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Sou VIRGEM... Mas sei satisfazer os amigos, vizinhos, entregadores de água e outros. Veja FOTOS nos links abaixo.

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Um conto erótico de Mirna
Categoria: Grupal
Contém 1141 palavras
Data: 25/06/2026 07:02:53

Oi, gente... Meu nome é Mirna, tenho vinte anos e estudo na universidade aqui no Recife. Moro com meus pais num apartamento bem legal no bairro de Boa Viagem, zona sul, daqueles com vista pro mar que todo mundo inveja. Por fora pareço a típica menina boazinha: cabelos castanhos com reflexos vermelhos, corpo bem torneado de quem faz academia, bundinha empinada e peitos firmes que chamam atenção nas blusinhas justas. Mas ninguém imagina o que eu realmente gosto... Aqui não pode publicar fotos nos contos, mas vou deixar abaixo, na caixa de comentários os links para você ver e baixar tudo.

Eu adoro bater punheta. Sério. Meu tesão máximo é ver um macho gemendo, tremendo, ficando louco na minha mão. Amigos da faculdade, vizinhos, entregadores... tanto faz. Eu ainda sou virgem da buceta, nunca dei pra ninguém e não pretendo dar tão cedo. Não tomo anticoncepcional e tenho pavor de engravidar. Então, pra satisfazer eles (e me satisfazer também), eu dou o cozinho. A bunda. E às vezes... o final é bem sujo. Bem safado.

Ontem foi um daqueles dias que eu não vou esquecer tão cedo. Meus pais viajaram pra visitar minha tia em Olinda e eu fiquei sozinha em casa. Convidei o Lucas, um amigo de 22 anos que eu conheci na faculdade. Ele é daqueles caras altos, corpo definido, pau grosso e veioso que eu já tinha visto em fotos. Chegou de tarde, fingindo que ia me ajudar com um trabalho. Mal entramos no quarto, já fechei a porta e tranquei.

— Mirna... você é louca — ele murmurou quando eu tirei a blusa devagar, mostrando os peitos com os bicos durinhos.

Eu sorri, mordendo o lábio.

— Louca por ver você gozando pra mim.

Ajoelhei na frente dele, baixei o short e o pau dele pulou pra fora, já meio duro. Segurei com as duas mãos, sentindo o calor, as veias pulsando. Comecei devagar, subindo e descendo, apertando a cabeça rosada. Ele gemia baixo, segurando meu cabelo. Eu olhava pra cima, encarando ele enquanto acelerava.

— Gosta assim, né? Olha como tá latejando na minha mão...

Usei cuspe, lambuzando tudo, fazendo barulhinho molhado. Ele tremia. Depois de uns minutos, levantei, tirei o shortinho e a calcinha, mostrando minha bundinha redonda. Ele ficou louco. Passei óleo de coco que eu guardo pra essas ocasiões e me posicionei de quatro na cama.

— Vem... mas só na bunda, tá? Nunca na buceta.

Lucas não discutiu. Encostou a cabeça grossa no meu cuzinho e foi empurrando devagar. Eu gemi alto, sentindo ele me abrir. Ele meteu fundo, segurando meus quadris. Eu rebolava, apertando ele por dentro. O quarto encheu de gemidos e do barulho de pele batendo. Ele dava tapas leves na minha bunda, chamando meu nome.

— Porra, Mirna... sua bundinha é tão apertada...

Eu gozei primeiro só de fricção, tremendo inteira. Ele continuou, cada vez mais rápido. Quando senti que ele ia gozar, eu pedi:

— Goza dentro... enche meu cuzinho.

Ele explodiu, jorrando quente bem fundo. Mas eu não parei. Continuei rebolando, sentindo o pau dele amolecendo dentro de mim. E aí aconteceu o que sempre me excita no final: eu relaxei e me caguei. Um pouco de coco misturado com o leitinho dele escorreu pela minha perna. Ele ficou chocado no começo, mas depois gemeu ainda mais, tirando o pau e vendo a sujeira.

— Caralho... isso é loucura — disse ele, mas o pau deu sinal de vida de novo.

Eu ri, safada, e peguei o pau sujo na mão, batendo mais um pouco enquanto o cheiro tomava conta. Terminei ele com a mão, fazendo ele gozar pela segunda vez na minha cara e peitos. Depois fomos tomar banho juntos, rindo da bagunça.

Foi isso que rolou ontem. E não foi a primeira vez...

Tem o Sr. Roberto, amigo do meu pai, 58 anos, viúvo. Ele vem sempre aqui em casa. Uma tarde, enquanto meu pai estava no banho, eu chamei ele pra cozinha. Sentei ele na cadeira, abri o zíper e bati uma punheta lenta, olhando nos olhos dele. Ele tremia, chamando eu de "safadinha". Quando ele tava quase gozando, eu virei de costas, levantei o vestido e sentei no pau dele. Só o cuzinho. Ele segurou meus peitos enquanto eu subia e descia. No final, me caguei toda nele. Ele gozou tanto que quase desmaiou. Depois limpamos tudo antes do meu pai voltar. Segredo nosso.

Os vizinhos também são ótimos. O Guilherme, de 20 anos, mora no apartamento da frente. A gente se encontra na garagem. Ontem mesmo, antes do Lucas chegar, ele desceu pra "pegar uma coisa emprestada". Acabei batendo punheta nele rapidinho no banco do carro dele, gozando na minha mão. Depois prometi que da próxima eu dou o cozinho de novo.

E o Seu Antônio, o senhor de 60 e poucos do andar de baixo? Aquele simpático, casado. Uma vez ele subiu pra consertar a pia. Eu estava de shortinho curto. Fechei a porta, ajoelhei e chupei ele até ficar duro. Depois dei a bunda encostada na pia mesmo. Ele meteu com vontade, chamando eu de "putinha da vizinhança". No final eu me soltei toda, sujando as pernas dele. Ele adorou. Virou fetiche dele também.

Entregadores então... são os melhores pra uma rapidinha. O cara da água mineral, um moreno forte de uns 25 anos, sempre para aqui. Semana passada, quando ele trouxe o galão, eu paguei com mais que dinheiro. Fiz ele sentar no sofá da sala (meus pais tinham saído), baixei a calça dele e bati uma punheta caprichada. Depois virei e sentei no pau, rebolando gostoso. Ele segurava minha cintura, metendo fundo no cuzinho. Quando ele tava gozando, eu me caguei, sujando o pau e a coxa dele. Ele ficou sem palavras, mas voltou dois dias depois "pra ver se a conta tava certa".

O entregador de pizza também já levou. Pizza de calabresa e uma punheta com direito a bunda. Ele era tímido, mas quando eu mostrei os peitos ele ficou doido. Meti ele no meu cozinho em pé, encostada na parede. Gozei apertando ele, depois me soltei toda. Ele saiu com a roupa suja e um sorriso enorme.

Eu amo isso. Amo o poder que tenho de deixar eles loucos. Amo ver o pau latejando na minha mão, entrando na minha bundinha apertada e depois ver a cara deles quando eu me cago no final. É meu maior tesão. Ainda sou virgem da buceta e pretendo continuar assim por enquanto. A bunda é pra eles... e o resto fica só pra mim e minhas fantasias.

Se você mora em Boa Viagem ou Recife e quer viver isso também... me chama no PV. Quem sabe eu não te recebo quando meus pais não estiverem? 😈

Gostou do conto? Deixa like, comenta qual foi sua parte favorita e compartilha pros amigos que também curtem uma safadeza bem suja. Tem mais histórias da Mirna pra contar... muita mais.

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Comentários

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