Negão arrombou meu cuzinho ( parte 4)

Um conto erótico de Larissa
Categoria: Heterossexual
Contém 1345 palavras
Data: 03/06/2026 20:32:31

Depois daquela tarde quente com o pintor, eu não conseguia mais ser a mesma Larissa. O nome dele era Júnior. Um negão forte, uns 48 anos, pele bem escura, corpo suado brilhando sob o sol da tarde. Ainda sentia o cheiro dele impregnado na minha pele — suor misturado com tinta fresca, um aroma bruto, masculino, de quem passa o dia trabalhando pesado. Meu cuzinho e minha buceta ainda latejavam quando eu andava pela casa, uma dorzinha gostosa e constante que me fazia apertar as coxas só de lembrar dele me fodendo contra a parede recém-pintada, depois me colocando de quatro no chão sujo e me arrombando o rabinho guloso sem piedade.

Eu me pegava tocando minha buceta várias vezes ao dia, enfiando dedos no cuzinho enquanto lembrava do jeito como ele segurava minha cintura com aquelas mãos grandes e calejadas, do som molhado da barriga dele batendo contra minha bunda, dos gemidos roucos dele dizendo:

— Caralho, que bundinha branca gostosa… tá engolindo meu pau todo, sua casadinha safada.

Roberto tinha voltado da viagem, mas eu mal suportava quando ele me tocava. Sexo rápido, sem fogo, sem força. Ele gozava em poucos minutos e virava pro lado. Eu ficava lá, olhando pro teto, com a buceta latejando de frustração e tesão acumulado.

Naquela sexta-feira à tarde, eu não aguentava mais. Estava inquieta, molhada o tempo todo, o corpo pedindo mais. Tomei um banho longo, passei óleo de amêndoas no corpo inteiro até ficar macia e brilhante, escolhi um vestidinho bege soltinho, curto, sem sutiã e uma calcinha fio dental branquinha. O tecido fino colava levemente nos meus mamilos quando eu suava e, quando o vento batia, marcava a curva da minha bunda. Soltei o cabelo, passei um batom vermelho vivo, uma tamanquinho de salto alto de madeira e tiras brancas, e saí caminhando sem destino certo.

Acabei parando em frente a um boteco antigo, pequeno, de esquina. Uma porta de madeira velha e desgastada, um letreiro de cerveja apagado, ventilador velho girando devagar no teto e um cheiro forte de cachaça, cigarro, fritura e suor saindo pela janela aberta. Olhei pra dentro. Tinha um balcão simples de madeira, poucas mesas de plástico e três homens.

Entrei.

Os três viraram a cabeça ao mesmo tempo e me olharam de cima a baixo.

O dono, Seu Jorge, era um negão coroa de uns 55 anos, forte, com uma barriga grande e sólida, pele bem escura, cabelo grisalho curto e barba por fazer. Usava uma camisa velha aberta no peito, mostrando pelos grisalhos e uma corrente dourada. As mãos eram grandes, calejadas, de quem trabalha há anos.

Ao lado dele, Cláudio, alto e magro, uns 35 anos, pele retinta, cabelo raspado, braços definidos, olhar afiado e malicioso.

E o terceiro, Nego, era o mais bruto: uns 40 anos, bem forte, ombros largos, tatuagens nos braços e no peito, pele escura brilhando de suor, cara de quem não leva desaforo.

— Boa tarde… — falei com a voz mais manhosa possível, sentando no banquinho alto do balcão e cruzando as pernas devagar. O vestido subiu um pouco nas coxas. — Tá muito calor lá fora. Posso tomar uma cerveja bem gelada?

Seu Jorge limpou as mãos no pano do balcão e sorriu devagar, os olhos descendo pros meus mamilos marcando o tecido fino.

— Claro, morena linda. Senta aí que eu te sirvo. Cerveja bem geladinha saindo.

Ele colocou a garrafa na minha frente. Bebi um gole longo, sentindo o frio descer pela garganta. Os três me olhavam sem disfarçar.

Cláudio se aproximou, apoiando os cotovelos no balcão:

— Tá sozinha por aqui, gata? Não é comum ver uma mulher bonita e cheirosa como você num boteco simples desses… Tá perdida ou veio procurar alguma coisa?

Sorri, passando o dedo na borda da garrafa gelada:

— Não tô perdida não… Meu marido viajou e eu tava entediada em casa. Às vezes eu gosto de sair sozinha… pra conhecer gente nova, conversar, relaxar…

Nego soltou uma risada rouca e veio mais perto, olhando abertamente pras minhas pernas:

— Gente nova tipo nós, né? Cuidado hein, morena… aqui o papo é bruto, direto. Homem trabalhador não fica enrolando.

Eu mordi o lábio inferior, olhando pra ele com cara de safada:

— Eu gosto de bruto… Gosto de homem que sabe o que quer e não tem medo de pegar.

Seu Jorge riu baixo, contornou o balcão e parou atrás de mim. Colocou as duas mãos grandes nas minhas coxas, subindo devagar por baixo do vestido fino.

— Tu é casada, né? E veio parar aqui, vestidinha desse jeito, … Tá procurando o quê de verdade, safada?

Senti os dedos grossos e calejados dele roçando por cima da minha calcinha fininha já encharcada pela minha buceta molhada. Respirei fundo, tremendo levemente:

— Tô procurando homem de verdade… Tô cansada de rola fraca e rapidinha. Quero ser comida direito… quero ser tratada como uma puta hoje.

O silêncio foi pesado. Seu Jorge apertou minha coxa com mais força e olhou pros outros dois.

— Cláudio, vai lá e fecha a porta. Vira a placa pra “Fechado”.

Cláudio trancou tudo. O boteco ficou só com o barulho do ventilador e o cheiro forte de cachaça e suor masculino.

Seu Jorge levantou meu vestido até a cintura, expondo minha bunda e minha úmida pela minha buceta que está hora estava pingando, ele arrancou a calcinha devagar...

— Olha só isso… já tá encharcada. Que bucetinha lisinha e brilhando… Tu tá louca pra levar rola preta, né vadia?

— Tô… — gemi baixinho quando ele enfiou dois dedos grossos em mim. — Tô molhada desde que entrei aqui e vi vocês três.

Nego apertou meus peitos por cima do vestido, beliscando os mamilos duros:

— Tira esse vestidinho então. Deixa a gente ver essa mercadoria toda.

Levantei devagar, tirei o vestidinho pela cabeça e fiquei completamente nua no meio do boteco, só de tamanquinho. Meus mamilos estavam duros, minha buceta brilhando, as coxas molhadas.

Eles me cercaram. Seu Jorge abriu a calça e tirou um pau grosso, escuro, com a cabeça grande. Cláudio e Nego fizeram o mesmo.

— De joelhos, putinha — ordenou Seu Jorge.

Ajoelhei no chão. Comecei chupando o pau dele, sentindo o gosto forte de suor de macho. Depois alternava entre os três, babando muito, engasgando, lágrimas escorrendo.

— Isso, mama gostoso, sua biscate branca — grunhia Seu Jorge, segurando meu cabelo. — Engole mais fundo. Sente o gosto de rola de homem de verdade. Fala isso com sotaque nordestino.

Cláudio enfiou na minha boca em seguida:

— Olha como ela chupa… parece que tá morrendo de fome de rola preta.

Eu tirava o pau da boca só pra gemer:

— Eu tô faminta… me usa… me fode… me trata como puta barata…

Eles me levantaram e me colocaram de quatro em cima de uma mesa de plástico. Seu Jorge cuspiu no pau e enfiou tudo na minha buceta de uma vez. Gemi alto:

— Aaaaihh… que grosso… tá me enchendo toda… ai meu Deus…

Ele metia com força, segurando minha cintura, o barulho molhado ecoando no boteco. Cláudio enfiou o pau na minha boca, fodendo meu rosto. Nego apertava meus peitos e beliscava os mamilos.

Depois trocaram. Cláudio me fodeu no cu devagar no começo, depois com força. Eu gritava de prazer:

— Me arromba o cu… ai porra… tá fundo demais… me rasga…

Nego meteu na minha buceta enquanto Cláudio continuava no cu. Fiquei empalada, tremendo, gozando forte.

Seu Jorge gozou primeiro, puxando o pau e enchendo minha boca de porra quente e grossa. Engoli quase tudo.

Cláudio continuou me fodendo o cu com força, depois gozou nas minhas costas e na bunda.

Nego me virou de frente, meteu na minha buceta mais algumas vezes e gozou dentro de mim, enchendo-me de porra quente.

Fiquei lá, deitada na mesa, melada de porra, pernas tremendo, ofegante, com um sorriso satisfeito no rosto.

Seu Jorge passou a mão no meu cabelo suado:

— Volta sempre que quiser, vadia. Essa boceta e esse cu tão liberados aqui no boteco.

Saí do boteco com as pernas fracas, o vestido sujo, porra escorrendo pelas coxas e um fogo ainda maior dentro de mim.

Eu já não sabia mais qual seria o meu limite.

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