Olá, Júnior novamente.
Devido ao trabalho fui residir na região metropolitana de Porto Alegre. Um dia fui ao centro de Canoas e desci na estação central (estação La Salle). Caminhei pelo calçadão, olhando as lojas, procurando um restaurante. Vi que tinha um self-service a quilo e livre (quando se pode comer à vontade por um preço fixo) e subi as escadas.
O salão era amplo, e a bancada de comida deveria ter mais de 50 opções, incluindo uma fartura de frutas e saladas, além de carnes e massas. Eu não como muito, então pesei meu prato, que deu pouco menos do que o valor do livre. Sentei-me à mesa e fiquei observando as pessoas (mulheres) à minha volta. Apreciei as belezas diferentes, a maioria clara, com cabelos acastanhados ou escuros, olhos castanhos, raras mulheres de olhos verdes ou azuis. Numa mesa junto à janela quatro jovens mulheres riam, e uma morena jambo de olhos verdes, peitos marcando o decote sutil, vistos pelo casaco semiaberto, me fizeram ficar de olhos fixos por alguns minutos, até que tive que desviar para não ser pego.
Paguei a conta e saí. Andei por algumas lojas e por fim entrei em uma galeria, em busca de um serviço de relojoeiro para trocar a pilha do meu relógio. Enquanto olhava para as placas das lojas deparei-me com uma que me fez parar: "Depiladora carioca".
Por quê esse nome? Por que não um nome comercial? Fiquei imaginando que ela deveria fazer outros tipos de serviços além da depilação, o que se devia às minhas fantasias, por causa dos contos lidos por aqui, na Casa.
Troquei a pilha do relógio em uma das lojas, saí e parei em frente do anúncio. Desbloqueei o telefone e anotei o número do WhatsApp. Sentei-me em um banco ao lado de uma senhora, que descansava com uma sacola no colo. Entrei no aplicativo e enviei a mensagem.
— Olá. Gostaria de saber se tem horário para hoje e o valor da sessão.
Em alguns minutos, que passei ansioso, recebo uma mensagem de volta:
— Olá. Qual é o seu nome?
Não tenho costume de colocar nome no WhatsApp, para fins de segurança.
— Júnior.
— Sou Ana Júlia. Tenho um horário para hoje, às 14:00. Consegue vir?
— Sim, inclusive estou aqui na galeria - respondi. Olhei a hora: 13:47.
— Então pode subir. Sala 10. A senha da porta é 3421.
Subi a escada e digitei a senha. A fechadura emitiu um ruído e a porta se abriu. Uma mulher morena, de olhos verdes, com jaleco branco, abriu um sorriso.
— Bem vindo à estética carioca - disse, com forte sotaque do Rio de Janeiro.
— Tu é carioca da gema - eu ri surpreso, ao reconhecer a morena do restaurante.
— E gaúcha do coração - riu ela — o que te traz aqui hoje?
— Confesso que a curiosidade. Nunca fiz esse tipo de serviço e seu anúncio me chamou a atenção.
— Porque? - perguntou maliciosamente.
— É porque clínicas tem nomes, digamos, profissionais - me enrolei na fala.
— Mas eu sou profissional. Vai querer depilar o que hoje?
— A região genital. Sempre que tento usar a lâmina fico com espinhas, e não tem como depilar o... ãhn... saco. - disse, sem graça.
— Certo. Eu uso cera, pode doer um pouco, mas com esse friozinho você vai sentir até um conforto. Depois vai ficar com sua pele vermelha, devido ao processo de retirada da cera, se é que me entende - e riu.
Fiquei pensando na dor quando ela puxasse o tecido com a cera. Mas agora já estava ali.
— Ok, vou querer a depilação.
— Tire a roupa e deite na maca. Não se preocupe com o frio, o aquecedor está ligado.
Eu sou friorento, mas pensei na vergonha em ela ver meu pau murcho. Tirei a calça e a cueca ali mesmo (havia um banheiro na sala, mas não usei) e deitei na maca, que estava até quente do ar do aquecedor. Ela se aproximou e sentou em um banco alto. Pegou no meu pau mole com a mão enluvada e observou.
— Olha, você não tem tantos pelos, mas a pele é fina. Vou tentar tirar com a pinça, talvez doa menos.
Eu estava deitado, com meu pau pra fora e uma morena gostosa mexendo nele. Não iria demorar pra ele ficar duro, mesmo com o frio. O travesseiro alto me proporcionava uma boa visão do trabalho que ela estava fazendo.
— Vou tirar o jaleco, assim não me sujo. Gosto de usar roupas leves, o aquecedor ajuda e assim eu me sinto em casa - disse ela, com naturalidade.
Quando levantou tirou o jaleco, deixando exposto um top preto, com aquele belo par de seios. Ela deveria ter mais de 30 anos, mas era muito bonita e conservada. Corpo atlético, esbelta. Meu pau se mexeu e eu quase coloquei a mão em cima dele. Ela percebeu.
— Fico feliz em ver que causo reações involuntárias em meus clientes - disse Ana. Habilmente pegou a espátula e derramou um pouco de cera quente na minha região pubiana. Senti uma sensação gostosa, de calor, parece que dava conforto. Ela ficou segurando meu pau para cima para que não encostasse na cera. Ele reagiu, e comecei a ter uma ereção.
— Uau. O que temos aqui? - perguntou ela — O amigo é grosso, apesar de não ser grande. Você deve provocar sensações maravilhosas nas mulheres - disse, como se estivesse falando com meu pau. — Estou certa? - e olhou para mim.
— Ãhn, mais ou menos - respondi, tímido.
— Vai dizer que é virgem??? - perguntou, espantada — Quantos anos você tem???
— Não, mas sou tímido e fico sempre em casa. Aliás tive poucas oportunidades de sair com mulheres. Minhas aventuras fora da igreja foram pontuais. Não posso transar antes do casamento, mas já transei uma ou outra vez em raras oportunidades em que não consegui resistir à tentação. Tenhorespondi acanhado.
E quase falei que tinha ido ali por causa de fetiche. Que sonhava em ser masturbado por uma depiladora linda como ela, seminua, pegando nos peitos dela, enquanto gozava em suas mãos. Mas não ousei.
— Que pena. As mulheres estão perdendo esse potencial todo e você reprimindo seus desejos mais intensos.
Fiquei admirado com a liberdade que ela falava sobre sexo!
— Ana, desculpa. Não vim aqui depilar. Vim aqui por causa de um fetiche: gozar nas mãos da depiladora - desabafei.
— Eu sabia. Estava escrito na sua fala, na sua cara.
— E quando te vi aqui, já estava apaixonado. Eu te vi no restaurante no centro hoje, com suas amigas. Fiquei te admirando.
— Eu percebi. Gosto de ser admirada por homens como você. Fiz que não vi, você estava magnetizado em meus olhos. Só joguei o charme, e consegui um cliente.
— Eu nem sabia que era você a depiladora... ainda bem que é gostosa e linda!
— Agora fica quieto e me mostra se é macho - disse, largando meu pau duro e segurando o tecido com a cera. Ela nem avisou, já puxou a tira de tecido e eu grunhi, sentindo uma dor absurda!
— Mais macho do que muitos caras que aparecem aqui. Você é corajoso! - disse Ana.
— Porra! Dói pra caralho - respondi, olhando minha pele vermelha.
— Calma, garoto, ainda tem mais. Estamos no início - sorriu, marota.
O processo seguiu, um pouco de cera, tempo, puxada violenta. Os meus pelos pubianos foram-se. Ainda tinha a virilha.
— Você é resistente - disse, passando a mão pelo meu pau amolecido - outros caras choram aqui nessa mesa.
— Não sei como ainda não chorei - exclamei — pode fazer só a virilha. Meu saco eu não vou querer...
— O cliente é quem manda. Não se preocupe, aqui nada é forçado.
E continuou o serviço dela, até que minha virilha estivesse sem pelos.
— Pronto. Agora eu vou passar um talco para aliviar o incômodo e depois um creme. Pode relaxar, seus 20 minutos de tortura já acabaram hoje.
Respirei aliviado. Ela tirou as luvas, deixando as mãos nuas, com as unhas esmaltadas em vermelho vivo. Virou-se para a parede e tirou o sutiã. Mexeu na bolsa e quando se virou para mim estava com um batom vermelho e os peitos nus. Eram pequenos, mas bonitos, arredondados, naturais, sem bicos aparentes.
— Nossa, que gostosa você é - exclamei, sem pensar.
— Obrigada pelo elogio. Tu acredita que não costumam me elogiar?
— Eu gosto de elogiar, mulher bonita deve ser apreciada e elogiada.
— Obrigada!
Ana Júlia mexeu os cabelos cacheados de uma forma sexy. Pegou um pote de talco e espalhou me região pubiana e pela virilha. Com as mãos massageou levemente, segurando no meu pau enquanto passava o talco por baixo dele, na região pubiana. Em seguida ela pegou lenço umedecido e limpou o talco. Meu pau estava meia bomba.
Eu observava aquela bunda definida da academia, de muitos agachamentos que ela deveria fazer e meu pau endureceu. Quando ela se virou com o creme nas mãos meu pau estava uma pedra.
— Olha quem tá vivo! - e pegou com vontade nele. A mão com creme deslizou com dedos passando pela minha glande e indo até o saco. Senti um arrepio. — Não vai gozar, hein?
Não respondi. Ela passava as duas mãos com creme na minha região pubiana e virilha, indo e voltando, fazendo massagem. Realmente o creme era bom, trazia um alívio para a dor que eu já estava sentindo. Mas de repente ela passou a mão no meu pau e segurou ele. Ficou admirando a obra de arte. Soltou ele na minha barriga. Usando o indicador, tocou a cabeça de leve e veio descendo até as bolas. Subiu, esfregando com força, usando dois dedos. Usou o dedão e ficou fazendo movimento circular na região do freio. Em seguida pegou meu pau e, usando o dedão e o indicador, fez movimento de vai e volta, como se estivesse introduzindo meu pênis numa buceta. Eu estava nas nuvens! Dei uma tremida. Ela parou.
— Aguenta mais um pouco! - disse, com voz sexy. Pegou algumas folhas de papel toalha e começou a limpar o creme. Após usar algumas toalhas, eu estava limpo. Ana Júlia se posicionou ao meu lado, com a bunda ao alcance da minha mão direita, peitos apoiados em mim, e colocou a boca macia no meu pau. Deu um beijo e deixou a marca vermelha do batom. Tirou a boca e colocou novamente, descendo um pouco mais. Na saída, sugou levemente eu eu gemi. Ela ignorou, e continuou, descendo mais, e sugando com mais força na subida. Por fim, engoliu tudo. Subiu, fazendo pressão o suficiente apenas para encostar de leve no corpo do meu pau, e, quando chegou na cabeça, ficou passando a língua por ela e fazendo movimentos de vai e vem com os lábios. Fui à loucura!
Apertei a bunda dela e peguei nos peitos com a outra.
— Olha o assédio, hein! - falou ela, olhando maliciosamente para mim.
— Assédio? E isso que você tá fazendo é o que? - exclamei.
— Trabalho. Você ainda nem me pagou por isso - e me deu um beijo.
Paralisei por um instante. Retribuí, aproveitando para tentar passar a mão na buceta dela.
— Aí tem outro valor - disse ela, mas sem tirar a mão.
— E quanto é? - perguntei.
— Tem que me chupar. Sabe fazer isso?
— Mais ou menos - respondi — fiz uma vez só na menina mas foi rápido.
— Eu não gosto de ir rápido, e temos tempo. Agenda hoje só você. Cancelei os demais clientes da tarde.
— Quer dizer que você será só minha hoje? - perguntei.
— Não, você vai ser meu! - falou Ana Júlia, olhos brilhando — adoro essa gurizada sem experiência.
Ela tirou a calça e a calcinha, ficando sem nada. O corpo dela era definido. O calor da sala estava se misturando com cheiro de hormônios sexuais.
— Desce daí. Minha vez agora.
Eu desci e ela se sentou na maca, próxima da borda.
— Venha. Me dá um beijo. Tira essa camiseta
Tirei a camiseta e meu peito magro ficou exposto. Ela me puxou para si, me agarrando com uma chave de perna. Meu pau encostou na buceta dela, que era depilada. Que buceta quente! Meu pau começou a babar pré gozo. A buceta dela estava molhada. Essa mulher estava excitada comigo! Eu me aproximei dos lábios dela, vermelho falhado do batom que deixou marcas no meu pau. Iniciamos um beijo gostoso, molhado, nossas línguas explorando cada canto. Eu me afastei e comecei a beijar aqueles peitos maravilhosos, firmes. Depois desci pela barriga definida e cheguei na buceta. Olhei pra cima, indeciso.
— Pode chupar. Eu sou limpa. Me protejo. Se quiser pago exames para você depois. Agora, aproveita.
Caí de boca. Um suco, um mel, um sabor maravilhoso! Não sei se todas as bucetas tem um sabor assim, ou era eu extasiado por estar provando uma das poucas que havia tido oportunidade até então, devido à restrição religiosa. Ela gemeu quando passei a língua no seu grelinho. Entendi e repeti. Ela agarrou minha cabeça com as duas mãos. Passei de novo a língua, movimentos circulares, aumentando a pressão. Ela apertou as pernas em volta da minha cabeça e eu senti um líquido escorrer na minha boca. Pensei até que fosse urina, mas não, era doce. Ela gritou:
— Gozei, moleque! - eu tinha 29 anos, mas ok. Fazer mulher gozar é para caras experientes e eu era um novato. Fiquei feliz.
— Vem cá, vou te dar um chá de buceta. Deita aqui.
Deitei na maca. Ela subiu por cima, esfregando a buceta em cima do meu pau. A buceta, escorrendo mel, molhou meu pau. Quando dei por mim, no vai e vem que ela fazia, meu pau escorregou para dentro da buceta dela e eu gemi forte. Agarrei ela num abraço forte e a segurei ali.
— Para! Quero sentir você - sussurrei no ouvido dela.
— Já vai gozar? - perguntou ela.
— Não. Mas se você se mexer muito agora eu gozo...
Ela ficou quieta, deitada em cima de mim, me dando selinhos, olhando para mim, cara de apaixonada. Acho que ela não deveria fazer isso com todos os clientes. De repente começou a fazer o vai e vem. Fiquei quieto, só aproveitando o momento, pegando nos peitos dela e apertando sua bunda.
— Ana! Ana! Vou gozar!!!
Ela saiu de mim e eu jorrei porra na minha barriga. Jatos fartos! Ela se ajoelhou na maca e sugou meu pau, me causando outro gozo de prazer. Ela desceu, pegou papel e limpou a bagunça. Deu um beijo no meu pau, que já estava retornando para a posição de descanso, satisfeito.
— Nossa, que prazer que você me deu, garoto! - exclamou ela.
— Eu que diga. Vou ter que pagar mais sessões de depilação. Tem cartão fidelidade? - eu ri.
— Eu não faço esse tipo de coisa com meus clientes. O máximo é uma punheta pro cara gozar. Mas do jeito que você me olhou no restaurante, me senti desejada. Quando entrou aqui, tímido, percebi que daria pra brincar com você. Mas então você me confessou seu fetiche, e eu resolvi te dar o que eu poderia te dar, em troca de me satisfazer. Acredita que eu estava na seca?
— Você, uma gostosa dessas, na seca?
— É, eu terminei um noivado há um ano. Decepção total com homens, sabe. Abri a clínica para ter uma fonte de renda. De vez em quando algum tarado tenta me comer. Eu sempre tenho um spray de pimenta na bolsa. Faço que vou colaborar e pego o spray e o celular. Aviso que vou chamar a polícia, começo a filmar e o cara vai embora. Fico no prejuízo financeiro, mas me mantenho em segurança.
— Por isso fiquei na minha e inseguro em tocar você... respondi.
— Estou solteira, quer sair comigo?
— Co.. com você? - respondi, surpreso.
— Ou então vou ter que cobrar o serviço extra... - disse, séria, me olhando nos olhos.
— Fiquei sem opção agora - disse, entrando na brincadeira — passa cartão de crédito ou débito?
Ela não respondeu.
Vesti minhas roupas, coloquei o casaco. Lá fora estava 14 graus. Nem queria ir embora, depois daquele tratamento VIP.
— Você tem meu número - disse Ana — só marcar. Sem compromisso, pra gente se conhecer de verdade, porquê suas habilidades eu já conheço. O pagamento vai depender do nosso encontro - complementou.
— Vamos marcar. Me dá um beijo aqui pra eu poder voltar sempre.
Nos beijamos e eu abri a porta, estremecendo ao sentir o ar gelado do corredor.