“O Fogo de Denis”
A saída da fase Ropey Rampage os conduziu diretamente para um imenso tronco oco de uma árvore milenar de sequoia, cuja casca grossa e impenetrável havia mantido o interior completamente seco e protegido da tempestade violenta que ainda rugia lá fora. O ar ali dentro era abafado e quente, um contraste gritante com o vento cortante e a chuva gelada de onde acabavam de vir.
Assim que passaram pela fresta estreita, ambos desabaram no chão macio de serragem seca, ofegantes, os corações batendo no mesmo ritmo acelerado.
— Conseguimos... — Tiago arfou, deixando o corpo gordinho relaxar contra a parede interna do tronco. Ele tirou o boné vermelho encharcado, revelando seus cabelos pretos e lisos colados à testa pela umidade.
— Eu disse que conseguiríamos, gordinho — Denis respondeu, a voz grave e trêmula de cansaço e de uma excitação indomável.
Denis estava ajoelhado à sua frente. A chuva havia limpado a lama de seu corpo, deixando sua pele clara e impecavelmente depilada brilhando sob a penumbra dourada do abrigo. Suas coxas grossas e musculosas pareciam ainda maiores sob o tecido marrom da bermuda que, inteiramente encharcada, desenhava com precisão obscena o contorno de seu quadril e o volume monumental que pressionava a frente de sua cueca vermelha.
— Cara... eu estou congelando, mas ao mesmo tempo parece que estou pegando fogo — confessou Denis, os olhos castanhos fixos nos de Tiago com uma intensidade predatória.
Com um movimento lento e deliberado, Denis levou as mãos até o cós de sua bermuda marrom colada. Seus bíceps e ombros largos se contraíram quando ele começou a empurrar o tecido úmido para baixo, arrastando-o por suas coxas musculosas e sem pelos, junto com as meias amarelas e os tênis encharcados. Ele chutou as roupas molhadas para o lado, ficando apenas de cueca box vermelha e com a gravata que ainda pendia sobre seu peito trincado.
Tiago engoliu em seco. A cueca vermelha de Denis estava tão molhada que se tornara praticamente translúcida. O dote colossal de 18 centímetros estava completamente ereto, apontando para cima e esticando o tecido elástico ao limite absoluto. Dava para ver a silhueta perfeitamente lisa, a cabeça arredondada e as veias grossas que subiam pelo corpo de sua ereção.
— Tiago... eu não aguento mais essa pressão — Denis murmurou, a voz rouca vibrando no espaço confinado. — Desde a caverna, desde que senti essa sua bunda gostosa no meu colo... meu pau está latejando tanto que chega a doer.
Sem esperar uma resposta, Denis enfiou os polegares sob o elástico da cueca vermelha e a puxou para baixo de uma vez só, libertando seu monumental membro de 18 centímetros.
O pau de Denis saltou para fora com força, pulsando no ar quente. Era uma visão espetacular de pura virilidade: extremamente grosso, longo, de pele clara e absolutamente livre de pelos, com uma veia saliente que serpenteava do início da base até a base da grande e rosada glande, que já brilhava com uma quantidade generosa de líquido pré-ejaculatório.
Tiago soltou um suspiro audível, os olhos castanhos arregalados, completamente hipnotizados pela perfeição daquele membro que parecia clamar por atenção.
— Olha o que você faz comigo, gordinho... — Denis sussurrou, dando um sorriso lascivo ao ver a reação de Tiago.
Denis sentou-se sobre os calcanhares, abrindo bem as pernas grossas para expor completamente sua intimidade. Ele envolveu a base de seu membro com a mão direita grande e calejada. Seus dedos se fecharam ao redor do diâmetro generoso do pau, e ele começou a subir a mão lentamente, sentindo a pele esticada e quente deslizar sobre o corpo rígido.
— Ah... caralho... — Denis gemeu baixo, jogando a cabeça para trás. O topete preto e molhado balançou levemente.
Ele começou a se masturbar com movimentos firmes e ritmados. A cada subida, sua mão apertava a base e subia até cobrir quase toda a glande rosada, acumulando o lubrificante natural e espalhando-o pelo corpo do membro. O som úmido e abafado de sua pele deslizando contra a própria carne preencheu o tronco oco, misturando-se com o som da chuva lá fora.
Tiago assistia a tudo sem conseguir mover um único músculo, com o próprio membro de 12 centímetros pulsando violentamente dentro de sua bermuda amarela molhada. Uma mancha escura de líquido seminal já se espalhava pelo tecido amarelo, marcando sua ereção.
— Chega mais perto, Tiago — Denis ordenou com suavidade, os olhos entreabertos e carregados de luxúria enquanto sua mão subia e descia mais rápido, fazendo as veias de seu braço musculoso saltarem. — Quero que você veja de perto. Quero que sinta o meu calor.
Tiago arrastou-se pelo chão de serragem seca até ficar a poucos centímetros do personal trainer. O cheiro de Denis — testosterona pura, suor limpo e o aroma adocicado do lubrificante natural — atingiu em cheio os sentidos do rapaz.
— Ele é... tão lindo, Denis... — Tiago sussurrou, a voz falhando diante daquela visão monumental.
— Toca nele... sente como ele está quente por sua causa — pediu Denis, arfando pesado.
Trêmulo, Tiago estendeu a mão clara e delicada. Seus dedos macios e depilados tocaram a lateral do pau de Denis. A pele ali era incrivelmente lisa, sem um único pelo, e parecia uma rocha quente de tão rígida. Tiago subiu os dedos devagar, acariciando a veia grossa que pulsava sob sua palma, e usou o polegar para massagear a glande úmida, espalhando a secreção brilhante.
Denis soltou um rugido baixo de puro prazer, contraindo os gomos de seu abdômen definido ao sentir o toque macio e carinhoso de Tiago.
— Isso... assim, Tiago... mexe na cabeça dele... — Denis instruiu, acelerando o ritmo de sua própria mão enquanto a mão de Tiago oferecia um contraste delicioso de maciez. — Porra, você é muito gostoso... essa sua mãozinha macia é o paraíso.
Denis começou a bater uma bronha rápida e vigorosa. O movimento de sua mão era preciso e forte, empurrando a pele do pau com energia. O dote de 18 centímetros balançava com o impacto de cada golpe, e o saco escrotal, também perfeitamente depilado e liso, contraía-se com a iminência do orgasmo.
— Eu vou... porra, eu vou gozar... — Denis arfou, os dentes cerrados, os músculos de seu peito e ombros tremendo sob o esforço físico e a intensidade do prazer.
Tiago afastou a mão para dar espaço, mas continuou com o rosto bem próximo, assistindo ao espetáculo com o coração na boca.
— Goza para mim, Denis... — Tiago incentivou, a voz carregada de desejo. — Quero ver tudo.
Denis deu as últimas cinco pedaladas rápidas e violentas em seu membro ereto. Seu corpo inteiro travou em um espasmo de puro êxtase. Ele arqueou as costas largas, os olhos se revirando de prazer enquanto soltava um gemido rouco e prolongado que ecoou pelas paredes do tronco oco.
De repente, o dote de 18 centímetros começou a pulsar violentamente. O primeiro jato de porra, espesso, quente e incrivelmente farto, disparou com força no ar, cruzando a distância entre eles e pousando diretamente sobre a barriga fofinha de Tiago, sujando a camiseta vermelha molhada. Mais três jatos longos e fartos se sucederam, cobrindo o peitoral trincado de Denis, suas próprias coxas musculosas e a serragem ao redor em um rastro brilhante e leitoso de sêmen quente.
A respiração de Denis estava tão curta que parecia que ele tinha acabado de correr uma maratona. Sua mão, ainda suja de esperma, deslizou lentamente para fora do pau, que continuava pulsando e gotejando lentamente o resto da ejaculação.
Ele olhou para Tiago, que tinha as bochechas coradas e os olhos brilhando de fascinação ao ver o sêmen de Denis escorrendo por sua própria camiseta.
— Caralho... — Denis murmurou, um sorriso exausto e extremamente satisfeito se formando em seus lábios. Ele estendeu a mão e acariciou a bochecha de Tiago, limpando uma gotinha de suor. — Há muito tempo eu não gozava com tanta força... Você me deixa louco, gordinho.
Tiago sorriu, sentindo o calor daquele momento intimista selar ainda mais a conexão entre eles. O jogo lá fora continuava implacável, mas dentro daquele tronco, eles haviam encontrado seu próprio pedaço de realidade e desejo.
— Isso foi... inacreditável — Tiago confessou, olhando para o pau de Denis que começava a amolecer lentamente, deitado sobre suas coxas. — Mas você sabe que agora... me deixou em uma situação bem complicada.
Ele apontou com o queixo para a própria bermuda amarela, onde o volume de seus 12 centímetros ainda pulsava com força, exigindo desesperadamente o seu próprio momento de alívio.
Denis deu uma risada baixa e rouca, puxando Tiago para um beijo rápido e molhado, com sabor de promessa.
— O seu momento vai chegar, parceiro. E eu vou fazer questão de participar ativamente dele... mas primeiro, precisamos nos limpar e nos preparar. A selva não vai nos esperar por muito tempo.
Continua...