Olá, leitor(a).
Depois que eu que eu vi a Lorena pelada e ela me chupou na frente da Nay, tudo mudou. Não esqueça de avaliar ao final da leitura.
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Nay mandou uma mensagem no Facebook:
"Oi, meu amor, meu gato safado. Vamos pra Serra no feriado? Mas vamos na sexta, menos movimentado. Você trabalha?"
Eu trabalhava numa empresa aérea, na manutenção, mas consegui uma folga para o feriado. Peguei do meu banco de horas.
"Oi, Nay, estou disponível. Só combinar a hora que eu passo aí pra te pegar".
Entrei no site de desconto Peixe Urbano e peguei um quarto de uma pousada em Bento. O anúncio dizia: "Pousada Bosque Centenário. Quarto com cama de casal mais cama de solteiro, para até 3 pessoas. De R$ 350,00 por R$ 180,00". Reservei na hora! Um achado! De sexta para sábado, dava pra passear na sexta e no sábado, e ainda curtir uma noite com Nay em um lugar chique por quase metade do preço. Fiz surpresa.
"Na sexta, a partir das 7:00. Te aguardo, te amo❤️"
A semana passou voando. As inspeções no Boeing 737 da extinta Webjet ocuparam todo o meu tempo. Nay quis que eu fosse lá dormir, mas eu cheguei mais tarde do trabalho e preferi dormir em casa, pois teria que dirigir no outro dia. Mas de quinta para sexta quase não dormi de ansiedade.
Na sexta de manhã tomei meu café, e fui pra casa dela. Buzinei. Ela apareceu sorridente, fazendo um sinal de "espera aí". Passou um conhecido da igreja, do outro lado da rua e me chamou: "Fala irmão Júnior!" Eu olhei, fiz sinal: "Bom dia irmão Leandro, paz!". Ele perguntou se tava tudo bem, eu respondi que sim, iria viajar. "Vai com Deus, meu querido". "Amém", respondi. Escutei a porta do carro abrindo e virei o pescoço instintivamente.
— Oi, Júnior!
— Oi, Lorena! - respondi, espantado em vê-la. Ela abaixou o banco e se sentou atrás.
— Oi, meu amor! - diz Nay, sentando no banco da frente, e me dando um selinho — Estamos prontas!
— Ué, vamos levar vela? - perguntei, rindo, mas fazendo cara de "o que ela tá fazendo aqui?".
— Ah, a Lore é parceira. Vamos nos divertir com ela, você vai ver.
— Então tá, let's go! - respondi, acelerando o carro.
A viagem foi tranquila, apreciando a paisagem, as meninas conversando alegremente, rindo o trajeto todo. Elas eram muito amigas, pelo jeito. Não tocaram no acontecido na casa delas.
— Vou levar vocês pra Nova Petrópolis. Consegui um cupom de desconto pro nosso almoço. Surpresa!
— Sério? Nunca parei lá, sempre fui direto para Gramado - falou Nay.
— As pessoas nunca conhecem as coisas fora do clichê - eu alfinetei.
— Eu só passei pela praça em uma excursão da escola - falou Lore.
Entramos na cidade. A colonização típica alemã tinha marcas na arquitetura contemporânea. Levei-as ao restaurante Torquês, especializado em comidas típicas alemãs. O buffet livre tinha todo tipo de comida e sobremesa. Ficamos lá até umas 14 horas. Elas quiseram ir a Gramado dar uma volta. Fomos. Andamos pelo centro e depois passamos em Canela, na praça da catedral. Tomamos um café e comemos chocolate numa cafeteria. Elas resolveram que era hora de voltar, pra não chegarmos muito tarde. Pegamos a estrada de volta para Nova Petrópolis e virei para Bento Gonçalves, onde era nossa hospedagem e dirigi até a pousada, que ficava no Caminhos de Pedra, início da zona rural.
A pousada era um casario de pedra, típico da região, mas era construção recente. Por dentro era moderno e chique.
— Boa noite, bem vindos ao Bosque Centenário - disse o atendente, um rapaz loiro, olhos azuis, forte sotaque italiano — Sou Luigi.
— Boa noite. Sou Júnior. Temos uma reserva para três pessoas. Aqui está - disse eu, apresentando o papel impresso com a reserva feita pelo site promocional.
Elas estavam sem entender o que estava acontecendo. Eu só falei que tinha uma surpresa quando viramos para Bento Gonçalves ao invés de continuar a descida da serra para Canoas. Eram aproximadamente 18:00. Elas vestiam botas, calças jeans, casacos e eu vestia calça jeans, um sapatênis e um casaco da North Face.
— Tudo certo, senhor. Por favor, me acompanhem. - disse ele, após preenchermos as papeladas.
Seguimos Luigi, que subiu a escada. No andar de cima chegamos à uma sala rústica, com aparência dos anos 70 ou 80, onde estava sendo preparado o jantar, com móveis típicos da época. Lorena e Nayara se entreolharam. Viramos à direita e fomos até o final do corredor.
— A suíte Carvalho é a melhor da casa, senhor. Por favor, entrem.
Entramos nós três na frente, Luigi em seguida. O quarto amplo tinha uma cama king size, gigante, com travesseiros espalhados por toda a cabeceira, que parecia um tronco de árvore cortado ao meio. A suíte era moderna, não tendo aparência retrô do lado externo.
— A suíte tem uma banheira com hidromassagem digital. As torneiras e o chuveiro possuem água quente, sinalizada com uma gota vermelha adesivada na torneira. Abra e espere alguns segundos até a água quente chegar.
Voltamos ao quarto.
— A Bosque Centenário prestigia clientes como o senhor.
Olhei e vi uma atendente com uma bandeja de prata e três taças. Um balde de gelo com um espumante estava em cima da mesa de cabeceira.
— Obrigado, Luigi. É por isso que escolho estabelecimentos como este. Atendimento impecável. - respondi, da maneira mais polida que me veio à mente. Eu nunca tinha ido em um lugar desses!
— Grato pela preferência, senhor. O jantar será servido das 19:00 às 21:00. Hoje o menu traz a típica macarronada, polenta frita, cordeiro, além de risoto de filé mignon e lasanha. Para acompanhar o senhor pode escolher uma taça de vinho branco ou tinto, conforme o prato.
— Mais um vez obrigado, Luigi.
— Estou à disposição, senhor. Ramal 99, recepção. - disse ele, saindo e fechando suavemente a porta atrás de si.
Estávamos os três embasbacados! Eu me sentei na cama e elas se sentaram, uma de cada lado, e pegaram nas minhas mãos.
— Cara, quanto você pagou por isso?? - perguntou Nay.
— Apenas R$ 180,00. Promoção no Peixe Urbano - disse eu.
— Isso é incrível! A gente nem poderia entrar em um lugar desses - disse Lore.
— Obrigada, meu amor! - disse Nay, me dando um selinho.
— Obrigada, Junior - disse Lore, me dando um beijo na face.
— Por nada, meninas. Agora vão lá tomar banho. Temos um jantar de gala pela frente. - disse eu, rindo.
— Sem você não, né! - respondeu Nay.
O aquecedor estava ligado, então começou a ficar quente. A janela do quarto era um painel de vidro duplo, que dava vista para um bosque e um riacho ao fundo do terreno, cheio de pedras e curso acelerado devido às chuvas recentes. Estava escuro lá fora, e o ambiente externo era iluminado por holofotes intensos. Fechei as cortinas. Tirei minhas roupas e joguei na cadeira. Nayara já estava nua, me olhando.
— Vamos? - convidou-me. Eu a abracei, nu, na frente de Lorena, que olhava a cena.
— Vem, amiga, toma banho com a gente. Já não há falta de intimidade entre nós.
Meu pau enrijeceu mais ainda. Não sei se Nay percebeu.
Liguei a banheira, que começou a encher com água quente. Lorena entrou no banheiro, balançando os peitos enquanto dançava pra lá e pra cá.
— Tá feliz, Lore? - perguntei.
— E como! Nunca imaginei estar em um lugar tão chique como esse! Eu mal consigo pagar minhas contas e minha faculdade de direito. Eu e a Nay fazemos das tripas coração para poder pagar aquele aluguel. Ela com as faxinas e eu com meu estágio. Às vezes ajudo ela nas faxinas, né Nay?
— Sim, somos parceiras pra tudo. E pelo jeito até do Junior agora. Vou ter que dividi-lo também, como já divido minhas coisas e a casa com você - disse Nay, resignada.
— Sem brigas, meninas. A Nay é minha - falei, olhando para Lore.
— Tá bom, eu aceito ficar só junto - disse ela, entrando primeiro na água quente.
Nay jogou alguns sais de banho na água e o ambiente ficou perfumado. Ela entrou e eu também. A banheira era circular, cabiam facilmente 4 ou 5 pessoas ali. Sentei ao lado da Nay, que estava ao lado de Lore.
— Ah, que relaxante esses jatos. Nem uma massagista é tão bom assim - falou Nay.
— É que você nunca deve ter ido em uma - respondi — aquelas com pedras quentes, meu sonho!
Ficamos ali, relaxando, meu pau voltou à posição de repouso. Eu sonhava acordado, com duas mulheres peladas em uma banheira de uma pousada de nível social e financeiro muito superior ao meu. Não que não pudesse pagar isso uma vez na vida, como ali, mas o desconto veio no momento certo.
Nay se mexeu, e sentou-se no meu colo, de frente para Lore, de lado para mim, e se recostou no meu ombro. Lore aproveitou e se aproximou de nós, colocando as pernas de Nay por cima das dela. Permanecemos assim, em silêncio, ouvindo só o ruído da água pressurizada.
Lorena começou a passar a mão nas pernas de Nay. Ela estava visivelmente excitada. Olhei para Nay, os bicos dos seios dela estavam rígidos. Meu pau estava duro, roçando a buceta de Nay.
— Quero te beijar - disse Lore, olhando pra Nay.
— Vem, me beija, tô cheia de tesão! - respondeu Nay, sentando no meu colo, de costas para mim. Isso me permitiu encaixar meu pau dentro da buceta dela, mas não entrou tanto, devido à posição. Pelo menos a bunda magra e musculosa dela facilitava a penetração do meu pau, relativamente pequeno com seus 14 cm.
Lorena se posicionou em cima dela, pegando nos peitos definidos e apertando gentilmente, enquanto beijava Nay sofregamente. Era um tesão acumulado de uma semana, ou talvez de todo o tempo em que moravam juntas! Nay correspondia, apertando os seios de Lore. As duas emitiam gemidinhos e suspiravam. Nay rebolava no meu pau, fazendo com que a água se esparramasse para fora, o que não era um problema, pois tinha uma contenção que impedia que se espalhasse pelo banheiro.
Eu estava no céu, no paraíso, no Olimpo! O contraste entre as duas, de corpo, de cor, era um misto de satisfação indescritível. Eu fiquei com vontade de gozar.
— E eu, não ganho beijo? - perguntei.
Nay jogou o corpo para o lado, Lore se aproximou e demos um beijo triplo, de língua. Não tem como descrever isso... desculpe, leitor. Fique com sua imaginação.
Eu gozei dentro de Nayara sem avisar. Ela colocou a mão na buceta, apertando o grelo, e gozou. Estremeceu de leve. Empurrou Lorena de cima dela, fazendo com que ela se encostasse na parede da banheira. Deitou por cima de Lore e enfiou dois dedos na buceta dela, arrancando gemidos profundos e um espasmo, anunciando que Lorena não resistira e gozara nas mãos da minha namorada.
Nos lavamos na ducha pressurizada, nos secamos e fomos para o quarto.
— Caralho, vocês são maravilhosas - exclamei, vestindo a calça.
— Uma experiência nova para nós, né Nay - falou Lore, feliz.
— Diferente - falou, sem expressar emoção.
— Você está com ciúme? - perguntou Lore.
— Não, medo de perder o Júnior pra você. Só isso.
— Não vou fazer isso com minha melhor amiga. Você merece esse homem maravilhoso que apareceu na nossa vida.
— Olha aí, já está incluindo ele na sua.
— Calma, amiga, é só modo de dizer. Se você não quiser eu não faço mais nada, nem converso com ele. Só me dizer, que deito e durmo naquela cama ali do canto e não me meto na vida de vocês.
— Também não é assim, Lore - disse Nay, abraçando a amiga.
— Vamos jantar, gurias? - convidei.
Saí, mãos dadas com as duas, uma de cada lado. Me sentia um garanhão.
— Boa noite, senhor Júnior, seja bem vindo - disse a mulher branca, cabelos pretos, olhos castanhos, aparentando ter uns 40 anos. — Sou Madalena, ao dispor do senhor e dessas belas jovens. - e puxou as cadeiras para nós sentarmos.
— Obrigado - disse eu, sentando-me.
— Obrigada - disseram as meninas, sentando-se também.
— O cardápio está aqui, impresso neste cartão. Conforme o prato que desejarem eu servirei o vinho.
Nós três escolhemos o risoto de filé mignon. Madalena trouxe os pratos momentos depois, e serviu as taças.
— Este é um vinho da casa, o reserva Bosque das Araucárias, um vinho fino seco de uva merlot produzido aqui em Bento Gonçalves em uma vinícola parceira, amadurecido em barrica de carvalho.
— Obrigado, Madalena.
Ela se retirou e Nay olhou para mim.
— Você entende dessas coisas? - perguntou ela.
— E eu tenho cara de quem entende? - perguntei.
— Tem - respondeu Lore.
— Então está tudo bem, porque eu não entendo de porra nenhuma - falei baixo, rindo em seguida.
Elas riram. Nosso jantar foi maravilhoso. A harmonização do vinho com o risoto era perfeita. Conversamos sobre o dia, sobre a surpresa, expectativas profissionais.
— Eu quero fazer concurso para trabalhar de analista em tribunal federal - disse Lorena.
— E eu quero fazer concurso para trabalhar de analista na Receita Federal - disse Nay.
— Serão excelentes profissionais - respondi.
Ao término do jantar Madalena, sempre atenta, surgiu e recolheu os pratos, talheres e as taças.
— Aguardem, que vou trazer a sobremesa.
Ela retornou trazendo três taças com sagu de vinho e creme de baunilha. Nossa, era espetacular! Realmente, a vida das pessoas com mais dinheiro proporciona coisas interessantes, pensei.
Retornamos à suíte. O calor do aquecedor, mais o vinho, me levaram a ficar nu. Deitei-me na cama e elas se deitaram, uma de cada lado, nuas. Eu me sentia o rei, com suas concubinas... hehe.
— E então, meninas, que tal?
— Realmente, que tem grana tem muita coisa boa pra fazer.
— E pra comer - falou Lorena, e passou a mão pelo meu pau murcho. Nay olhou de soslaio para ela.
— Vocês querem tomar aquele espumante pra comemorar nossa noite? - perguntei. — Mas só se estiverem bem, não quero nenhuma passando mal, pra não estragar nosso momento.
— Vamos abrir? - perguntou Nay, olhando pra Lore.
— Vamos, Nay. Abra pra gente, Junior.
Peguei as taças, coloquei alinhadas umas com as outras, e retirei o lacre do espumante. Estava escrito: reserva Bosque das Hortências. Girei a rolha segurando com a mão, para que não estourasse e atingisse alguma lâmpada ou derramasse no chão. "POP".
— Aeeee!
— OBAAA!
Eu servi as taças em quantidades iguais. Sobrou um pouco menos da metade da garrafa.
Sentamos na cama, os três um de frente para o outro. Batemos as taças:
— Saúde!
— A nós!
— Ao Júnior!
Bebericamos o espumante. Um sabor trabalhado. Não sei classificar, só estou usando palavras de um entendedor de vinhos, mas que não entende de nada...ahahaha.
O álcool trabalhou, retirou o verniz da timidez e dos conceitos sociais. A nudez ali era além do sexo, naquele momento.
— Olha pra mim - disse eu — pelado, com duas mulheres na minha cama, hospedado em uma pousada de luxo como se rico fosse.
— E nós? Temos a sorte de ter um cara rico nos proporcionando isso - falou Lore.
— Eu que tive a sorte de achar ele, né Junior? - respondeu ela.
— Eu que fui sortudo em aquela mulher ter compromisso e te indicar - respondi. — Sem ela nada disso estaria acontecendo!
Era verdade. Se não fosse pela agenda lotada daquela mulher eu estaria na minha casa e elas na delas.
Conversamos, rimos, ambiente descontraído. Servimos a segunda taça e o álcool fez um pouco de efeito. Eu fui ao banheiro, me aliviei e deitei na cama. Não era preciso coberta, estava bem quente. Reduzi a temperatura do aquecedor.
As duas voltaram a se deitar uma de cada lado meu. Nay pegou no meu pau, e começou a me provocar, me beijando. Lorena só observava. Nay passava a mão pelas minhas coxas, minhas bolas, o corpo do meu pau, e ele começou a reagir. Sob álcool e uma gozada de três horas atrás, ele estava meio lento.
Nay pegou a mão de Lore e colocou no meu pau. Olhei pra Nay, que fez sinal para eu ficar quieto. Em seguida colocou a buceta na minha cara e a boca no meu pau, iniciando um 69 que quase me sufocou. Ela me chupava, e Lore apertava meu pau, e massageava meu períneo e passava os dedos no meu cu. Eu estava ficando rígido, e já estava me dando vontade de gozar. Lore chupou meu cu, chupou minhas bolas e eu fui à loucura. Consegui afastar o boca da buceta da Nay e gritei:
— Parem, se não eu vou gozar!!
Nay saiu de cima e Lore voltou a se deitar ao meu lado.
— Vocês são malucas. A Nay agora há pouco estava com ciúme. A Lore vive cheia de tesão. E eu fico no meio do fogo cruzado!
— Você que escolheu estar aqui com a gente hoje, amor - disse Lore.
— Você é o culpado disso tudo, gostoso - disse Nay.
— Agora quero que a Nay fique quieta. E você, Lore, deita aí e não se mexe.
Levantei, pau duro. Olhei aquelas mulheres tão diferentes na minha cama. Cada uma era gostosa por motivos diferentes. Eu me aproximei da Nay. Nem sei se poderia considerar ela minha namorada. Não naquele momento. Abri as pernas dela e observei a buceta. Melada. Abaixei-me e toquei a carne dela com meus lábios. Ela estremeceu. Chupei a área externa e coloquei a língua. Ela gemeu e agarrou meus cabelos. Eu colocava e tirava a língua, simulando a penetração. Ela rebolava no ritmo das linguadas. Acertei o clitóris dela, e ele gemeu. Parei de chupar, coloquei dois dedos, e o mel escorreu no lençol. Chupei. Inseri novamente os dedos e acertei o ritmo, fazendo-a gozar intensamente, fechando as pernas e liberando muito líquido. Eu a chupei e a beijei na boca, fazendo-a sentir seu sabor.
Olhei para Lore. Ela se masturbava.
— Quem foi que te mandou masturbar? Só vai gozar comigo! - exclamei.
Aproximei-me dela. Beijei-a na boca. Ela sentiu o sabor da amiga. Desci, chupei seus peitos, ora fraco, ora forte. Ela gemia. Desci, sugando a barriga, até chegar na buceta volumosa. Seus grandes lábios se abriam, revelando uma caverna rosa, cheia de mel. Suguei cada gota. Olhei para Nay e fiz sinal para ela. Beijei-a, compartilhando o sabor da amiga, e fiz sinal para ela beijar Lore. Elas se beijaram. Ao mesmo tempo coloquei dois dedos na buceta da Lore, e fiz movimentos vigorosos. Ela dobrou os joelhos e estremeceu, gozando intensamente.
— Chupa a boceta da sua amiga, Nay!
Ela me olhou, mas obedeceu. Chupou avidamente e me beijou, liberando os sucos da Lore. Por fim nos beijamos triplamente. Meu pau estava doendo de tesão. Queria comer uma buceta logo.
— Vem, Nay, vou comer a buceta da minha namorada gostosa!
— Sou sua namorada? Quero ser sua puta hoje!
— Então empina esse rabo, sua puta!
Ela ficou de quatro, eu enterrei meu pau de uma vez, massageando o cu dela com os dedos encharcados de seu mel. Ela gemeu e gozou, deixando pingar mel no chão.
— Caralho, você é bom no que faz! - exclamou Lorena.
— E você, vai querer ser quem hoje aqui? - perguntei.
— A amiga da puta - respondeu ela, rindo junto com Nay.
— A amiga da puta também é puta - respondi, rindo.
Sentei na cama, e a Lore sentou de costas para mim. Começou a rebolar.
— Para, para. Quem mandou começar? Nay, vem, chupa os peitos dela.
Nay beijou cada peito, depois sugou lentamente, arrancando gemidos de Lore, que tinha meu pau dentro da buceta dela, parado, duro, latejando.
— Agora, Nay, quando a puta da sua amiga começar a subir e descer no meu pau, você chupa a buceta dela.
Nay me olhou, e obedeceu. Lore subia e descia no meu pau, eu a segurava pela cintura, controlando a velocidade.
— Devagar, putinha, devagar. Sem pressa que a noite é longa e eu não quero gozar.
Lorena descia e subia devagar, enquanto Nay, com a cara no meio das pernas dela, tentava sugar a buceta dela e acabava lambendo meu pau. Caralho!
— Vai, Lore. Rebola, vai.
Ela não se fez de rogada. Apoiou a mão na cama, empinou o rabo avantajado e rebolou no meu pau. Eu apertava o dedo no cu dela, mas a pressão não permitia o acesso.
— Para... para e desce - pedi.
Ela se deitou, cansada da posição.
— Agora você vai fazer um 69 com a Nay. Você por baixo, Nay por cima.
A Lore se deitou, cabeça para o pé da cama, a Nay ficou por cima dela, cabeça para a cabeceira da cama. Começaram a se chupar, emitindo gemidos de prazer e satisfação. Cheguei por trás da Nay e enterrei meu pau de uma vez. Ela gritou de prazer!
— Puta que pariu, Junior, quer me matar?!
Não respondi. Soquei com força. Gemi alto, gozei dentro dela. Jatos e jatos de porra. Que delícia!
— Caralho, gozei, suas putas!!
Meu gozo escorreu na boca da Lore, que engoliu. Eu a beijei. Ela me puxou e chupou meu pau gozado, fazendo-me estremecer devido à sensibilidade, me levando a uma nova gozada intensa. Meu mel escorreu na boca dela, bem pouco, devido à recente ejaculação farta.
Nos jogamos os três na cama, exaustos. Puxamos a coberta, o ar já estava um pouco mais frio. Adormecemos os três juntos.
ContinuaNão se esqueça de avaliar o texto, leitor(a).