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República Viracopos 06 - Sexta-feira agitada

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Um conto erótico de Márcio
Categoria: Gay
Contém 3257 palavras
Data: 29/06/2026 10:29:03

Passaram-se alguns dias desde minha “brincadeira” com Carlos e Mário. Devido as aulas que começaram a ficar puxadas eu quase não via os meninos da república, nossa comunicação estava acontecendo exclusivamente por whatsapp, mas algo interessante aconteceu numa madrugada de quinta para sexta-feira.

Eu estava chegando em casa depois de uma pequena festa que minha turma tinha organizado só entre a gente, coisa de calouros. As luzes da república estavam todas apagadas exceto a da cozinha, eu estava muito bêbado, mas ouvia uns gemidos vindo de lá. Quando me aproximei da porta discretamente vi Paulo de costas com a bermuda abaixada até os pés fodendo uma menina, também de costas, os dois apoiados na bancada da cozinha. A garota fazia o máximo tentando não gemer muito alto, mas Paulo dava estocadas fortes nela. A visão da bunda redondinha e do pau dele entrando e saindo eram incríveis. Minha vontade era de estar no lugar da garota levando aquele pau grosso e cheio de veias. Meu pau ficou muito duro com aquela visão.

Resolvi não dar mais bandeira parado ali e fui para o meu quarto, mas não tirava a cena que se desenrolava na cozinha da minha cabeça, então fui obrigado a bater uma punheta pensando no Paulo me enrabando, e depois de gozar consegui pegar no sono.

No dia seguinte a cena da cozinha não saia da minha cabeça. Fui tomar um banho gelado para relaxar, mas tive que bater uma no banho para distrair a mente.

Fui para a cozinha e lá estavam Paulo e Rafael conversando. Quando vi Paulo fiquei de pau duro na mesma hora, mas consegui disfarçar e corri para me sentar à mesa ao lado de Rafael. Ficamos bebendo café e conversando sobre a faculdade. Como Paulo era meu veterano ele ficou me perguntando o que eu tava achando das disciplinas e dos professores, se dispôs a me ajudar com algumas dúvidas minhas e me ajudar a me enturmar mais com meus veteranos. Tinha uma coisa engraçada sobre ele que é o fato de sua aparência não condizer com sua personalidade. Paulo tem 1,85 de altura, cabelo castanho claro, quase loiro, arrepiado, o sorriso dele faz a gente querer rir também, e ele tem o corpo sarado naturalmente. Ele, além de muito inteligente, era muito bom de lábia, e depois do que vi na última madrugada não conseguia olhar para sua cara sem lembrar daquela visão maravilhosa.

Enfim, ele teve que ir para a faculdade, pois pegou uma disciplina que era na parte da manhã, e ficamos eu e Rafa na cozinha.

- E aí, Mineirinho (só ele me chamava assim), quanto tempo a gente não consegue ficar sozinho – ele disse com um olhar malicioso. Ele usava apenas uma samba-canção (Rafael era o que mais ficava seminu em casa).

- Pois é, cara. Já faz um tempo desde nossa “brincadeira” no banheiro – disse colocando minha mão sobre a coxa dele a alisando.

- Olha como eu fico só de lembrar daquilo – ele falou colocando seu pau duro e babando pra fora da cueca – que tal você me dar outra mamada daquela?

Levei minha mão ao seu membro quente e pulsante, mas antes que pudesse fazer qualquer coisa escutamos a porta de entrada se abrir e vozes vindo dela. Rafael guardou seu pau e ficou sentado ao meu lado até seu pau baixar. Quem havia chegado em casa era Mário e dois amigos dele.

- Não gosto desses dois! – disse Rafael – no rock da engenharia química eles ficaram fazendo piadinhas homofóbicas, assediando as minas e xingando os calouros. Não entendo como o Mário consegue ser amigo desses aí.

Fiquei pensando se eles também “brincavam” com Mário como fizemos eu, ele e Carlos.

- Até que eles são bonitinhos, pelo menos.

Rafael pareceu não gostar muito do meu comentário. Ele fechou a cara e se levantou saindo da cozinha.

- Vou tomar um banho e ir pra faculdade. Melhor fazer hora lá do que aguentar esses dois aqui em casa.

Continuei tomando meu cafezinho sossegado até que Mário apareceu na cozinha para tomar água junto dos dois amigos e me apresentou a eles. Henrique, mais quieto, com cara de bravo e usava óculos, corpo peludo aparentemente (do jeito que eu gosto) e parrudo. O outro era Vitor, magrinho, falava muito, e tinha algo nele que me irritava, mas ao mesmo tempo me atraia.

Eles estavam estranhos, muita sede, rindo à toa e olhos vermelhos. Aí percebi que estavam chapados. Mário perguntou se eu queria também, mas recusei de boa e eles voltaram para o quarto. Eu não tinha mais nada par fazer, então me preparei e fui para a faculdade também.

As aulas do dia foram puxadas, estava cheio de listas de exercícios e trabalhos para entregar. Quando ia saindo da última aula e indo embora ouvi alguém me gritando, era o Paulo que estava indo embora também então fomos juntos para casa. Ele todo descontraído e brincalhão, e eu mais quieto e tímido lembrando da noite anterior. Fomos conversando de boa até que ele toca no assunto sem mais nem menos.

- Mas e aí, gostou do showzinho de ontem à noite? – ele disse quando entramos numa rua mais tranquila e deserta.

- Que show? – me fiz de desentendido sentindo minha cara queimar de vergonha.

- Não precisa fingir não, Papito. Eu te vi pelo reflexo da janela da cozinha. Tava hipnotizado me vendo foder a mina.

- Mano, me desculpa, não era minha intensão, eu tava chegando e vocês estavam alí e... – Ele me interrompeu.

- Relaxa, cara. Eu sei que a cozinha fica no caminho para os quartos e foi vacilo meu, e é o maior tesão ver uma mina daquelas levando pica. Eu tava muito bêbado e com muito tesão nela, nem aguentei chegar no quarto, comi ali mesmo. Só de lembrar fico duro, olha só – ele fala apontando para o pau duro na calça na maior naturalidade.

- Sei como é, às vezes o tesão faz a gente fazer umas doideiras. – falei lembrando do que eu e Rafael fizemos no banheiro na faculdade. – mas vocês não precisavam fazer aquilo na cozinha, né?

Andamos mais um pouco falando do assunto e chegamos em casa. Nossa república ficava relativamente perto da faculdade, já economizava no transporte. Pela primeira vez naquela semana todos estavam em casa, era fim de semana e ninguém tinha planos ainda. Os meninos sorriram quando me viram chegar, provavelmente pensando em putaria.

Estavam todos na sala jogando videogame. Rafael me olhou com cara de desejo. Yuri parecia faminto. Carlos e Mário estavam chapados, como sempre, e riam maliciosamente ao me verem. O único que não esboçou nenhuma reação foi Ramon, continuava com o olhar fixo na tela da TV. Rafa fez uma cara feia ao ver Yuri me encarando, ele já desconfiava do que fizemos no dia do rock da engenharia química. Ainda assim, nenhum deles sabiam do que havia feito com os outros. Eu estava morrendo de tesão depois da cena da cozinha, mas qual deles era a melhor opção para me ajudar a me aliviar?

Fui na cozinha tomar água e logo em seguida Yuri aparece atrás de mim.

- Está muito quente hoje, né? – ele estava sem camisa, apenas com uma bermuda. Também veio para perto de mim para pegar água, e algumas pequenas gotas escorreram pelo seu queixo, indo pela garganta, peitoral, barriga, e parando na entrada de sua bermuda. Eu engoli em seco na hora.

- Pois é, essa cidade é quente demais. – só consegui dizer isso. Eu olhava firme dentro de seus olhos. Ele se aproximou ficando a centímetros do meu rosto. Dava para sentir o calor do seu corpo.

Do nada Rafa apareceu na cozinha e nos fastamos rapidamente.

- Estou atrapalhando a conversa?

- A gente só tava tomando água – Yuri falou um pouco irritado por ele ter nos trapalhado. Por um instante ficamos um olhando para a cara do outro em silêncio.

- Márcio, posso falar com você rapidinho? Rafael disse, com uma voz grave e autoritária que não deixava espaço pra negação.

Olhei pro Yuri, que deu de ombros com um sorrisinho irritado, e segui o Rafa pro corredor que dava pros quartos. Ele me puxou pro quarto dele, trancou a porta e encostou as costas na parede, cruzando os braços. Ele sem camisa e a bermuda dele mal segurava o volume que já começava a crescer.

— Que foi, Rafa? Tá doido? O pessoal tá tudo em casa.

Ele deu um passo à frente, e me virou me imprensando contra a parede em que ele estava. O cheiro dele — suor misturado com o sabonete que usava — invadiu meu nariz.

— Eu vi como o Yuri tava te olhando. E como você tava olhando pra ele. Aconteceu alguma coisa no dia do roque, né? Não me enrola, Mineirinho...

Senti o rosto esquentar. O Rafa tinha um jeito de dominar o espaço que me deixava mole na hora. Coloquei a mão no peito dele, sentindo o pelo macio e o coração batendo forte.

— Rolou um beijo... e mais um pouco. A gente tava bêbado, cara. Mas não foi nada demais. – como se eu devesse alguma explicação à ele.

Ele riu baixo, quase um rosnado, e segurou meu queixo, forçando meu olhar no dele.

— Nada demais? Tu acha que eu não percebo? Eu vi o jeito que você anda depois daquele dia. Tá andando mais solto, como quem levou rola boa. — Ele desceu a outra mão e apertou minha bunda por cima da bermuda. — Esse cuzinho já foi usado de novo, foi?

Não consegui mentir. Assenti, mordendo o lábio. O Rafa sorriu daquele jeito cafajeste que me deixava louco.

— Então tá. Hoje à noite você vai me mostrar o quanto aprendeu com ele. Mas agora... — Ele puxou minha mão pra dentro da bermuda. O pau dele tava duro, quente, pulsando. — Me alivia rapidinho, vai. Tô com o saco cheio desde que te vi na cozinha mais cedo.

Me ajoelhei ali mesmo no banheiro. Puxei a samba-canção pra baixo e aquela rola grossa pulou na minha cara, cabeça roxa brilhando de baba. O cheiro forte de macho me deu água na boca. Segurei na base, sentindo as veias saltadas, e lambi da cabeça até as bolas peludas. O Rafa gemeu baixo, segurando minha cabeça.

— Isso, boquinha gulosa... Engole tudo como você fez no banheiro da faculdade.

Abri a boca o máximo que consegui e desci, sentindo a glande grossa forçando minha garganta. Ele não foi delicado — meteu devagar mas fundo, fodendo minha boca com estocadas curtas enquanto segurava meu cabelo. Babava tudo, o som molhado ecoando no banheiro pequeno. Ele rosnava baixinho.

— Porra, Mineirinho... que boca perfeita. Tá aprendendo rápido, hein safado.

Eu engolia o máximo que dava, seu pau indo até o fundo da minha garganta e meu nariz encostando em seus pentelhos. Eu ficava apertando seu pau com os músculos da minha garganta e isso o fazia gemer mais ainda

Não demorou muito. Ele segurou minha cabeça firme e gozou fundo na garganta, jatos grossos e quentes que engoli tudo, não deixando desperdiçar nada daquele néctar viril. Levantei limpando o queixo e ele me deu um beijo bruto, enfiando a língua pra sentir o próprio gosto.

— Mais tarde eu como esse cu direito. Agora disfarça e sai primeiro.

Saí do quarto dele com o pau ainda meio duro na minha bermuda. Yuri tava na sala fingindo jogar videogame, mas me lançou um olhar que dizia “depois a gente conversa”. O resto do dia passou tenso, com todo mundo em casa e o clima carregado de tesão reprimido.

À noite, depois do jantar que eu ajudei a fazer, o pessoal decidiu fazer um “roque interno” — cerveja, som alto e maconha na sacada. Eu tava bebendo mais devagar dessa vez, mas o Yuri sentou do meu lado no sofá velho e ficou roçando a perna na minha o tempo todo. O Rafa notava tudo e ficava com a cara fechada, virando cachaça direto do copo. Não entendia muito bem o Rafael, por que ele estava tão bravo?

Em determinado momento, na sacada mais longe de onde eu estava, o Carlos e o Mário começaram a zoar o Ramon, que tava chapado pra caralho rindo de tudo. Paulo, sempre o mais safado, olhou pra mim e pro Yuri:

— E aí, Papito? Tá parecendo que você e o Yuri tão bem próximos, hein?

O Yuri riu e passou o braço pelo meu ombro.

— O calouro tá aprendendo a se soltar, né mano?

O Rafa se levantou de repente.

— Vou tomar um banho. Tá calor pra porra.

Ele me olhou de canto e eu entendi o recado. Esperei uns minutos e fui atrás, dizendo que estava cansado e ia tirar cum cochilo rápido no meu quarto. Quando entrei no banheiro, o Rafa já tava pelado embaixo do chuveiro, o pau meia bomba brilhando com a água.

— Tranca a porta e tira a roupa. Agora. – Ele geralmente era mais tranquilo comigo, mas não vou negar que até estava curtindo esse jeito mandão dele.

Obedeci rápido. Ele me puxou pra debaixo da água quente, colando o corpo grande no meu. Nossas rolas duras se esfregavam, escorregadias de água e sabonete. Ele me virou de costas, mordeu minha nuca — meu ponto fraco — e eu quase caí de tanto tesão.

— Você deu pra ele, né? — sussurrou no meu ouvido enquanto esfregava o pau entre minhas nádegas. — Deu esse cuzinho apertado pro Yuri...

— Dei... — confessei gemendo, empinando mais a bunda.

— Então hoje ele vai ver quem fode melhor.

Rafael se abaixou e começou a lamber meu cu com vontade. Eu me segurava ao máximo para não gemer alí. Mas não tínhamos muito tempo. Ele se levantou, cuspiu na mão, molhou o pau e a entrada do meu cu, e foi enfiando devagar. A água não ajudava, e o tamanho dele ainda esticava tudo. Gemi alto quando ele passou da metade. O Rafa tampou minha boca com a mão e meteu até o talo, seus pentelhos batendo na minha bunda.

— Calma, Mineirinho... aguenta a rola do seu macho.

Começou a estocar forte, o som molhado da água e da foda ecoando. Eu me segurava na parede, gemendo abafado na mão dele. Ele mordia meu ombro, apertava meus mamilos e batia na minha bunda enquanto socava. O prazer era absurdo — cada vez que ele acertava minha próstata eu via estrelas.

De repente a porta do banheiro balançou. Alguém tentando abrir.

— Márcio? Tá aí? — Era a voz do Yuri.

O Rafa não parou. Pelo contrário, meteu mais fundo e sussurrou

— Responde.

— Tô... tomando banho... — gemi, tentando controlar a voz.

O Yuri riu do outro lado. Ele sabia muito bem o que estava acontecendo. Rafael saiu dizendo que ia tomar banho, eu disse que ia para o quarto, não precisava ser um gênio. Eu estava me fazendo de bobo. Sorte que os outros estavam bêbados de mais pra perceber qualquer coisa.

— Sozinho? Tá gemendo estranho aí, Papito...

O Rafa acelerou, me fodendo com força, e eu não consegui segurar um gemido mais alto quando gozei. A situação era tão excitante e era tanta adrenalina para mim que gozei sem nem tocar no pau, jatos fortes batendo na parede. Ele gozou logo depois, enchendo meu cu de porra quente enquanto segurava minha cintura com força.

Quando saímos do banho, enrolados em toalhas, o Yuri tava encostado na parede do corredor com um sorrisinho. Sem julgamento nem cobrança. Apenas uma cara de tesão.

— Interessante... — foi tudo que ele disse antes de ir pro quarto dele.

A tensão na república estava no auge. Parecia que o ar estava carregado de eletricidade sexual. Todo mundo bebendo, fumando, rindo alto, mas os olhares silenciosos que trocávamos diziam muito mais.

Voltei pra sacada fingindo naturalidade, mas meu cu ainda pulsava, cheio da porra quente do Rafa. Sentei no sofá velho e o Yuri, sem perder tempo, sentou do meu lado, encostando a perna na minha. O Rafael voltou pouco depois, cabelo molhado (o meu mais seco, mas ainda meio úmido), cara fechada, e sentou do outro lado, me imprensando entre os dois.

— Tá tudo bem, Mineirinho? — perguntou o Rafa, a voz grave carregada de duplo sentido, passando a mão disfarçadamente na minha coxa.

— Tá sim… só quente pra caralho — respondi com duplo sentido, sentindo meu pau começar a endurecer de novo.

O Yuri sorriu daquele jeito cafajeste e se inclinou pra frente, pegando outra cerveja, mas aproveitando pra roçar o braço no meu peito. O Carlos e o Mário, chapados, zoavam o Ramon, que ria de tudo. O Paulo, sempre o mais direto, não tirava os olhos de mim. Ele estava muito bêbado, mas parecia ler nas entrelinhas o que estava acontecendo, e depois de eu tê-lo visto na cozinha com a menina ele pareceu reparar mais em mim.

Depois de mais umas rodadas de cerveja e um beck que circulou entre eles, o Ramon foi o primeiro a cair, dormindo no sofá. Um por um, o pessoal foi indo pra dentro. Eu fiquei por último, arrumando as garrafas, quando o Yuri apareceu atrás de mim na cozinha.

— Vem pro meu quarto agora — sussurrou no meu ouvido, mordendo de leve o lóbulo.

Olhei pros lados. O Rafa já tinha ido pro quarto dele. Fui.

Assim que entrei, o Yuri trancou a porta e me prensou contra ela. O beijo foi faminto, línguas se enrolando, mãos percorrendo o corpo um do outro. Ele tirou minha camisa e eu a dele. O corpo definido, o caminho de pelos descendo pela barriga… eu desci beijando tudo, lambendo os mamilos, descendo até o umbigo. Ajoelhei e puxei a bermuda dele. Aquela rola enorme pulou, grossa, veiosa, já babando.

— Chupa gostoso, Papito… — ele gemeu, segurando meu cabelo.

Eu lambi devagar, da cabeça roxa até as bolas pesadas, chupando uma de cada vez, depois voltei pro pau e desci o máximo que consegui. O Yuri gemia baixo, fodendo minha boca com movimentos lentos e profundos. Babava tudo, saliva escorrendo pelo meu queixo e pelo pau dele.

Depois de uns minutos ele me levantou, me jogou na cama de bruços e abriu minha bunda com as duas mãos. A língua quente e molhada atacou meu cu sem piedade. Ele lambia, chupava, enfiava a língua fundo enquanto eu mordia o travesseiro pra não gemer alto. Dois dedos grossos entraram, depois três, abrindo e girando, acertando minha próstata sem parar.

— Tá molhadinho da porra do Rafa ainda… delícia — ele murmurou, safado.

Ele pegou o lubrificante, molhou o pau e foi enfiando devagar. Centímetro por centímetro daquela rola monstruosa. Eu gemia, empinando, pedindo mais. Quando estava todo dentro, ele deitou sobre mim, mordendo minha nuca, e começou a estocar. Devagar no começo, depois mais forte, o som de pele contra pele enchendo o quarto.

— Isso… toma minha rola… geme pra mim — ele sussurrava, uma mão no meu pescoço, a outra punhetando meu pau babão.

Trocamos de posição. Eu sentei nele, cavalgando devagar, rebolando, sentindo aquela cabeça grossa massageando minha próstata. O Yuri segurava minha cintura, subindo o quadril pra me encontrar. Depois eu deitei de lado e ele me fodeu por trás, uma perna minha levantada, estocadas longas e profundas.

Eu gozei primeiro, jatos fortes no lençol. Yuri tinha um jeito de me fazer gozar diferente, mesmo com uma rola enorme era gostoso e prazeroso. Ele continuou fodendo mais rápido até gozar dentro de mim, enchendo meu cu com porra quente e grossa que se misturava com a do Rafael. Ficamos abraçados, suados, paus ainda meio duros.

— Você tá ficando viciado nisso, né? — ele riu, beijando meu ombro.

— Tô… e tô querendo mais. Mas não hoje.

Saí do quarto dele já de madrugada, ainda sentindo a porra escorrendo. Tomei um banho rápido e caí na cama.

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