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FERNANDA não imaginava que eu VIA TUDO! E agora ela é MINHA. Flagra com FOTOS nos links abaixo

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Um conto erótico de Vanderson
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1954 palavras
Data: 25/06/2026 06:06:30

Meu nome é Vanderson, tenho 42 anos e sou gerente da filial de uma distribuidora de materiais de construção na zona oeste do Recife. Todo dia eu lido com números, fornecedores chatos, funcionários reclamando de calor e aquele sol de rachar que bate direto no pátio. Mas tem uma coisa que torna tudo suportável: Fernanda. Aqui não pode publicar fotos nos contos, mas vou deixar abaixo, na caixa de comentários os links para você ver e baixar tudo.

Fernanda é funcionária do administrativo há quase dois anos. 28 anos, casada (ou noiva, como ela gosta de corrigir), corpo simples mas absurdamente gostoso. Não é daquelas fitness de academia, é aquela beleza natural do Nordeste: pele morena clara que brilha de suor fácil, cabelo castanho comprido que ela prende de qualquer jeito, sorriso tímido e, meu Deus, aquela bunda. Redonda, empinada, que marca perfeitamente nas calças de ginástica cinza que ela usa quase todo dia. Eu sou completamente louco por ela. Pela simplicidade dela, pelo jeito que ela ri baixo quando alguém conta piada no intervalo, mas principalmente por essa bunda. Eu vivo imaginando como deve ser o cheiro natural dela depois de um dia de trabalho, suada, quente, viva.

Ontem, meio-dia e pouco, eu precisava pegar uns documentos antigos na sala de depósito que fica nos fundos. Ninguém quase vai lá, é um canto esquecido. A sala tem uma janelinha alta que dá vista pra área de descanso dos funcionários — aquele espaço com muro azul alto, chão de concreto rachado e um pouco de sombra. Eu entrei, peguei o papel e, quando fui sair, vi ela.

Fernanda estava apoiada na parede azul, de costas pra mim, exatamente como nas fotos que eu consegui capturar. Calça cinza colada, camiseta azul clara, chinelinho branco. O corpo relaxado, uma mão na cintura. O texto que ela deve ter pensado em postar mentalmente era “Surpresa na hora errada 😂”. Eu congelei. Peguei o celular discretamente e comecei a gravar. O vídeo ficou meio espelhado porque eu tava nervoso, mas deu pra ver tudo.

Ela tava suada. O calor do Recife é impiedoso. A calça marcava cada curva daquela bunda perfeita. Eu imaginava o suor escorrendo pelo rego, deixando tudo molhado, cheiroso. Aquele cheiro de mulher trabalhadora, natural, sem perfume disfarçando. Meu pau já tava latejando só de olhar.

De repente, ela mexeu a mão direita pra trás. Começou a coçar dentro da bunda. Devagar no começo, depois mais fundo. Eu quase gemi alto. “Puta que pariu... como deve tá suado esse reguinho. Deve tá escorregadio, quente, com aquele suor acumulado o dia todo.” Dava pra ver o movimento dos dedos pressionando a calça, afundando entre as nádegas. Ela tava coçando o cu mesmo, sem vergonha ali no canto, achando que ninguém via. Meu coração batia tão forte que eu tive medo dela ouvir.

Ela coçou bastante, uns bons segundos. Depois tirou a mão devagar. E fez o que me destruiu de tesão: levou os dedos direto pro nariz e cheirou. A cara que ela fez... puta merda. Nariz franzido, boca torcida de nojo, olhos apertados. Como se o cheiro fosse forte demais, azedo, podre. Ela balançou a cabeça, quase rindo de nojo de si mesma. Eu fiquei chocado. Como uma bunda tão perfeita, tão deliciosa, podia cheirar mal pra ela? Pra mim aquilo era o paraíso. Meu fetiche explodiu ali. Eu queria aquele cheiro. Queria mais que tudo.

Ela ainda ficou um tempo ali, olhando pro lado, depois voltou pra dentro da empresa. Eu esperei uns minutos, coração acelerado, pau duro pra caralho dentro da calça social. Fui pra minha sala, sentei e fiquei repassando o vídeo. Aquele momento em que ela cheirou a própria mão... eu precisava fazer algo.

Chamei ela pelo ramal. “Fernanda, vem aqui na sala rapidinho? Preciso te passar um documento urgente.” Ela demorou uns segundos pra responder, voz meio hesitante: “Tô indo pro banheiro agora, pode ser depois?” Eu insisti, voz firme: “Não, é muito urgente. Vem agora, por favor.”

Ela apareceu na porta da minha sala uns dois minutos depois. Olhar desconfiado, mão direita meio fechada, tentando esconder. Dava pra ver que ela sabia que aquela mão tava “podre”. Eu sorri por dentro. Entreguei o documento falso que eu tinha impresso só pra ter motivo. Ela pegou com a mão esquerda. Quando estendi a mão pra cumprimentar, ela hesitou, mas acabou dando a direita.

Apertei firme. Senti o calor, o cheiro sutil subindo. Depois segurei a outra mão também. Como sempre faço com as meninas da equipe (mas dessa vez com intenção), levei as duas mãos pra perto do rosto pra “beijar” em cumprimento. Ela tentou puxar discretamente. “Não precisa, seu Vanderson...” Mas eu não soltei. Cheirei a primeira mão normalmente. Depois a segunda... demorei mais. Inspirei fundo, bem perto dos dedos que tinham estado dentro da bunda dela minutos antes.

O cheiro era forte. Suor, azedo, um toque terroso, bunda suada, cu sujo do dia. Meu pau pulsou. Ela olhou assustada, olhos arregalados. Eu sorri, olhando nos olhos dela com malícia. “Fernanda... o cheiro dessa mão tá maravilhoso.”

Ela ficou vermelha. “Você é louco, cara. Não sabe o que tá dizendo...” Tentou rir, sem jeito, puxando a mão de novo. Eu segurei firme.

“Sei exatamente. Eu vi você botando a mão dentro dessa bunda lá no fundo, coçando bem gostoso. Me desculpa invadir sua privacidade, mas eu sou tarado por você, Fernanda. Faz tempo.”

Ela ficou muda por uns segundos. Depois murmurou: “Eu sou noiva, Vanderson... e você é casado.”

“Eu sei. Sou casado também. Mas o cheiro de bunda de mulher linda como você me excita pra caralho. E você coçando, cheirando... fez um cheiro maravilhoso. Eu preciso disso.”

O silêncio na sala era pesado. Eu via o conflito no rosto dela: vergonha, nojo de si mesma, mas também um brilho de excitação. Ela mordeu o lábio. “Porra, cara... tu tá me deixando excitada, mas isso é muito nojento e podre.”

Não aguentei. Levei os dedos dela à boca e comecei a lamber. Devagar, chupando um por um. O sabor era azedo, salgado, terroso. Nojento e delicioso ao mesmo tempo. Ela gemeu baixo. “Caralho... Vanderson...”

“Eu quero lamber essa bunda agora. Posso? Fecho a porta, fica só nós dois.”

Ela hesitou, respirando pesado. “Isso é loucura... mas... tá bom. Rápido.”

Fechei a porta, tranquei. Coloquei ela em pé contra a mesa, de costas pra mim. Arriei aquela calça cinza devagar, descendo junto com a calcinha. A bunda saltou pra fora, branca no contraste com o resto do corpo, marcada pela calcinha, brilhando de suor. O cheiro subiu forte: suor acumulado, bunda quente, um leve toque fecal do cu que ela tinha coçado.

“Vanderson, tá podre... melhor não...” ela disse, voz tremendo de vergonha.

Eu não respondi. Ajoelhei, abri as nádegas com as mãos e enfiei a cara. O cheiro me invadiu inteiro. Forte, azedo, amargo, suado. Língua direto no cu. Lambi em círculos, sentindo o sabor podre, o gosto de quem trabalhou o dia todo. Ela gemeu alto, arqueando as costas. Uma mão dela desceu e começou a se tocar na frente.

“Porra... eu tô plena... eu vou gozar aqui...”

Eu lambia mais fundo, enfiando a língua, chupando, sentindo o azedo dominar minha boca. Nojo misturado com tesão insano. Ela tremia, gemendo, e gozou forte, pernas bambas, apertando a bunda contra meu rosto. Eu continuei lambendo até ela parar de tremer.

Levantei, pau pra fora, mas não fodi ela ainda. Só guardei o momento. Beijei o pescoço dela e sussurrei: “No final de semana vai ter muito mais. Você topa?”

Ela, ainda ofegante, riu sem acreditar: “Tu é louco... mas... talvez. Isso é doentio.”

Eu já disse a ela que quero explorar tudo. Sólidos e líquidos. Medo? Tive. Mas o tesão venceu. No sábado, depois do meio-dia, quando a empresa estiver vazia, vamos ter o tempo que precisamos. Eu vou gravar tudo pra vocês. Flipbook, vídeo, fotos. O cheiro, o gosto, a bunda dela entregando tudo. Podem acompanhar no meu perfil, no Telegram VIP e no site. Porque com Fernanda, o fetiche saiu do armário e agora não tem volta.

Desde o primeiro dia que Fernanda entrou na empresa, eu notei ela. Não era só o corpo. Era o jeito simples de ser, nordestina raiz, falando com sotaque recifense gostoso, rindo das minhas piadas ruins no almoço. Mas a bunda... caralho. Quando ela andava pelo corredor com aquelas calças coladas, eu fingia olhar o celular mas tava gravando mentalmente cada movimento. O balanço, a forma redonda, como a costura da calça afundava no rego. Eu ia pra casa e batia punheta imaginando isso.

Ontem foi o dia que mudou tudo. Eu tava estressado com planilha, fui pro depósito só pra espairecer um pouco. Quando vi ela ali, encostada naquela parede azul (exatamente como nas imagens que capturei: uma de costas olhando pro lado, outra virando o rosto, mão na bunda coçando, depois cheirando), foi como se o destino tivesse armado. O sol batendo de lado, iluminando o suor na nuca dela, o cabelo preso com presilha simples. A calça cinza marcando tudo, mostrando até a marca da calcinha por baixo.

Enquanto gravava, eu narrava mentalmente: “Olha essa bunda suada... coça mais, vai... deixa eu ver como tá esse cu.” E ela coçou fundo. Dedos pressionando, circulando. Quando tirou a mão e cheirou, aquela cara de nojo foi ouro puro. Nariz enrugado, olhos fechados, boca “eca”. Pra ela era nojo. Pra mim era convite.

Na sala, depois que lambi ela e ela gozou, eu ainda tava com o sabor na boca. Aquele gosto amargo, azedo, de suor e resto do dia. Eu adorei. Ela tava envergonhada, puxando a calça rápido. “Nunca mais isso, Vanderson. Foi loucura.” Mas o sorriso malicioso que ela deu quando saiu me disse o contrário.

Eu já planejei o sábado. Vou marcar com ela pra “reunião extra”. Trancar a sala, ou melhor, levar ela pro depósito de novo, onde tudo começou. Quero ela de quatro, bunda pra cima. Quero cheirar devagar, lamber cada gota de suor. Quero que ela coce de novo na minha frente e me dê os dedos pra chupar. E depois... os fetiches mais pesados. Líquidos quentes, sólidos macios. Ela disse “é loucura”, mas eu vi o tesão no olho dela quando eu lambia. Ela gozou como nunca, apertando minha cara na bunda.

Imagino o cenário: meio-dia de sábado, empresa vazia, sol forte lá fora. Ela chega de legging preta, já suada da viagem. Eu fecho a porta, mando ela encostar na parede azul de novo. “Repete o que fez ontem.” Ela ri, envergonhada, mas obedece. Mão pra trás, coçando. Eu gravando em alta qualidade agora. Depois eu ajoelho, arranco a calça, abro e devoro. Língua fundo no cu, sentindo o sabor forte. Ela se tocando, gemendo alto. Quando ela gozar, eu vou pedir pra ela relaxar e me dar mais. O primeiro sólido quente, direto na minha língua. O nojo vai vir, mas o tesão é maior. Vou lamber tudo, sujo, podre, dela.

Depois vira foda braba. Pau na buceta molhada enquanto o cheiro da bunda ainda tá no ar. Gozar dentro, marcar ela como minha puta secreta. E gravar tudo pra virar conteúdo. Flipbook interativo com as fotos dela encostada na parede, os frames do vídeo original, e as cenas novas que vamos fazer.

Fernanda, você não imagina o quanto eu esperei por isso. Sua simplicidade, sua bunda suada, seu cheiro natural... me viciou. E pro público que acompanha meus contos: isso não é fantasia. Baseado em fatos reais que aconteceram ontem. No final de semana tem parte 2, mais pesada, com tudo que vocês pedem. PIX pra incentivar, Telegram VIP pra ver os vídeos crus.

O cheiro daquela mão ainda tá na minha memória. Azedo, forte, delicioso. Fernanda... você é minha agora.

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