Ola novamente, já não escrevia nada aqui à algum tempo, mas por uma razão que vou explicar:
Chamo-me Vanessa, tenho 19 anos, 1,55 de altura.
Estou a estudar psicologia e recentemente deixei de estar com o meu dono.
Depois de termos terminado, eu estava numa aula e o professor, um homem na casa dos seusanos, estava a dar uma aula que falava sobre sexo e a envolvencia das pessoas e a dada altura, disse que a mulher por natureza é submissa ao homem.
Claro que isso gerou alguma discussão na aula.
Eu que gosto de ser submissa, não podia deixar de falar e dizer que concordo, etc...
No final da aula, fui falar com ele e ele a dada altura perguntei se poderíamos falar mais para aprofundar o tema que era algo que eu me interessava bastante.
Uns dias depois falamos no gabinete dele e durante a conversa eu abordei o tema em que já tinha tido uma experiencia com alguem dominado e que tinha gostado.
Voltamos a falar e ele sempre se mostrava curioso para eu lhe contar as minhas experiencias, até que me convidou um dia para ir a casa dele.
Havia uma semana em que não havia aulas e combinamos logo na segunda feira e a ideia era falar mais sobre o assunto, com mais pormenor.
Quando cheguei, fomos até à sala e a primeira coisa que ele me perguntou foi se eu já tinha tido medo alguma vez, se já tinha pensado alguma vez que nunca mais sairia dessa situação.
Disse-lhe que no. Entao ele perguntou-me o que mais me excitava.
Disse-lhe que era não ter qualquer controlo, não poder evitar nada.
Nesse momento, ele olhou para mim com um ar de superioridade:
- Despe-te !
- Mas professor...
- Cala-te e despe-te, quero ver o teu corpo nu.
Eu estava apenas de vestido e um habito que eu tinha era não usar nada por baixo.
- Viste preparada como uma puta.
- Não professor, ando sempre assim.
- Segue-me
Segui-o e ele foi para uma porta de dava acesso à cave da casa.
Estava escuro, mas quando ele acendeu a luz, vi várias coisas, mas o que mais me chamou à atenção foram as correntes que estavam presas na parede.
Ele colocou uma delas no meu pescoço, fechou com um cadeado e depois fez o mesmo nas minhas mãos prendendo-as atras das costas.
Olhou para mim:
- Já não tinha aqui à algum tempo uma escrava para eu foder. Podes gritar à vontade que a sala é à prova de som.
Saiu, fechou a porta e deixou-me às escuras.
As correntes tinham comprimento suficiente, para eu me deixar no chao, que estava frio e eu nua.
Não sei quanto tempo passou, mas ele voltou, vinha nu:
- De joelhos, escrava
Obedeci. Ele agarrou-me nos cabelos, meteu o pau dele na minha boca e fodeu-me até gozar bem dentro da minha boca.
Depois soltou-me e prendeu-me de 4 numa bancada de madeira. Eu estava de barriga para baixo, com as mão e pés amarrados aos pés da bancada.
Vi ele ir buscar um pequeno chicote, levei uma chicotada nas minhas nadegas, depois das pernas, novamente nas nadegas.
Levei várias chicotadas que perdi a conta, o meu corpo já ardia até que gritei de dor.
Ele não parava e a cada chicotada eu gritava.
- Grita, puta... é sinal que estão a ser bem dadas. Isto é para perceberes que eu faço o que quiser contigo, o teu corpo e a tua vida só a mim pertencem agora.
Quando ele me soltou, eu chorava de dor e ele voltou a prender-me com as correntes e voltei a ficar às escuras.
Quando regressou, trazia comida e agua. Colocou no chão e comi como uma cadela.
Ele tinha-me soltado os braços para eu comer, e enquanto eu estava de 4, ele me penetrou e me fodeu, mas gozou para cima do meu corpo.
Depois fiquei ali novamente.
Dormi ali e sei que já era outro dia porque ele trouxe o pequeno almoço.
Quando terminei, ele agarrou-me com uma mão o meu pescoço, e disse:
- Hoje é dia de rebentar essa cona. Tens alguma coisa a dizer?
- Não professor, faço que que quiser.
- Muito bem
Nisso ele amarrou-me na parede, mão para cima, pernas bem afastadas e amarradas.
Fiquei horrorizada, ele pegou numa régua de madeira.
Rápidamente senti a regua a bater na minha xaninha.
- grita, puta, quero ouvir-te gritar.
Deu-me várias reguadas, até eu ficar com a minha xaninha bem vermelha e inchada.
- Professor, está a dor-me muito a minha xaninha. (Disse-lhe eu)
- Tu não tens xaninha, isso é para meninas bem comportadas, tens uma cona de puta que me pertence. Eu uso como eu quiser. entendes?
- Sim, professor.
- Repete...
- Tenho uma cona de puta que o professor usa como quiser.
- NÃO PUTA, errado (levei uma reguada com bastante força)
- Mas o professor disse... (levei outra reguada)
- Alguma coisa nesse corpo teu ?
- Não Professor, tudo aqui é seu para usar como quiser.
- Isso mesmo, nunca te esquecas disso.
Quando ele terminou, soltou-me e fodeu-me a xaninha, eu tinha bastantes dores por estar bem inchada, mas não disse nada.
Voltou a prender-me e nesse dia, não o voltei a ver.
No terceiro dia, soltou-me mandou-me ficar de 4, colocou-me atras de mim e fodeu o meu cu até gozar dentro de mim.
Eu ainda tinha a minha xaninha bem dorida do dia anterior e ele voltou a prender-me.
Nesse dia, ele vei algumas vezes, sem nunca me soltar, mas sempre me fodendo. Até que me deixou e só voltou no dia seguinte.
Nesse dia, não trazia nada, soltou-me e levou-me para cima.
Quando chegamos à sala, estava um pequeno almoço preparado, com muito bom aspecto.
Mandou-me it tomar um banho e regressar. Tinha deixado o meu vestido em cima da cama.
Vesti e fui ter com ele na sala.
Durante o pequeno almoço ele perguntou-me:
- Como te sentes?
- Doi-me todo o corpo.
- Como ves, foste sempre obediente e submissa, nunca recusaste nada
- Sim professor
- Mas a tua tortura acabou, podes regessar a tua casa.
- A sério, o sr. Está a mandar-me embora?
- Não. Estou a libertar-te, mas podes voltar sempre que quiseres.
Eu nesse momento, levantei-me, despi-me e entreguei-lhe o meu vestido.
- Que estas a fazer? - Perguntou ele.
- Quero continuar a ser a sua escrava, sua puta
- Tens a certeza? Vais sofrer muito.
- Sim.
Virei-lhe as costas e fui até à cave....