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Escrava do Professor

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Um conto erótico de Vanessa
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1066 palavras
Data: 25/06/2026 10:30:20
Assuntos: Sadomasoquismo

Ola novamente, já não escrevia nada aqui à algum tempo, mas por uma razão que vou explicar:

Chamo-me Vanessa, tenho 19 anos, 1,55 de altura.

Estou a estudar psicologia e recentemente deixei de estar com o meu dono.

Depois de termos terminado, eu estava numa aula e o professor, um homem na casa dos seusanos, estava a dar uma aula que falava sobre sexo e a envolvencia das pessoas e a dada altura, disse que a mulher por natureza é submissa ao homem.

Claro que isso gerou alguma discussão na aula.

Eu que gosto de ser submissa, não podia deixar de falar e dizer que concordo, etc...

No final da aula, fui falar com ele e ele a dada altura perguntei se poderíamos falar mais para aprofundar o tema que era algo que eu me interessava bastante.

Uns dias depois falamos no gabinete dele e durante a conversa eu abordei o tema em que já tinha tido uma experiencia com alguem dominado e que tinha gostado.

Voltamos a falar e ele sempre se mostrava curioso para eu lhe contar as minhas experiencias, até que me convidou um dia para ir a casa dele.

Havia uma semana em que não havia aulas e combinamos logo na segunda feira e a ideia era falar mais sobre o assunto, com mais pormenor.

Quando cheguei, fomos até à sala e a primeira coisa que ele me perguntou foi se eu já tinha tido medo alguma vez, se já tinha pensado alguma vez que nunca mais sairia dessa situação.

Disse-lhe que no. Entao ele perguntou-me o que mais me excitava.

Disse-lhe que era não ter qualquer controlo, não poder evitar nada.

Nesse momento, ele olhou para mim com um ar de superioridade:

- Despe-te !

- Mas professor...

- Cala-te e despe-te, quero ver o teu corpo nu.

Eu estava apenas de vestido e um habito que eu tinha era não usar nada por baixo.

- Viste preparada como uma puta.

- Não professor, ando sempre assim.

- Segue-me

Segui-o e ele foi para uma porta de dava acesso à cave da casa.

Estava escuro, mas quando ele acendeu a luz, vi várias coisas, mas o que mais me chamou à atenção foram as correntes que estavam presas na parede.

Ele colocou uma delas no meu pescoço, fechou com um cadeado e depois fez o mesmo nas minhas mãos prendendo-as atras das costas.

Olhou para mim:

- Já não tinha aqui à algum tempo uma escrava para eu foder. Podes gritar à vontade que a sala é à prova de som.

Saiu, fechou a porta e deixou-me às escuras.

As correntes tinham comprimento suficiente, para eu me deixar no chao, que estava frio e eu nua.

Não sei quanto tempo passou, mas ele voltou, vinha nu:

- De joelhos, escrava

Obedeci. Ele agarrou-me nos cabelos, meteu o pau dele na minha boca e fodeu-me até gozar bem dentro da minha boca.

Depois soltou-me e prendeu-me de 4 numa bancada de madeira. Eu estava de barriga para baixo, com as mão e pés amarrados aos pés da bancada.

Vi ele ir buscar um pequeno chicote, levei uma chicotada nas minhas nadegas, depois das pernas, novamente nas nadegas.

Levei várias chicotadas que perdi a conta, o meu corpo já ardia até que gritei de dor.

Ele não parava e a cada chicotada eu gritava.

- Grita, puta... é sinal que estão a ser bem dadas. Isto é para perceberes que eu faço o que quiser contigo, o teu corpo e a tua vida só a mim pertencem agora.

Quando ele me soltou, eu chorava de dor e ele voltou a prender-me com as correntes e voltei a ficar às escuras.

Quando regressou, trazia comida e agua. Colocou no chão e comi como uma cadela.

Ele tinha-me soltado os braços para eu comer, e enquanto eu estava de 4, ele me penetrou e me fodeu, mas gozou para cima do meu corpo.

Depois fiquei ali novamente.

Dormi ali e sei que já era outro dia porque ele trouxe o pequeno almoço.

Quando terminei, ele agarrou-me com uma mão o meu pescoço, e disse:

- Hoje é dia de rebentar essa cona. Tens alguma coisa a dizer?

- Não professor, faço que que quiser.

- Muito bem

Nisso ele amarrou-me na parede, mão para cima, pernas bem afastadas e amarradas.

Fiquei horrorizada, ele pegou numa régua de madeira.

Rápidamente senti a regua a bater na minha xaninha.

- grita, puta, quero ouvir-te gritar.

Deu-me várias reguadas, até eu ficar com a minha xaninha bem vermelha e inchada.

- Professor, está a dor-me muito a minha xaninha. (Disse-lhe eu)

- Tu não tens xaninha, isso é para meninas bem comportadas, tens uma cona de puta que me pertence. Eu uso como eu quiser. entendes?

- Sim, professor.

- Repete...

- Tenho uma cona de puta que o professor usa como quiser.

- NÃO PUTA, errado (levei uma reguada com bastante força)

- Mas o professor disse... (levei outra reguada)

- Alguma coisa nesse corpo teu ?

- Não Professor, tudo aqui é seu para usar como quiser.

- Isso mesmo, nunca te esquecas disso.

Quando ele terminou, soltou-me e fodeu-me a xaninha, eu tinha bastantes dores por estar bem inchada, mas não disse nada.

Voltou a prender-me e nesse dia, não o voltei a ver.

No terceiro dia, soltou-me mandou-me ficar de 4, colocou-me atras de mim e fodeu o meu cu até gozar dentro de mim.

Eu ainda tinha a minha xaninha bem dorida do dia anterior e ele voltou a prender-me.

Nesse dia, ele vei algumas vezes, sem nunca me soltar, mas sempre me fodendo. Até que me deixou e só voltou no dia seguinte.

Nesse dia, não trazia nada, soltou-me e levou-me para cima.

Quando chegamos à sala, estava um pequeno almoço preparado, com muito bom aspecto.

Mandou-me it tomar um banho e regressar. Tinha deixado o meu vestido em cima da cama.

Vesti e fui ter com ele na sala.

Durante o pequeno almoço ele perguntou-me:

- Como te sentes?

- Doi-me todo o corpo.

- Como ves, foste sempre obediente e submissa, nunca recusaste nada

- Sim professor

- Mas a tua tortura acabou, podes regessar a tua casa.

- A sério, o sr. Está a mandar-me embora?

- Não. Estou a libertar-te, mas podes voltar sempre que quiseres.

Eu nesse momento, levantei-me, despi-me e entreguei-lhe o meu vestido.

- Que estas a fazer? - Perguntou ele.

- Quero continuar a ser a sua escrava, sua puta

- Tens a certeza? Vais sofrer muito.

- Sim.

Virei-lhe as costas e fui até à cave....

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