Fernando morava no melhor condomínio de João Pessoa, um daqueles apartamentos de luxo com vista para o mar da Paraíba. Aos 42 anos, casado há 18 com Juliana, ele levava uma vida aparentemente perfeita: bom emprego na prefeitura, carro do ano e uma esposa bonita que, no entanto, era completamente fechada para o sexo anal. “Isso é coisa de puta”, ela dizia sempre que ele tentava. Juliana nem imaginava o quanto o marido era tarado por bundas — especialmente as de mulheres casadas, comuns, trabalhadoras, daquelas que suavam o dia inteiro. Infelizmente Aqui no CASADOSCONTOS não pode publicar fotos nos contos, mas vou deixar abaixo, na caixa de comentários os links para você ver e baixar tudo.
Fernando tinha um vício secreto: seduzir as diaristas do condomínio. Mulheres simples, muitas vindas do interior, casadas, mães, que precisavam do dinheiro e ficavam horas sozinhas nos apartamentos. Ele já havia comido o cuzinho de pelo menos sete delas. Sempre o mesmo ritual: elogiava a bunda, oferecia um “bônus” generoso, metia o dedo, cheirava, lambia mesmo quando estava suada e fedida, e depois arrombava o cu virgem delas. O cheiro forte, o suor, a dor, o nojo misturado com tesão insano — era isso que o deixava louco.
Flávia era a nova. Tinha 29 anos, casada com um caminhoneiro que quase nunca estava em casa, mãe de dois filhos pequenos. Vinda de Monteiro, no interior da Paraíba, tinha pele morena escura, corpo cheio de curvas, seios grandes e, principalmente, uma bunda enorme, redonda, empinada e pesada — daquelas que balançavam quando ela passava o pano no chão. Fernando reparou nela no primeiro dia.
— Bom dia, seu Fernando. Sou a Flávia, vou cuidar da casa hoje — disse ela, tímida, com sotaque interiorano.
Ele sorriu, já sentindo o pau endurecer só de olhar para o short jeans justo que marcava a bunda dela.
Durante semanas ele foi trabalhando devagar. Elogios, cafezinho, “você é casada, né? Seu marido tem sorte”. Um dia deixou cair “acidentalmente” uma nota de 100 reais perto dela. Outro dia, elogiou abertamente:
— Flávia, você tem uma bunda linda, sabia? Daquelas que fazem homem perder a cabeça.
Ela ficou vermelha, riu nervosa, mas não rejeitou. Precisava do dinheiro. O marido mal mandava o suficiente para as crianças.
Naquele dia fatídico, Juliana tinha viajado para Recife visitar a mãe. Fernando marcou para Flávia vir mais cedo. O apartamento estava vazio. Ele a observou trabalhar, o suor escorrendo pelo pescoço, molhando a blusa fina. A bunda suada balançando enquanto ela limpava o chão da sala.
— Flávia, vem aqui um minutinho — chamou ele, sentado no sofá.
Ela se aproximou, enxugando as mãos no short.
— Seu Fernando, tá tudo bem?
Ele pegou a carteira e tirou cinco notas de 100 reais.
— Quero te dar um bônus hoje. Mas preciso que você me faça um favorzinho... especial.
Ela olhou o dinheiro, depois para ele.
— Que favor, seu Fernando?
Ele sorriu safado.
— Eu sou louco por bunda, Flávia. E a sua é perfeita. Quero ver ela de perto... cheirar, lamber... e depois comer esse cuzinho virgem que você tem.
Flávia arregalou os olhos.
— Meu Deus, seu Fernando! Eu sou casada... nunca fiz isso na vida. Meu marido nem pede essas coisas...
— Por isso mesmo. Vai ser nosso segredo. Te dou mais 300 se você deixar. Só hoje. Sua família precisa, né?
Ela hesitou, olhou o dinheiro, pensou nos filhos. Acabou aceitando.
— Tá bom... mas só ver e tocar um pouco, hein?
Fernando a levou para o quarto de hóspedes. Mandou ela tirar o short e a calcinha. Flávia obedeceu, envergonhada. A bunda enorme apareceu, suada do trabalho do dia, com marcas do elástico da calcinha. O cheiro subiu forte — suor azedo misturado com o aroma natural de quem passou a manhã toda trabalhando.
Ele caiu de joelhos atrás dela, agarrou as duas bandas com força e abriu.
— Caralho, que bunda deliciosa...
Aproximou o nariz e cheirou fundo. O cheiro era forte, azedo, com um toque de cocô que o deixou ainda mais louco. Ele lambeu mesmo assim, passando a língua bem no meio, sentindo o gosto salgado e terroso.
— Ai, seu Fernando... que nojo... — reclamou ela, mas não saiu.
Ele meteu o dedo médio no cuzinho apertado. Flávia deu um pulo.
— Ai! Dói!
— Relaxa, vai. É virgem mesmo, né? Perfeito.
Ele chupou, lambeu, meteu dois dedos, girando, abrindo. Flávia gemia de dor e vergonha. A bunda suada brilhava com saliva dele.
— Agora vamos foder esse cu — disse ele, tirando o pau duro pra fora.
Colocou Flávia de quatro na cama, a mesma posição da foto que ele tiraria depois. Segurou a bunda enorme, cuspiu no cuzinho e empurrou a cabeça do pau.
— Aaaaiiiiii! Tá doendo muito! Para, seu Fernando! — gritou ela, tentando fugir.
Ele segurou firme pelos quadris e forçou mais. O cuzinho virgem resistia, mas ele empurrou com tudo. Meio pau entrou. Flávia chorava.
— Tá rasgando! Meu Deus, tá doendo demais!
Ele não parou. Empurrou até meter tudo. O cu dela apertava como um torno. Ele começou a meter devagar, depois mais forte. O barulho molhado ecoava. Flávia soluçava, lágrimas escorrendo.
— Por favor... tira... eu não aguento...
Mas Fernando estava no paraíso. Cheirava a bunda dela enquanto metia, lambia o suor das costas. O cheiro forte o deixava selvagem.
Mudou de posição. Sentou na cadeira verde da foto, puxou Flávia de costas pra ele, como na imagem. Fez ela sentar no pau devagar. O cuzinho dilatado engoliu o pau inteiro novamente.
— Ai ai ai ai! Tá muito fundo! — gritava ela.
Ele segurava a bunda com as duas mãos, abrindo, metendo pra cima. Flávia tentava levantar, mas ele puxava de volta pelos ombros.
De repente, um pum forte escapou enquanto ele metia.
— Desculpa... — choramingou ela, morrendo de vergonha.
Fernando riu e meteu mais forte.
— Solta tudo, vadia. Quero sentir.
Ela não aguentava mais. A pressão no intestino era insuportável.
— Seu Fernando... eu preciso cagar... por favor, deixa eu ir no banheiro... tá vindo...
— Não vai não. Segura. Quero foder enquanto você aguenta.
Ele metia sem parar. Flávia chorava alto, o corpo tremendo. Outro pum escapou, mais longo, fedido. O cheiro encheu o quarto. Fernando cheirou fundo, excitado.
— Por favor... eu vou sujar tudo... tá apertando muito... — implorava ela.
Ele a virou de frente, sentando ela no colo, cara a cara. O pau ainda enterrado no cu. Segurou o rosto dela e mandou:
— Olha pra mim enquanto eu como seu cuzinho.
Flávia, com o rosto molhado de lágrimas, sentou rebolando devagar, obediente. A dor era lancinante. Ela gritava a cada estocada. O cu dela já estava vermelho, inchado.
Ele a deitou de lado, levantou uma perna e meteu de lado, bem fundo. Depois de bruços, prensando a bunda grande contra a cama, socando com força.
Flávia estava desesperada. O intestino doía, a vontade de evacuar era insuportável.
— Eu não aguento mais! Vou cagar! Por favor!
Ele não deixou. Segurou ela firme, metendo sem parar. De repente, um pouco de cocô mole escapou junto com o pau, sujando um pouco a base. O cheiro forte tomou conta. Fernando ficou ainda mais louco. Passou o dedo na sujeira e cheirou, depois meteu o pau sujo de novo.
— Isso, Flávia... solta tudo pro papai...
Ela chorava de vergonha e dor, mas o corpo traía — o cuzinho piscava apertando o pau dele.
Ele voltou para a cadeira, como na foto. Fez ela sentar de costas novamente, filmando com o celular. A bunda enorme subindo e descendo, o cuzinho arrombado engolindo o pau. Flávia gritava, soluçava, pedia para parar. Ele lambia o pescoço dela, cheirava os cabelos suados, apertava os peitos.
— Você é minha diarista particular agora. Toda semana vou comer esse cu.
— Sim... senhor... — respondeu ela, derrotada.
Fernando gozou com força dentro do intestino dela, jatos quentes enchendo o cu virgem. Flávia sentiu o líquido quente e gemeu alto.
Quando ele tirou o pau, um pouco de porra misturada com cocô escorreu pela bunda dela. Ele fez ela ficar de quatro e lambiu tudo, limpando o cu sujo com a língua, mesmo com nojo e tesão misturados.
Flávia tremia, chorando baixinho.
— Nunca mais faço isso... dói muito...
— Vai fazer sim. E vai aprender a gostar — respondeu ele, dando um tapa forte na bunda.
Depois daquele dia, Flávia continuou indo ao apartamento. O “bônus” aumentou. Fernando arrombava o cuzinho dela em todas as posições possíveis: no sofá, na cozinha, no banheiro, contra a parede. Sempre dolorido no começo, sempre com cheiro forte de suor e bunda trabalhada, sempre com ela pedindo para parar e ele forçando até o fim.
A esposa dele nunca soube. E Flávia, a diarista do interior, aprendeu que bunda virgem vale muito dinheiro em João Pessoa.
Fim.