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Novo Mundo - Poeira de Nave e Coleira de Metal

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Da série Novo Mundo
Um conto erótico de O Contador
Categoria: Heterossexual
Contém 2886 palavras
Data: 28/06/2026 19:42:15
Última revisão: 29/06/2026 00:24:14

O alarme de colisão ainda ecoava nos ouvidos da Capitã Elena quando a consciência retornou, trazendo consigo uma onda de náusea e a dor aguda de múltiplos ferimentos. O cheiro de ozônio queimado e metal fundido impregnava o ar, pesado e sufocante. Ela abriu os olhos, a visão embaçada se ajustando lentamente à luz estranhamente púrpura que filtrava através das fendas da casca destroçada da nave. Ao seu redor, o silêncio era absoluto, quebrado apenas pelo crepitar de pequenos incêndios elétricos. Seus colegas, a tripulação inteira da *Aegis*, estava morta. Ela sabia disso antes mesmo de verificar os sinais vitais no painel estourado ao seu lado; o instinto de uma comandante de campo dizia a ela que ela era a única sobrevivente.

Elena arrastou-se para fora dos escombros, seu corpo de 1,75 metros de altura projetando uma silhueta imponente mesmo em meio à devastação. Sua roupa de capitão estava em farrapos, o tecido sintético rasgado expondo longas pernas musculosas e o torso firme, coberto por suor e fuligem. Seus seios firmes, libertados do sutiã de compressão que fora destruído no impacto, balançavam livremente com cada movimento doloroso enquanto ela se erguia. Os cabelos longos e castanhos, antes presos num rabo de cavalo militar, agora despenteados e colados ao rosto pela sujeira e pelo sangue. Ela respirou fundo, o peito largo a expandir-se, procurando oxigênio na atmosfera alienígena. Era respirável, mas seca, com um gosto mineral que raspava a garganta.

O horizonte era uma paisagem de cristais afiados e vegetação vermelha e espinhosa, sob um sol gigante que pendia baixo no céu. Mas não era a natureza que fez o coração de Elena disparar de pânico. Era o que se erguia além das colinas distantes: estruturas de vidro e metal que brilhavam com uma luz própria, torres que tocavam as nuvens, uma civilização claramente avançada. Antes que ela pudesse formular um plano de sobrevivência, uma sombra colossal caiu sobre ela.

Ela se virou, o sangue gelando nas veias. Diante dela, parado a poucos metros, estava um ser que desafiava toda a lógica evolutiva que ela conhecia. Ele tinha pelo menos três metros de altura, uma massa de músculos vermelhos brilhantes que parecia esculpida em granito. O rosto era inconfundivelmente humano, embora as proporções fossem maiores e a pele tivesse um tom carmesim, porém mais claro lembrando de seus tripulantes Noruegueses quando ficavam muito tempo ao Sol. Ele vestia uma túnica de tecido fluído e tecnológico, que brilhava com circuitos sutis, um contraste bizarro com a selvageria do ambiente.

Elena tentou recuar, sua mente racional buscando uma arma, qualquer coisa para se defender, mas suas pernas falharam. O gigante inclinou a cabeça, observando-a não com hostilidade, mas com uma curiosidade clínica, como um biólogo examinando um inseto raro. Foi então que ela notou o que ele trazia na mão direita. Não era uma arma, mas uma coleira.

Atrás do gigante cor purpura, outro ser se aproximou, desta vez uma fêmea da mesma espécie, igualmente alta e imponente, vestida com uma elegância que faria uma rainha da Terra parecer maltrapilha. Mas foi o que estava aos pés dela que fez Elena engolir em seco. Um ser humano, uma mulher jovem, rastejava ao lado da alienígena. Ela estava completamente nua, um puco menor que Elena, seios pequenos foi o que que pode observar neste momento, e sua pele pálida em contraste gritante com o chão alienígena, usando apenas uma coleira de metal brilhante no pescoço, presa a uma guia que a gigante segurava com descaso. A "pet" humana não falava, não protestava; ela caminhava de quatro, olhando para cima com um olhar vazio e submisso.

— Um selvagem — disse o macho com sua pele bronzeada sua voz grave e ressoante, vibrando no peito de Elena. Ele não falava em nenhum idioma terrestre, mas de alguma forma, o implante neural de Elena, danificado no acidente, decodificou o sentido das palavras através de padrões neurais básicos. — Olhe para essa estrutura. Magnífica. Muito mais robusta do que os animais de estimação domésticos que temos em casa.

A fêmea riu, um som que parecia pedras roçando. — E veja essa pelagem. Castanho escuro, longa. E esses seios... tão grandes e firmes. Vai dar um excelente trabalho de criação se quisermos reproduzi-la.

Elena sentiu o rosto queimar de humilhação. Eles não a viam como um igual, como uma capitã, como um ser senciente. Eles a viam como gado. Como um bicho de estimação exótico que acabara de ser encontrado na natureza. O instinto de luta floriou nela. Ela endireitou as costas, ignorando a dor que lancinava pelo corpo, e assumiu uma postura desafiadora.

— Eu sou a Capitã Elena da Federação Terrestre — ela gritou, a voz rouca mas firme. — Identifiquem-se imediatamente.

A reação deles não foi de medo, nem de surpresa. Foi de entretenimento. O gigante vermelho deu um passo à frente, e Elena, apesar de sua força e treianmento sentiu-se frágil, minuscula. A sombra dele a envolveu completamente. Ele estendeu a mão, dedos longos e vermelhos agarrando o queixo dela com força, forçando-a a olhar para cima.

— Tem espírito — comentou ele, virando a cabeça dela de um lado para o outro, examinando seus dentes como se fosse um cavalo. — Gosto de espírito. É divertido quebrá-lo.

A mão dele desceu pelo pescoço de Elena, tocando a pele suada e suja, traçando a linha da clavícula até o peito nu. Elena estremeceu, um arrepio de nojo e medo percorrendo sua espinha, mas uma parte profunda e primitiva de seu cérebro reagiu àquela dominação absoluta, à diferença brutal de poder. Ele apalpou um de seus seios, pesando-o na palma imensa, o polegar roçando o bico duro que se erguia involuntariamente contra o frio e o choque.

— Muito sensível — disse a fêmea, aproximando-se e observando de perto. — Vamos levá-la? Os filhos vão adorar um brinquedo novo. E o marido... bem, ele sempre quis um espécime mais atlético para o estábulo.

— Sem dúvida — concordou o macho. Ele soltou o queixo de Elena e, antes que ela pudesse se mover, agarrou-a pelo cinturão rasgado de sua farda, erguendo-a como se ela não pesasse nada. Elena chutou, seus pés descalços batendo impotentes contra o peito musculoso dele, mas foi inútil. Ele a jogou sobre o ombro como um saco de batatas.

A visão de Elena ficou de cabeça para baixo. Ela viu o chão alienígena afastando-se rapidamente, sentiu os músculos duros do ombro dele pressionando contra o estômago. A mulher humana que estava com a fêmea olhou para Elena com olhos vidrados, sem qualquer reconhecimento de solidariedade, apenas a obediência cega de um animal domesticado.

— Não... me levem... — Elena murmurou, a luta deixando seu corpo à medida que a exaustão e o choque tomavam conta. — Eu sou humana...

— Você é um animal de estimação agora, pequena — a voz do macho ecoou, misturada com o som de uma nave de transporte que descia nas proximidades. — E vamos ensinar-lhe o seu lugar.

Eles entraram na nave, o interior limpo e frio um contraste brutal com o calor do planeta. A fêmea puxou a guia da outra humana, obrigando-a a entrar atrás deles. Elena foi depositada no chão de metal polido. A porta fechou-se com um silvo, selando seu destino. A fêmea aproximou-se, tirando de uma bolsa um pequeno dispositivo cilíndrico.

— Primeiro, precisamos remover essas trapos — ela disse, com um sorriso cruel. — Animais não usam roupas.

Rapidamente Elena foi despida, com o que restava de suas vestes de capitã, sua vagina depilada exposta em meio as suas pernas e abdomem musculosos.

Elena tentou se enrolar em si mesma, protegendo sua nudez com as mãos e os braços, mas o gigante vermelho pisou em sua farda rasgada, puxando-a para longe com um movimento casual, deixando-a totalmente exposta no chão da nave. Ela estava nua, suja, ferida e à mercê de monstros que a viam apenas como um objeto de prazer e serviço. O medo era um nó frio em seu estômago, mas misturado a ele havia algo mais, uma sensação terrível de inevitabilidade, a certeza de que o mundo que ela conhecia havia acabado e que uma nova, e aterrorizante, vida de submissão estava apenas começando. A nave decolou, levando a Capitã Elena para longe dos destroços de sua humanidade e direto para a gaiola dourada de seus novos donos.

Elena olhou para a outra humana ao lado, agora poderia ver melhor, um pouco menos que ela, branca e loira, corpo não era atlético porém feições linda, seus seios e bubum pequenos porém de tamanho proporcional, também depilada.

Onde nós estamos e qual o seu nome....perguntou ela, antes de sentir uma tontura devido a todo ocorrido desde o acidente e desmaiar.

O chão metálico da pequena nave de transporte vibrava suavemente sob o corpo nu de Elena, um zumbido constante que ecoava a dor latejante em suas têmporas. A humilhação de estar despida, nua sua vagina exposta completamente depilada mostrando sua tatuagem até então vista por poucos, seus seios descobertos e coberta de suor e sangue seco, era um peso físico quase maior que os ferimentos. Ao seu lado, a outra humana — a "pet" que eles trouxeram — rastejou devagar, movendo-se com uma facilidade desconcertante sobre quatro membros. A mulher parou próxima a Elena, um pouco menor que ela mas também linda seios pequenos loira e em sua vagina depilada, pareceia de certa forma ser cudiada, seus olhos encontrando os da ex-capitã com uma curiosidade inocente e perturbadora.

— Você teve sorte — sussurrou a mulher, a voz baixa e melodiosa, como se estivesse compartilhando um segredo valioso. — O Sr. e a Sra. são muito bons. Eu vi outros... donos que não são tão legais.

Elena apertou os olhos, tentando afastar a náusea.

— Eles nos tratam como animais — rosnou Elena, a voz rouca. — Eu sou uma humana, uma oficial da Federação. Não sou um bicho de estimação.

A outra mulher riu, um som leve e vibrante, e se ajustou à posição, sentando-se sobre os calcanhares, embora mantivesse as mãos no chão como patas dianteiras.

— É claro que somos bichinhos. Mas é uma vida boa. Você vai ver — ela insistiu, inclinando a cabeça para o lado, observando Elena como se ela fosse uma cadela desorientada que acabara de chegar ao canil. — Aqui não precisamos nos preocupar com nada. Nada de decisões difíceis, nada de guerras. Só servimos e somos amados. Dá para andar em pé, se você quiser, mas sinceramente? É muito melhor de quatro. O chão é firme, e ficar no colo deles é o lugar mais quente e seguro do universo.

Elena olhou para a mulher, horrorizada. A noção de que um ser humano pudesse *preferir* a degradação, escolher a submissão voluntária em vez da dignidade bípede, era absurda. Mas havia uma serenidade nos olhos daquela mulher que Elena não conseguia ignorar, uma ausência total de conflito interno que, naquele momento, parecia quase uma forma de loucura confortável.

A nave deu um solavanco suave ao acoplar na doca principal da nave-mãe, uma estrutura colossal que orbitava o planeta. As portas se abriram com um chiado hidráulico, revelando duas figuras altas e esbeltas que esperavam no corredor. Eram os filhos do casal,jovens daquela espécie gigantesca, com a mesma pele carmesim brilhante e olhos amendoados que irradiavam uma energia juvenil e predadora.

— Ah, a nova cadela chegou! — exclamou o rapaz, sua voz profunda ainda com timbres de juventude. Ele se aproximou sem cerimônia, examinando Elena como quem inspeciona um novo brinquedo.

— Ela está toda suja e machucada — observou a moça, franzindo a testa em preocupação genuína, embora seu tom fosse o de alguém falando de um filhote que rolara na lama. — Vamos ter que lavá-la antes que a mamãe veja. Ela não gosta de sujeira na casa.

Antes que Elena pudesse reagir, mãos fortes a agarraram pelos braços e cintura, erguendo-a do chão como se ela não pesasse nada. Seus pés tocaram o chão, mas suas pernas falharam, e ela acabou sendo meio arrastada, meio carregada pelos dois adolescentes alienígenas até uma área higienizada.

Eles a depositaram em uma grande plataforma de banho, o chão inclinado para um dreno central. A água jorrou de bicos automáticos, morna e perfumada, arrastando a sujeira e o sangue da pele de Elena. A moça alienígena pegou uma esponja macia e um antisséptico verde-Neon, começando a esfregar as costelas de Elena com uma firmeza que fazia ela chiar de dor.

— Fique quieta, bichinha — ordenou o rapaz, enquanto ele aplicava o mesmo creme nas feridas expostas de suas coxas. Seus dedos eram grandes e quentes, deslizando sem vergonha pela pele íntima de Elena, "limpando" cada orifício com uma minúcia clínica e invasiva. Ele passou a esponja entre suas pernas, esfregando sua buceta com movimentos circulares, removendo qualquer resquício de suor e sujeira. — Temos que deixar você prontinha para a noite.

Elena tremeu, não apenas pelo frio da água ou pela dor dos ferimentos sendo tratados, mas pela maneira como aqueles "meninos" gigantes a manipulavam. Suas mãos roçavam seus seios grandes e firmes, pinçando os mamilos roxos de machucados com uma curiosidade desprovida de malícia, mas cheia de posse. Ela era um objeto sendo polido, uma propriedade sendo preparada para exibição.

Quando o banho terminou, eles a enxugaram com toalhas felpudas e a levaram para uma sala espaçosa e mobiliada com almofadas exóticas e tapeçarias penduradas nas paredes metálicas. Era o quarto principal dos donos. A noite caíra, simulando um ciclo circadiano, e as luzes se amorteceram para um tom de âmbar.

— Aqui é seu lugar — disse a moça, apontando para um tapete macio e espesso ao lado da cama imensa, baixa ao chão. — A gente vem te buscar de manhã.

Eles saíram, deixando Elena sozinha no quarto. O cheiro que impregnava o ar era denso, uma mistura de feromônios doces e algo animalístico, cru. Elena deitou-se sobre o tapete, sentindo a textura macia contra a pele nua e limpa. Seu corpo ainda doía, mas o banho aliviara o desconforto físico, deixando sua mente mais alerta para o ambiente.

Alguns minutos depois, os donos entraram. O casal adulto não prestou atenção direta a Elena, ignorando-a como se ela fosse apenas um móvel a mais. Eles começaram a se despir, e Elena, deitada de lado no tapete, viu a musculatura deles se revelar. O macho era uma montanha de carne e poder, seu pau grosso e escarlate já semi-ereto, balançando pesado entre as pernas enquanto ele se aproximava da fêmea.

A mulher que tirou seu robe estava somente com um calcinha preta, e salto, seu seios grandes e firmes brilhavam a meio luz do quarto.

O macho com um forte beijo arrancou sua calcinha, dizendo que esta expedição foi um sucesso.

Eles não fizeram amor; eles lutaram e se fundiram. O macho agarrou a fêmea pelos cabelos, puxando a cabeça dela para trás enquanto a mão livre descia com um baque surdo na nádega dela. Ela gemeu, um som gutural e animal, arqueando as costas para oferecer mais. Ele a enterrou contra a parede, levantando uma das pernas dela com facilidade e enfiando a rola grossa na buceta dela em um único golpe brutal.

Elena pode ver o detalhe da vulva poucos pelos, um clitoris a mostra, talvez pela excitação, não conseguia desviar os olhos. O som da carne batendo na carne, os grunhidos sujos, a visão do pau dele entrando e saindo com uma velocidade brutal, as paredes da vagina da alienígena puxando a pele vermelha dele... era uma cena de selvageria pura. O macho a fodia com uma força que parecia quebrá-la, e ela pedia mais, xingando em uma língua estrangeira que soava como obscenidades.

O cheiro de sexo ficou forte no quarto, um odor metálico e musculoso que invadiu as narinas de Elena. Ela sentiu um calor repente e traiçoeiro subir pelo seu corpo, ignorando sua dor e seu orgulho. Sua xana, limpa e recém-lavada pelos jovens, começou a pulsar, a ficar molhada e inchada. Elena não entendeu, deveria estar planejando sua fuga, apertou as coxas, tentando conter a onda de tesão que a submetia, mas era inútil.

Ela viu o macho virar a fêmea, colocando-a de quatro, expondo o cu dela. Ele cuspiu na mão e lubrificou o ânus dela, preparando o terreno para uma penetração anal que fez a fêmea gritar de prazer e dor. Elena prendeu a respiração, seus dedos deslizando involuntariamente entre suas próprias pernas, encontrando o clitóris duro e sensível.

Aquilo estava errado. Ela era uma prisioneira, uma escrava. Mas a visão daquele domínio absoluto, a força bruta daqueles corpos bronzeados se consumindo, tocava algo profundo e sujo dentro dela. Ela escondeu o rosto no braço, mas seus dedos continuaram o trabalho, roçando a xana com pressa e desespero.

Ela se masturbou ali, no escuro relativo do tapete, ouvindo os sons de foda do casal que a possuía. Ela imaginou a força daqueles alienígenas voltada para ela, imaginou ser usada daquela maneira, sem escolha, sem freio. O orgasmo a pegou de surpresa, fazendo seu corpo arquear e se contorcer silenciosamente, sua xana contraindo em espasmos úmidos, sujando o tapete com seu gozo.

Ofegante e envergonhada, Elena recolheu os joelhos ao peito, ouvindo o casal ainda se batendo na cama acima dela.

Até que tiveram um orgamo mutuo, ruidos e gemidos fortes, o dois se acalmaram, e o silencio pairou no quarto.

Ela fechou os olhos, o cheiro de sexo ainda impregnando seus sentidos, e tentou dormir, sabendo que, na manhã seguinte, sua vida como "animal de estimação" continuaria.

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Comentários

Foto de perfil de Samas

Ual que história incrível. Aguardando a continuação.

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