Fui Trabalhar Com Meu Sogro e Virei Puta Dele e Dos Seus Clientes Pt3

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 4237 palavras
Data: 03/06/2026 13:57:28

Guardei o bilhete rapidamente no bolso da calça, sem mostrar nada para Fábio. Fui me arrumar para ir trabalhar. Como era domingo, Fábio me acompanhou até o bar. Eu sabia que precisava aproveitar a presença dele — na manhã seguinte ele voltaria para Contagem e só retornaria na sexta à noite.

No bar, eu observava cada passo de Kaique e de Manoel com atenção redobrada. Foi então que me lembrei de uma ideia: quando Kaique fez 14 anos, ainda em Porto Alegre, eu e Fábio instalamos um aplicativo de GPS no celular dele por segurança. Eu ainda sabia como reativar o rastreamento. Decidi que faria isso em breve.

O resto do dia foi relativamente tranquilo. Alguns homens bebendo, cantadas sem graça, o cheiro forte de cigarro misturado ao aroma dos petiscos na estufa. Manoel permanecia ao meu lado quase o tempo todo, observando tudo — especialmente a mim — com aquele olhar intenso e penetrante.

No fim do expediente, Manoel chamou a nós três: eu, Fábio e Kaique. Com uma expressão séria, ele estendeu uma chave para o neto.

— Fábio e Aline, na frente de vocês dois eu quero entregar isso ao Kaique, meu neto. Ele é oficialmente o meu entregador do bar agora. Quem quiser cerveja gelada, petiscos ou qualquer coisa, é só pedir. A moto é dele, moleque.

Kaique abriu um sorriso largo, abraçou o avô com força e disse:

— Valeu, vô!

Fábio cruzou os braços, visivelmente desconfiado:

— O que você tá aprontando, pai? Eu te conheço.

Manoel deu um meio sorriso sarcástico e respondeu:

— Nada, cara. Você sempre tão desconfiado, né? Ele me ajuda muito aqui e merece esse presente. Além disso, ele me deu ótimas ideias pro bar.

Após a entrega da chave, Fábio fechou a cara, mas não disse mais nada. Permaneceu sério o resto da noite.

Na manhã seguinte, eu e ele nos despedimos com um beijo longo. Ele me abraçou forte e falou baixinho no meu ouvido:

— Fica de olho no meu pai com o Kaique, tá? Você sabe... o velho é ardiloso.

Era dia de faxina na casa de Manoel. Cheguei lá e ele estava abrindo o bar. Subi as escadas, coloquei um pagode para tocar no celular e comecei a limpar. Enquanto passava pano na sala, dei umas sambadinhas animadas seguindo o ritmo.

De repente, Manoel apareceu na porta. Ele aplaudiu devagar, com um sorriso no rosto, e me olhou intensamente nos olhos:

— Você é uma mulher de ouro, Aline. O Fábio tem muita sorte.

Ele me olhava de cima a baixo, sem disfarçar, percorrendo meu corpo com aquele olhar faminto. Continuou:

— Se eu fosse casado com você, eu não passava a semana inteira trabalhando longe. Eu enfrentava todo o trânsito de Contagem só pra te ver todo dia.

— Seu Manoel, perdeu o juízo? — respondi, rindo sem graça. — Eu saio daqui e não volto mais, hein.

Ele deu um passo mais perto e falou com a voz grave:

— Essa dívida de 150 mil com o banco tem juros, né?

— Sim. Com os juros já está em 194 mil reais. Mas com esse trabalho que o senhor me arrumou e o salário do Fábio, estamos conseguindo pagar as parcelas.

Manoel sorriu de lado e disse:

— Tem várias formas de ganhar dinheiro, nora...

Nesse momento, Kaique apareceu na porta:

— Vô, o Darlan tá te chamando lá embaixo.

Terminei a faxina o mais rápido possível, desci e entrei no bar. Kaique estava atrás do balcão. Mais ao fundo, perto da porta, Darlan e Manoel conversavam seriamente, quase sussurrando, com expressões fechadas.

Manoel e Darlan caminharam juntos até a porta do bar. Eles se cumprimentaram com um abraço rápido e um tapa nas costas. Darlan acenou com a cabeça para Kaique, que retribuiu o gesto. Em seguida, Manoel se aproximou do neto, falou algo baixinho em seu ouvido. Consegui escutar apenas parte da resposta de Kaique:

— Esse é dos grandes, vô. O dinheiro vai ser bom.

O resto do dia foi longo e arrastado. Como era segunda-feira, o movimento no bar estava bem baixo. Alguns clientes fiéis bebiam cerveja no balcão, jogavam sinuca e comiam petiscos. O cheiro de cigarro misturava-se ao som baixo de um samba antigo tocando na caixinha de som. Eu atendia as mesas mecanicamente, sentindo o olhar de Manoel sobre mim o tempo todo. Ele não disfarçava. Sempre que eu me abaixava ou passava perto dele, seus olhos pretos percorriam meu corpo com desejo evidente.

As horas se arrastavam. Eu limpava o balcão repetidamente, trocava os barris de chope e servia Brahma gelada. Poucas cantadas, poucas risadas. O dia parecia não ter fim.

Até que, exatamente às 21 horas, vi Manoel fazer um sinal discreto para Kaique. Os dois saíram juntos pela porta dos fundos, sem dizer nada para mim.

Meu coração acelerou. Liguei o aplicativo de GPS no meu celular, mas não tive coragem de acompanhar a movimentação do meu filho em tempo real. Fiquei apenas com o app aberto, hesitante.

As últimas duas horas de expediente passaram surpreendentemente rápido. O bar esvaziou aos poucos. Quando deu 23h, eu já estava sozinha fechando o estabelecimento. Kaique não apareceu para me ajudar a fechar, como de costume.

Tranquei a porta principal, apaguei as luzes e, com as mãos tremendo levemente, peguei o telefone. Respirei fundo e abri o aplicativo de rastreamento.

O GPS apontava para uma rua do mesmo bairro onde o bar estava localizado, a poucos quilômetros de distância. Esperei até as 23h40, mas Kaique não apareceu para fechar o bar comigo. Meu coração batia forte. Decidi não esperar mais.

Chamei um Uber e coloquei o endereço. Durante o caminho, olhava pela janela a rua escura e praticamente vazia. Pouca iluminação, poucas casas com luz acesa.

Quando o carro entrou na rua indicada, o motorista diminuiu a velocidade e perguntou:

— Dona, onde a senhora vai descer?

Olhei para o celular e apontei para frente:

— Ali. No portão pequeno, por favor.

À direita do portão havia uma drogaria fechada e, à esquerda, um mercadinho pequeno. O motorista parou o carro e me olhou pelo retrovisor, preocupado.

— Tem certeza, dona? Eu rodo por essa região há anos... Esse bairro é perigoso, especialmente de noite.

— Sim, tenho certeza — respondi. — Já está pago pelo Pix, né?

Ele hesitou por um segundo, depois suspirou:

— Sim. Boa noite.

Desci do carro. O Uber arrancou rapidamente, me deixando sozinha na rua mal iluminada. Fiquei parada em frente ao portão de ferro pequeno e discreto. Olhei para os dois lados da rua e pensei, com o peito apertado:

“O que tem aí dentro?”

Olhei através das grades do portão. Era um beco escuro e estreito, sem nenhuma iluminação. Dei uma última olhada para os dois lados da rua vazia, respirei fundo e empurrei o portão. Ele estava destrancado.

Liguei a lanterna do celular e entrei, com o coração disparado. Após alguns passos cautelosos, vi um corredor lateral à direita, no fundo do beco. No final dele havia uma porta de ferro pesada.

Foi então que senti algo duro pressionando minhas costas. Uma voz baixa e rouca soou bem atrás de mim:

— Quieta. Se fizer qualquer movimento errado, eu atiro.

Fiquei paralisada de medo.

— Não, por favor… eu te imploro… — sussurrei, tremendo.

— Calada — ordenou ele, seco.

O homem abriu a porta de ferro com a mão livre e me empurrou para dentro. O que eu vi me deixou completamente perplexa.

Era um cassino clandestino.

Um galpão amplo, mal iluminado por luzes vermelhas e brancas, com mesas de poker, roleta, blackjack e caça-níqueis improvisados. O ar estava pesado com fumaça de cigarro e charuto. Homens bem vestidos e outros de aparência perigosa apostavam alto. Algumas garotas de programa circulavam entre as mesas, servindo bebidas e conversando com os clientes. No fundo, vi Kaique sentado em uma mesa, contando um grande maço de dinheiro ao lado de Darlan. Manoel estava de pé, conversando seriamente com dois homens armados.

Assim que entrei, o burburinho diminuiu. Todos os olhares se voltaram para mim. Kaique arregalou os olhos, surpreso:

— Mãe...?

Manoel virou-se lentamente, com aquele olhar frio e penetrante. Um leve sorriso surgiu em seu rosto ao me ver ali.

— Ora, ora… — disse ele com a voz grave. — Parece que alguém não conseguiu ficar fora disso.

O segurança armado me segurou pelo braço e me levou até Manoel. Com a voz firme, ele disse:

— Senhor, conhece essa mulher? Ela estava na porta.

— Manoel, eu entrei porque o portão da frente estava aberto... — expliquei, com a voz trêmula.

Manoel olhou para o segurança com uma expressão dura:

— O portão da frente estava aberto? Qualquer pessoa pode entrar? Isso é grave.

O segurança baixou a cabeça e respondeu:

— Eu fui olhar o movimento ali fora — disse, apontando para os dois homens armados.

Manoel virou-se para eles e falou com tom autoritário:

— Vocês estão indo embora, né rapazes? Vocês sabem que armas são proibidas aqui.

Os dois homens acenaram rapidamente e se retiraram. Manoel então me olhou de cima a baixo com aquele olhar intenso e disse:

— Você vem comigo no meu escritório.

Kaique se aproximou, visivelmente nervoso:

— Mãe... como você veio aqui?

Não tive tempo de responder. O segurança me acompanhou até o escritório de Manoel. Era uma sala abafada, bem isolada — o som do cassino quase não entrava. O ambiente era surpreendentemente luxuoso: sofá de couro preto, mesa de madeira escura, um pequeno bar com garrafas de whisky e uma iluminação amarelada.

Sentei-me na cadeira em frente à mesa, com as pernas tremendo. Fiquei ali sozinha, esperando Manoel, sem saber o que viria pela frente

Manoel entrou no escritório alguns minutos depois, fechando a porta atrás de si com um clique pesado. Sentou-se na cadeira grande de couro e me olhou por um momento antes de começar a falar:

— Você deve estar se perguntando como eu tenho tudo isso aqui. Bem, vou te explicar. Depois que saí da prisão, o Darlan me procurou querendo que eu trabalhasse pra ele. Mas na mesma época, um amigo meu me ofereceu sociedade nesse cassino. Eu aceitei. Aqui eu mando. Você sabe que eu sempre fui corrupto e adorava esculachar vagabundo… mas, acima de tudo, eu amo dinheiro.

Ele se levantou, caminhou até a parede e abriu um cofre escondido. Dentro havia vários maços grossos de dinheiro. Ele pegou um punhado e deixou cair sobre a mesa.

— Poker, caça-níqueis, apostas altas em jogos de dominó e truco… Além de algumas garotas que trabalham como putas e garçonetes. Tudo isso gera muita grana.

Eu o interrompi, com a voz alterada:

— Meu filho está metido nisso tudo? Você colocou ele no mundo do crime?

Manoel me olhou com frieza e respondeu calmamente:

— Ele é maior de idade. Descobriu o esquema e pediu pra entrar. Eu não forcei nada.

Levantei-me bruscamente, nervosa:

— Vou sair daqui e contar tudo pro Fábio. Tudo o que eu vi.

Virei as costas e fui em direção à porta.

— Fica à vontade… — disse ele, sem tentar me impedir.

Saí do escritório e do cassino o mais rápido que pude. Peguei outro Uber e voltei para casa perturbada.

Passaram-se algumas horas. Eu estava na sala de casa, ainda agitada, quando ouvi o barulho de um carro. Olhei pela janela e vi Manoel descendo. Ele não estava sozinho. Ao lado dele vinha uma garota de programa jovem, morena, vestida de forma provocante.

Manoel bateu na porta. Quando abri, ele me olhou sério e disse:

— Veja isso.

Manoel não disse mais nada. Puxou a garota de programa pela cintura, virou-a de costas e a inclinou sobre a mesa da sala. Sem preliminares, abaixou a calça dela e enfiou o pau grosso e preto de 25 cm com força, começando a fodê-la de maneira bruta e frenética.

Os gemidos da garota ecoavam pela sala enquanto ele metia fundo, segurando os quadris dela com as duas mãos grandes. Ele olhava direto para mim o tempo todo, com um sorriso safado no rosto.

— Você adorou me ver sendo chupado aquele dia, né? — disse ele, estocando cada vez mais forte. — E agora tá vendo eu comendo essa puta safada bem na sua frente...

Eu estava molhada. Muito molhada. Sentia minha calcinha encharcada e um calor subindo pela barriga. Não conseguia tirar os olhos da cena.

Após alguns minutos metendo com violência, Manoel grunhiu alto e gozou dentro da garota, dando estocadas curtas e fundas enquanto esvaziava. Ele tirou o pau ainda duro, deu um tapa na bunda dela e mandou ela embora.

Em seguida, veio em minha direção. Me prensou contra a parede com o corpo grande e quente. Começou chupando meu pescoço, descendo lentamente pelos seios. Tirou minha blusa com um puxão e lambeu meus mamilos com vontade.

Desceu mais, abriu minha calça e enfiou a mão dentro da minha calcinha. Seus dedos grossos sentiram o quanto eu estava molhada.

— Porra… você tá pingando, vadia — rosnou ele, enfiando dois dedos de uma vez na minha buceta encharcada.

Ele começou a meter e tirar os dedos em alta velocidade. Eu tentei segurar, mas logo estava gemendo alto, as pernas tremendo.

— Não vai gozar agora não, vadia — ordenou ele, tirando os dedos de repente.

Ele jogou uns papéis sobre a mesa. Olhei e senti o sangue gelar. Eram comprovantes de compras e movimentações financeiras do cassino, todas feitas com um cartão no nome de Fábio.

— Fala pro Fábio , eu vou preso… seu filho também. Mas ele, o “inocente”, vai junto.

Manoel se afastou, arrumou a calça e falou antes de sair:

— Daqui a uma hora no cassino eu tenho uma proposta pra você.

Ele saiu e me deixou ali: ofegante, encostada na parede, com a buceta latejando de tesão, a mente completamente embaralhada entre medo, excitação e culpa. Olhei novamente para os papéis com o nome do meu marido.

Após tudo que vi nas últimas horas, quase liguei para Fábio. Meu dedo chegou a pairar sobre o nome dele na tela do celular, mas não consegui. O medo, a confusão e uma excitação proibida me impediram.

Uma hora depois, segui até o cassino. Quando entrei, Manoel e Kaique me esperavam sentados em uma mesa de poker reservada. Os dois estavam jogando uma partida séria contra dois outros homens. Pilhas de fichas coloridas estavam na frente deles. Manoel fumava um charuto, com o olhar frio e concentrado, enquanto Kaique, com uma expressão adulta que eu quase não reconhecia, observava as cartas com atenção.

O segurança anunciou minha chegada:

— Dona Aline está aqui, senhor.

Manoel olhou para Kaique e fez um sinal com a cabeça:

— Faz a proposta, moleque.

Kaique respirou fundo, me olhou nos olhos e começou:

— Mãe, a senhora já sabe de tudo. Do cassino, das putas… Mas você não pode denunciar nada.

Tentei interromper:

— Kaique, meu filho, você…

— Mãe, me escuta — ele cortou. — Entra pro lance. Trabalha aqui. Ele paga bem, mãe. Cinco mil reais. Você continua no bar durante o dia, mas depois vem pra cá. E tem mais…

— Kaique, eu não posso… Seu pai vai me xingar, vai acabar comigo — respondi, angustiada.

— Meu pai não precisa saber de nada disso. Ele também tem os segredos dele — retrucou Kaique.

Manoel interrompeu, recostando-se na cadeira com um sorriso perigoso:

— Tem outra coisa também… Eu e o Kaique achamos que você seria ótima como uma das nossas recompensas.

Franzi a testa, confusa:

— Recompensa como?

Manoel me olhou diretamente, sem desviar os olhos, e falou com a voz grave e calma:

— Igual às outras. Sexo com os clientes VIPs. Os caras que apostam alto. Eles gostam de mulheres como você… maduras, bonitas, com corpo gostoso. Você ganha uma boa grana por programa e ainda ajuda a fidelizar os melhores clientes.

Fiquei paralisada, sentindo um misto de choque, raiva e um calor involuntário subindo pelo corpo.

Fiquei em silêncio, sem conseguir dizer uma única palavra. O choque e a confusão me deixaram muda.

Manoel olhou para Kaique e ordenou com firmeza:

— Eu e sua mãe vamos conversar a sós no escritório. Sai daqui, vai pra casa.

Ele tirou seiscentos reais do bolso e entregou para o neto. Kaique me olhou por um segundo, hesitante, mas obedeceu e saiu.

Manoel me levou novamente até o escritório luxuoso e fechou a porta. Abriu uma bolsa de couro preta sobre a mesa e revelou maços grossos de dinheiro.

— Aqui tem 194 mil reais limpos. Se você trabalhar pra mim, eu faço esse dinheiro ficar completamente limpo pra você pagar o banco. Sem rastros.

Engoli em seco e respondi, com a voz fraca:

— Manoel, eu não posso aceitar isso… Eu não sou puta.

Ele se aproximou, imponente, e falou com calma:

— Pelo Kaique. Por você. E pelo Fábio. Ele passa a semana toda se matando de trabalhar em outra cidade. Nunca aceitaria esse dinheiro.

Olhei para ele, sentindo os olhos marejarem:

— Eu só tive o Fábio na minha vida… Virar puta agora?

Manoel me encarou com aquele olhar frio e intenso, e propôs:

— Vamos fazer um trato. Eu te ensino como se portar com os clientes VIPs. Se você não gostar, eu te mantenho só como garçonete. Sem pressão.

Hesitei por alguns segundos e perguntei, quase sussurrando:

— Eu teria que dar pra você também?

Ele não desviou o olhar:

— Sim. Você vai dar pra mim sim.

Fiquei alguns minutos em silêncio, olhando fixamente para a bolsa cheia de dinheiro. Meu coração batia forte, a mente girava. Finalmente, respirei fundo e respondi:

— Sim, Manoel… Eu aceito. Mas quero que pare de usar o nome do Fábio nisso tudo.

— Combinado — disse ele, com um sorriso satisfeito.

Foi então que notei o volume grosso e evidente na calça jeans dele. O pau de 25 cm estava duro, marcando forte o tecido, como se estivesse prestes a rasgar a calça.

Ainda processando tudo que havia descoberto, cheguei em casa e chamei Kaique para uma conversa séria no quarto dele.

— Filho, eu topei a proposta do seu avô… Mas eu quero você fora daquilo. Fora do cassino.

Kaique me olhou com surpresa e depois com irritação:

— Nunca, mãe. Você não vai me tirar de lá. Em apenas um mês eu já ganhei 2 mil reais. Essa grana é pro meu futuro.

— Se você voltar pra aquele lugar, eu ligo pro seu avô e digo que não vou mais aparecer. Depois ligo pro seu pai e, se for preciso, ligo pra polícia também. Eu quero te proteger, Kaique, não te mandar pra prisão. Você só tem 18 anos!

Kaique se levantou bravo, com o rosto fechado:

— Você não entende porra nenhuma.

Ele saiu do quarto batendo a porta. Passei a noite quase sem dormir, virando de um lado para o outro, com a mente cheia de medo, culpa e dúvida.

No dia seguinte, o bar estava calmo. Poucos clientes. Porém, Manoel não parava de me olhar de cima a baixo, demoradamente, como se já estivesse me despindo com os olhos. Cada vez que ele fazia isso, eu sentia um arrepio percorrer meu corpo inteiro. Kaique mal falava comigo, respondia só com monossílabos e evitava meu olhar.

Em certo momento, Manoel me chamou para o canto do balcão e disse baixo:

— Vou te mandar a roupa que as garçonetes usam no cassino. E o Kaique me falou que você quer ele longe de lá.

Respirei fundo e respondi, firme:

— Se ele continuar nisso, eu jogo tudo no ventilador, Manoel. Tudo mesmo.

Ele me olhou com aquele sorriso frio e confiante, e respondeu calmamente:

— Não se preocupe com ele.

Antes das 21 horas, Manoel se aproximou de mim no bar e disse baixo, quase no meu ouvido:

— Aline, sua roupa está pronta. Vai pra casa, se veste. Um carro irá te buscar na porta.

Cheguei em casa nervosa, com o coração acelerado. Sobre a cama estava o vestido que eu teria que usar. Era um vestido preto extremamente curto, justo ao corpo, com um decote profundo em V que praticamente não deixava nada para a imaginação.

Vesti o vestido. O tecido fino e elástico grudou nas minhas curvas. Com meus 1,77m de altura, o vestido mal cobria metade das minhas coxas, deixando minhas pernas longas e claras totalmente expostas. O decote era tão ousado que meus seios médios e firmes ficavam quase inteiramente à mostra, o vale entre eles bem marcado e provocante. Nas costas, o vestido era aberto até quase a base da minha coluna. Quando me virei de lado no espelho, minha bunda média e redonda estava bem destacada, o tecido marcando cada curva do meu corpo curvilíneo e bem definido.

Passei uma maquiagem mais forte: sombra escura para realçar meus olhos azuis intensos, batom vermelho e blush. Soltei meu cabelo loiro, deixando-o cair sobre os ombros. Olhei no espelho e quase não me reconheci — parecia uma mulher totalmente diferente.

Poucos minutos depois, um carro preto parou em frente à casa. Entrei e fui levada até o cassino.

Assim que desci do veículo, Manoel me esperava na entrada. Seus olhos percorreram meu corpo lentamente, com desejo evidente. Ele sorriu de lado.

— Porra… você está perfeita.

Ele me levou para dentro e me apresentou às outras meninas que trabalhavam como garçonetes e acompanhantes. Eram cinco mulheres, todas jovens e bonitas, vestidas com roupas igualmente sensuais: vestidos curtos, bodies decotados e saias apertadas.

— Essas são suas novas companheiras — disse Manoel, passando o braço pela minha cintura. — Elas vão te ensinar como as coisas funcionam por aqui. Hoje você começa leve… mas os clientes VIPs já estão te esperando.

Senti um frio na barriga e, ao mesmo tempo, um calor traiçoeiro entre as pernas enquanto Manoel me olhava como se já quisesse me comer ali mesmo.

Ao entrar no cassino, Manoel me deu as orientações claras e diretas:

— Sua função hoje é servir bebidas, atiçar o desejo dos clientes e fazer eles apostarem mais. Sorria, seja gentil, deixe eles tocarem em você... quanto mais excitados, mais dinheiro eles gastam. Entendeu?

Assenti, nervosa. Coloquei um sorriso no rosto e comecei a trabalhar.

Caminhei entre as mesas com uma bandeja, servindo whisky, cerveja importada e drinks. Os clientes — a maioria homens maduros e endinheirados — não perdiam tempo. Mãos passavam pela minha cintura, subiam pela lateral das minhas coxas, apertavam minha bunda por cima do vestido curto. Um deles chegou a deslizar os dedos pelo decote, roçando meus seios quase expostos.

Tentei seduzi-los como me orientaram. Me inclinava sobre as mesas, deixando meus seios quase escaparem do decote, rebolava discretamente ao me afastar, sussurrava no ouvido de alguns: “Se o senhor apostar mais essa rodada, eu fico mais um tempo aqui com você...”.

Mas não estava conseguindo. Minha inexperiência ficava evidente. Alguns clientes sorriam, mas não aumentavam as apostas tanto quanto as outras meninas conseguiam. Eu me sentia desconfortável, rígida, sem saber exatamente como agir.

Manoel observava tudo de longe. Após quase uma hora, ele se aproximou de mim, segurou meu braço com firmeza e me puxou para um canto mais reservado.

— Você vai ter que ser treinada por mim pessoalmente — disse ele, com a voz grave e autoritária, olhando diretamente nos meus olhos. — Assim não dá. Os clientes estão gostando de olhar, mas não estão gastando o suficiente. Amanhã você vai ter sua primeira aula comigo.

Seu olhar desceu lentamente pelo meu corpo, parando nos meus seios e depois na minha bunda, como se já estivesse planejando exatamente como seria esse “treinamento”.

No dia seguinte, bem cedo pela manhã, Manoel apareceu em casa e me entregou uma pasta com documentos.

— Isso é para o seu bem — disse ele. — Matrícula na academia, plano de saúde completo, plano odontológico e pedido de exames laboratoriais. Quero você saudável e em forma.

Em seguida, ele me olhou seriamente:

— Agora veste a roupa do cassino e aparece lá.

— Manoel, agora são só 8 da manhã… — respondi, surpresa.

— Não interessa. Vai.

Me vesti rapidamente com o mesmo vestido curto e decotado da noite anterior. Cheguei ao cassino e notei que o sol não batia lá dentro — todas as janelas estavam tampadas com lonas pretas. O ambiente estava escuro, iluminado apenas por luzes artificiais. O som estava alto lá dentro, mas do lado de fora não se ouvia absolutamente nada.

Manoel estava sentado sozinho em uma mesa de poker. Assim que entrei, ele ordenou:

— Sirva alguns drinks.

Obedeci e servi whisky para ele. Quando voltei, ele falou:

— Agora vou te ensinar como fidelizar os clientes de verdade. Senta no meu colo.

Sentei em seu colo, sentindo imediatamente o volume grosso e duro do pau dele pressionando minha bunda por baixo do vestido curto. Manoel abriu minhas pernas com as mãos grandes e firmes.

— Pega minha mão e coloca na sua buceta — ordenou.

Segurei a mão dele e a guiei até minha intimidade. Ele encostou os dedos grossos na minha entrada já molhada e começou a brincar com meu clitóris.

— Fala no meu ouvido — mandou ele. — “Brinca com ela, gatinho.”

Com a voz trêmula e envergonhada, sussurrei:

— Brinca com ela, gatinho…

Manoel intensificou o movimento, esfregando meu clitóris e enfiando um dedo dentro de mim. Fiquei cada vez mais molhada.

— Isso, puta… — rosnou ele no meu ouvido. — Quando sua buceta for testada de verdade, você se excita como uma puta no cio.

Depois de alguns minutos, ele falou:

— Se levanta e abaixa por debaixo da mesa.

Obedeci. Fiquei de joelhos entre as pernas dele, abri o zíper da calça jeans e tirei aquele pau preto enorme de 25 cm. Estava duro como pedra, latejando na minha mão. Comecei a masturbar devagar, sentindo o peso e o calor dele.

Fiquei ali, olhando para aquele pau monstruoso, enquanto minha mente girava:

“Como foi que eu vim parar aqui?”

Mas, ao mesmo tempo, minha buceta estava pingando de tesão, latejando de desejo.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Carvalhinho a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Que delícia.... esperando a primeira vez dela com o sogro. Ele será o marido dela?

0 0