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TRI-GOZO

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Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Homossexual
Contém 818 palavras
Data: 27/06/2026 10:02:32

Jonas não é meu namorado nem nada. Sequer o conhecia antes de encontra-lo no hostel nudista gay em que estou hospedado neste final de semana. Estava eu lavando a minha louça do café da manhã, metido em uma de minhas escrotas tangas fio dental, e ele, sentado à mesa, enxugava seus utensílios, que acabara de lavar. Saca quando a gente sente que alguém está nos secando com o olhar? Eu sentia e achava bom. Eu achara ele bonitinho, suave, quieto, tímido, com uma rola mediana. Mas, na minha também timidez, deixei-me ficar quieto.

Então ele veio trazer um prato e uma xícara, para guardar num armário que ficava acima da pia, e chegou pertinho do meu corpo, esticou os braços para abrir e depositar a louça; eu senti seu cheiro gostoso, sua axila depilada e meu cu deu sinal de que queria visita. Mas continuei na minha. Ele, então, sussurrando como se falasse para si mesmo, sem olhar para mim:

– Que bunda tão gostosa!

Disparada cardíaca, borboletas no estômago, e a minha resposta safadinha:

– Como você sabe, se não provou ainda?

Ele animou-se, num sorriso discreto, o rosto levemente corado, e me abraçou por trás. Senti seu falo duro entre minhas coxas. Sem mexer o corpo, rodeei seu pescoço com os braços, virei a cabeça e alcancei seus lábios, num beijo molhado de tesão. Suas mãos percorreram meu corpo e acariciaram minhas axilas igualmente sem pelos.

Jonas separou-se de mim, para que eu concluísse minha tarefa, voltando a sentar à mesa, agora olhando fixamente para meu rabo, sua pica vibrando dura, no ar. Minha rola também dura estufava minha tanga. Ao guardar o último talher, fui até ele, toquei sua mão sobre a mesa, fechei a minha sobre a dele e o fiz levantar-se, levando-o ao quarto coletivo, onde um senhor mexia no celular, na cama vizinha à minha.

Beijamo-nos, eu e Jonas, com mais intensidade, ele enfiando a mão delicadamente e retirando minha tanga; em seguida, fez-me deitar, delicadamente, e seu corpo macio veio sobre o meu. Nossas bocas unidas, nossas mãos vadiando. Ele deixou minha boca, deu cheiros e pequenos beijos no meu pescoço, me eriçando todo. O vizinho de cama continuava navegando, mas a rola endurecera e pulsava sob o fino lençol que o semicobria.

Jonas desceu os lábios até meus mamilos, com a delicadeza de uma donzela. Em seguida, fez-me levantar os braços (coloquei as mãos sob minha cabeça) e passou a carinhar suavemente minhas axilas. Primeiro com a ponta dos dedos, depois cheirando e friccionando o rosto, depois beijando e passando de leve a língua. Eu gemia com aquele carinho inusitado. Como ele descobrira um dos meus pontos erógenos?

Agora ele estava com o corpo decalcado sobre o meu. Nossas picas imprensadas entre nós. Eu abri um pouco as pernas, em borboleta, permitindo que meu cu se expusesse ao meu visitante. Ele acariciava minha rola, minhas coxas, a mão carinhando minhas nádegas e os dedos se enfiando no meu buraco, que piscava terrivelmente.

Então senti sua rola me penetrando, enquanto ele me beijava. Mas era uma penetração bastante suave, sem afobação, delicada mesmo. Sua vara entrava entre minhas pregas como quem anda por terreno há muito conhecido. Até que o senti inteiro dentro de mim. Eu gemia dentro de sua boca e ele dentro da minha. O meu vizinho agora descoberto, acompanhava atentamente as estocadas que Jonas me dava, enquanto punhetava-se também delicadamente, a cabeça da sua rola avermelhando-se. Confesso que senti vontade de chupá-lo, mas estava tão boa a foda, que preferi deixa-lo em seu voyeurismo – que, aliás, é outra coisa que eu amo e me dá um tesão danado: ser fodido com plateia.

A delicadeza de Jonas me comendo fez com que nossa transa demorasse. Enquanto ele me comia, nossas mãos acariciavam nossos corpos com a delicadeza de quem toca uma flor. Até nossos gemidos eram contidos, o que os fazia ainda mais sensuais. Então ele tomou minha rola e passou a me punhetar, o mesmo carinho sincronizado com que me fodia.

Quando comecei a sentir que iria gozar, a cabeça da minha rola começou a babar, o vizinho também acelerava sua punheta e Jonas as estocadas. Tudo se encaminhava para um tri-gozo. E, como se definido o mesmo tempo pela natureza aos três, quando explodi meu primeiro jato, entre os dedos de Jonas, o vizinho gemeu grave e também ejaculou forte, e eu senti o líquido de Jonas invadir meu rabo. A sucessão de emissões foi praticamente ao mesmo tempo, entre os dedos de Jonas, do meu vizinho e do próprio Jonas em mim.

Concluídos os três orgasmos, o vizinho largara a pica, da qual ainda descia uma gala transparente, e voltou ao celular, enquanto Jonas relaxava sobre meu corpo molhado do meu sêmen, ficando sua boca colada ao meu ouvido, que escutou, como se fosse a voz de um arcanjo celestial:

– Eu tinha certeza: sua bunda é muito gostosa!

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Comentários

Foto de perfil de Jota_

Quanto tesão já tive em hostel...deixei minha marca em vários lençóis na minha juventude heheeh

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