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Senhora digna seduz o seu jovem médico

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Um conto erótico de Madura safada
Categoria: Heterossexual
Contém 2528 palavras
Data: 25/06/2026 14:10:34

Graça é uma mulher madura de 58 anos que se encontra no auge da sua libido. O seu marido é piloto de aviação civil, passa muitos dias fora de casa, dormindo frequentemente em cidades longínquas, europeias e noutros continentes. Ela sabe também que o seu marido tem muitas vezes relações sexuais com outras mulheres. E, se dúvidas houvesse, foram desfeitas no dia em Graça descobriu que tinha contraído uma doença venérea que lhe fora transmitida pelo seu marido, que, por sua vez, a tinha contraído numa relação sexual com uma hospedeira de origem africana.

Após um longo e doloroso tratamento, durante o qual Graça teve que laquear as suas trompas de Falópio para não correr o risco de engravidar, o que, caso acontecesse, poderia ser perigoso para a sua vida, Graça encontra-se neste momento no consultório do seu médico, que está avaliando uma série de exames que prescreveu a Graça depois de todos os tratamentos que teve que fazer.

O médico é um jovem de 32 anos, chama-se Luís Paulo, mulato, de origem africana, muito bonito, de cabelos pretos curtos, olhos verdes, alto, musculado e muito simpático. Depois de verificar atentamente todos os exames, vira-se sorridente para Graça, que está ansiosa por saber como está a sua saúde, e diz-lhe: "- Dona Graça, tenho boas notícias e ótimas notícias para si. As boas é que o tratamento que a senhora fez correu lindamente, a doença que a senhora contraiu foi totalmente debelada. As ótimas é que a senhora pode voltar à sua vida normal e pode voltar a fazer tudo o que fazia antes de contrair a doença." Graça sorriu e perguntou olhando o médico nos olhos: "- Então e a minha vida sexual, doutor?" O médico olhou-a sorridente e respondeu: "- Pode voltar novamente à sua vida sexual ativa porque o tratamento que lhe fizemos não lhe afeta a produção de hormonas nem interfere na sua libido nem no seu peso, uma vez que apenas lhe bloqueámos a passagem nas trompas. O único efeito negativo é que a senhora não pode voltar a engravidar."

Graça deu uma sonora gargalhada e respondeu: "rsrsrs Doutor, isso não é negativo. Eu já tenho 3 filhos e não quero ter mais." Em diversas ocasiões, Graça já tinha verificado que o jovem médico a olhava de um jeito do tipo "olhar de matador" e várias vezes apercebeu-se de um volume avantajado na sua virilha através do tecido da sua calça. Graça olhou para a virilha do jovem médico e, pelo volume que ostentava, suspeitou que ele estava nesse momento com uma forte ereção. Graça sentiu algo que já não sentia há mais de um ano: um intenso latejar no seu clitóris e um forte endurecimento nos seus mamilos. Um pensamento libertino passou pelo seu cérebro. Graça olhou o jovem médico e, olhando-o nos olhos, perguntou: "Então, o que o doutor me está a dizer, é que posso foder à vontade que já não voltarei a engravidar?!" Luís Paulo teve um ligeiro sobressalto e, surpreendido com a ousadia da pergunta da sua paciente, respondeu gaguejando: "- Bem... Quer dizer... (Sorrindo nervoso) Se a Dona Graça quer mesmo falar nesses termos, então sim, pode foder à vontade que não engravidará mais (acabando a frase com uma gargalhada nervosa).

Neste momento, Graça levantou-se, aproximou-se do jovem médico, rodou a sua cadeira de modo a ficar de frente para si, ajoelhou-se entre as suas pernas, desapertou o seu cinto e o botão da sua calça e, quando começou a abrir o fecho, o pobre médico perguntou, atarantado, sem saber o que fazer: "Dona Graça! O que é que a senhora está a fazer?" Enquanto o jovem médico falava, Graça despiu-lhe as calças e puxou-as pelos pés. Depois, perante o olhar incrédulo do jovem médico, enfiou a mão dentro da sua boxer, tirou o pénis dele para fora, deixou cair um pouco de saliva na glande e, enquanto lhe acariciava o pénis com suaves movimentos de vaivém, espalhando a saliva, respondeu com o seu sorriso mais safado olhando-o nos olhos: "- O doutor não disse que posso foder à vontade? Então é isso que pretendo fazer com o primeiro homem bonito e charmoso que encontrar." O pobre médico perguntou gaguejando: "- Com quem Do... Dooona Gra... Graça?" Após uma sonora gargalhada, Graça respondeu: "- Vê mais algum homem aqui dentro, Doutor?" Ato contínuo, caiu de boca no pénis do jovem médico e começou chupa-lo deliciada ignorando os apelos do médico: "- Oooohhhh... Por favor Dona Graça... Não faça isso aquiiiiiii... Ó meu Deus... Nããããooooo..."

De nada valeram as suas súplicas. Aquela mulher madura tinha a sua libido ao rubro e estava determinada em foder o seu jovem médico. Poucos instantes depois já ela se levantava e, virando-se de costas para ele enquanto erguia a barra do seu vestido até à cintura, pegou no seu pénis negro, todo babado com a sua saliva e, sentando-se no seu colo, introduziu-o na sua vagina, que já se encontrava toda ensopada de tão excitada que estava.

Poucos instantes depois, todo o vestido de Graça se encontrava enrolado na sua cintura e ela saltitava no colo do jovem médico, com a sua vagina absorvendo ritmicamente os 22 cm do jovem pénis negro do médico, que entrava completamente na sua vagina, deixando somente as suas bolas de fora.

Não tardou muito para que todo o corpo de Graça começasse a ser sacudido por fortes tremores. Uma onda poderosa de espasmos de prazer percorreu todo o seu corpo que eclodiu num intensíssimo orgasmo e Graça gritou alto e bom som: "- Ai que não aguentoooooooo... Estou-me a vir... Aaaaahhhhhh... Venhoooooooo... Tomaaaaaaa..."

Marta, a assistente do jovem médico, ouviu os gritos de Graça e ficou preocupada com o que se estaria a passar dentro do consultório. Estavam duas senhoras na sala de espera, aguardando a sua vez de serem atendidas, que também escutaram os gritos de Graça. Marta olhou-as com cara séria dizendo-lhes que ia ver o que se estava a passar. Bateu à porta suavemente e, não obtendo resposta, abriu-a devagar, espreitou e o que viu deixou-a embasbacada: viu as pernas do médico nuas e esticadas para a frente com os pés calçados assentes no chão; a Dona Graça estava sentada no colo do médico, de costas voltadas para ele, tinha o vestido todo enrolado na cintura, olhos fechados, sorriso esgazeado nos lábios, toda despenteada. Olhou atentamente e verificou que o pénis do médico estava todo introduzido na vagina de Dona Graça, enquanto ela rodava os quadris com as mãos nas suas coxas e as mãos negras do médico agarravam as mamas de dona Graça beliscando-lhe os mamilos e o tronco do médico estava tapado pelo corpo de dona Graça. Subitamente, a cabeça do doutor Luís Paulo surgiu por detrás das costas de dona Graça, o seu rosto olhando Marta muito sério, perguntando em sussurros: "- Marta! A dona Mariana e a dona Graciete ainda estão aí?" Marta respondeu que sim e o doutor pediu-lhe: "- Diga-lhes que eu hoje não as posso atender porque estou a fazer um exame muito rigoroso à dona Graça. Veja a minha agenda e marque-lhes outra consulta e você vá-se embora também". Marta respondeu que faltava uma hora para terminar o seu horário, mas o médico interrompeu-a dizendo: "- Não importa. Vá-se embora".

Assim que Marta fechou a porta do consultório, o doutor pegou em Graça pela cintura, levantou-se erguendo-a no ar, colocou-a com o tronco e os braços apoiados na sua secretária, ergueu a sua perna direita dobrando-a também para cima da secretária, deixando a perna esquerda com o pé apoiado no chão. Logo de seguida, pegou no seu pénis totalmente ereto e molhado pelos líquidos de Graça, deu uma série de pancadas com ele em ambas as nádegas de Graça, pincelou o rego do rabo dela com a pinte do pénis, apontou à sua vulva, segurou-a com firmeza nas ancas e deu um poderoso golpe de rins introduzindo-o todo na sua vagina com uma estocada só, fazendo-a soltar um bem sonoro "AAAAAAAHHHHHHHH" que se ouviu lá fora fazendo a assistente e as duas pacientes, que ainda se encontravam na sala de espera, terem um sobressalto.

O jovem médico sempre sentira um forte tesão por esta paciente. Apesar dos seus 58 anos, ela tinha um corpo escultural que se evidenciava nos seus peitos, na sua cintura, nas coxas, mas, sobretudo nos seus 108 cm de ancas e no seu volumoso rabo, bem redondo e empinado. Já por diversas vezes que o jovem médico tivera fortes ereções sempre que lhe tocava em determinadas partes do seu corpo durante as consultas. Chegou a pensar em dizer-lhe o quanto se sentia atraído por ela, mas o preconceito alertava-o sempre para várias situações que o impediam de o fazer. Havia a barreira etária, pois a dona Graça era 6 anos mais velha que a sua própria mãe; havia também a barreira social: a dona Graça era uma dama casada com um famoso piloto aviador que a acompanhava nas suas consultas e só deixou de o fazer quando ela contraiu aquela doença porque ela não lhe perdoou e nunca mais quis que ele a acompanhasse pois considerava que o marido fora o culpado de ela ter contraído aquela doença; finalmente, existia a barreira ético-profissional, porque o código de conduta da ordem dos médicos proibia-o de se envolver intimamente com as suas pacientes. Por todos estes motivos, já por diversas vezes que, após uma consulta com a dona Graça, recorrera à sua namorada ou, em último recurso, à sua mão direita para aliviar o tesão que a dona Graça lhe provocara, mas nunca teve coragem de lhe demonstrar todo o tesão que sentia nela. Mas naquele dia foi ela que praticamente o encostou às cordas e o assediou de tal forma que ele não conseguira resistir. Todas as barreiras preconceituosas que existissem até aquele momento foram totalmente destruídas. O jovem médico nunca possuíra uma paciente, embora muitas vezes sentisse esse desejo, não só com a dona Graça mas também com outras pacientes, mas sempre se conseguira controlar. Aquela mulher ávida de sexo destruira todas as suas resistências e despertara o animal sexual que vivia dentro de si.

Marta agendou novas consultas para as duas pacientes e elas saíram após outra mirada na porta do consultório ao escutarem outros gritos bem sonoros da paciente. Dirigiu-se à porta do consultório, abriu-a muito devagar sem fazer ruído, espreitou e o que viu e ouviu deixou-a pregada ao chão: estavam ambos em cima de uma mesa num canto do consultório, a dona Graça estava deitada de costas para baixo com ambas as pernas erguidas e apoiadas nos ombros do médico e ele estava em cima da dona Graça, de costas para a porta, fazendo movimentos de vaivém com os quadris, com o pénis introduzido na vagina de dona Graça. Naquela posição, eles não a viam e Marta deixou-se ficar espreitando pela nesga da porta entreaberta. Aquilo era melhor do que ver um filme porno. Marta estava numa posição privilegiada vendo toda a ação em pormenor. Observava o pénis do jovem médico saindo até ficar só a glande encostada na vulva da senhora e sendo novamente introduzido naquela vagina ardente e sedenta de pénis, com estocadas fortes, fazendo-a gemer bem alto a cada penetração. Ela estava ensopada de líquidos que escorriam pelas suas nádegas abaixo inundando o tampo da mesa. Os testículos do médico batiam fortemente no orifício anal da dona Graça fazendo "plof plof plof plof". Marta teve a certeza de ter visto aquele buraquinho estreito a piscar e pensou sorrindo: "Ai a cabra que está com vontade de levar com aquele pauzão negro no cu". Marta estava excitadíssima e, instintivamente, deu por si já com a saia levantada e a sua mão direita entre as suas coxas com 3 dedos introduzidos na sua vagina, masturbando-se.

A foda estava frenética, o jovem médico fodia a sua paciente a um ritmo alucinante, gemendo e gritando bem alto, ambos insanamente possuídos de tesão, insultando-se mutuamente, ela chamando-lhe, entre outras coisas, "filho da puta sem vergonha nenhuma" e ele chamando-lhe puta, cabra, vadia e cadela.

No meio de todo aquele frenesim de "entra e sai", com a mesa sendo arrastada no chão, num dado momento, o pénis do jovem médico saiu totalmente da vagina de Graça e Marta ficou deslumbrada ao ver aquele pénis enorme encaixado entre as nádegas daquela mulher madura. Viu-o deslizando abaixo e acima no rego do rabo da dona Graça e viu a mão dela pegando nele encaminhando-o para ser de novo introduzido na sua vagina, mas quando a glande passava pelo orifício anal da mulher, o médico deu um forte empurrão introduzindo todo o pénis no cu dela com uma só estocada. Ela gritou bem alto e o jovem médico, assustado com o que acabara de acontecer e temendo ter magoado a senhora, ficou quieto com o pénis todo entalado no cu dela. Ela ficou calada e ofegante por alguns instantes e disse olhando-o nos olhos: "- Fode esse cu todo meu filho da puta sem vergonha nenhuma". Foi o que ele quis ouvir e começou a malhar o pénis no cu dela gritando: "- Gostas de pau no cu, é sua puta? Então toma nesse cu sua cadela vadia".

Marta olhava aquela cena de olhos esbugalhados. O jovem médico transformou aquela digníssima senhora numa verdadeira puta. No lugar onde se encontrava conseguia ver perfeitamente o pénis do médico saindo e entrando no ânus da dona Graça. Estava tão excitada que quando os movimentos do casal se tornaram intensamente frenéticos, indiciando que ambos estavam prestes a atingir o orgasmo, ela própria sentiu as pernas a tremer e os seus músculos vaginais apertando os seus dedos e chegou ao orgasmo antes do casal. Logo de seguida, viu as pernas da dona Graça tremendo espasmodicamente apoiadas nos ombros do médico e ele ainda aguentou mais alguns minutos, talvez aguardando que ela acalmasse. Finalmente, ele retirou o pénis de dentro do cu da mulher, segurou-o com a mão direita e uma longa série de uns 10 jatos de esperma jorraram da ponta do pénis do jovem médico e inundaram a barriga e os peitos da senhora.

Marta saiu imediatamente do consultório para que a sua presença não fosse notada.

No dia seguinte, o médico deu ordem-lhe ordens para que, a partir desse dia, as consultas da dona Graça fossem marcadas para o final do dia, de forma a que não houvesse outras consultas depois da dona Graça e que sempre que houvesse uma consulta para a dona Graça, Marta poderia ir-se embora. Marta sorriu percebendo logo que se tratava de um meio de o médico ficar a sós com a sua paciente madura para uma sessão de sexo após a consulta. Algumas vezes ia-se embora, mas, de vez em quando, ficava a espreitar. Quem sabe alguma vez seria apanhada a espreitar e talvez fosse convidada a juntar-se a eles.

P.S. Este é um conto fictício que só aconteceu nos meus pensamentos devido a uma forte atração física que senti durante uns tempos pelo meu médico de família. Todas as personagens são reais, exceto as duas pacientes que saíram. Obviamente, a paciente que seduz o médico sou eu.

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Comentários

Foto de perfil de Ryu

Excelente!

Excitante, bem escrito e fruto de uma fantasia sexual.

3 🌟🌟🌟 .

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