Estuprada em sua casa por dois bandidos.
Conto n.º 224 de Marcela Araujo Alencar
Tema: Invasão, estupro, crueldade, ferocidade, selvageria.
***
— Pois não, o que desejam, senhores?
— Fomos informados que há um vazamento de gás na tua casa, permita que nos deixe entrar para estancar o vazamento, senhora.
— Garanto que não há vazamento nenhum, sempre fecho o registro geral, lá na área de serviço, só por garantia, pois tenho filha bebê em casa.
— Desculpe senhora, mas vamos ter de insistir.
— Ei… O que é isto? Saiam de minha casa imediatamente, não dei permissão para entrarem!
— Aquela criança ali no berço é o teu filho?
— É sim… agora tratem de sair ou chamo a polícia!
— Acho melhor ficar pianinha, senhora, não gostaríamos de dar uns tapas em coisinha tão linda.
— Meu Deus, não se atrevam! O que querem, é dinheiro, joias? Podem levar tudo o que querem, mas não machuquem o meu bebê!
— Tudo depende da senhora… se ficar boazinha, logo iremos embora. Agora nos leve para o teu quarto, para a tua cama, onde tu será a nossa putinha por algum tempinho.
— Minha nossa! Então é disso que se trata… querem me estuprar?
— Adivinhona, a gente só quer fazer um amorzinho gostoso com a senhora… É só isso.
— Mas o meu bebê? Ela não pode ficar sozinha!
— A gente leva o berço dela para o quarto… ela não vai se incomodar em ver a mamãe dar o rabo para gente, não é isso?
Eloisa sabe que terá de se sujeitar ao estupro dos patifes, por ver maldade nos olhos deles e acha que serão bem capazes de machucar sua linda filhinha de apenas nove meses. Então ela os leva para o quarto, preocupada vendo um deles trazer o bercinho de sua filhinha. Os dois bandidos são brancos, bastante novos e grandes, não devendo ter mais de vinte anos. No quarto, olha preocupada um dos rapazes, o maior, colocar o berço de sua filha perto da cama do casal. Clarinha está acordada e sorri, olhando para ele.
— Que linda bonequinha é a tua filha. Qual é o nome dela?
— Clara.
— E você como se chama?
— Eloisa.
— Lindo nome, tão lindo como você, Eloisa. Preste atenção no que vamos falar. Eu e meu amigo, há bastante tempo estamos de olho em tu. Com vontade enorme de te foder. Mas sabendo que tu é casada e mãe, nunca aceitarias convite para foder com a gente. Então decidimos forçar a barra de modo poder te foder. A gente sabe que teu homem é marinheiro e o navio dele tá lá pro sul, não é verdade? Então nós, neste resto de dia e noite, seremos o teu marido. Se tu se comportar, amanhã a gente vai embora e não te machucamos e nem a tua linda filhinha. Tu vai ser boazinha ou vai querer bancar a durona? Responda, mulher? Tu não é surda!
— Sim... sim, eu… eu, só quero que não façam nada de mau com minha filha e comigo.
— É assim que a gente gosta. Tire os paninhos, queremos ver tu peladinha.
Eloisa está muito amedrontada, quase que em pânico, mas sabe que pelo bem de sua filha tem de se manter forte e apesar de seu pudor, começa a se despir. Quando fica nua, se posiciona de lado e, com as mãos espalmadas, procura se esconder dos olhares gulosos dos homens.
— Pare de palhaçada, mulher! Fique de frente e retire a mão e braços, que queremos ver tua boceta e peitos de frente.
Eloisa, sabe que tem de obedecer e resignada, se mostra por inteiro a eles.
— Caralho! Veja Zé! Ela é peladinha, sem nenhum pentelho!
Rapidamente ficam nus e Eloisa ao ver o tamanho deles, teme que a machuquem, por serem enormes, bem maiores que Ernesto, seu marido, único que até então conhecia. Afobados, a empurram para cama e então ela presente que serão dois ao mesmo tempo, e seu temor se redobrou.
O maior deles se coloca entre suas coxas e começa a chupar sua boceta com enorme voracidade, enquanto o outro suga seus mamilos, intercalando entre eles. Eloisa não esperava por isso, ela temia por uma DP de imediato, coisa que conhecia pelos vídeos que assistia, com o marido viajando, para saciar sua carência sexual.
Agora com eles, duplamente a chupando, Eloisa, minutos depois, para sua vergonha, não conseguiu esconder que ficou excitada e não demorou, sucumbiu em orgasmos e, mesmo tentando ficar calada, seus chorosos gemidos se fazem ouvir. A dupla sabendo da entrega sexual da mulher, por mais de uma hora continuam a chupar sua boceta e seios, se revezando de posição. Agora Eloisa está totalmente alucinada de tanto gozar.
Ela geme de dor e prazer, sendo duplamente penetrada. O rapaz maior está em sua vagina e o outro em seu ânus. Eles se parecem mais com animais enfurecidos, a machucando com dentadas no pescoço e ombros. O mais doloroso é que fazem questão de trocarem de posição a todo momento. O que Eloisa mais teme é que está em período fértil e os miseráveis a encheram de sêmen muitas vezes.
Ela, a fiel e jovem esposa e mãe, não sabe qual razão, mas o estupro brutal sofrido, despertou nela, um furor sexual que nunca imaginou possuir.
Ela se desmancha em sucessivos orgasmos e, para espanto dos dois invasores de seu lar, após saírem de dentro de seus acessos, ficaram deitados ao seu lado e com espanto a veem de movimentar em lhes dizer que ainda quer maiis sexo.
Eloisa subiu por cima do homem a sua direita, se posicionando invertida e, colocou o membro do sujeito na boca, em um louco 69.
Depois de quase quatro horas, após brutal estupro, eles se acham o dono da casa e a deixam estendida na cama e lhe falam que vão fazer uma “boquinha” na cozinha. Antes de descer, arrancam o cabo, do telefone fixo, que estava na mesinha ao lado da cama e levam o celular dela.
— Mulher, fique quietinha que a gente já volta para outra rodada.
***
Entretanto, Eloisa não fica “quietinha”, ela se levanta e vai olhar sua filhinha, que dorme no carrinho, a cobre e depois, Com decisão, vai até o armário de roupas, se estica para alcançar a prateleira superior e por baixo de muitas roupas retira um pequeno revólver, que Ernesto comprou para ela.
Nua e machucada, sai do quarto, fecha a porta com cuidado para não acordar sua bebê.
Fica no topo da escaca com a arma na mão, esperando os dois bandidos.
Minutos depois, eles saem da cozinha e só quando começam a subir a escada é que a vêm, mas é tarde para qualquer reação. Eloisa, utilizando ambas as mãos, aperta o gatilho por seis vezes, até o tambor se esvaziar.
Com uma frieza incrível, desce a escada. Procura e acha o seu celular, retorna ao seu quarto e pega no colo sua filhinha, que está chorando, se deita ninando a bebê, e só então faz duas ligações, uma para a polícia e outra para o marido, que está a bordo de seu navio, atracado no porto de Rio grande.
FIM
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