As mudanças físicas e mentais de Camile estão profundas. O que um dia foi um rapaz hoje está profundamente diferente.
(Essa é uma história de ficção erótica. Todos os personagens e situações dessa história são fictícios e todos personagens tem mais de dezoito anos de idade. Não existem doenças sexualmente transmissíveis de qualquer tipo no universo dessa história.)
Eu fiquei contente quando Joana sugeriu e papai me autorizou a receber visitas das minhas amigas durante o dia fora do horário de treino.
Seguindo receitas na internet eu preparei um bolo de chocolate. Embora eu evite sair do regime, é uma ocasião especial.
Raquel chegou primeiro. Eu fiquei muito feliz quando ela chegou e até fiquei com um pouco de ciúmes quando ela viu a minha foto e de papai no porta retratos e achou ele muito bonito.
Nós ficamos juntas por algum tempo. Eu gosto do sabor dos lábios de Raquel e tocar seu corpo e ter o meu tocado por ela. A sua pele parece ter energia.
Rui chegou depois, um pouco ranzinza, como se estivesse sendo obrigado a vir. Tentamos ser bastante simpáticas com ele.
Eu preparei um suco para nós. De forma muito discreta eu coloquei no suco de Rui uma pequena pastilha de vitamina que Joana me deu e explicou que isso o deixaria mais relaxado.
As conversas fluíram, mas praticamente apenas Raquel e eu falávamos. Rui chegou até a se sentir incomodado quando trocamos algumas carícias em sua frente.
Depois de algum tempo ele pareceu ir se tornando mais aberto. Chegamos a trocar de roupas, brincar de desfiles, fazer maquiagens uns dos outros e Rui aceitou brincar de beijos de língua. Eu nunca havia visto ele tão receptivo e bem humorado.
Foi uma tarde maravilhosa, foi uma pena que chegou ao fim.
***
Eu estava ansiosa durante o trajeto. Seria a minha primeira visita ao lar da minha amiga Raquel.
Ela me convidou para jantar e papai felizmente me autorizou a ir.
Eu escolhi as minhas roupas com cuidado para estar bonita. Um vestido preto mais longo que a maioria das minhas roupas, que tem um bonito decote e um belo desenho. Escolhi acessórios bonitos e combinando com a roupa e um calçado preto adequado.
O edifício onde Raquel mora está a quase quarenta minutos do meu lar. A minha entrada foi autorizada em uma portaria e logo eu estava apertando a campainha de uma porta em um elegante hall.
Raquel abriu a porta já animada com roupas casuais. Antes de eu poder pensar os seus lábios já estavam juntos dos meus.
Eu entrei numa sala bonita e bem decorada. Me acomodei num dos sofás e Raquel entusiasmada iniciou uma conversa.
Um pouco depois o papai de Raquel apareceu vestido de forma elegante e muito bonita. Os seus cabelos loiros claros chamam a atenção. Com uma voz calma falou:
— É um prazer finalmente conhecê-la Camile. A Raquel fala muito bem de você.
Sorrindo falei:
— O prazer é meu Sr. Gomez. A Raquel é uma amiga querida.
Nossos rostos se tocaram rapidamente. A sua barba rala arranhou de leve o meu rosto, me fazendo arrepiar.
A conversa fluiu por algum tempo. O Sr. Gomez parece ser um homem culto e educado como papai. É mais formal comigo, mas isso é natural em se tratando de uma visita.
Em certa altura ele pediu que eu sentasse no outro sofá ao seu lado e eu o fiz de bom grado. O seu perfume leve é agradável.
A sua mão puxou um pouco a minha saia tocou e acariciou a minha coxa. Ele comentou:
— O que fazem com a pele de vocês é incrível.
O seu toque é agradável. Diferente de papai, ele é mais suave. Com educação ele falou:
— Tirem as suas roupas, por favor.
Eu fiquei indeciso por um momento. É um pouco estranho me despir diante de alguém que estou vendo pela primeira vez.
Tirei a minha roupa de forma sexy como faço quando estou com papai. Ele gosta muito disso e não seria diferente com o Sr. Gomez. Raquel está fazendo o mesmo. Um pouco surpreso vejo ela tirar um sutiã.
Eu gosto de ver Raquel nua. Ela tem um rosto bonito, seus seios são um pouco maiores que os meus e seu corpo é lindo.
O homem abriu a sua calça revelando um pinto de cor clara. Por um momento achei engraçado seus pelos loiros da região peniana. São tão diferentes dos pelos pretos de papai.
Mesmo sem esperar um pedido, toquei o seu membro. O estimulei um pouco, observando as suas reações. Olhei rapidamente para Raquel, nua quase ao meu lado. A situação é nova e não quero magoá-la.
O pinto do homem cresce em minhas mãos. Papai sempre falou que eu sou muito boa nisso.
Eu demoro um instante para entender quando ele puxa a minha cabeça para para perto dele. Quando eu estou muito próxima do seu pênis eu percebo o que ele deseja.
Eu já assisti a muitos vídeos com sexo oral e já chupei as minhas colegas em aula, mas com papai ainda não fiz. Mas sei o que fazer.
No começo de leve e aos poucos aumentando o meu sugar eu chupei o membro. A intenção é fazer com a minha boca o que sei fazer bem com as minhas mãos.
Raquel toca a minha bunda. Os seus dedos me acariciam, tocam de leve a minha região anal, me assustando um pouco, e espalham a minha lubrificação pela minha bunda.
Os gemidos do Sr. Gomez aumentam. As suas reações, embora parecidas, são diferentes do que com o papai. A certa altura percebo os seus músculos se contraírem um pouco mais, o seu gemido ser mais alto e ele segurar a minha cabeça com mais intensidade.
O sabor levemente salgado invade a minha boca. Por um momento eu quero me afastar e sou contida. A sensação desagradável desaparece eu eu busco todo o esperma expelido pelo homem.
Ele me solta, mas eu continuo chupando. Quero sentir mais desse sabor incrível. Eu já tinha experimentado o sabor de Rui a algum tempo, mas esse é algo incrivelmente diferente.
Eu entendo quando ele quer que eu pare. A sua respiração ainda está um pouco acelerada. A sua voz está macia quando ele fala:
— Vocês são incríveis!
Eu tomei isso como um elogio e sorrio. Raquel me surpreende com um beijo forte. Ela explora a minha boca querendo um pouco de sabor.
Sr. Gomez se levanta, admirando os nossos corpos unidos. Ele está satisfeito e isso me deixa muito feliz.
***
Me olhei novamente no espelho. Uma sensação de algo de errado não desaparece, mesmo com os elogios de papai.
As peças são bonitas e trabalhadas e eu gostei delas. A minha voz está um pouco chorosa quando eu falo:
— Mas papai, eu preciso mesmo…
A voz dela é mais firme que o normal quando fala:
— Claro que sim! Uma garota não deve andar por aí sem ter os seus músculos do peito seguros.
Olhei novamente para os meus peitos retidos por um sutiã. Parte das minhas colegas já usa, Raquel foi a primeira, eu achava que nunca precisaria.
Mesmo me sentindo bem com ele, a sensação incômoda não desaparece. Para não chatear papai prefiro não comentar nada. Acho que isso o magoaria.
Tiro o meu sutiã atual e experimento um outro. Papai está gostando de assistir.
***
Continua…
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