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EU E MINHA AMIGA DO CANTO

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Um conto erótico de JOÃO
Categoria: Heterossexual
Contém 975 palavras
Data: 29/06/2026 12:05:54

Meu nome é João (Fictício), tenho 51 anos e na época eu tinha 39,e já fazia parte de uma comunidade de pessoas que andavam na igreja. Por conhecer um pouco de música, comecei a tocar em um grupo que estava iniciando, e nesse grupo, somente eu, era HOMEM; os outros componentes eram tudo mulher na faixa etária de 32 a 52 anos de idade. Nesse grupo nos reuníamos sempre as sextas-feiras as 19:00. Com o tempo comecei a me tornar responsável por algumas atividades na comunidade, e era comum, ficar conversando com alguma mulher sozinho e muitas vezes essa conversa demorava ao ponto de passar mais que 2 horas de relógio.

Durante esse período, comecei a notar que algumas mulheres ficavam com ciúmes umas das outras por conta da atenção que dava diferenciada de uma para a outra. E isso começou a mexer comigo. O orgulho masculino começou a falar mais alto; me sentir no poder de avançar e querer uma daquelas mulheres. Percebi que em alguns momentos, pegavam alguma delas me olhando diferente, sorridente, e um pouco mais carinhosa comigo. O tempo foi passando e a intimidade entre nós somente aumentava. Era abraços, apertar das mãos mais forte e perguntas tolas como estava o perfume.

Quando o grupo fez dois anos, as coisas pareciam a todo vapor. Erámos mais que conhecidos de músicas, me tornei confidente de uma delas e isso só fez aumentar. Durante as conversas, ela sempre alegava que o marido pouco ligava como ela estava, de roupa estaria vestida e que sua única obrigação era dentro de casa; com os fazeres de mulher casada. Ou seja, ela mesmo dia que parecia um móvel comprado e largado no canto. E isso acendeu um desejo no meu peito, já não sabia mais o que fazer, queria aprofundar mais o assunto, com tudo, sempre tinha alguém inconveniente tentando entrar na conversa e sabe por que tanto falámos. A noite seguiu e cada foi para casa, e na saída percebi que a mulher que tinha se tornada muito próxima de mim, esperou fechar as portas. Achei estranho, já que seria a primeira vez depois de vários meses. Aumentei o tempo para trancar tudo e esperei o que ela queria me dizer. Então, ela me disse; “Nossas conversas estão tirando o meu sono!”. Nessa hora, acreditei, dei uma de “João-sem-braço” e perguntei, qual delas? Ela riu e ficou calada. Na verdade, eu falava nas conversas como é bom cuidar das pessoas e como uma mulher merecer bons carinhos, conversar e atendimentos. Então, quando nos separamos, falei subitamente: Boa noite querida!

Na semana seguinte, cheguei cedo. E como tinha as chaves da comunidade, entrei e comecei a arrumar alguns instrumentos. Ela chegou, bateu na porta e entrou. Depois de algumas trocas de olhares, não falamos mais nada e nos beijamos loucamente. Dei um beijo tão quente nela que percebi que suas pernas ficaram moles, e ficamos nessa troca de beijos por dez minutos até a chegada de outras pessoas. Quando saímos da sala que estávamos, notei que sua roupa estava toda torta e os cabelos assanhados, tentamos ajustar rapidamente e mantivemos no máximo a calma.

Passado alguns meses depois de algumas conversas, chegamos à decisão que precisávamos nos ver longe de tudo e todos, então, marcamos um encontro onde acreditávamos que ninguém poderia chegar e atrapalhar, e assim fomos. No decorrer do caminho percebemos que não foi possível. Voltamos pra casa e marcamos outro momento.

Na primeira vez que realmente estávamos sozinhos, novamente dei aquele beijo gosto nos lábios finos e macios, chupei toda sua boca, mordi, beijei o pescoço e a mulher só respirava fundo e tentando parar com a loucura. Nesse momento perguntei; não seria melhor ficarmos mais à vontade? Ela disse: “Como?” E beijando carinhosamente sua pele, fui abrindo o cinco da sua calça, a pica já estava em tempo de pular pra fora de tão dura que estava.

Quando abri a calça, mete a mão na buceta por baixo da calcinha e percebi que estava muito quente e húmida, voltei com os meus dedos na minha boca e comecei a lamber. Ela ficou louca. Baixei e fui tirando a calça até embaixo, e beijando o corpo, que delícia. Dei uma lambida na barriga e fui descendo até a buceta, nessa hora ela gemeu alto e disse: “Aí!” Tirei uma perna e depois a outra da calça, quando vi o tamanho da buceta fiquei doido, levantei e fui tirando sua blusa, e vi a maravilha dos peitos branquinho e lindos, bicos rosados e pequenos: cai de boca e comecei a chupar. Não resistindo por tanto tempo, ela começou a tirar minha camisa e o resto da minha roupa me beijando, fiquei completamente somente de cueca. Quando menos esperava, ela se abaixou e meteu a pica na boca e deu uma profunda chupada, meu pau já estava todo melado e ela insistindo, querendo logo leite. Eu disse, vamos tomar um banho. Encostei ela na parede e comecei a roça a pica na buceta e mamando nos peitos lindos. Levantei uma de suas pernas e coloquei na minha cintura, e sem camisinha mesmo (não aconselho ninguém a ir na pele), fui penetrando e alternando beijos na boca, no corpo e chupando o peito. Ficamos mexendo um no outro por longo tempo, quando eu comecei a percebeu que a sua buceta estava completamente molhada e ela suspirava mais forte e calada, pensei, estar gozando, vou gozar também. Acelerei comecei a meter forte, ela dia: “Aí meu amor, mete, mete, mete, vai! Mete gostoso, vai! Vai...” ao som desse gemido derramei tudo dentro e fiquei mexendo e a gala entrando na buceta. Que buceta deliciosa! Quente, macia e maravilhosa. Começamos tudo outra vez e voltamos para a cama, foi quando ela disse: “Agora sou eu!”

Se desejarem, contarei outras aventuras fizemos juntos e fazemos até hoje!

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