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Conto 2: Onde menos se espera, daí é que se sai

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Um conto erótico de Theo Sante
Categoria: Gay
Contém 1643 palavras
Data: 29/06/2026 08:24:14

No dia seguinte, nos levantamos por volta das oito horas para o café da manhã. Meus tios nos avisaram que precisariam fazer uma viagem a trabalho, mas retornariam em um ou dois dias. Eles se certificaram que a gente saberia se virar e nos garantiram que nossos outros tios estavam à disposição para o que precisássemos. Além do mais, havia sobrado bastante comida do almoço de ontem, já que a mãe do Denis costumava cozinhar o suficiente para dois ou três dias.

Sendo assim, quando os meus tios partiram, fomos juntar a galera para brincar. Dessa vez, resolvemos brincar de queimada. E era o esporte que mais me divertia em jogar com meus primos. Dessa vez, o Joel estava ajudando o pai na oficina de motos e só chegaria lá pelas duas da tarde. Então, chamamos o Samuel e o Antônio para jogarmos.

Descendo a lateral da casa do Denis, havia uma pequena baixa verde, com grama, ao lado do cercado dos animais que o pai dele cuidava. Era lá onde aconteciam nossos torneios de queimada. Por ser o mais velho depois do Joel, o Antônio escolheu o Samuel para o time dele. Denis e eu formamos o outro time. E começou.

— Vou ser o primeiro que vai te acertar, Denis! — gritou o Antônio chegando ao outro lado do campo.

— Eu duvido! Ninguém me alcança na corrida, Antônio — retrucou Denis em tom de deboche.

— Deixa, Denis, eles acham que vão conseguir ganhar da gente hoje — foi minha vez de provocar. Meus primos e eu tínhamos esse costume de afrontar uns aos outros na hora dos jogos, como todo adolescente.

— Hahaha! — gargalhou Samuel — Com essa bundona, você é que é bom de pegar de jeito, Theozinho!

— Ih... Sai fora, Samuel!

— Quê isso, Samuel?! Tá pegando o Theozinho de jeito mesmo? — Era a voz do Joel adentrando o campo, surpreendendo a todos.

— Ué, tu não tava com o papai na oficina? — Samuel indagou o irmão.

— Tava, mas ele disse que o serviço hoje era pouco e me mandou pra casa. Qual é a boa?

— A gente tava se preparando pra jogar queimada. — Respondeu Denis.

— Opa, queimada é comigo mesmo! — Disse Joel.

— É, Joel, e o Samuca tava dizendo que ia me acertar de jeito já que sou rabudo — Rimos novamente.

— Samuca, Samuca, tu para com essas coisas... — começou Joel — Até porque tu sabe que quem vai pegar o Theozinho de jeito sou eu! — Novamente caímos na risada. Nesse momento, notei algo diferente no jeito que Joel falava, porque enquanto ele dizia que ia me pegar de jeito, vi quando levou sua mão até o volume do short esportivo que usava e apertou no volume. Fiz uma cara de sacana olhando bem para ele e retruquei:

— E é?! Pois então eu quero ver!

Começou o jogo. Enquanto o Samuca arremessava a bola com toda força em nossa direção, o Denis na outra ponta segurava e devolvia com mais força ainda, mirando no Joel e no Antônio.

Isso se repetiu até começarmos a cansar de correr de um lado para o outro. Assim, o Denis finalmente acertou o Antônio.

— Porra, Denis, logo eu? Podia ter mirado no Joel que é maior. — Antônio se queixou.

— Ah, para com isso Toninho. Tu sabe que em jogo de queimada não tem essa de escolher o alvo. É quem tiver na frente e pronto.

O jogo continuou até que eu tropecei nos meus próprios pés tentando fugir da bolada e caí. O Joel que estava perto de mim foi logo ao meu encontro, e assim eu percebi que o tombo tinha sido grande. Ele até se ofereceu para me carregar até em casa, mas não tive nada além de me sujar um pouco de terra.

— Calma, gente, calma, eu só tropecei, hahaha — Achei a situação engraçada. Mas fiquei tranquilo em saber que meus primos me ajudariam caso precisasse.

— Tem certeza, Theozinho? — Perguntou Denis.

— Tenho sim, Denis. Podem ficar tranquilos todos.

Pedi para tomar água e para que o Antônio me substituísse enquanto isso.

— Pessoal, joguem vocês três. Eu vou com o Theo pra ele tomar água lá em casa. — Disse Joel e eu agradeci. Os meninos voltaram a jogar e eu fui com ele.

Chegando à casa do Joel, a mãe dele estava preparando o almoço.

— Mãe, o Theo caiu brincando de queimada com a gente e pediu água.

— Pode pegar aqui na geladeira, filho. — Respondeu ela com a voz doce de sempre. Tomei um copo grande de água e senti as forças retornando ao meu corpo. Aos poucos, ia parando de ofegar e a respiração retomava o ritmo.

— Obrigado, tia. — Agradeci sorrindo.

— Por nada, meu bem — Ela sorriu. — Mas você deveria descansar um pouquinho antes de voltar ao jogo. — Continuou.

— Tem razão, tia. — Concordei.

— Vamos para o ventilador no meu quarto. Daqui a pouco a gente volta pra jogar mais — e fomos.

Na casa do Joel, havia três quartos: o dele, o do irmão e o dos pais. Era uma típica casa da zona rural, porém muito bem estruturada e aconchegante.

Chegando ao quarto, encontrei Joel sentado à beira da cama com o ventilador ligado se refrescando.

— Vem, Theo, senta aqui. — Me chamou dando tapinhas no edredom. Me sentei ao seu lado e passei alguns segundos sentindo a brisa batendo no meu corpo. Fechei os olhos e fiquei ali sentindo o vento. De repente, senti uma mão tocando levemente a minha coxa e dei um pulinho.

— Desculpa, não queria te assustar. — Começou Joel — É que eu vi que você bateu o joelho no chão e tava olhando se não tinha machucado, mas ainda bem que não machucou.

— Machucou não, primo. Valeu por se preocupar.

— Claro que eu me preocupo, Theozinho. Eu cuido de você até mais que cuido do Samuca. — Senti certa ternura no tom de voz do Joel e, de fato, não me recordava de nenhum momento em que ele não cuidasse de mim tanto quanto do próprio irmão mais novo.

— Você é como se fosse nosso irmão mais novo, que até um dia desses era um bebê. — Continuou. — Na verdade, Theozinho, você continua sendo um bebê pra mim. Sabia?

Não sei o porquê, mas subitamente fiquei tenso com a mudança repentina no tom do Joel.

— Às vezes, eu fico te observando nas brincadeiras com os meninos e até vem uma vontade de te pegar no colo.

Nessa hora, senti meu corpo ser invadido por uma sensação já conhecida. A mesma que eu já experimentara com Denis na noite anterior. Ainda mais quando vi que a mão esquerda do meu primo estava acariciando minha coxa e sua mão direita acariciava o volume no seu short.

Quando notou que eu estava olhando para o seu volume, Joel me convidou:

— Senta no meu colo, Theozinho. — E eu, como que sem controle do meu próprio corpo, me levantei da cama e me sentei em seu colo. Era uma sensação familiar, mas um pouco mais intensa. Mais intensa porque senti que o volume do Joel era maior que o volume do Denis. Ora, o Joel é o meu primo mais velho. Enquanto estava absorto em meus pensamentos, encarando o rosto de Joel, ele se aproximou de mim e eu senti quando nossos lábios se tocaram. Isso me fez ficar de pau duro imediatamente e a mão do Joel, que antes estava na minha coxa, desceu para a minha bunda.

— J-Joel... — gaguejei.

— Calma, Theozinho, deixa eu cuidar de você. — Respondeu.

Rapidamente fui colocado por ele de volta na cama e fiquei com o meu primo de pé na minha frente. Meu rosto na altura da sua cintura. Quando ele, que já trancara a porta quando entramos, abaixou seu short lentamente. O que veio em seguida me surpreendeu ainda mais. O pau do Joel estava duro igual pedra e eu me surpreendi. Quando via o volume nos shorts nas horas das brincadeiras, imaginava que meu primo possuía um membro maior que o do Denis. Mas a pica dele devia medir uns 20 centímetros de comprimento, com a pele do prepúcio se afastando devagar e descobrindo uma cabeça em tom de bege rosado. Mas foi quando abocanhei aquela rola, que senti sua grossura. Devia ter 5 ou 6 centímetros de circunferência e mal cabia na minha boca. Então, já sabendo como executar o serviço, comecei a fazer movimentos de vai e vem, enquanto sugava com a boca. Minha respiração voltou a acelerar assim como a do Joel. Vi quando sua cabeça tombou para trás e ele apoiou as mãos da minha, guiando os movimentos. Joel estava estocando na minha boca. Cada vez mais aquela pica enorme acessava minha cavidade oral, e cada vez mais eu sentia sua ponta tocando minha garganta. O que me fazia dar leves espasmos de engasgo. Não queria que aquilo parasse. Meu rosto próximo à virilha do Joel me fazia sentir aquele cheiro de macho. Era um odor mais forte que o que senti em Denis na noite anterior. E isso me deixava louco. O pau do Joel era amarronzado, com um par de bolas grandes penduradas e bastante pêlos. Meu tesão estava a mil. Foi quando já em ritmo acelerado, Joel cerrou os dentes. Senti sua pica imensa pulsar na minha boca, me enchendo de gala. Foram dez longos jatos de um esperma grosso e adocicado, com um leve ardor. Novamente engoli tudo e limpei o pau do meu primo com a boca para não sujar nada do quarto e nem levantar suspeitas.

— Joel, Theo, o almoço tá pronto. Chamem os meninos! — gritou a minha tia.

— Já vamos, mãe! — respondeu meu primo. Nos entreolhamos e eu senti que o Joel queria me perguntar algo. Então, simplesmente devolvi o olhar com um sorriso sacana, que foi correspondido pelo meu primo.

— Esse vai ser...

— O nosso segredo. — concluí surpreendendo Joel. Ele sorriu safado e acrescentou:

— O segredo do Joel e do bebê Theo.

Nos levantamos e saímos em disparada para chamar os outros.

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Comentários

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adorei. theo deve pegar todos os primos no sigilo e quando todos comerem ele,theo sendo taxado faz uma surra família.

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