Sou um homem bem-sucedido. Aos 42 anos, tenho uma empresa de importação que cresce todo ano, dois carros na garagem, uma casa grande num condomínio de luxo e dinheiro suficiente pra viver bem.
Minha esposa, Camila, é uma boa mulher, mas depois de 14 anos de casamento o tesão morreu. Sexo virou algo raro, frio e sem graça. Eu vivia frustrado, cheio de vontade guardada.
Larissa, sobrinha da minha esposa, tem 19 anos e é um perigo. Uma morena bunduda, corpo definido da academia, pele morena clara, cabelo preto longo até a cintura, peitos grandes e uma bunda grande, redonda e empinada que chamava atenção pra caralho. Ela sempre foi carente pra porra. O pai abandonou ela quando era criança, a mãe mal conseguia pagar as contas, e ela vivia pedindo ajuda pra tia.
Só que nos últimos meses as coisas mudaram. Larissa começou a dar em cima de mim descaradamente. Chegava em casa com shortinhos jeans que mal cobriam metade da bunda, sentava perto de mim, roçava a perna na minha, me olhava com cara de safada e falava coisas com duplo sentido.
Depois de um tempo veio o pedido direto:
— Tio… eu queria tanto um iPhone novo. O meu tá travando toda hora. Você não me ajuda? Eu faço qualquer coisa pra você… qualquer coisa mesmo.
Eu sabia exatamente o que ela estava oferecendo. E depois de tanto tempo sem uma mulher que realmente me desejasse, eu cedi.
Marquei com ela num motel discreto e caro na Marginal. Falei pra Camila que ia dormir fora por causa de uma reunião. Larissa chegou toda arrumada, perfume doce, blusa decotada e um shortinho que deixava a bundona quase toda de fora.
Assim que entramos no quarto, tranquei a porta e mudei o tom completamente:
— Tira toda essa roupa agora. Quero ver o que você tá me vendendo em troca desse iPhone.
Larissa mordeu o lábio, nervosa mas excitada, e obedeceu. Tirou a blusa, o short e a calcinha devagar, rebolando. A bundona grande, redonda e empinada ficou totalmente exposta pra mim.
— De quatro na cama. Empina essa bunda pra mim — ordenei.
Ela subiu na cama de quatro, empinando aquela delícia. Eu dei um tapa forte com a mão aberta, fazendo a carne tremer.
— Porra, que bundona gostosa… Essa bunda agora é minha, entendeu?
— Sim, tio… — ela respondeu gemendo baixinho.
Dei mais dois tapas fortes, um em cada lado, deixando a pele vermelha. Depois segurei o cabelo dela com força e puxei:
— Chupa o pau do tio. Quero ver se você merece esse iPhone.
Larissa virou, se ajoelhou na minha frente e puxou meu pau pra fora. Começou a mamar com vontade. Lambia da base até a cabeça, enfiava fundo na garganta, babava tudo, engasgava e olhava pra cima com olhos pidões. Eu segurava a cabeça dela com as duas mãos e fodia sua boca com força, batendo os ovos no queixo dela.
— Isso… chupa direito, sua putinha. Engole mais fundo. Isso!
Depois de foder a boca dela por um bom tempo, joguei ela de quatro novamente na cama. Bati mais tapas fortes naquela bundona enquanto esfregava o pau na entrada da buceta molhada.
— Quer o iPhone? Então vai tomar pau como uma boa vadia.
Meti tudo de uma vez, bem fundo. Comecei a foder com força bruta, segurando a cintura dela e socando sem piedade. A bundona tremia toda vez que meu corpo batia contra ela. Eu puxava o cabelo, dava tapas fortes e metia cada vez mais fundo.
— Rebola no meu pau! Assim! Isso, sua safada! Essa buceta é minha agora!
Larissa gemia alto, rebolando enquanto eu destruía ela. Virei ela de lado, levantei uma perna e meti ainda mais fundo, apertando os peitos grandes com força. Depois coloquei ela por cima e mandei:
— Agora rebola gostoso. Quero sentir essa bundona trabalhando.
Ela cavalgou desesperada, subindo e descendo a bundona no meu pau. Eu dava tapas nos peitos e na bunda, mandando ela ir mais rápido.
No final, coloquei ela de quatro de novo, segurei o cabelo como rédea e fodi com tudo, surrando aquela bunda sem parar até gozar bem fundo na buceta dela, enchendo tudo de porra quente.
Enquanto ela ainda tremia, deitada na cama com a respiração pesada e porra escorrendo entre as pernas, deitei ao lado e falei no ouvido dela, ainda dominante:
— Por hoje valeu apenas esse teste.
Ela virou o rosto rápido, surpresa:
— Teste? Como assim? Não vou ganhar o iPhone?
Eu sorri frio e respondi:
— Ainda não, sua putinha vagabunda. Tá achando que sua buceta vale isso tudo? Hoje foi só pra experimentar, e até que foi mais ou menos.
Larissa ficou quieta, olhando pra mim com cara de quem não esperava aquilo. Eu continuei:
— Depois de amanhã quero você aqui de novo pra ver se você merece mesmo esse presentinho. E isso fica entre nós. Se alguém ficar sabendo, eu corto toda a ajuda que dou pra sua mãe e pra você. Entendeu?
Ela baixou o olhar, respirou fundo e respondeu baixinho:
— Entendi, tio…
Eu dei um último tapa forte na bunda dela e sorri:
— Ótimo. Agora vai se limpando. E da próxima vez quero você bem mais safada.