Ele chegou na minha casa por volta das onze da noite, pontual como combinamos. Um moreno alto, ombros largos, corpo bem definido e musculoso, vestindo uma camisa justa que marcava o peito e uma calça de moletom cinza. Veio direto pra receber um boquete caprichado. Mal fechei a porta da sala e ele já baixou a calça e a cueca, sentando no sofá com as pernas bem abertas, o pau semi-duro descansando pesado entre as coxas.
O pau dele era uma delícia: 18 centímetros de grossura, veias bem marcadas, cabeça rosada grande e inchada. Me ajoelhei entre as pernas dele e comecei devagar, lambendo toda a extensão desde o saco até a ponta, sentindo o gosto salgado e masculino da pele. Depois abri bem a boca e engoli metade de uma vez, sentindo o pau reagir imediatamente — inchando rápido dentro da minha boca quente, ficando rígido, latejante, as veias pulsando forte contra a minha língua.
— Caralho... que boca gulosa pra porra — gemeu ele, uma das mãos já segurando meu cabelo.
Aumentei o ritmo, descendo cada vez mais fundo, babando bastante. Ele começou a foder minha boca com força, segurando minha cabeça com as duas mãos. Quanto mais fundo ele metia, mais eu engasgava. A cabeça grossa invadia minha garganta, obstruindo o ar. Lágrimas escorriam pelo meu rosto, saliva grossa pingava do queixo, escorrendo pelo pau dele. Eu tossia e chorava, mas ele não soltava — pelo contrário, segurava mais firme, empurrando até o nariz encostar na barriga dele.
— Isso... engole tudo, vai... tá chorando gostoso pra caralho — rosnou ele, a voz rouca de tesão.
Ele meteu fundo várias vezes, segurando meu rosto enterrado contra sua virilha por longos segundos enquanto eu engasgava, o corpo tremendo, lágrimas caindo sem parar. Quando finalmente me deixava respirar, eu puxava o ar tossindo, baba escorrendo, olhos vermelhos, mas voltava imediatamente pra chupar com mais fome. O pau dele estava completamente duro agora, uma rola grossa e quente que esticava minha garganta.
Por fim, ele travou o corpo inteiro, os músculos da barriga marcando, e gozou com um gemido longo e grave. Jatos grossos, quentes e abundantes de porra explodiram direto na minha garganta. Engoli desesperado, tossindo e chorando, sentindo o sêmen denso descer. Alguns jatos mais fortes transbordaram pelos cantos da boca, escorrendo pelo queixo enquanto ele continuava gozando, o pau pulsando forte na minha língua. Suguei até a última gota, limpando tudo.
Ele desabou no sofá, respirando pesado, o corpo suado, o pau ainda duro e extremamente sensível, brilhando de saliva e resto de porra. Eu não dei nenhum descanso. Voltei a boca direto pra cabeça inchada, chupando só a glande com vácuo forte, língua pressionando e lambendo a uretra sem piedade.
— Ei... para um pouco... tá sensível pra caralho agora... — pediu ele, voz fraca, quase rindo de nervoso.
Ignorei completamente. Quanto mais eu estimulava a cabeça sensível — sugando, girando a língua, pressionando a fita da uretra —, mais o pau dele endurecia de novo e ele entrava em desespero. A barriga dele tensionava, os músculos do abdômen marcando forte. Ele tentava segurar, apertando as coxas, mas o pau duro tornava impossível.
— Porra... eu tô ficando com muita vontade de mijar... cara, para com isso...
Quanto mais eu torturava a cabeça, mais ele perdia o controle. O primeiro jato escapou forte, quente e concentrado, explodindo direto na minha língua. Salgado, amarelo-escuro, fervendo. Engoli tudo sem tirar a boca. Ele soltou um gemido longo de rendição total.
A partir daí virou uma tortura deliciosa e longa.
Os jatos começaram a vir em ondas ritmadas. Cada sugada forte na glande ou lambida insistente na uretra fazia ele soltar jatos pesados, longos, enchendo minha boca inteira. Eu engolia freneticamente, sentindo o mijo quente e denso descer queimando pela garganta e se acumulando pesado no meu estômago. Jato atrás de jato — alguns longos e potentes que me obrigavam a engolir várias vezes seguidas, outros em sequências rápidas que transbordavam um pouco pelo canto da boca antes de eu conseguir beber tudo.
— Caralho... tô mijando sem parar... você é louco... — gemia ele, tremendo, suando, as mãos cravadas no meu cabelo, me segurando firme contra o pau.
Eu continuei torturando sem piedade por quase meia hora inteira. Meu estômago inchou visivelmente, pesado, cheio do mijo quente e salgado dele. O cheiro forte e característico tomou toda a sala. Ele gemia, xingava, tremia de alívio e desespero a cada jato. Quanto mais eu estimulava a cabeça sensível, mais jatos vinham. Meu peito subia e descia rápido, engolindo sem parar, baba e mijo escorrendo pelo queixo.
Quando finalmente os jatos viraram um fio quente e lento, suguei até a última gota, limpando a uretra com a língua.
Ele estava exausto, olhando pra mim atordoado.
— Deita no chão. Agora.
Me deitei de costas no tapete da sala. Ele ficou em pé por cima de mim, depois agachou devagar e sentou o cu quente, suado, direto no meu rosto, encaixando perfeitamente sobre minha boca e nariz. O peso dele me pressionava contra o chão, o cheiro forte de suor e masculinidade me invadiu completamente. Mal conseguia respirar.
— Lambe. Quero sentir essa língua trabalhando direito — ordenou, voz grossa.
Comecei a lamber com vontade, circulando o anel quente, empurrando a língua o mais fundo possível dentro dele. Ele rebolava devagar no meu rosto, gemendo baixo, esfregando a bunda contra minha boca e nariz.
— Isso... come meu cu... vai, mais fundo... enfia essa língua toda...
Enquanto eu lambia sem parar, língua fodendo o buraco dele ritmadamente, ele mandou:
— Bate punheta pra mim. Quero ver você gozando com o rosto debaixo da minha bunda.
Segurei meu pau duro e latejante e comecei a bater, rápido, enquanto continuava enfiando a língua nele. Ele rebolava mais forte agora, pressionando o cu com mais peso contra meu rosto, quase me sufocando. O gosto forte, o calor, o cheiro intenso, o peso dele me dominando — tudo me deixava louco de tesão. Eu lambia desesperado, língua trabalhando fundo, sentindo o cu dele contrair e relaxar ao redor dela.
— Não para de lamber... continua enfiando... vai, mais rápido com essa mão — grunhia ele, mexendo o quadril, esfregando a bunda suada no meu rosto.
Bati mais rápido, o orgasmo subindo rápido. Ele percebia pela minha respiração ofegante e pela forma como minha língua tremia dentro dele.
— Goza pra mim... quero sentir você gozando com o rosto todo enterrado no meu cu...
Não aguentei mais. Com um gemido abafado contra a bunda dele, gozei violentamente — jatos grossos e longos espirrando no meu peito, barriga e até no pescoço. No mesmo instante ele apertou o cu com força contra meu rosto, gemendo alto, rebolando devagar enquanto sentia as contrações da minha língua durante o orgasmo.
Ele ficou sentado mais alguns segundos, aproveitando, respirando fundo, depois levantou devagar, olhando pra baixo com um sorriso satisfeito e cansado.
— Boa privada... boa língua.
