Eu Vou Morar com Ele parte 9

Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 882 palavras
Data: 03/06/2026 15:56:24

A Nova Vida e as Recaídas Secretas que Eu Não Consigo Evitar

Meu nome é Letícia. E eu achei que tinha conseguido.

Faz seis meses que eu voltei pra casa. Seis meses que eu escolhi minha família. Roberto me perdoou — ou pelo menos finge que perdoou. Ele me beija toda manhã antes de sair pro novo emprego, me ajuda com as crianças, faz amor comigo duas

vezes por semana com aquele carinho de sempre. Os meninos voltaram a me chamar de “mamãe” sem hesitar, dormem tranquilos sabendo que eu estou aqui. Eu cozinho, lavo, cuido da casa, sorrio nas fotos de família. Por fora, eu sou a esposa e mãe perfeita que todo mundo sempre quis que eu fosse.

Por dentro… eu estou morrendo devagar.

O desejo nunca foi embora. Ele só se escondeu, esperando o momento certo pra explodir. Eu me pego no banho, dedo na bucetinha, mordendo o lábio pra não gemer alto, lembrando do pau grosso do Fernando me rasgando. À noite, quando Roberto me penetra devagar e carinhoso, eu fecho os olhos e imagino o Fernando me socando sem piedade, me chamando de “mulher dele”. Eu gozo… mas é um gozo vazio. Depois eu choro no escuro, culpada pra caralho. “Eu escolhi isso. Eu abandonei o vício. Eu sou forte.” Mas eu sei que é mentira. Eu sou fraca. Eu sou puta até o último fio de cabelo.

E o Fernando sabe disso.

Ele me mandou mensagem há duas semanas: “Vou pra sua cidade na quinta. Tramoia de trabalho. Quero te ver. Só uma vez. Ninguém vai saber.” Meu coração parou. Eu deveria ter bloqueado. Deveria ter deletado. Mas minha bucetinha pulsou tão forte que eu quase gozei só de ler. Eu respondi: “Só se for rápido. E secreto. Meu marido não pode nunca saber.”

Quinta-feira chegou. Roberto saiu cedo pro trabalho, crianças na escola. Eu me arrumei como uma esposa normal — jeans justo, blusa simples — mas por baixo eu coloquei a lingerie preta que o Fernando adora, a que deixa minha buceta quase exposta. Fui pro motel que ele reservou, coração batendo tão forte que eu achei que ia desmaiar. Quando abri a porta do quarto, ele estava lá. Barriguinha de cerveja, sorriso safado, pau já marcando a calça.

— Porra, Letícia… você veio mesmo, vadia casada — ele rosnou, me puxando pela cintura e me beijando com fome.

Eu tentei resistir por um segundo. “Fernando… eu tenho família agora… isso é errado…” Mas minha boca já estava na dele, língua se enrolando, mãos abrindo a calça dele. O pau pulou pra fora — grosso, 20cm, cabeçona roxa brilhando. Eu caí de joelhos e abocanhei tudo, garganta apertando, babando, chupando como se minha vida dependesse disso. Ele segurou meu cabelo negro e fodeu minha boca com força.

— Isso… engole o pau do teu macho de verdade. Seu corno não te fode assim, né?

Ele me levantou, rasgou minha blusa, tirou o jeans e me jogou na cama. Abriu minhas pernas e meteu tudo na bucetinha de uma vez. Eu gritei alto, unhas cravadas nas costas dele, sentindo ele me esticando inteira, me abrindo como só ele consegue. Ele socou forte, sem parar, alternando buceta e cu, cuspindo pra lubrificar e enfiando tudo. Eu gozei duas vezes seguidas — esguichando no lençol, corpo convulsionando, lágrimas escorrendo.

— Fode tua puta, Fernando… me rasga… me enche… eu sou sua mesmo quando estou com ele… — eu gemia, culpada e excitada ao mesmo tempo.

Ele me virou de quatro, segurou minha cintura e meteu no cu com força, bombando sem dó. A dor virou prazer insano. Eu mordia o travesseiro pra abafar os gritos enquanto gozava de novo, cu piscando em volta do pau dele. Ele gozou fundo na minha boca — jatos grossos, quentes, enchendo minha garganta. Eu engoli tudo, lambendo até a última gota, olhando pra ele com olhos de vadia arrependida.

Depois, deitada no peito dele, porra escorrendo pelas coxas, o conflito me acertou como um soco. “Eu traí minha família de novo. Roberto está trabalhando, confiando em mim, e eu estou aqui cheia de porra de outro homem.” Eu chorei baixinho. “Eu jurei que ia parar… mas quando ele aparece na cidade, eu viro puta de novo.” Fernando riu, passou a mão na minha bunda marcada.

— Você nunca vai parar, Letícia. Você é minha. Sempre que eu vier pra cá, você vai abrir as pernas. E seu corno nunca vai saber.

Eu saí do motel, tomei banho rápido num posto, passei perfume forte pra disfarçar o cheiro de sexo. Quando cheguei em casa, Roberto já estava chegando do trabalho. Ele me beijou na boca — a mesma boca que tinha engolido a porra do Fernando há menos de duas horas. Eu sorri, abracei ele, brinquei com as crianças… mas por dentro eu tremia. Culpa, desejo, medo. Eu me odeio. Eu me amo assim. Eu não consigo parar.

E o pior: Fernando já mandou mensagem de novo. “Daqui a um mês eu volto. Reserva o mesmo motel.”

Eu respondi: “Estarei lá.”

A nova vida é linda por fora. Mas toda vez que o Fernando vem pra cidade, eu tenho minha recaída. Secreta. Suja. Irresistível. Roberto nunca vai saber. E eu… eu vou continuar vivendo assim, dividida, molhada e destruída.

Porque eu sou essa mulher. Esposa por fora. Puta por dentro. E o vício nunca dorme.

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Comentários

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Uma vez puta... recaída sempre...isso se não encontrar outro neste meio tempo!!!

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