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MASSAGEM NO HOSTEL

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Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Homossexual
Contém 1078 palavras
Data: 26/06/2026 22:17:36

Louco para dar o rabo, a que custo fosse, reservei um hostel nudista para o final de semana. Sempre rola uma putaria sem compromisso, uma foda livre, ou pelo menos um boquete caprichado. Naquele fim de semana o local estava sortido e lotado. Mas, infelizmente, pareciam todos casais, somente eu de solteiro. Tudo bem, não reclamei; ao menos alguma foda eu haveria de assistir, como incentivo a uma punheta – sou meio Poliana... rsrsrs...

Foi quando o dono do estabelecimento anunciou que estaria recebendo um massagista tântrico, para quem estivesse a fim de um massagem tântrica ou nuru, numa mescla das duas, com o acréscimo da sensualidade. Perguntar isso a mim, naquela secura por uma rola era o mesmo que perguntar se santo quer reza; já providenciei o Pix. Fui o único. Os casais, que pareciam tão avançados e modernos, ainda pareciam submissos ao ciúme ou ao sem-jeitismo de ver ou saber outro homem sobre o corpo do seu amado. Vai entender...

Quando Ubiratan chegou, no começo da tarde, meus hormônios já estavam em polvorosa, meu corpo todo elétrico, meu cu piscava involuntariamente. Ele chegou com seu macio colchão de uma espuma especial, perguntando por um espaço reservado para as sessões. O dono da casa lamentou, mas o hostel estava lotado, não havia um local reservado. Ao perceber que a conversa dos dois se encaminhava para um adiamento da massagem para o dia seguinte, quando o local estaria mais vago, fui rápido:

– Não, não! Por mim não tem problema algum que a massagem seja aqui no centro da varanda, um lugar arejado e claro... Há algum inconveniente para o profissional?

– Não, problema algum – respondeu Ubiratan. Pensei que você gostaria de privacidade.

– Amigo, isso de privacidade não faz minha cabeça. Pode ser aqui, sim.

Ele então estendeu o colchonete no meio da varanda, vários casais acompanhando os preparativos, com curiosidade. Seguindo suas orientações, deitei de barriga para cima, a pica já se mexendo para se estabilizar. Ele derramou o óleo à base de algas marinhas ao longo do meu corpo, já aí me provocando um prazer imenso. Retirou a túnica branca, expondo um corpo normal de alguém de 40 anos. Besuntou-se também. E agachou-se, passando a espalhar o líquido pelo meu corpo. Sua mão macia viajava pelo meu pescoço, peito, mamilos, axilas, barriga... depois subindo a partir dos pés, pernas, coxas... ao chegar à virilha e púbis, minha rola já estava no mais alto grau de ereção – ele então a tomou e lambuzou também com o óleo, proporcionando-me um prazer intenso.

Ao redor, a frescalhada acompanhava a sessão, uma que outra pica já endurecendo. Ubiratan largou minha vara, fixou as mãos sobre minhas coxas e foi subindo, em direção ao meu pescoço, o corpo acompanhando o movimento. Em pouco tempo estava todo em cima do meu, deslizando. Sua rola endurecera também e eu sentia nossas durezas se espremendo entre nossos corpos. Ficou um bom tempo assim, ele visitando cada detalhe do meu corpo, passando seu peito, suas coxas, sua bunda no meu corpo liso, escorregadio. Ao passar a rola dura pela minha pele, eu buscava capturar ao máximo aquela sensação de fricção mágica.

Então ele saiu de cima e me pediu para virar. Obedeci, o coração aos pulos. O fio de óleo se derramando desde minha nuca, passando pelas costas, meu entre nádegas, coxas e pernas, me deixava mais teso. Ele começou então a massagear pela nuca, costas. Ao chegar à bunda, alisou as nádegas, uma de cada vez, minuciosamente, e aos poucos os dedos desciam pelo rego, alcançando o cu. Ele, com certeza, percebia o tesão denunciado pelas piscadelas do meu rabo. Alguns dos casais que estavam no meu raio de visão já se mostravam completamente excitados, olhos fixos na massagem – isso aumentava potencialmente meu tesão: adoro plateia.

Quando Ubiratan deitou-se sobre minhas costas e começou a deslizar, que eu sentia a dureza de sua rola passar por entre minhas nádegas, pela beira do meu cu e subir para minhas costas, depois descer pelas minhas coxas, comecei a pensar que eu gozaria a qualquer momento, tamanho o prazer que eu sentia.

Um casal estava de pé, os dois escorados no murinho da varanda, um por trás do outro. Percebi que o de trás estava fodendo o namorado, e este tinha a rola dura, balançando-se ao sabor das estocadas. Procuravam ser discretos e naturais.

Depois de algum tempo deslizando sobre mim, o corpo todo decalcado sobre o meu, ouvi a pergunta sussurrada no meu ouvido, que eu tanto esperava e que me fez voar às alturas:

– Posso penetrar?

Um resmungo e um meneio de cabeça valeram como autorização. E num dos movimentos de passagem da rola, ele fez uma leve oscilação e senti sua rola deslizando para dentro de mim. A abundância do óleo fez com que meu toba engolisse rapidamente a vara que me comia, e ele passou a estocar, enquanto a massagem continuava e eu sentia que minha rola explodiria a qualquer momento. Ao redor, outros casais já se comiam e se punhetavam descaradamente, e aquilo me enchia de mais tesão.

Até que ouvi Ubiratan dizer baixinho... “Eita, porra!” Antes que eu tomasse ciência do que houvera, senti sua rola pulsar em mim. Pressentindo que ele se retiraria, segurei suas nádegas com as mãos, indicando que não saísse, e pude sentir a explosão de seu sêmen no meu interior, seu corpo parado sobre o meu.

– Desculpe, não consegui segurar. Seu cu é gostoso demais...

Eu apenas sorri, acompanhando a rola de um dos assistentes que também gozava, expelindo com vigor jatos e mais jatos de porra, enquanto o companheiro provavelmente gozava atrás dele.

Ubiratan pediu então para eu voltar à posição inicial. Desvirei-me e a rola estava brilhante e tesa. Senti a gala derramar-se do meu cu pelo colchonete de plástico. Ele passou a acariciar meu pau, aplicando técnicas tântricas de massagem, levando-me à beira do gozo, que ele segurava, no último momento, para esticar ainda mais o prazer. Ele chupava e punhetava, alternadamente, até quando o primeiro espirro atingiu seu rosto, e depois mais um e mais um, derramando-se pela minha barriga, em mistura ao óleo da massagem. Eu me contorcia feito uma enguia, a cada explosão.

Após o orgasmo, Ubiratan sorriu, e novamente deitou-se sobre meu corpo, desta vez chegando aos meus lábios e me beijando. Enfiei-me por dentro daquela boca como quem queria me fazer um único ser, com meu massagista. Eu sentia o batucar sincronizado dos nossos corações, no mútuo massagear dos nossos peitos.

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