🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Empregada na kitnet

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Júnior Paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 2636 palavras
Data: 27/06/2026 00:29:23

Olá, pessoal. Júnior escrevendo mais um conto para vocês, misturando ficção e realidade, em uma história lenta, sem pressa.

O(A) leitor(a) vai precisar ler as continuações para entender o desenrolar da história, que fica mais quente a cada capítulo.

Deixem a avaliação ao final da leitura. Abraços!

---

Morei em Canoas-RS por um tempo da minha vida laboral. Eu, paulista, sem roupas adequadas, passei muito frio até entender o tipo de tecido adequado para evitar suar em excesso por baixo daquele monte de roupas.

Dividi quarto com um colega, pois o aluguel era bem caro para morar sozinho. Após uns meses, consegui alugar uma kitnet por metade de um salário mínimo. Era barato porque já incluía energia e água à vontade, além de internet wi-fi. Era um terreno com 6 kitnets, 3 embaixo e 3 em cima.

Eu tinha um vizinho que sempre trazia mulher, e era quase sempre barulho de gritos durante a transa deles, barulho de cama batendo na parede. Cada mulher gemia ou gritava de um jeito. Eu me irritava com aquilo. Por que? Porque não podia transar. Era de igreja, sexo antes do casamento era pecado. Eu não tinha namorada, só via pessoas na igreja e no trabalho. Passava final de semana indo no shopping, admirando mulheres que passavam por mim. Sentava na mesa da praça de alimentação e ficava imaginando alguma mulher sentando na minha mesa, me fazendo companhia. Mas nunca cheguei em ninguém, só sonhava. Além da restrição religiosa, eu era tímido.

Quando o inverno chegou, a umidade intensa começou a mofar tudo: parede ficou verde, minhas roupas dentro do roupeiro (guarda-roupa), a louça guardada dentro do armário da cozinha. Eu passava vinagre na parede, colocava aqueles potes que retiram umidade, mas nada resolvia. Até o dia em que resolvi deixar de passar frio e comprei um ar condicionado quente e frio, por 3 salários mínimos. Parcelei no máximo que dava sem juros e fui feliz.

Quando a instalação ficou pronta, eu saía de casa e deixava ele ligado no desumidificar. Melhorou bastante, mas a parede continuava verde. Acionei o dono do local, e foi verificado que tinha uma infiltração pela calha do vizinho. Demorou, mas consertaram. À essa altura do campeonato, meus exclusivos e restritos 15 metros quadrados estavam mofados de cima abaixo.

Eu detestava fazer faxina e o trabalho pra tirar aquele mofo seria muito. Andei perguntando para alguns colegas sobre faxineira e eles indicaram alguns contatos. Fiz algumas ligações, expliquei o trabalho e anotei os preços. Uma das mulheres disse que não poderia me atender por falta de tempo, então indicou uma colega, uma mulher chamada Nayara, que me disse que o preço da faxina seria R$ 200,00 (isso lá nos anosFiquei ansioso em ter uma mulher na minha casa, isso era muito inusitado para mim, devido aos motivos já citados. No sábado combinado, ela demorou um pouco, mas chegou. Já era passado das 8:00 e tinha muita coisa para fazer. Bateram palma no portão e eu saí para ver:

— Júnior mora aqui? - perguntou uma mulher negra, aparentando uns 30 anos.

— Sou eu - respondi.

— Sou Nayara.

— Pode abrir o portão e entrar, por favor.

A kitnet só tinha uma janela e a porta, então não passava vento, e isso facilitava o acúmulo de mofo. A primeira coisa que fiz foi abrir a janela e deixar a porta aberta. Era setembro, ainda estava um pouco frio, talvez uns 14 graus. Estávamos ambos de blusa de frio e calça, ela com uma legging e eu com um moletom.

— Posso me trocar no banheiro? - perguntou Nayara.

— Fique à vontade, como preferir.

Ela entrou no banheiro e eu estava tirando a roupa de cama para colocar na máquina. Quando ela saiu vestia um short apertado e uma blusinha do estilo básica, de algodão. Nada me chamou a atenção, a não ser, claro, os peitos médios, que estufavam a blusa. Mas até aí, nada de maldade, só paixão particular por peitos.

Coloquei a roupa de cama na máquina, mais algumas roupas da semana, e entreguei a ela os produtos de limpeza.

— Você tem caixa de som? - perguntou ela.

— Tenho. Vou colocar umas músicas para nós - respondi.

Eu tinha um rádio comprado do Paraguai, com ótima qualidade de som, talvez equivalente a uma JBL daquelas pequenas de hoje. Coloquei o pendrive e a playlist de rock variado começou, incluindo U2, Skank, Beatles, entre tantos outros. Ela esfregava a parede com uma esponja e água sanitária, e dançava ao som da música. Eu estava no computador vendo um trabalho da faculdade, mas a a atenção era desviada para aquela bunda magra com frequência.

A manhã passou. Ela não conseguiu terminar, era muita coisa.

— Nayara, se quiser trocar tua roupa, vamos almoçar. Depois você termina.

— Não, seu Júnior, vou terminar daqui umas 2 horas.

— Deixa de bobeira. Não tem pressa. Coloca seu casaco e vamos almoçar.

Ela foi se vestir no banheiro, eu peguei a chave do Celta. Ela saiu, fechei a porta e deixei o ar ligado na função desumidificar, com a janela aberta. Entramos no carro e fomos almoçar em uma lanchonete perto de casa.

— Como você chegou aqui? - perguntei, mastigando um palito de batata frita.

— Sou do interior do estado, vim sozinha, moro com uma amiga no Fátima (bairro de Canoas). Mas tá ótimo, com as faxinas eu estou fazendo faculdade de administração.

— Legal. Mas quando perguntei como chegou era pra saber se tinha vindo de ônibus...

— Sim senhor, desci na Santos Ferreira e caminhei até sua casa - disse ela, se referindo à uma avenida próxima, a uma distância de uns 800 metros.

— Para de me chamar de senhor, temos idade próxima. Eu tenho 27.

— Eu tenho 29.

— Olha aí. Chama de Júnior, tá bom?

Conversamos sobre a vida, trabalho, estudos etc. Ela era muito esforçada. Terminamos o almoço, voltamos para a kitnet. Ela trocou de roupa e continuou o trabalho. Eu passei a ajudá-la, para terminar mais rápido. Passamos pano nas paredes, para tentar secar o melhor possível, terminamos de lavar as louças, limpamos todos os móveis e eu coloque roupa de cama limpa.

— Pronto, Júnior. Agora sim, o mofo se foi. Só manter a janela aberta quando der e deixar o ar ligado na função desumidificar, e deixa as portas do roupeiro abertas pra circular o ar.

— Obrigado, Nayara.

— Chama de Nay - disse ela, com um sorriso.

— Já são quase 17 horas. Vou ali na padaria da esquina comprar um pão pra nós.

— Não precisa, Júnior!

— Faço questão. Enquanto isso vai lá, toma um banho pra tirar esse cheiro de cloro, ninguém merece.

Entreguei uma toalha para ela, fechei a janela, liguei o ar no quente e saí de casa. Andei até a esquina, comprei um pacote de pão de forma e 4 pães franceses, que estavam bem crocantes. Comprei salame, que gosto muito, além de queijo e presunto. Paguei e retornei para casa. Abri a porta e deparei-me com Nay pelada, se secando em frente à cama, com suas roupas em cima do colchão. Ela deu um grito.

— Que susto! - e correu pro banheiro. Mas eu vi seus peitos firmes, sua pepeka lisinha, corpo sarado. Meu tesão se acendeu.

Coloquei as coisas em cima da mesa, e me sentei. Escutei abrir a porta do banheiro e ela saiu, cabelos levemente cacheados úmidos.

— Desculpa, Júnior. O banheiro estava frio e aqui está aconchegante.

— Tudo bem, Nay. Senta aqui, toma café comigo. Se bem que café não tem, pois eu não tenho costume de tomar. Mas tem leite - disse eu, ressaltando a última palavra, com malícia, sorrindo.

— Vou querer - disse Nay, lambendo os beiços.

Ela montou um pão com frios e fez uma torrada. Esquentamos leite com achocolatado. Comemos, demos muita risada das situações da vida. Já eram quase 19 horas, noite escura, frio retornou, mas dentro da kitnet o ar quente ligado deixava o ambiente confortável. Olhando aquela morena gostosa na minha frente, eu na seca, estava quase pulando em cima dela. Mas não demonstrei reação. Ela levantou, pegou a pequena louça e colocou na pia. Abriu a torneira e lavou. Falei que não precisava.

— Junior, você já fez muito por mim hoje. Tudo bem que eu fiz a faxina e ganhei meu dinheiro por isso. Mas você me pagou um almoço, me proporcionou um café da tarde, e o principal, que eu não tenho: companhia. Você me fez feliz hoje.

— Somos dois, então - respondi.

— Você parece ser um cara incrível.

— E você, essa mulher guerreira?

Ela se achegou e me abraçou, fraternalmente. Foi um abraço tão reconfortante, sentindo o calor dela, que eu simplesmente esqueci da vida. Por fim eu a soltei. Ela pegou na minha mão e apertou:

— Muito obrigada por hoje. Agora vou pra casa.

— Eu te levo. Tá bem frio, e você vai ficar muito tempo esperando ônibus. Vai chegar muito tarde em casa.

— Tá, eu aceito - respondeu, sorridente, olhos castanhos brilhando.

Entramos no meu Celta. Liguei o ar quente e fomos para casa dela. As ruas estavam praticamente vazias, mesmo sendo cedo ainda. Chegamos.

— Obrigada, Junior - e me deu um beijo na bochecha.

— Por nada - respondi, com outro beijo na bochecha dela.

Aconteceu. Ela se virou e me beijou na boca! Eu nem acreditei! Correspondi, e o clima se incendiou. Ela passava a mão no meu pau, e eu enfiei a mão na calça dela, sentindo sua buceta. Tirei a mão e me afastei.

— Desculpa! - falei primeiro.

— Eu que fui precipitada... - respondeu, sem graça.

— Eu gostei - sorri.

— Eu também. Entra, minha colega foi viajar pro interior. Volta só amanhã de noite.

Ela saiu do carro, não me dando tempo de resposta. Saí atrás dela e entramos na pequena casa de madeira em que ela morava. A temperatura do ar interno não era muito diferente do ar externo. A casa era bem feita, sem frestas, bem simples e já um pouco antiga, desgastada. Ela ligou o aquecedor a óleo e sentamos no sofá, protegido por uma colcha felpuda, com um cobertor peludo em cima.

— Eu moro aqui. É o que consigo pagar, dividindo as contas com minha amiga. Seu pagamento de hoje foi um achado. Ganhei mais de 30% de um salário mínimo em um dia de trabalho. Minha faculdade eu tenho bolsa, consigo pagar todas as disciplinas, mas tenho que batalhar muito nas faxinas.

— Você é muito esforçada, Nay, vai conseguir tudo o que quiser na vida.

Ela me abraçou. Sem intenção sexual. Ela chorou. Eu a aconcheguei no meu peito, cabeça no meu ombro, e puxei a coberta por cima de nós. Ficamos um tempo ali, ela desabafando as dificuldades da vida. Disse que pelo menos a amiga era um pessoa que a apoiava muito. Passavam os perrengues juntas.

Vi nela uma pessoa que eu poderia ter na minha vida. Tanto esforço para melhorar a condição de vida, uma guerreira, batalhadora. Nascia ali um amor. Nem era paixão, porque passa.

— Vamos para a cama. Tá frio aqui.

— Não, Nay. Vou pra casa.

— Dorme comigo aqui, não quero ficar sozinha hoje.

— Que foi, guria! Você é adulta já - respondi, rindo.

— Depois do nosso dia quero ficar com você pra sempre - respondeu ela.

— Tá, eu fico aqui com você hoje. Vou dormir aqui no sofá, tá bom?

— Negativo! Se vai ficar é pra ficar comigo. Vem! - e me levou pro quarto dela, onde tinha um colchão de casal do tipo box só que no chão de madeira. Olhei para aquilo e vi o que a dificuldade financeira era muita.

— Eu ganhei o colchão, então não repara, já tá meio molenga, não é de qualidade como o seu - falou, cabisbaixa.

— Você pediu pra eu ficar com você, então não vou olhar para a qualidade do colchão, vou olhar para as suas qualidades como mulher. Isso é o que importa - disse eu, puxando-a para um abraço apertado. Aquela mulher precisava de amor.

— Vou colocar um pijama pra dormir mais confortável - disse Nay.

— Tá, vou ali usar o banheiro enquanto isso.

— Pode ficar, você já me viu sem roupa hoje.

— Não, aquilo foi sem querer - disse eu, e saí pra ir ao banheiro. Estava apertado. Nem tava de pau duro. O clima não era esse. Eu estava apaixonado de amor por aquela mulher. Queria viver uma vida com ela. Sexo era o de menos.

Voltei ao quarto. Ela colocou duas cobertas na cama e já estava deitada. Eu tirei meu tênis, ainda bem que tinha vindo com calça de moletom, iria servir de pijama. Puxei a coberta e me joguei pra baixo.

— Você nem esquentou meu lado, tá gelado! - falei, rindo.

— Deixa eu esquentar você então - falou Nay, se achegando. Eu me virei de lado e ela encaixou o corpo em mim, de conchinha. Senti sua bunda firme roçar no meu pau mole. Ela pegou minha mão e colocou nos seus peitos, por cima da blusa do pijama. Não falamos nada. Só sentimos um o outro.

Adormecemos assim. Acordei sobressaltado! Onde estava? Após alguns segundos, lembrei. Fui ao banheiro e voltei. Nay dormia. Entrei debaixo das cobertas e dormi novamente. Acordei com raios de sol clareando o quarto. Nay ressonava. Peguei o telefone: 7:43 da manhã. Eu dormi na casa de uma mulher estranha, na cama dela, e não transamos. Estava salvo, perante a igreja.

O raio de sol atingiu o rosto de Nay, iluminando a beleza dela. Seu cachos brilharam. Ela acordou.

— Bom dia, bonitão - me deu um selinho — Dormiu bem?

— Bom dia, Nay. Dormi, só levantei pra ir ao banheiro. Acordei há pouco, com o sol.

— Vou ao banheiro, já volto.

Ela se levantou e eu fiquei ali, deitado, pensando nela. Ela voltou e se jogou embaixo das cobertas.

— Tá frio, hein! - e se agarrou em mim. Dessa vez eu mesmo peguei seus peitos e apertei levemente. Sua bunda contra meu pau, dessa vez duro. O tesão bateu forte. Ela me deu um beijo, que virou beijo de língua. A paixão acendeu. Ela baixou a mão, colocou por dentro da minha calça, e pegou no meu pau.

— Ai, que mão gelada! - falei, surpreso.

— Já vai esquentar - falou com voz sexy. E começou a mexer, em um vai e vem masturbatório. Eu segurei a mão dela, puxei minha calça e minha cueca, ficando nu da cintura para baixo. Ela fez a mesma coisa e montou em mim, encostando os lábios vaginais no meu pau.

— Que buceta quente!

— É o calor do tesão, gostoso!

Ela, deitada em cima de mim, esfregava a bucetinha raspada no meu pau duro, causando-me uma sensação indescritível. Nos beijávamos vagarosamente, saboreando cada momento. Nay remexia o corpo. Em um dado momento, meu pau escorregou para dentro da buceta dela, e eu aproveitei pra enterrar de vez meu instrumento naquela caverna apertada e ensopada. Ela gemeu de prazer.

— Você é tão gostoso!

— Você que é quente! - respondi — Não sei se é porque eu não costumo transar, mas você é muito apertada!

Ela parou de se mexer e me encarou.

— Como assim, não costuma transar? É virgem?

— Não, Nay, uma longa história. Depois eu te conto. E não tenho camisinha.

— Goza na minha buceta. Eu tomo pílula. - e começou a rebolar, ir para frente para trás. Fui à loucura! E se eu engravidasse aquela mulher? Não seria problema, seria muito bom! Meus pensamentos foram interrompidos quando ela parou de mexer e caiu sobre mim.

— O que foi, Nay?

— Gozei! - e chorou, de felicidade. Eu a abracei forte, beijei sua face. Ela ficou um tempo deitada sobre mim e recomeçou a mexer. Movimentos precisos, rápidos. Não demorou, meu pau estremeceu, meus músculos se contraíram e eu gozei dentro dela.

— Meu homem, me fez mulher! - falou Nay.

— Como assim, Nay?

— Não foi só sexo. Foi conexão. Nunca levei homem nenhum para casa. Você transmitiu conexão e respeito.

— Nem tenho palavras, Nay. Você é uma mulher incrível. Quero ter a oportunidade de te conhecer melhor, quem sabe ser o homem da sua vida.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Júnior Paulista a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaJúnior Paulista Contos: 24Seguidores: 4Seguindo: 0Mensagem Um autor que escreve contos que representam desejos reprimidos, ou que questionam tabus, predefinições sexuais, psíquicas, etc. O objetivo do autor é levar o leitor a se deliciar mas também se questionar.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →