O proibido me atrai ....esposinha Raquel e o carnaval no bloco.
Sou Raquel, 40 anos, casada com Fernando há oito anos. Pele clara, cabelos escuros lisos e compridos que batem na metade das costas, seios grandes e pesados, corpo ainda firme apesar da idade. Na clínica sou a doutora organizada, sorridente e respeitada por pacientes e colegas. Em casa sou a esposa carinhosa, que, pergunta como foi o dia dele. Mas por dentro eu tenho fantasias. Há anos eu fantasiava em me vestir de forma provocante, sentir dezenas de olhares famintos percorrendo cada curva do meu corpo, rebolar sem vergonha no meio da multidão. Eu me tocava escondido pensando nisso, mas sempre tive muito medo de atravessar essa linha. Esse carnaval eu decidi, finalmente, que não aguentava mais reprimir aquilo.
Era fevereiro estava passeando pelo shopping, dias antes do carnaval. Sozinha no shopping, parei hipnotizada em frente a uma loja de fantasias carnavalescas. Vi um biquíni vermelho absurdamente pequeno: o top era composto por apenas dois triângulos minúsculos que mal cobriam meus mamilos, e a calcinha era um fio-dental tão fino que praticamente desaparecia. Fiquei parada ali por vários minutos, o coração acelerado, imaginando como seria usar aquilo no meio de milhares de pessoas, sentindo olhares, roçadas e desejo puro. Minha buceta ficou molhada só de fantasiar. Depois de muita hesitação e excitação, tomei coragem, comprei o conjunto e escondi em casa como se fosse um segredo perigoso e proibido.
Durante toda a semana o dilema me consumiu. Nós tínhamos viajado para o Rio de Janeiro especialmente para o carnaval, ficando num apartamento alugado no Leblon. Toda noite, antes de dormir, eu pegava o biquíni escondido e olhava para ele. “Será que eu vou ter coragem? E se Fernando ficar bravo? E se as pessoas me julgarem? Sou uma dentista de 40 anos, casada… o que as pessoas vão pensar se me virem vestida como uma garota de 20?” O medo me paralisava, mas ao mesmo tempo a ideia de me exibir, de sentir olhares cobiçando meu corpo, me deixava molhada na hora. Eu alternava entre guardar o biquíni de volta na mala e imaginá-lo no meu corpo. No final, o desejo venceu.
No dia do bloco, quando saí do quarto vestida, Fernando ficou completamente boquiaberto, sem palavras. Seus olhos percorreram meu corpo devagar, da cabeça aos pés, parando nos meus seios quase expostos e na minha bunda praticamente nua.
— Raquel… você vai sair assim? — perguntou, com os olhos arregalados e a voz cheia de surpresa e incredulidade.
Eu estava praticamente nua: o biquíni vermelho minúsculo lutando para conter meus seios grandes e pesados, a calcinha fio-dental desaparecendo completamente entre minhas nádegas claras e empinadas, e uma saia de tule transparente preta que não escondia quase nada do meu corpo. Eu me senti extremamente vulnerável naquele momento, o rosto queimando de vergonha, mas também com uma excitação secreta percorrendo minha espinha. Dei uma voltinha lenta para ele, fazendo os seios balançarem levemente, e respondi com a voz mais doce e manhosa possível:
— Fer… eu comprei isso porque quero me sentir viva, desejada e sexy de novo. Quero me exibir um pouco, sei lá , rebolar sem vergonha, sentir o carnaval de verdade. Nunca me vesti assim na vida. Deixa eu usar hoje? Só hoje… Por favor, amor. Eu tô molhada só de imaginar sair assim com você do meu lado.
Fernando ficou em silêncio por um longo tempo, olhando meu corpo quase nu com uma mistura de choque, ciúme e excitação. Eu insisti, beijando seu pescoço, esfregando meus seios grandes contra o peito dele e passando a mão carinhosamente em seu rosto:
— Confia em mim, por favor… Deixa sua esposa se sentir safada e livre no carnaval. Eu nunca me exibi assim antes. Quero isso com você. Só hoje.
Depois de muita insistência, beijos longos e promessas de que eu não faria nada demais, ele finalmente cedeu, embora visivelmente nervoso e desconfortável.Chegamos ao bloco juntos. Assim que entramos na multidão, uma vergonha enorme e paralisante tomou conta de mim. Fernando percebeu e me ajudou com uma caipirinha forte. O álcool fez efeito rápido. O primeiro copo desceu queimando pela garganta e, em poucos minutos, senti um calor agradável se espalhando pelo meu corpo. A vergonha que me paralisava começou a derreter lentamente, como gelo ao sol. Meu coração, que antes batia de medo, agora pulsava de excitação. A timidez deu lugar a uma ousadia crescente. Eu me sentia mais leve, mais solta, mais mulher. O álcool aquecia minha pele, deixava meus mamilos mais sensíveis e minha buceta latejando de desejo. Quanto mais eu bebia, mais vontade eu tinha de me exibir, de ser desejada, de soltar a vadia que eu tanto reprimia.Depois de uns vinte minutos dançando com Fernando, eu já estava bem mais ousada. O álcool tinha feito seu trabalho perfeitamente. Parei de dançar, abracei ele bem apertado, encostei meus seios grandes no peito dele e falei bem pertinho do seu ouvido, com a voz manhosa e um pouco rouca:
— Fer… eu tô me sentindo tão solta agora. Deixa eu dar uma volta sozinha um pouquinho? Quero dançar livre, sentir aquela adrenalina de solteira… Prometo que volto logo e te conto tudo
Assim que me afastei de Fernando, uma onda estranha e poderosa tomou conta de mim. Pela primeira vez em muitos anos, eu estava sozinha no meio de uma multidão gigantesca, vestida de forma quase indecente. Meu coração batia forte, uma mistura de medo e excitação pura. Comecei a dançar mais livre, levantando os braços, rebolando os quadris com mais intensidade, deixando meus seios grandes balançarem dentro do top minúsculo. A sensação de liberdade era inebriante. Eu me sentia sexy, desejada e viva.Logo as pessoas começaram a se aproximar. Primeiro foram roçadas leves, quase acidentais. Homens passavam atrás de mim e encostavam o volume das calças na minha bunda empinada. Outros vinham de frente e roçavam os corpos suados contra meus seios. Mulheres também tiravam casquinha — algumas passavam a mão na minha cintura, outras rebolavam coladas em mim, sorrindo com cumplicidade. Cada toque, cada roçada, cada olhar descarado fazia minha buceta pulsar mais forte. Eu estava ficando encharcada. Meu biquíni já estava molhado, e eu sentia o tesão subir como uma onda quente pelo meu corpo.
Quanto mais eu dançava, mais ousada ficava. Rebolava de propósito, empinando a bunda, deixando que mais mãos e corpos encostassem em mim. Cada contato me deixava mais molhada, mais louca. Eu gemia baixinho no meio do samba, sentindo o suor escorrer entre meus seios e o tesão latejando entre minhas pernas.Foi quando a vontade de mijar apertou forte, quase de repente. O álcool da caipirinha, o calor da multidão e o tesão acumulado durante a dança cobraram seu preço. Minha bexiga estava tão cheia que chegava a doer. Olhei ao redor, vi que as filas dos banheiros químicos eram enormes e decidi não esperar. Com o coração acelerado, me afastei um pouco mais da multidão principal e fui andando até um canto mais escuro, atrás de algumas barracas de bebida.O lugar era semi-escondido, iluminado apenas pela luz distante de um poste. O som do samba ainda chegava forte, mas ali estava mais silencioso. Olhei para os lados para ter certeza de que não tinha ninguém por perto, o coração batendo forte no peito. Uma mistura de vergonha e excitação tomou conta de mim. “Estou louca… se alguém me vir assim…”, pensei, mas isso só aumentou o tesão.
Com as mãos tremendo levemente, puxei o fio do biquíni vermelho para o lado, expondo completamente minha buceta. Agachei devagar, abrindo bem as pernas, empinando levemente a bunda. A posição me deixava totalmente vulnerável. . O ar da noite tocou minha carne molhada e quente, fazendo eu soltar um punzinho. Comecei a mijar, um jato forte e quente que saía com pressão, formando um pequeno riacho no chão de terra. Me sentia uma vaca, e isso me dava mais tesão.Fiquei ali, agachada, mijando devagar, sentindo um alívio físico enorme misturado com uma excitação proibida. Meus grandes seios balançavam levemente com a respiração ofegante, os mamilos duros contra o tecido fino do top. Eu sabia que estava exposta, que qualquer pessoa que passasse ali poderia ver minha buceta aberta e molhada brilhando. E, estranhamente, essa possibilidade me deixava ainda mais molhada.
Foi então que eu o vi. O argentino estava parado a poucos metros de mim, quase nas sombras, olhando fixamente e sem nenhum pudor para entre as minhas pernas abertas. Seus olhos estavam vidrados na minha buceta enquanto eu terminava de mijar. Não desviou o olhar nem por um segundo. Em vez de fechar as pernas com vergonha, eu fiquei agachada mais alguns segundos, sentindo um tesão absurdo por estar sendo observada daquela forma tão descarada, quase obscena.Quando terminei, passei dois dedos devagar pela minha xota quente e molhada, limpando o excesso, e ele sorriu com um olhar faminto. Meu rosto queimou, mas eu sorri de volta, mordendo o lábio inferior
No caminho de volta ele me abordou, me puxou com firmeza pela cintura e começou a dançar colado, colando seu corpo suado no meu sem nenhum pudor. Ele era insistente, girava meu corpo com habilidade, pressionava o pau já bem duro bem no meio da minha bunda, roçando devagar e deliberadamente. Suas mãos grandes apertavam minha cintura, desciam para minha bunda, abriam as nádegas por cima do fio do biquíni e subiam para apertar meus seios por cima do top minúsculo. Ele mordia minha orelha, beijava meu pescoço e sussurrava safadezas com aquele sotaque argentino quente:
— Você tá tremendo toda… Eu sei que tá molhada pra caralho.
Eu tentava resistir, mesmo com o corpo traindo:
— Não… eu sou casada… não posso… meu marido tá aqui perto… — repetia, com a voz fraca e ofegante, enquanto rebolava contra ele quase sem querer.
Ele não desistia. Me virava de costas, fazia eu rebolar bem devagar enquanto esfregava a rola grossa, enfiava a mão por baixo da saia e roçava os dedos na minha buceta encharcada por cima do biquíni. Beijava meu pescoço, apertava meus mamilos e continuava falando coisas que me deixavam tonta de tesão:
— Só vamos pro meu trailer ali perto… tá muito calor aqui. Ninguém vai saber. Seu marido nem vai perceber. Você merece sentir uma rola de verdade hoje…
Depois de longos minutos de sedução intensa, roçadas firmes, beijos quentes e promessas, minha resistência foi cedendo. O desejo falou mais alto que a razão. Com a voz trêmula e quase sem forças, eu finalmente murmurei:
— Tá bom… só conversar… nada mais…
Ele sorriu vitorioso. Segurou minha mão com firmeza e me levou para o trailer que estava estacionado a poucos metros do bloco. Eu ainda tentava resistir um pouco, mas minhas pernas já seguiam ele quase automaticamente. Meu coração batia descompassado, uma mistura louca de medo, culpa e um tesão incontrolável.Assim que entramos no trailer e ele fechou a porta, o clima mudou completamente. Ele me prensou com força contra a parede fria, segurando meus pulsos acima da cabeça com uma mão enquanto a outra descia pelo meu corpo. Beijou minha boca com fome, mordeu meu lábio inferior e desceu para o pescoço, chupando forte. Com um puxão rápido, arrancou meu top, liberando meus seios grandes que balançaram pesados. Ele devorou meus mamilos, chupando, mordendo e apertando com as duas mãos, fazendo eu gemer alto.
Sem perder tempo, ele abaixou o fio do meu biquíni, abriu minhas pernas e enfiou dois dedos grossos na minha buceta encharcada. Eu já estava pingando. Ele sorriu ao sentir o quanto eu estava molhada e, em seguida, tirou o pau para fora. Quando vi o tamanho da rola dele, enorme, grossa e venosa, meu coração quase parou. Era muito maior que a do meu marido. E muito grossa. Anormalmente grossa. Ele me virou de costas, me inclinou um pouco e foi enfiando na minha buceta. Ela se esticou toda, mas de tao encharcada que eu estava, aquila enormidade foi entrando de uma maneira deliciosa, me deixando preenchida como nunca senti na minha vida. Entrou forte, fundo.
Senti ele me abrindo inteira. Cada estocada era profunda, bruta, batendo bem no fundo. O barulho molhado da foda ecoava dentro do trailer. Ele segurava meus quadris com força, metendo sem parar, acelerando o ritmo. Eu gemia alto, descontrolada, sentindo um orgasmo subir rapidamente. Minhas pernas tremiam, meu corpo inteiro se contorcia e, em poucos minutos, eu gozei forte, apertando o pau dele dentro da minha buceta, gritando de prazer enquanto ondas de tesão me invadiam.Ele não parou. Continuou metendo fundo por mais um tempo, aproveitando minha buceta latejante, até que decidiu virar o foco para meu cu.
Depois de me foder com força na buceta e me fazer gozar, ele puxou o pau melado para fora, brilhando com meus líquidos. Segurou minhas nádegas com as duas mãos grandes e abriu-as bem, expondo completamente meu cuzinho.Meu corpo inteiro ficou tenso no mesmo instante.Ele posicionou a cabeçona grossa contra minha entrada traseira e começou a pressionar devagar. Foi nesse momento que o medo tomou conta de mim de forma avassaladora.
— Não… — eu pedi, com a voz trêmula e quase desesperada, tentando fechar as pernas. Já sabia que apesar do tesão que eu estava, havia um perigo de que sequela um gigante daqule podia deixar em mim se entrasse todo.
Mas ele segurava meus quadris com firmeza, me mantendo no lugar. Era enorme. Grossa, venosa, com uma cabeçona inchada e brilhante — muito, muito maior e mais grossa que o pau do Fernando.
— Isso não vai caber… é impossível… vai me rasgar — murmurei, assustada, com os olhos arregalados de puro pavor.
O medo era real e paralisante. Eu imaginava meu cu se rasgando, uma dor insuportável, sangrando. Meu ânus se contraiu violentamente, apertando-se todo só de imaginar aquela coisa tentando entrar. Comecei a tremer. As mãos apertavam o sofá com força, as unhas cravando no tecido.
—… eu nunca peguei algo assim… vai me machucar… — implorei, com a voz falhando.
Ao mesmo tempo, uma contradição forte acontecia dentro de mim. Apesar do medo genuíno, meu corpo traía completamente. Minha buceta pulsava, pingando de tesão. Uma curiosidade perigosa e doentia me consumia: “Como seria sentir algo tão grande me abrindo por trás?” O proibido tornava tudo ainda mais intenso. Trair meu marido, dar meu cu para um estranho, deixar ele me arrombar de um jeito que Fernando nunca fez… essa sensação de estar fazendo algo extremamente errado me deixava absurdamente molhada e excitada.
Eu resistia verbalmente, pedia para parar, tentava me afastar um pouco… mas minha bunda empinava levemente contra ele, quase involuntariamente. O conflito era enlouquecedor: o medo dizia “não”, mas o tesão e a curiosidade gritavam “deixa ele tentar”.Ele cuspiu bastante, passou saliva na rola e pressionou a cabeçona grossa contra meu cuzinho. A pressão era enorme. Meu ânus resistia com todas as forças, queimando só com a tentativa de entrada. Eu choramingava alto, mordendo o lábio inferior com força, o corpo inteiro rígido.
— Ai meu Deus… para… tá muito grande… não vai entrar… — repetia, desesperada,
Mas ele continuava, girando levemente a cabeçona, forçando devagar, conquistando espaço milímetro por milímetro.Senti uma queimação intensa, como se meu ânus estivesse sendo rasgado ao meio. Eu gritei, choraminguei, o cu queimando, apertando instintivamente contra a invasão. Tentei afastar um pouco, mas ele segurava firme meus quadris. A dor era forte, quase insuportável, mas o tesão era maior. Eu empinava a bunda mesmo sentindo que ia me partir ao meio.Ele foi conquistando meu cu aos poucos, Eu gemia alto, e pedia para ele ir devagar.
— Ai meu Deus… tá muito grande… tá doendo demais… não vai caber tudo… por favor, para… — repetia, incrédula.
Mas ele não parou. Ignorando meus pedidos e choramingos, continuou empurrando devagar, mas com determinação. Senti a rola grossa forçando passagem, abrindo meu cu , vencendo a resistência apertada do meu ânus. A dor era lancinante, uma queimação profunda que se espalhava por toda a região, como se meu corpo estivesse sendo rasgado por dentro.
E então, para minha surpresa absoluta, algo mudou.Meu cu, que eu achava que nunca aguentaria, começou a ceder. Lentamente, quase contra a minha vontade, o músculo foi relaxando e engolindo aquela rola monstruosa. Eu sentia cada veia, cada centímetro grosso deslizando para dentro de mim. Era uma sensação indescritível — uma mistura de dor intensa, ardor, pressão esmagadora e um prazer proibido que ia crescendo devagar.
— Ai meu Deus… tá entrando… — gemi, chocada, com a voz rouca e entrecortada.
Eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Olhei para trás com os olhos arregalados e vi que mais da metade daquela coisa enorme já tinha desaparecido dentro de mim. Meu cu estava sendo aberto ao limite máximo, esticado como nunca antes. A sensação de ser completamente preenchida era avassaladora. Meu abdômen chegava a inchar levemente com a profundidade.
E então aconteceu.Senti suas bolas pesadas encostarem contra minha buceta encharcada. Ele estava todo dentro. Inteiro. Aquela rola gigantesca que eu jurava que não caberia, agora estava completamente enterrada no meu cu. Eu soltei um gemido longo, quase um soluço de choque e prazer.
— Não acredito… tá todo dentro… caralho… — murmurei, incrédula, a voz tremendo.
Meu cu pulsava violentamente em torno da grossura dele, apertando e relaxando sem controle. A dor ainda estava lá, mas agora misturada com uma sensação de plenitude absurda, de ser completamente tomada, dominada. Meu corpo inteiro tremia. Lágrimas escorriam pelo meu rosto, mas meus quadris, quase por conta própria, empinavam mais para trás, querendo sentir ainda mais fundo.A sensação era surreal. Eu me sentia violada, arrombada, destruída… e ao mesmo tempo mais excitada do que nunca na vida. O proibido de estar deixando um estranho me foder o cu daquele jeito, enquanto meu marido me esperava lá fora, tornava tudo mil vezes mais intenso . Apartir daí ele começou a meter de verdade.
Primeiro devagar, quase com cuidado, tirando quase tudo e voltando a enfiar bem fundo, me deixando sentir cada centímetro grosso deslizando dentro do meu cu arrombado. Eu gemia alto, um gemido longo e sofrido, sentindo meu intestino sendo completamente preenchido. A sensação era esmagadora — uma mistura de dor residual, ardor quente e um prazer profundo que eu nunca havia experimentado.Mas ele não demorou muito no ritmo lento.
Aos poucos foi aumentando a velocidade, as estocadas ficando mais fortes, mais brutas. Suas bolas batiam contra minha buceta molhada com um som molhado e obsceno. O trailer inteiro começou a balançar, rangendo a cada investida. Eu me segurava no sofá como podia, os dedos cravados no tecido, enquanto ele socava meu cu com cada vez mais força.
— Ai, caralho… tá muito fundo… — eu gemia, quase sem voz.
A dor tinha quase desaparecido, dando lugar a um prazer insano, animal. Meu cu apertava e pulsava em torno da rola grossa dele, como se quisesse sugar ele mais para dentro. Cada estocada forte fazia meus seios grandes balançarem pesados, meus mamilos roçando no sofá. Eu sentia meu abdômen inchar levemente toda vez que ele entrava até o talo.De repente, um orgasmo violento me atingiu como uma onda. Meu corpo inteiro tremeu descontroladamente. Eu gozei gritando, quase uivando de prazer, apertando o pau dele dentro do meu cu com tanta força que ele soltou um gemido rouco. Meu cu pulsava, contraía, ordenhava a rola dele enquanto eu tremia inteira, gozando como nunca tinha gozado na vida.
Ele não parou. Pelo contrário. Segurou meus cabelos longos com uma mão, puxando minha cabeça para trás como se fossem rédeas, arqueando meu corpo. Com a outra mão segurava meu quadril com força e começou a me foder com vontade, socando fundo e rápido, sem nenhuma piedade. O trailer balançava tanto que parecia que ia tombar. O barulho de carne contra carne era alto, molhado e obsceno.
— Isso… toma no cu, sua vadia — ele grunhia atrás de mim, acelerando ainda mais.
Eu estava completamente entregue. Gozei de novo, mais forte, gritando sem controle, lágrimas escorrendo pelo rosto de tanto prazer. Meu cu estava totalmente arrombado, latejando, completamente dele. O cheiro de sexo, de porra, de cu e de tesão tomou conta do ambiente inteiro do trailer de forma avassaladora. Era um aroma forte, denso, quase palpável — o cheiro almiscarado de suor masculino misturado com o perfume doce da minha buceta molhada, o odor forte e característico de porra fresca, e aquele cheiro particular e íntimo do meu cu arrombado, usado e cheio de sêmen. O ar estava pesado, quente, carregado com o aroma cru e animal da foda intensa que acabamos de ter.
Qualquer outra pessoa provavelmente sentiria nojo ou repulsa ao entrar ali. Mas nem ele nem eu sentíamos nenhum nojo. Pelo contrário. Eu respirava fundo aquele cheiro, deixando ele invadir meus pulmões, e aquilo só me deixava ainda mais excitada. Era o cheiro da minha própria depravação, da minha entrega total, do meu cu sendo usado como uma puta. Eu me sentia suja, marcada, completamente dominada… e adorava isso.Eu sentia uma excitação doentia com aquilo tudo. Saber que estava fedendo a porra alheia, que meu cu estava destruído e cheirando a sexo proibido, só aumentava minha excitação. Era a prova física de que eu havia traído, de que tinha sido uma vadia de verdade. E, estranhamente, isso me dava muito tesão.
Ele meteu com tudo por mais alguns minutos, cada vez mais selvagem, até que, com um grunhido animal, enterrou a rola até o fundo e gozou. Senti jatos grossos e quentes de porra explodindo bem fundo dentro do meu intestino. Ele gozou muito, enchendo meu cu com porra quente e grossa, jato atrás de jato. Eu sentia o calor se espalhando por dentro, me enchendo até transbordar..Quando ele saiu devagar, meu cuzinho ficou escancarado, piscando, com porra escorrendo pelas coxas. Eu mal conseguia ficar de pé.
Saí do trailer com as pernas tremendo violentamente, como se tivessem virado gelatina. Meu corpo inteiro estava suado, brilhando, marcado por marcas vermelhas de dedos e chupões nos seios e na cintura. A porra dele descia lentamente pela parte interna das minhas coxas claras, quente, viscosa e grossa, formando pequenos filetes que escorriam até quase meus joelhos. Meu cu latejava forte, aberto de um jeito que eu nunca tinha sentido na vida— uma sensação estranha de vazio e ardor ao mesmo tempo, como se ainda estivesse sendo esticado. Eu tentava apertar, mas não conseguia fechar direito. Sobrava cu aberto dos dois lados do fiozinho do biquini O cheiro forte de sexo, suor, porra e minha própria excitação estava impregnado em mim, tão intenso que eu mesma sentia nojo e tesão ao mesmo tempo.
Só então caí na real. Enquanto caminhava de volta para o bloco, minha cabeça era um turbilhão caótico e intenso: culpa pesada por ter traído Fernando de forma tão suja e egoísta, prazer profundo e viciante por ter sido arrombada por uma rola tão grande e grossa, vergonha avassaladora por estar voltando ao meu marido pingando porra alheia pelas pernas, e uma excitação residual que ainda fazia minha buceta contrair involuntariamente a cada passo.
“Meu Deus, o que eu fiz? Sou casada… sou mãe de família na cabeça das pessoas… e acabei de deixar um estranho gozar no meu cu como uma vadia qualquer. E o pior: eu amei cada segundo. Ainda sinto ele dentro de mim, latejando, me enchendo. Como vou olhar na cara do Fernando agora? E se ele sentir o cheiro forte de sexo e porra que estou carregando? E se perceber que estou andando estranho, com o cu arrombado e aberto, mal conseguindo fechar?”Eu tentava andar o mais normalmente possível, mas meus passos eram curtos, cautelosos e um pouco tortos. A saia de tule transparente não ajudava em nada — qualquer brisa fazia o tecido subir e revelava mais do que deveria. Meu batom estava completamente borrado, a maquiagem um pouco derretida pelo suor e pelas lágrimas de prazer, e meus olhos ainda tinham aquele brilho vidrado, quase drogado, de quem tinha acabado de ser destruída de tesão.
Quando finalmente avistei Fernando no meio da multidão, meu estômago deu um nó forte e dolorido. Ele estava me procurando, com uma expressão ansiosa no rosto. Respirei fundo, forcei o sorriso mais natural que consegui e caminhei até ele. Abracei-o bem apertado, escondendo o rosto no seu peito por alguns segundos mais longos que o normal, torcendo desesperadamente para que ele não sentisse o cheiro forte de sexo, porra e cu que exalava de mim.
Beijei sua boca com carinho, tentando disfarçar tudo, e falei com a voz ainda rouca e baixa:
— Voltei, amor… dancei bastante, estava uma loucura lá.
Fernando me apertou contra o corpo com força. Ele sentiu meu corpo quente, suado e trêmulo. Inalou meu cheiro por um segundo mais longo que o normal. Vi algo passar rapidamente em seus olhos — uma mistura de dúvida, desconfiança e excitação contida. Ele percebeu. Tenho quase certeza que ele desconfiou. O cheiro, o jeito como eu andava, o brilho nos meus olhos, a voz rouca… ele não era burro. Mas ele não disse nada. Apenas me abraçou mais forte, como se quisesse me proteger de algo que ele mesmo não queria admitir.
E essa dúvida me mata até hoje.Será que ele soube? Será que sentiu o cheiro da porra de outro homem em mim? Será que imaginou o que eu tinha feito? Ou será que preferiu não saber, guardando para si mesmo? Essa incerteza me acompanha desde aquele dia. Às vezes, quando estamos transando, eu me pergunto se ele está pensando naquilo. Se ele sabe que sua esposa, a dentista certinha, deixou outro homem arrombar seu cu e encher de porra.Eu fiquei ali, colada nele, com o cu ainda latejando e cheio da porra quente do outro homem, sentindo a mistura avassaladora de culpa, prazer proibido, vergonha e um alívio estranho por ter voltado.Nunca contei a verdade para ele. Guardei aquele segredo sujo, intenso, delicioso e perigoso só para mim