Dionísio era o filho mais novo e também o que mandava naquela casa, por ser o único filho homem. Ele morava sozinho com suas irmãs.
— Eca, tá faltando açúcar. Volte e faça de novo o meu suco. Dessa vez, coloque mais açúcar.
— Tá bem, meu irmãozinho. Irei refazer novamente o seu suco. — disse Isadora, sua irmã mais velha.
No total, eram cinco irmãs. Três delas moravam fora de casa, restando apenas duas naquela residência: Isadora e Isabela.
Isadora era a irmã mais velha. Era como se fosse a segunda mãe daquela casa, cuidando de tudo. Morena, alta, peituda, com uma voz doce e sotaque nordestino.
— Aqui, meu irmãozinho. Dessa vez coloquei bastante açúcar, tá bem doce...
Depois de um gole, Dionísio cuspiu tudo para fora, sujando o vestido da irmã.
— Eca, tá muito doce. Tem açúcar demais. Quer que eu fique diabético? Vá fazer de novo e, dessa vez, coloque menos açúcar.
— Sim, meu irmãozinho... — disse Isadora, com o mesmo tom de voz de sempre, indo refazer o suco pela quinta vez.
A irmã mais nova se chama Isabela, tinha o desejo flor da pele. Curiosa e bastante pervertida. Nesse momento ela se encontrava em seu quarto na cama, com som alto pra pode abafar seus gemidos naquela intensa masturbação.
— Aaaaahhhh caralho... isso, me foder com força... enfiar essa sua enorme pica dentro da minha xoxotinha... aaaaaahhhhh...
Ela não parava de enfiar aquele enorme dildo grosso e preto dentro da xota. De repente, a porta bateu com tanta força que fez o dildo escapar da mão dela e cair no chão. Assustada e ofegante ao mesmo tempo, ela veste rapidamente a roupa e corre para abrir a porta.
— Ah, meu irmão... quer alguma coisa?
— Porque diabo a porta está fechada? Sabe que eu odeio portas fechadas. E diminua o som, está muito alto.
— Desculpa, meu irmão, eu achei que você tinha saído.
Desconfiado, Dionísio observou o ambiente. Algo não parecia normal. Reparou nos cabelos bagunçados da irmã, no suor pingando por sua testa oleosa, na respiração ofegante e no enorme farol marcado sob a blusa fina, que destacava seus seios medianos.
— Já desliguei o som, meu irmão... Agora vou voltar a ler meu romance, que eu estava lendo antes de você chegar...
Dionísio foi até o outro lado da cama e pegou um objeto no chão.
— O que é isso, Isabella?
— Não sei, meu irmão... — Disse ela nervosa.
— Então tu não sabe o que um dildo está fazendo ao lado da sua cama? Ainda mais estando bem úmido e com cheiro de buceta. Não vai me dizer que estava se masturbando com isso. Diz a verdade, sabe que eu odeio mentira.
— Sim, meu irmão, eu estava me masturbando.
— Sabe as regras da casa: nada de masturbação escondida. Você sabe que tem dia e hora para fazermos isso todo mundo junto. Mas você decidiu fazer isso sozinha e escondida? Ainda mais usando esse pênis de borracha gigante.
— Desculpa, irmão, eu sinto muito. Juro que foi a primeira e última vez. O pênis de borracha nem é meu, é da minha amiga, que me emprestou. Ela me convenceu a fazer isso...
— Não coloque a culpa nos outros. Você sabe o que acontece com quem desobedece às regras da casa.
— Sim, eu sei. Mereço ser punida, meu irmão.
Dionísio se aproximou da irmã. Ela virou de costas e levantou a pequena saia, mostrando sua bunda. Ele encheu a mão e deu dez tapas com força naquela nádega, deixando a marca de sua mão em sua pele. Ela abaixou a saia e se virou com expressão arrependida, mas ainda ofegante.
— Toma, devolva o dildo para sua amiga. Odeio esse tipo de coisa. O único formato de pênis que pode haver nesta casa é o meu próprio pênis.
— Sim, meu irmão, irei devolver esse brinquedo.
Dionísio saiu, deixando a porta aberta. Isabella havia aprendido a lição, ainda sentindo a bunda dolorida pelos tapas.
Isadora apareceu novamente com o suco. Dessa vez, agradou ao paladar sensível de Dionísio.
— Parabéns, agora o suco está gostoso... Não é só o suco que está uma delícia... — disse ele, olhando para aquelas enormes pernas morenas apertadas numa saia curta azul.
Dionísio a puxou, e ela caiu dentro da rede. Ele apalpou aqueles enormes seios.
— Nossa, Isadora, seus seios estão enormes de repente.
— É que segui sua dica, irmãozinho. Coloquei silicone. Gostou?
— Adorei, dá muito boa pra dar uma mamada.
Ela colocou os seios para fora, e ele abocanhou aqueles enormes mamilos duros. Era como voltar à infância e experimentar as tetas da mãe. Não existia sensação melhor do que aquela: uma boa mamada nas tetas.
Dionísio enfiou a perna entre as pernas de Isadora, encostando o joelho em sua buceta. Ela sentiu aquela perna pressionar sua buceta molhada. Dionisio descer a mão pra debaixo das saias da irmã, sentindo aquela enorme buceta úmida. Ele começa a masturba-la.
— Oh, Dionísio... aaaaaahhhh, porra... — ela gemeu, o corpo todo tremendo dentro da rede, que balançava a cada movimento enquanto ele afundava os dedos grossos e calosos na buceta molhada dela de tanto tesão. A respirada dela ficou ofegante, os mamilos duros esbarrando no peito dele, a rede rangendo debaixo dos corpos suados.
— Vai, goza pra mim, sua putinha... — ele rosnou, acelerando o dedo, enfiando e tirando com força, sentindo como ela apertava em volta, sugando os dedos pra dentro, a rede balançando cada vez mais.
— Aaaaaahhhhh, não vou aguentar, não vou aguentar... — ela repetia, as unhas cravando nas costas dele, a bunda se levantando da rede, como se quisesse mais, sempre mais.
— Abra os olhos, olhe para mim, sua safada — ele ordenou, a voz rouca de desejo, a rede oscilaando com o movimento do corpo dele.
Ela obedeceu, abrindo aqueles enormes olhos castanhos, brilhantes de luxúria, a boca entreaberta, a língua molhada passando pelos lábios. Encostou mais perto a barriga na dele, esmagando os seios macios contra o peitoral dele, gemendo a cada metida brutal dos dedos dentro dela. O som molhado dos dedos entrando e saindo misturava com o rangido da rede e os gritos abafados dela. Até que, de repente, o corpo inteiro dela se contraiu, os dedos dos pés se curvando, e ela se tremeu toda, revirando os olhos de prazer, o gozo escorrendo pela coxa, molhando os lençóis da rede.
Dionísio tirou os dedos melados, brilhantes com o gozo dela, e os colocou na boca dela.
— Chupa, sua vagabunda. Lamba tudo — ele mandou, segurou o queixo dela e forçou os dedos entre os lábios dela, a rede balançando suavemente.
Ela obedeceu, chupando os dedos com gosto, lambendo cada um, saboreando o próprio sabor, os olhos semicerrados de prazer.
— Boa garota, foi uma boa gozada... — ele suspirou, satisfeito, a rede se acalmando aos poucos.
— Foi bom demais... eu adoro quando você me masturba, meu irmão — ela ofegou, abraçando-o toda carinhosa, o corpo ainda tremendo dos espasmos do orgasmo, a pele quente e suada colada na dele, a rede balançando levemente com o movimento.
Os braços de Isadora estavam tão macios e quentinhos, o cheiro do perfume nostálgico misturado com o aroma do sexo, do suor, do gozo. Aquele cheiro, aquele calor, aquele contato, aquele balanço suave da rede... tudo isso fez com que ele acabasse adormecendo, exausto, mas feliz.