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Empregada na kitnet - Encontro com Lorena

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Um conto erótico de Júnior Paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 1734 palavras
Data: 28/06/2026 15:07:33

Olá, leitores(as). Continuando minha aventura com Nay. Boa leitura, e não se esqueça de avaliar o textoEla se levantou e foi pro banho. Eu fiquei ali, na cama, refletindo no que acabara de fazer: comi uma mulher, sem camisinha, e ainda por cima gozei dentro. Pequei um pecado sem perdão perante a religião, poderia ter pego uma doença venérea, e ter acabado de fazer um filho! Quanta irresponsabilidade em um único ato!

Ela voltou, vestida. Eu fui pro banho. Apesar de tudo, a conexão fora tão grande, que tudo aquilo ficara para trás, e o que importava era o momento com Nay. Saí do banho e o cheiro de café passado aromatizava a cozinha. Sentei-me à mesa. Nay havia colocado duas xícaras, um bolo de cenoura sem cobertura, já consumido pela metade.

— É o que tem, mas é com carinho - disse Nay.

— Se tem carinho é o que importa - disse eu, dando um beijo em sua face, e puxando a cadeira para ela sentar.

— Nossa, que cavalheiro! - disse ela, se sentando.

— Gosto de gestos de afeto e carinho.

Sentei-me e ataquei o bolo. O sexo tinha me dado fome. O café não era da melhor qualidade, mas estava bom, para aquecer. O bolo lembrava os que minha avó fazia, macio e saboroso.

— Você disse que não é virgem, mas que não costuma fazer sexo - disse ela, me olhando curiosa.

Expliquei a ela o que o leitor já deve ter lido em contos anteriores, quanto às restrições religiosas e familiares.

— Nossa, que vida restrita. Passou muita vontade. As meninas te tentando e você fugindo da tentação.

— Pois é, Nay.

— E ontem apareceu a tentação na sua casa. O diabo armou pra você! - disse ela, rindo gostosamente.

— E eu não resisti. Tentação boa demais, vale a pena! - ri. Ela riu de novo — O que você vai fazer hoje, Nay?

— Olha, as provas da faculdade passaram, que tal a gente ir no centro de Porto Alegre e depois de tarde no Gasômetro?

— Combinado. Vou passar lá em casa pra trocar de roupa. De lá a gente vai pra estação.

Já era quase 11:00 quando chegamos na estação Fátima. Aos domingo os trens passavam a cada 20 minutos. Logo chegou o nosso e embarcamos. Após 30 minutos, mais ou menos, descemos na estação Mercado. Subimos as escadas e entramos no Mercado Público de Porto Alegre.

O local tem algumas bancas, à época estava meio largado. Andamos pela parte inferior e subimos para o andar superior. Depois saímos e fomos andar na rua dos Andradas, famosa. Encontramos um restaurante aberto na rua da Praia. Um senhor na porta apresentou o cardápio do dia.

— Para casal tem desconto. De R$ 40,00 por pessoa fica um total de R$ 65,00 para os dois, com direito a um copo de suco de laranja cada um. Come à vontade de tudo o que tiver. Pode repetir até a sobremesa, que é sagu com creme.

— Amor, é caro - sussurrou Nay.

— Amor? - respondi, surpreso.

— Vamos, casal, aproveita a promoção - falou o senhor do restaurante.

— Separa uma mesa para dois, por favor - disse eu.

— Me acompanhem, por favor.

O ambiente era um prédio com aspecto industrial, recém reformado. Indicou as mesas.

— Fiquem à vontade - e saiu.

Nos servimos naquela fartura. Sentamos à mesa e uma garçonete trouxe os sucos e a comanda.

— Nossa, que delícia. Comida muito bem feita - falei, comendo um pedaço de peixe.

— Nem me fala. Fazia tempo que não comia peixe bem feito - disse Nay, cortando um pedaço do filé - Não precisava ter entrado aqui. Ali na frente tem um prato feito, bem mais barato.

— Posso pagar, gosto de comer bem, e o que importa é ter você comigo. Não sou de esbanjar, não se preocupe. Controlo minhas contas numa planilha.

— Uhn, gostei de saber disso. Homem que tem planejamento financeiro é uma raridade. Acertei na mega sena! - riu Nay.

Terminamos de comer e fomos andar na rua. A temperatura deveria estar em torno dos 20 graus, com o sol conseguindo quebrar o gelo.

Entramos em um museu que conta a história da energia e passamos boa parte da tarde lá. Depois saímos e fomos para o gasômetro. O parque atual ainda não existia, mas a área era bem movimentada. A gauchada costumava passar a tarde lá, lagarteando e tomando chimarrão, como gostavam de falar.

— Você não toma chimarrão? - perguntei.

— Ah, tomo né. Sou gaúcha! Mas não dá pra sair pra rua e ficar tomando, precisa ter um banheiro perto, ahaha.

— Pois é - disse eu, rindo. — Não consegui me adaptar, é muito amargo e muito quente.

— Só quem é raiz que gosta - disse ela, rindo novamente.

O sol foi se pondo no horizonte, e retornamos para Canoas. A tarde passara rápido, o dia com Nay voou. Na estação Fátima descemos e fomos para o meu carro.

— Vou te levar para casa, Nay.

— Ah, mas já? - disse, com cara de choro, mas riu.

— O dia foi maravilhoso, e você me chamou de amor. O que foi aquilo?

— A realidade. É o que eu quero para mim.

— Eu concordo, amor - respondi, olhando para ela. Nay sorriu.

Chegamos à casa dela.

— Quer entrar?

— Você quem sabe. Mas não posso dormir aqui hoje, amanhã temos que trabalhar.

— Entra, amor. Fica comigo até mais tarde. Depois você vai para casa.

— Tá bom, Nay.

Entramos. A casa estava fria. O chuveiro estava ligado.

— Lorena deve estar em casa. Espera aqui. Vou avisar que tem um homem em casa. Ela fica andando pelada pela casa.

Meu pau subiu na hora. Mas agora eu era um homem compromissado.

— Ahhhhh! - ouvi um grito.

— Ahhhh - outro grito, dessa vez de Nay.

Eu olhei para a direção do grito e vi uma loira, meu cheinha mas sem ser gordinha, gostosa, baixinha, cabelo chanel, olhos azuis, pelada, parada na porta do quarto, olhando pra mim e para Nay. Ela ficou sem reação por uns segundos, tempo suficiente para eu apreciar o seu corpo.

— Quem é ele? - perguntou a colega de Nay, sem se cobrir.

— Junior, meu namorado - respondeu ela, sem demonstrar ciúme pelo motivo da amiga estar pelada.

— Uau! Prazer, Lorena. Depois a gente conversa - e entrou no banheiro.

— Essa sua amiga não é normal não, né? - perguntei.

— Ela é assim, não liga pra nada de intimidade. E nem sente frio... viu só como ficou ali, pelada? Se fosse eu tinha congelado.

— Pois é... tem gente que é assim. Morro de inveja de quem não sente frio.

Ficamos no sofá, conversando. Lorena saiu do banho e se sentou do lado de Nayara.

— Então, amiga, me conta, onde achou esse gato? - disse, olhando pra mim. Ruborizei. Meu pau estava ficando duro novamente.

— Na casa dele, Lore. Fui fazer faxina e voltei com um gostoso desses!

— Sortuda!

— É meu, hein! - disse Nay, olhando com cara feia para ela.

Eu não estava entendendo nada.

— Vamos comer alguma coisa? - perguntei.

— O que você quer comer? - perguntou Lorena.

— Vocês estão a fim de que? - perguntei.

Lorena levantou, me empurrou no sofá, puxou minha calça, e segurou no meu pau.

— Carne! - falou.

Olhei para Nay, que se recostou no sofá, olhando. Olhei com cara de interrogatório, e ela fez sinal de "continua" para mim. "O que que está acontecendo aqui?" pensei.

Lorena era esfomeada. Mamava meu pau duro. Chupava a glande vermelha, sugava meus 14 centímetros de carne. Nayara enfiou a mão por dentro da calça e se masturbava. Eu gemi e segurei a cabeça de Lorena.

— Para, guria, não quero gozar agora.

— Vou querer seu leite. Macho da Nay é meu também. - disse, olhando para a amiga.

Onde eu tinha ido parar. Que armadilha! Nayara se masturbava no sofá. Lorena ignorou meu aviso, colocou a boca na cabeça do meu pau, e sugava gostoso. Mas o prazer era muito!

— Vou gozar!!!!! - gritei.

Quando vi, Lore puxou Nay e segurou meu pau. As duas colocaram as bocas uma de frente para a outra, beijando minha glande, até que, em segundos, jorrei porra em jatos intensos!

— Caralho! Que coisa gostosa! Vocês são muito putas! - falei.

— Olha o respeito, nem conhece e já tá julgando - disse Lorena, com a boca melada.

Elas se beijaram, beijo de língua com porra de macho, e em seguida se aproximaram, para um beijo triplo. Que experiência maluca!

— Que porra foi essa? - perguntei, olhando para Nay. Não com indignação, mas com curiosidade.

— Nem eu sei! - respondeu ela — Você nunca tinha feito isso, Lore.

— Desculpa, amiga, fiquei com muito tesão em ver esse homem na nossa casa! Ele me olhando com tesão me deixou louca! Gozei no chuveiro mas não foi o suficiente. Desculpa, te traí!

— Só não fico brava porque acabei de conhecer ele. A gente transou só hoje cedo e foi mais amor do que tesão. Eu tô amando, Lore.

— Nossa, amiga! Porque não falou nada? Você me deixou fazer isso. Estou sem chão! Não vou me perdoar... ele é seu homem!

— Fiquei com tesão vendo você ir pra cima dele. Nunca vivi uma aventura sexual. Fiquei imaginando coisas aqui - falou Nay.

— Eu fiquei olhando pra Nay, que fez sinal pra você continuar... - falei.

Elas se abraçaram, Lore recomposta.

— Perdão, amiga. Não vai acontecer de novo. Respeito você.

— Tudo bem, Lore. Foi uma aventura. Estou sendo sincera.

— E então, voltando ao assunto, vão querer comer o que? - perguntei, sorrindo.

— Vamos pedir pizza.

Escolhemos os sabores, liguei para a pizzaria e uns 50 minutos depois as pizzas chegaram. Sentamos à mesa e apreciamos.

— Faltou um bom vinho! - disse eu.

— Você toma vinho? - perguntou Lorena.

— Amo vinho!

— Da próxima então você traz uma garrafa pra gente harmonizar - disse Nay.

— Vocês tomam vinho?

— Claro! A gente é apaixonada por vinho, né amiga. Só não temos dinheiro para ficar comprando! - riram.

— Assim fica mais do que perfeito! Vou providenciar pra próxima vez - respondi.

Jantamos, lavamos as louças, e sentamos no sofá para conversar. Eu no meio delas duas. Olhei para Nay, que sorriu.

Por fim, quando vi, já eram 23:30.

— Gurias, vou para casa. Amanhã começa a semana!

— Semana curta, quinta é feriado, 20 de setembro - falou Lore.

— É mesmo, amiga! Vamos combinar de fazer alguma coisa com Júnior.

— Combinem aí e me avisem. Tchau.

Dei um beijo na face de Lore e um beijo na boca de Nay, e fui pra casa.

Acham que eu dormi? Sonhei que transava com as duas... acordei tendo um orgasmos, tamanha a realidade do sonho. Tive que colocar o pijama pra lavar, devido à porra que gozei!

Continua...

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Foto de perfil genéricaJúnior Paulista Contos: 25Seguidores: 4Seguindo: 0Mensagem Um autor que escreve contos que representam desejos reprimidos, ou que questionam tabus, predefinições sexuais, psíquicas, etc. O objetivo do autor é levar o leitor a se deliciar mas também se questionar.

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