murmurei rindo baixinho contra o peito dele. Marcelo sorriu, passando a mão nas minhas costas. “Podemos repetir sempre que precisar de ajuda extra no trabalho.” Ficamos ali, curtindo o silêncio confortável, sabendo que aquela noite tinha aberto uma porta que nenhum de nós queria fechar tão cedo.