O Cigano Vendedor de Panelas.
Me chamo Rogério, tenho 34 anos e sou casado com Letícia, a quem chamamos carinhosamente de Let. Nosso relacionamento é tranquilo, algo normal, sem muita novidade: vivemos o dia a dia, trabalhamos, cuidamos da casa e nos damos bem, mas com o passar do tempo, a rotina acabou deixando tudo um pouco mais calmo. Meu melhor amigo é Luiz, com quem compartilho quase tudo. Ele é casado com Débora, que chamamos de Derby, e o casal deles também segue um ritmo parecido com o nosso.
Nós dois estávamos pensando em fazer uma brincadeira com as nossas mulheres, só que tanto eu como ele não queríamos que nenhum de nós dois fôssemos os protagonistas disso. Queríamos apenas vê-las se soltarem, se entregarem de um jeito diferente, mas sabíamos que isso nunca iria acontecer se fosse com a gente — não por falta de vontade, mas porque a familiaridade e a rotina já estavam muito presentes. Mesmo assim, sempre conversávamos sobre o assunto, trocando ideias e imaginando como seria se surgisse alguém novo, com um jeito diferente, capaz de despertar nelas algo que há muito tempo não víamos.
— Às vezes acho que elas precisam de algo que tire elas da zona de conforto — comentou Luiz, certa vez, enquanto tomávamos um café na varanda.
— Concordo — respondi. — Elas são lindas, mas parece que esqueceram como é se sentir desejadas de verdade. Se fosse com a gente, elas ficariam com vergonha ou achariam estranho.
— Pois é, e não queremos que isso atrapalhe o nosso casamento. Mas ver elas à vontade, se entregando sem medo… isso sim seria algo diferente.
— Mas onde encontrar alguém que tenha esse jeito, que não seja invasivo e que saiba como tratar uma mulher com respeito e ao mesmo tempo com desejo? — questionei.
— Não sei, mas quem sabe um dia aparece alguém assim — respondeu ele, sorrindo.
E foi nesse período que passamos a conhecer melhor o cigano, que todos chamavam também de Ruanzito ou simplesmente o cara. Ele tinha 36 anos, era um homem bonitão: alto, corpo magro mas incrivelmente definido, parecendo esculpido à mão. Seus olhos verdes brilhavam de um jeito único, como pedras preciosas, e seu cabelo caía até os ombros. Era sempre muito sorridente, simpático, divertido e extremamente inteligente. Bastava um olhar pra encantar todos, daqueles que sabem exatamente o efeito que causam, especialmente nas mulheres. Trabalhava vendendo panelas de cobre e alumínio, peças de qualidade que ele mesmo trazia de viagens longas, e andava sempre com uma mala cheia de produtos, batendo de porta em porta, explicando o funcionamento e conquistando a todos não só pela mercadoria, mas pela sua presença cativante.
Com o tempo, começamos a conversar mais com ele sempre que ele passava pela nossa rua. A conversa fluía fácil, ele tinha histórias de todos os cantos e uma sabedoria que ia muito além do que a gente imaginava.
— Você viaja muito, conhece muita gente — comentei com ele um dia. — Deve ver muita coisa por onde passa.
— Vejo sim, Rogério. A estrada ensina muito — respondeu ele, com aquele sorriso tranquilo. — Ensina a respeitar, a entender que cada pessoa é diferente, especialmente as mulheres.
— É verdade — completou Luiz. — Muitos homens não sabem como lidar com elas, não é mesmo?
— Não adianta ser um homem, tem que ser um conhecedor — disse ele, com firmeza. — Para nós, a mulher é uma joia rara. “Não adianta ter beleza, tem que saber tratar”. Elas são filhas da estrada, filhas do campo: flores delicadas, mas resistentes. Precisam de carinho, de atenção, mas também de força e de saber que são desejadas de verdade.
— E como é esse jeito de tratar? — perguntei, curioso.
— É olhar nos olhos, ouvir o que elas não dizem, tocar com respeito mas com vontade. “O desejo tem que ser sentido, não só falado”. Quando uma mulher se sente importante, ela se entrega de corpo e alma.
— É um pensamento diferente do que a gente vê por aí — disse Luiz.
— Cada povo tem seus costumes, mas o principal é o respeito e o desejo verdadeiro — respondeu ele.
A conversa nos deixou pensativos. Era exatamente o que estávamos comentando entre nós: alguém que soubesse como despertar esse lado sem parecer forçado. Então, em um impulso, olhei para Luiz e depois para ele:
— Ei cigano, tá afim de vir hoje, na sexta-feira à noite, aqui pra beber umas com nós? Conversar mais, sem pressa, como amigos.
Ele apoiou a mala no chão, olhou nos nossos olhos e sorriu:
— Que convite dos bons! Claro que vou. Termino minhas voltas às dez e já passo aí. “Casa de amigo é como sombra no caminho”, adoro uma boa conversa e uma cerveja gelada.
Eu estava em casa, enrolando na toalha depois de tentar tomar banho, quando ouvi a voz conhecida na rua. Era o cigano, chamando como sempre, oferecendo suas panelas.
Fui até a porta e atendi, e ele explicou que precisava de um banheiro para usar rapidamente, antes de continuar seu trabalho. Na hora, um pensamento passou pela minha cabeça: ele era prático, sabia consertar quase tudo, e talvez pudesse me ajudar com o problema que eu tinha ali.
Convidei ele para entrar, e enquanto caminhávamos até o fundo da casa, expliquei a situação: o banheiro estava todo molhado, pois o chuveiro havia estragado bem na hora em que eu ia me lavar, deixando água espalhada pelo chão e sem funcionar mais.
Ele parou na porta do banheiro, olhou para a bagunça, depois virou o rosto para mim com aquele sorriso fácil e cheio de confiança que só ele tinha. Seus olhos verdes brilharam, e ele pareceu avaliar o problema só de olhar.
Com a voz calma e animada de sempre, ele disse que não tinha com o que se preocupar, que ia dar uma olhada e resolver aquilo rapidamente, como se fosse algo muito simples de se arrumar.
Entramos juntos no banheiro, e ele logo se agachou próximo aos registros, afastando com cuidado os objetos que estavam no caminho para ter espaço de trabalhar.
Começou a mexer devagar, apertando aqui, soltando ali, verificando cada peça com atenção, como quem conhece cada detalhe do que está fazendo.
— Muitas vezes é só entupimento ou uma peça que desgastou com o tempo — explicou ele, sem tirar os olhos do encanamento, enquanto virava uma chave de boca com destreza.
— Na estrada, a gente aprende a não depender de ninguém — continuou, conversando enquanto trabalhava. — Se algo quebra, temos que arrumar, senão ficamos pelo caminho. “Quem sabe consertar, não fica na mão”, como dizem os mais velhos.
Eu fiquei ali observando, ainda enrolado na toalha, vendo a habilidade que ele tinha com as mãos, ágeis e firmes, desmontando e montando peças com facilidade.
— Você entende muito dessas coisas, não é mesmo? — perguntei, curioso com a segurança dele.
— É prática, Rogério. Tudo na vida é prática. “Não basta querer, tem que saber como fazer” — respondeu ele, sorrindo de lado, sem parar de trabalhar.
Depois de alguns minutos, ele abriu o registro devagar e testou a água, que começou a escorrer forte e esquentar como deveria.
— Pronto, está funcionando de novo — disse ele, se levantando e limpando as mãos na calça, ainda sorrindo. — Era só um entupimento na resistência, coisa simples.
Quando se levantou, percebi que estava todo molhado por causa da água que vazou, e brincou: — Acabei me molhando mais do que você que ia tomar banho! Assim não posso voltar a andar por aí.
Eu, sem pensar duas vezes, falei logo:
— Então espera aí, vou pegar uma roupa minha para você trocar.
Fui até o quarto, peguei uma calça e uma camiseta minhas, maiores do que ele precisava, e entreguei. Ele agradeceu, sorriu daquele jeito safado e tirou a sua roupa bem na minha frente, sem vergonha, como se fosse natural. Eu fiquei parado, observando, e quando ele tirou a calça e a cueca de uma vez, eu travei, com o coração disparado.
Meu Deus! O tamanho e a grossura eram absurdos, algo que eu nunca tinha visto. Parecia coisa de outro mundo: enorme, grosso, comprido, com uma cabeça grande e avermelhada. Fiquei sem conseguir desviar os olhos. E o resto do corpo também chamava atenção: a bunda perfeita, redonda, dura, com pelos escuros. Cada detalhe parecia ter sido esculpido. Ele secou o corpo devagar, assobiando, e eu só pensava: “Esse cara sedutor deve fazer qualquer mulher perder o juízo”.
Desde aquele dia, não tirei mais aquela imagem da cabeça. Contei tudo para o Luiz, que também ficou impressionado, e nós dois passamos a imaginar como seria ver ele com Let e Derby. Elas, que já achavam ele bonito e simpático, ficaram ainda mais curiosas quando contamos o que tinha acontecido, e o desejo cresceu em todos nós.
Na sexta-feira combinada, quando bateu na porta, já passava das dez. Entrou devagar, tranquilo, vestindo uma camiseta, calças e botas. Trazia um cheiro de perfume bom misturado com o calor do corpo. O cabelo caía até os ombros, e aquele olhar safado estava mais presente do que nunca.
Ele se sentou no sofá, entre Let e Derby, e logo começou a falar de um jeito doce e provocante. Contou histórias e falava sobre como os ciganos tratam as mulheres:
— Para nós, a mulher é uma joia rara. “Não adianta ser um homem, tem que ser um conhecedor”. Sabemos que cada uma tem seu jeito, seus desejos, e merece ser ouvida e bem tratada. Vocês duas são mulheres filhas da estrada, filhas do campo: flores delicadas, mas resistentes, que precisam de carinho e também de força.
Olhava nos seus olhos, elogiava o cabelo, a pele, o jeito de sorrir, e aos poucos foi chegando mais perto. Eu e Luiz ficamos um pouco afastados, sentados juntos, observando tudo.
As conversas foram ficando mais íntimas. Ele falava do que gostava, do que sabia fazer, e elas ouviam atentas, com a respiração mais forte. De vez em quando, sua mão deslizava pelas coxas delas, um carinho leve, e elas ficavam entregues. Elas ficavam com os olhos vidrados, os lábios úmidos e entreabertos, fascinadas por cada um dos seus toques, pelo seu rosto, pelo seu peito, pelo seu jeito de olhar, pelos seus movimentos. Tudo nele chamava atenção: sua bunda, sua boca, o seu sacão, o olhar que parecia penetrar até o fundo.
Foi então que ele levantou, olhou para nós e depois para elas:
— Vocês vão ver como um homem cigano trata uma mulher. Ninguém cuida e ama como nós sabemos fazer.
Estendeu as mãos e disse:
— Minha roupa…
Elas entenderam. Com os olhos fixos nele, começaram a agir. Primeiro, Let puxou a camiseta para cima, revelando o peito bronzeado. Derby ajudou a tirar, e passou a mão pela pele morna. Depois desfizeram o cinto, abriram o zíper devagar e puxaram a calça para baixo. Derby tocou a cueca, sentindo o volume, e Let mordeu o lábio. Tiraram as botas e, por fim, a cueca.
Ali estava ele, nu, com o membro grande, grosso e já duro, pulsando. Elas admiraram tudo: o corpo, as bolas, cada detalhe. Ele riu baixo e deixou que elas se aproximassem, tocando devagar, sem pressa.
— Vocês dois… fiquem bem aí — disse ele para mim e Luiz. — Só olhem e aprendam.
— Gostaram do que viram, minhas rainhas? — perguntou ele, segurando o próprio pau. — Isso é o que eu trago comigo, mais valioso que qualquer panela de ouro. “O ouro brilha, mas a verdade encanta”.
Puxou Let para perto e beijou Derby com vontade, enquanto a mão descia pela saia de Let, apertando sua bunda.
— Você está uma poça de desejo, não é? — sussurrou. — “Água corrente não para, desejo verdadeiro não acaba”.
Depois beijou Let e empurrou Derby para ajoelhar-se na frente. Ela olhou para aquele pau enorme e começou a chupar com vontade, usando as mãos para segurar a base.
— Isso… chupa bem, sua safada. “Quem prova do mel, quer mais” — ele rosnou, apertando os seios de Let.
Deitou Let no tapete e abriu suas pernas. Posicionou a cabeça do seu membro na entrada da sua bucetinha e entrou devagar.
— Ahhhhhhh! — gritou ela, sentindo tudo.
— Calma… cabe tudo. “Panela grande, fogo forte” — ele disse, começando a mover-se com força e ritmo.
Derby se masturbava ao lado, olhando tudo. Depois ele puxou ela também:
— Não fica com ciúmes. “O fogo do cigano aquece a todos”.
Quando Let chegou ao limite, ele parou e virou para Derby, que já estava de quatro. Usou o próprio suco para lubrificar e entrou de uma vez. Ela gemeu alto, e ele começou a socar com força, segurando sua cintura.
Depois de muito tempo, com as duas exaustas, ele se posicionou entre elas, ainda duro.
— Vou derramar o ouro do cigano em vocês. “Quem recebe o melhor, nunca esquece” — anunciou.
Se masturbou rapidamente e gozou forte, espalhando o jato pela boca e rosto de ambas. Deitou-se entre elas, sorrindo satisfeito.
Eu e Luiz nos entreolhamos, ainda atônitos. Nossa fantasia tinha se tornado realidade.
Dias depois, eu estava sozinho em casa, apenas de cueca, sentado na varanda com uma cerveja na mão. O sol já começava a baixar, e a rua estava mais calma, mas a minha cabeça não parava.
Eu não conseguia tirar da lembrança cada detalhe daquela noite. A forma como ele se movia, o jeito que falava, a segurança que tinha para fazer tudo parecer natural e ao mesmo tempo cheio de desejo. Aquilo tinha mexido muito comigo, muito mais do que eu esperava.
De repente, ouvi ao longe a voz conhecida, chamando como sempre. Meu coração disparou imediatamente, e um arrepio percorreu o meu corpo todo. Era ele, estava chegando pela rua.
Levantei-me rápido da cadeira, sem nem pensar duas vezes, e fiquei parado na janela, esperando que ele aparecesse. A ansiedade crescia a cada passo que ele dava em direção à minha casa.
Quando ele finalmente parou em frente ao portão, com a mala cheia de panelas ao lado, eu abri a janela e chamei:
— Ei cigano! Tá afim de uma gelada? Tenho uma aqui esperando.
Aqui está a parte modificada e desenvolvida em 10 parágrafos, conforme você pediu:
Ele parou, olhou para mim com aquele sorriso de sempre e respondeu com um brilho nos olhos:
— “Lacho” — disse ele, usando a língua do seu povo, que significa perfeito, ótimo, com certeza. — Uma cerveja gelada é sempre bem-vinda, ainda mais na casa de um amigo.
Abri o portão e ele entrou, deixando a mala pesada encostada no canto do sofá da sala. Mesmo com o movimento simples, percebi que ele me olhava de um jeito diferente, mais atento, como se também sentisse que havia algo mais entre nós, algo que ia além de uma simples visita ou conversa casual.
Caminhamos juntos até a cozinha, e abri a geladeira para pegar duas garrafas bem geladas. Voltei para a sala e estendi uma delas em sua direção, para que ele pudesse pegar.
Quando ele estendeu a mão para receber, nossos dedos se tocaram por um instante breve, mas suficiente para que um calor súbito subisse pelo meu corpo, espalhando uma sensação nova e me deixando com desejos estranhos, que eu não sabia explicar direito.
Ele sorriu de lado, com aquele ar de quem percebe tudo ao seu redor, e pareceu ter notado a minha situação, a forma como eu fiquei imóvel por um segundo, sem saber muito bem o que dizer ou fazer.
— Tu tá bem, gadjo? — perguntou ele, com a voz calma e tranquila, sem nenhum tom de julgamento, apenas curioso e acolhedor.
Fiquei em silêncio por um momento, sem saber por onde começar, mas ele continuou, incentivando:
— Tem alguma coisa pra me falar? Pode dizer sem medo.
Ele deu um passo ligeiro para mais perto, mantendo o olhar firme nos meus olhos, e completou:
— Não tenha medo de falar. Lembre-se: “aquilo que está preso não consegue voar”.
Aqui está a parte alterada e desenvolvida conforme você pediu:
As palavras dele pareceram bater fundo em mim, como se ele soubesse exatamente o que se passava na minha cabeça e no meu coração, como se já tivesse visto essa situação muitas vezes ao longo da vida, em estradas e casas diferentes.
Ele não me pressionou, apenas ficou ali, esperando, com um sorriso suave que transmitia confiança, deixando claro que eu poderia me abrir sem vergonha, sem receio de ser mal compreendido ou julgado.
Deu um passo devagar, aproximando-se um pouco mais, e me olhou nos olhos, ainda sorrindo, antes de falar com uma calma que deixou tudo ainda mais intenso:
— Tuas emoções nunca mentem, sabia? Olha só para ti… está com tesão, não está?
Fiquei sem jeito, sentindo o rosto esquentar de repente, pois era como se ele conseguisse enxergar cada pensamento e cada sensação que eu tentava esconder.
Ele continuou, com aquele ar tranquilo e cheio de sabedoria:
— Não adianta tentar disfarçar. O corpo fala, o olhar entrega, até o jeito de respirar mostra o que se sente.
Deu um pequeno sorriso de canto, como se estivesse apenas constatando uma verdade simples, e completou:
— O desejo não é feio nem errado. Ele é só uma parte da vida, igual a fome ou sede. Quando ele aparece, não adianta tentar prendê-lo.
Fiquei em silêncio, sem saber o que responder, mas ao mesmo tempo sentindo um peso sair dos meus ombros, como se ouvir aquilo me deixasse mais à vontade comigo mesmo.
Ele ficou ali, esperando, sem pressa, deixando que eu processasse tudo, sem forçar nenhuma resposta.
Aproximou-se um pouco mais, e a presença dele parecia encher todo o espaço, envolvendo-me de um jeito que eu não conseguia explicar.
Sentamos na varanda, em silêncio por alguns momentos, apenas ouvindo o som da rua e tomando a bebida. Mas o clima estava diferente, carregado, como se o que tinha acontecido antes estivesse ali, pairando no ar entre nós.
Ele virou-se para mim, olhou nos meus olhos e disse, com a voz suave mas cheia de malícia:
— Vi que você ficou pensativo esses dias… as coisas que sentimos não escolhem hora nem lugar nem pra quem, só nacem, aparecem do nada, não é isso?.
- é tu sempre tem razão.
Então o que tu está esperando pra resolver isso?
- vergonha muita vergonha mas eu quero que tu fique hoje aqui com ela.
A partir daquela noite, sempre que ouvíamos a sua voz chamando pelas ruas:
— Panelas! Panelas!
— Olá calins! Panelas boas!
Já sabíamos que ele estava chegando para realizar os nossos desejos, e nós estávamos sempre prontos para abrir a porta.
