O DESÂNIMO é a névoa do presente, enquanto o PRESSENTIMENTO é a bússola silenciosa da alma, avisando que o vento está prestes a mudar. Essa combinação funciona muito bem porque, ao mesmo tempo em que o primeiro é uma paralisia no agora, a segunda é uma projeção para o futuro.
Principais Personagens:
Não há personagens novos. As imagens anexada através de link, estão relacionadas às cenas da história.
Continuando ...
Paris, França – junho de 1942
O ano de 1942 avançava e em junho a Alemanha lançou nova ofensiva contra a Rússia. A mobilização das tropas nazistas se concentrava no leste Europeu e a ocupação no lado oeste permanecia focada em perseguir os judeus e se defender dos ataques de grupos de resistência que surgiram em vários países, com destaque para os franceses e noruegueses.
Nesse cenário, cada vez mais Blanche se destacava com as informações que conseguia com o Coronel Otto, seu amante e com quem aprendeu a ser liberal com relação ao sexo. Com isso, ganhando a total confiança do oficial que não só comentava com ela sobre assuntos sigilosos, como também comentava as estratégias usadas pelos alemães com os convidados que, entre uma orgia ou outra, passavam o tempo se vangloriando do esplendor do Terceiro Reich.
Entretanto, apesar do sucesso em sua missão de colher informação e de se sentir muito à vontade ao transar com mais de um homem, no fundo ela se incomodava porque, ao regressar para casa, tinha que olhar nos olhos de seu marido e se lembrar dos prazeres que teve.
Ele não reclamava de nada. Era ela que se sentia suja por conta do que tinha feito e, principalmente, por ter gostado. Era uma sensação dúbia que ficava entre um prazer diferente e libertador, mas que depois a aprisionava em um sentimento de culpa. Ela nunca cansava de se perguntar qual seria a reação de Charles se ela contasse a ele o que andava fazendo e, tentando recompensá-lo por isso, fazia com que o sexo entre eles fosse o melhor possível, sempre inovando, muitas vezes dando a ele algo que aprendera com seus amantes.
Blanche se debatia com seus problemas e fazia sucesso na missão de conseguir o maior número de informações possíveis, inclusive, tendo sido elogiada em uma reunião pelo Marechal de Campo Alan Brooke, principal assessor militar de Churchill e chefe profissional do Exército, em uma reunião em que foi informado sobre o sucesso de um bombardeio que destruiu algumas pontes ferroviárias e impediu o tráfego entre a França e Alemanha por semanas.
O objetivo da missão era impedir a remessa de peças destinadas à indústria bélica alemã, porém, apesar de em parte ser essa a verdade, Blanche não contara a ninguém que isso também impediria o envio de trens transportando judeus para a Alemanha, onde eram encaminhados sob o pretexto de serem utilizados como trabalhadores em serviços essenciais, quando na verdade estavam sendo enviados para os Campos de Extermínio.
Essa divergência de informação de como os prisioneiros judeus seriam usados e o que realmente aconteciam com eles se devia ao fato de que, naquele ano, ninguém ainda tinha conhecimento dos campos de concentração e, quando surgia alguma notícia a respeito das reais intenções dos nazistas, Joseph Goebbles acionava a “máquina de propaganda” para desmentir. Foi dessa prática de negar tudo o que acontecia que ele se justificou para um aliado que fez comentário nada elogioso a esse respeito com uma frase que se tornou famosa: “Uma mentira contada mil vezes acaba se transformando em uma verdade”.
Naquele mesmo mês, incentivado por Blanche que usou como argumento que a falta de mão de obra na Alemanha prejudicaria o esforço de guerra dos nazistas, a resistência atacou um campo de prisioneiros judeus e libertou mais de dois mil deles. Foi ela mesma que, usando seu próprio dinheiro, conseguiu transporte para os libertados que foram levados até as Ilhas Canárias e lá escolheriam seus destinos. Setenta por cento deles optaram por irem para a Palestina, viver nos assentamentos adquiridos pelo Barão Edmond James de Rothschild, pertencente a uma famosa família de banqueiros europeus, que custeou o assentamento de milhares de imigrantes naquela região, adquirindo cerca de 500 quilômetros quadrados de terra.
Enquanto a Marquesa enfrentava seus problemas de consciência, Hamdi agia isoladamente. Porém, ao contrário de Blanche, ela não se limitava a ter um amante fixo. Em vez disso, comparecia em público, muito mais nas casas noturnas do que em festas ou recepções badaladas, escolhia seu alvo e o seduzia, algumas vezes conseguindo alguma informação importante e, em outras, perdendo seu tempo.
Quando obtinha algo de valor, ela levava até Blanche ou Grace e foi em uma dessas vezes, ao reclamar que não estava fazendo nada importante, foi corrigida pela norte americana que lhe disse:
– Você está enganada, querida! Em se tratando de espionagem, o agente de campo não pode ficar avaliando se uma informação é importante ou não. Tem pessoas trabalhando para isso. No meu modo de ver, a parte ruim é que, raramente o agente fica sabendo da importância da informação e se desanima. Continue agindo como tem feito que você está se saindo muito bem.
Hamdi não ficou muito convencida. Ela queria fazer parte de algo maior.
A jovem africana tinha tomado a decisão de morar sozinha no ano anterior. Foi logo depois do casamento de Blanche e Charles. Ela achou que não podia ficar atrapalhando a liberdade do casal e encontrou um apartamento próximo ao de sua amiga. Era um apartamento simples em um prédio de três andares que não dispunha de elevadores, mas era um local respeitável e, com a ajuda de suas parceiras, mobiliou com extremo bom gosto, embora não renunciasse à simplicidade. E era para esse apartamento que ela levava suas conquistas.
Depois de ter aquela conversa com Grace, ainda demorou dois meses, antes que ela conseguisse se encontrar com o Duque Jean Paul. E não foi da forma como ela desejava, pois ele estava sozinho. Mesmo assim, ela resolveu que não devia deixar passar a oportunidade e o convidou para sua humilde residência, algo que ele aceitou e, para surpresa dela, adorou o que ele chamou de “um ninho de amor” para ela.
Eles tiveram uma transa normal, pelo menos ao modo deles, até que ele a convenceu a ir além. O Duque, sem a presença de sua esposa, mostrou-se mais direto e revelou com todas as letras que adorava uma inversão e, nessa noite, ela teve que se virar usando seus dedos para foder o cu dele. Entretanto, ele correspondeu de forma diferente, mostrando-se um homem carinhoso, embora sedento por sexo. Aquela foi a primeira vez que ela foi tratada como “uma pessoa” por alguém da sociedade francesa ou alemã, que não fosse Blanche, Grace e todos os membros do grupo com quem conviveu durante o treinamento e depois dele.
Essa atitude do Duque a deixou surpresa e, mais ainda, quando ele apareceu sem ser esperado, três dias depois. Só que dessa vez ele foi preparado e levava consigo um vibrador que podia ser preso em uma calcinha de couro. Hamdi não se fez de rogada e usou o presente nele, porém, fez questão que ele também a fodesse e isso funcionou como um estimulante adicional ao Duque. Não foi nada de excepcional, mas, pelo menos, naquela situação ele agiu como homem.
A aproximação de Hamdi com Jean Paul começou a ficar mais evidente e não demorou para que fossem vistos com frequência em público. Isso a incomodava, pois embora estivesse gostando da atenção que recebia, a situação era bem diferente do que a que ela planejara, pois o intuito de usá-lo para se aproximar da Duquesa não estava funcionando. E, ao conhecer melhor o Duque, a desconfiança que ela tinha de que quem segurava as rédeas de tudo o que se referia ao casal era ela e não ele desapareceu.
Quando ele perguntou para Hamdi como ela vivia, ela contou a história que sempre usava para justificar o fato de viver com conforto e não trabalhar. Essa narrativa tinha sido construída com a ajuda de Grace e dizia que, antes da guerra, ela se apaixonara de um jovem francês filho de um empresário muito rico. Era um “novo rico” que não ostentava a fortuna que tinha acumulado em tão pouco tempo e por isso não era muito conhecido.
A história dizia que a família foi contra o casamento dos dois e o rapaz, totalmente apaixonado por ela, fugiu de casa e se casaram em segredo. O jovem, que se chamava Rodrigo, nome herdado do avô materno que era espanhol, era um idealista e, assim que a guerra estourou, se alistou no exército francês e morreu na fronteira com a Bélgica no segundo dia depois da invasão alemã.
Ao saber da notícia, ela foi procurada pelo pai de seu falecido marido que, temendo que ela se aproveitasse da situação para exigir parte da herança, ofereceu a ela uma enorme importância em dinheiro, com a condição que ela destruísse os documentos que comprovassem o casamento. Ela concordou e, através de suborno, os registros no cartório onde aconteceu o casamento foram adulterados.
Ao ouvir a notícia, o Duque perguntou sem demonstrar grande interesse, como ela tinha investido o dinheiro que recebeu e ela deu a resposta para o qual foi treinada, dizendo que parte do valor estava depositado em bancos da Suíça e o resto na mão de empresários franceses que lhe pagavam os juros todos os meses.
Essa informação foi o suficiente para que o Duque, pressionado por seus credores, ficasse ainda mais interessado na garota. Sem se preocupar em se aprofundar naquela história, ele viu naquela situação uma saída. Deixando passar um tempo para não levantar suspeita, depois de dois meses, ele se tornou mais assíduo em suas visitas a ela, as quais passaram a ser quase que diárias e passou a exigir a companhia dela em todos os eventos ao qual comparecia.
Sempre que Hamdi o questionava a respeito da Duquesa, ele respondia secamente que sua esposa estava empenhada em um projeto que lhes renderiam uma pequena fortuna e dificilmente ficava em Paris. E ele não estava mentindo.
Não demorou para que o Duque começasse a representar o papel de vítima para Hamdi e quando ela lhe perguntou o que estava acontecendo, contou que estava sendo ameaçado por um agiota e precisava de dinheiro urgente, alegando ainda que o pagamento que sua esposa receberia em virtude do projeto que estava desenvolvendo para os alemães ainda dependia de alguns detalhes para ser efetuado. A garota viu naquilo a oportunidade que precisava para conquistar de vez a confiança de Jean Paul e consultou Blanche e Grace.
As duas, antes de darem sua opinião, submeteram a garota a um verdadeiro interrogatório. Ela respondeu a todas as perguntas sem reclamar. A sinceridade com que ela agiu, deixou bem claro que não havia nenhuma prova concreta a respeito de existir alguma coisa relevante no projeto mencionado por Jean Paul e a única coisa que existia era a certeza, da parte Hamdi, de que se tratava de algo de grande impacto.
Apesar das dúvidas, Blanche se mostrou disposta a ajudar, enquanto Grace se colocou totalmente contra. Mas como a dona do dinheiro era a Marquesa, a norte americana se deixou convencer e a importância solicitada pelo Duque foi entregue a Hamdi.
Se a beleza e o comportamento de Hamdi na cama já era suficiente para prender qualquer homem, um nobre francês endividado usufruindo de tudo isso e ainda passando a ver nela a sua tábua de salvação, o que aconteceu a seguir foi simples: Jean Paul passou a “comer na mão dela” que não esperou muito tempo para usar essa situação a seu favor. Quinze dias depois ela passou a pressionar o Duque para ter um encontro com Emanuelle. O argumento usado foi que estava com saudades dela, mas sua intenção era retornar à mansão deles. Se havia alguma coisa que a ajudaria a descobrir o que aquele casal estava fazendo, estava naquela casa.
Foi assim que Hamdi retornou à mansão dos Duques. Dessa vez em uma posição muito diferente de sua primeira visita. Naquela vez ela era apenas uma putinha em busca de visibilidade em uma recepção chique que tinha sido levada até a casa deles para ser fodida e, dessa vez, era a benfeitora de Jean Paul, passando a exercer algum controle sobre ele, muito embora soubesse que teria que tomar cuidado com a Duquesa que não se deixaria ser manipulada por ninguém.
Hamdi, embora fosse muito bem tratada por todos, não podia deixar de reparar que sofria a vigilância constante por parte de Emanuelle. Mesmo assim, não se fez de rogada e, depois de um final de semana de muito sexo e diversão, se convidou para retornar por conta própria, o que acabou por se transformar em um costume.
Na terceira vez que ela esteve na mansão dos Duques, finalmente presenciou algo que a deixou animada. Os Duques receberam a visita de três homens. Eram dois alemães e um suíço. Os nomes dos alemães eram Rudolf e Klaus e o do suíço, Noah. Para ela foi dito que os alemães eram membros do governo da Alemanha, sendo Rudolf um burocrata e Klaus, médico especializado em genética. Noah, o suíço, também era médico, mas não comentaram nada a respeito de sua especialidade.
Os três visitantes eram autênticos nazistas. Até mesmo o suíço Noah torceu o nariz quando foi apresentado para Hamdi, deixando bem claro que a cor da pele dela o incomodava. Contudo, já estando acostumada com esse fato, a garota não se intimidou e fez questão de mostrar todo o seu charme. Agindo de forma sedutora, ela foi, aos poucos, ganhando, se não a simpatia deles, pelo menos o interesse em desfrutar das delícias que seu corpo oferecia.
O que não passou sem ser notado pela garota era que entre a Duquesa e aqueles três homens, havia uma relação que ultrapassava em muito o profissionalismo. Comentários de duplo sentido, sorrisos e toques que pareciam sem intenção, indicava que todos ali já se conheciam de forma íntima e não demorou para que Emanuelle, ansiosa por um dia de muito sexo e prazer, começou a fazer comentários elogiosos a respeito de Hamdi, efetuando propaganda dela, fazendo com que eles entendessem que havia ali uma garota que, apesar da pouca idade, era uma mulher muito experiente na cama.
Com o ambiente se tornando cada vez erótico, com a atmosfera de desejo pesando sobre todos, ela resolveu o problema causado pela cor de Hamdi a usando para derrubar as últimas barreiras que o preconceito daqueles homens ainda pudesse ter e, segurando as duas mãos da garota, falou olhando para os homens:
– Vocês precisam experimentar a doçura desses lábios carnudos. Estou aqui me segurando para não beijar essa boca gostosa. Me perdoem, meus amigos, mas não posso resistir.
IMAGEM: (https://postimg.cc/0z1tJJhz)
Dizendo isso, ela puxou as mãos de Hamdi para trás fazendo com que fosse abraçada por ela e depois de colocá-las sobre sua bunda, segurou com ternura o queixo da garota forçando sua cabeça para trás e a beijou na boca. O beijo foi imediatamente retribuído e as pequenas mãos de Hamdi deslizavam pela bunda da Duquesa enquanto essa a mantinha seu queixo seguro com uma enquanto a outra fazia carinhos em seu seio por cima da roupa.
Aquele gesto serviu para dar partida a uma seção de sexo sem limites. A postura de homens sérios dos nazistas caiu por terra em questão de segundos e quando Jean Paul abraçou Hamdi por trás, transformou o beijo das duas mulheres em um beijo triplo, Rudolph e Klaus começaram a alisar seus paus que formavam um volume enorme em suas calças. Enquanto Noah, que se mostrava o mais reservado, já colocou o seu para fora e começou a bater uma lenta punheta.
Quando Emanuelle viu o que os visitantes faziam, pegou na mão de Hamdi e a levou até os alemães que estavam sentados em um sofá de três lugares enquanto Noah ocupava uma poltrona que estava disposta em um ângulo de noventa graus em relação a eles. Empurrando a garota para ficar na frente de Klaus, falou:
– Cuide dele, querida! Mostre do que você é capaz.
IMAGEM: (https://postimg.cc/F12p2Lrx)
IMAGEM: (https://postimg.cc/dh99kN8p)
Hamdi se sentou no colo do homem, mas, ato contínuo, se ajoelhou entre as pernas dele e começou a beijar a cabeça do pau dele, mas logo tomou a liberdade de tirar a mão dele que ainda fazia os movimentos de punheta e enfiou tudo na boca. A Duquesa, após entregar Hamdi para Klaus, passou a dançar e beijar Rudolph, mas antes que conseguisse libertar Rudolph de suas roupas, Klaus já emitia gemidos agoniados por causa do prazer que aquela boca treinada em dar prazer aos homens lhe proporcionava.
IMAGEM: (https://postimg.cc/0MhGRTsk)
A seção de sexo oral só teve uma pequena interrupção por causa de Jean Paul. Quando as duas ouviram o gemido de Noah ao lado delas, olharam para aquela direção e viram que o Duque não perdera tempo e imitara as mulheres. Ajoelhado no tapete como o mais humilde dos homens, o nobre francês chupava o enorme pau de Noah como se fosse o último da terra. Sorriram uma para outra e gastaram alguns minutos para se livrarem de suas roupas e, nuas, voltaram a tarefa de antes.
Durante aquela tarde e grande parte da noite, os desejos de cada uma daquelas seis pessoas foram se realizando. Emanuelle confessou que uma de suas fantasias era assistir Hamdi sendo fodida por dois homens. Ela, embora não fosse acostumada e as poucas vezes que passara por isso remontava ao período em que atendia em bordéis, não se intimidou.
Primeiro, ela escolheu Klaus e Rudolph como parceiros e eles ficaram admirados por Hamdi aceitar o desafio. Afinal, aquela não era uma prática muito comum naquela época, mas as ações da garota logo fizeram com que transformassem aquela admiração em ação. Primeiro ela se ajoelhou na frente dos dois e começou a chupar seus paus, sempre alternando e segurando um enquanto tinha o outro dentro de sua boca. Depois pediu para ser chupada e Noah, que só assistia à cena, se ofereceu para fazê-lo e, demonstrando ser entre os três o mais liberal, não só se dedicou a preparar a buceta dela, chupando como esmero, como fez o mesmo em seu cuzinho.
Foi a própria Hamdi que, não querendo gozar na boca de Noah, pediu para que ele parasse e começou a preparar os homens. Pediu para que Rudolph se deitasse de costas no tapete e, montando sobre ele, segurou seu pau duro e o dirigiu para a entrada de sua buceta, começando a descer lentamente enquanto sentia a invasão. Ela, apesar de estar fazendo aquilo por conta de sua determinação em descobrir o que queria, não evitou o prazer que sentia diante da expectativa do que ia acontecer e se justificou mentalmente pensando que nenhuma mulher conseguiria.
Ela passou a querer mais e se lembrou da presença Klaus. Mas não foi necessário fazer nada, pois nesse momento sentiu a pressão da mão dele em suas costas e entendeu que era para se curvar. E obedeceu sem reclamar. Sentiu novamente a maciez de uma língua lubrificando seu cu e não precisou olhar para saber que era a Duquesa que se dedicava a deixá-la lubrificada. Mas não demorou para que o pau duro de Klaus substituísse a língua de Emanuelle e pedisse passagem entre suas preguinhas. Gemeu alto, primeiro por causa da dor e, em seguida, pelo prazer de sentir dois paus duros dentro de seu corpo jovem.
De repente, aquilo que fazia com o objetivo de ganhar a confiança de todos os presentes e cumprir a missão ao qual se propôs, se transformou em puro prazer. O prazer insano e animalesco de uma suprema entrega.
O orgasmo veio avassalador. A vista de Hamdi foi toldada por um intenso clarão enquanto seu corpo saltitava entre os dois machos que, apesar da diferença de tamanho, encontraram dificuldades para impedir que a foda se interrompesse. Entretanto, não tiveram nenhuma chance, pois os espasmos do corpo da garota provocaram a contração dos músculos vaginais e anais e eles não tiveram chance e gozaram junto com ela.
O tempo de recuperação para Hamdi deveria ser extenso, porém, ela sabia que precisava agir e logo se livrou dos homens com o propósito de fazer com que a Condessa experimentasse o prazer que ela tinha recebido e convenceu à nobre a fazer o mesmo, porém, teve o cuidado de que cu de Emanuelle fosse fodido por Noah, o mais bem dotado entre os homens ali presentes. E qual não foi sua surpresa ao ver que Emanuelle aguentou bravamente os vinte e três centímetros daquele cacete que, não bastasse ser grande, era muito grosso. Tão grosso que nenhuma delas conseguia fazer com que seus dedos se encontrassem quando o seguravam em suas mãos.
O ponto alto da festa, entretanto, não foram essas duas transas. Quem atraiu a atenção de todos foi Jean Paul que deu um verdadeiro espetáculo. Com os dois alemães e as mulheres assistindo, ele implorou para que Noah fodesse o seu cu e, para espanto de todos, enquanto tinha aquele pau descomunal dentro dele, gozou sem que nenhum dos participantes daquela orgia tocassem em seu pequeno pau.
Cansados, os visitantes começaram a se preparar para ir embora, mas por insistência de Emanuelle, permaneceram na casa dela até o outro dia a tarde. Apesar de isso obrigar a Hamdi a se submeter a mais sexo insano, pois voltou a ser duplamente penetrada, deu a ela a oportunidade que ela tanto esperava.
Na manhã seguinte a intensidade daquela suruba cobrou o seu preço. Cansados, eles dormiram onde estavam, mas na medida em que a noite avançava e acordavam, eram levados para um dos quartos por Emanuelle, a única que se manteve acordada. Hamdi foi carregada por Jean Paul que a levou para o quarto do casal.
Quando acordou, a jovem notou que apenas Jean Paul, dominado por um sono profundo, estava ao seu lado. Se levantou e andando cuidadosamente, saiu procurando pela Duquesa e foi encontrá-la na parte de fora da mansão. Ao lado dela, estava Klaus e eles caminhavam enquanto falavam baixo, o que ela lamentou. Mas seu instinto lhe disse que estavam falando sobre algo importante e, em vez de revelar sua presença, permanecendo oculta em um local onde podia ouvi-los.
Viu quando os alvos de sua atenção se dirigiram até o carro que trouxera os visitantes. Chegando lá, Klaus abriu o porta-malas do veículo e de lá retirou uma pequena mala, colocou sobre o capô do carro e a abriu, retirando de lá alguns papéis que foram mostrados para Emanuelle, cujo semblante ia se alterando na medida em que examinava os documentos, demonstrando alegria e certa ansiedade. Depois, ele voltou a guardar os papéis na maleta e a fechou, entregando-a a Duquesa que a abraçou de encontro ao peito e saiu caminhando em direção à casa como se transportasse um tesouro nos braços.
Sem fazer ruído, Hamdi se aproveitou da vegetação do jardim e foi se postar na lateral da casa. Ela sabia onde ficava o escritório e torcia para que Emanuelle estivesse indo para lá. Postou-se na janela e viu a duquesa guardar a maleta com os documentos em um armário colocado na parede lateral, trancar a porta e guardar a chave na primeira gaveta da escrivaninha.
Satisfeita, foi para os fundos da casa, entrou pela cozinha sorrindo para os empregados e comentando sobre a beleza do dia e depois foi se encontrar com a Duquesa na sala onde estava em uma animada conversa com Klaus, fazendo comentários elogiosos à Hitler e ao futuro do Terceiro Reich.
Depois disso os convidados, inclusive, Hamdi, foram levados até a sala de jantar onde foi servida uma refeição digna de reis e logo depois os três homens se despediram e foram embora. Ela ainda permaneceu na mansão durante aquele dia e só foi embora no dia seguinte, levando a impressão de que aqueles papéis significavam muito para a Duquesa, pois depois de recebê-los, ela passou a demonstrar uma excitação que chamava a atenção.
No mesmo dia em que voltou, sem resistir ficar em sua casa e aguardar, Hamdi foi ao encontro de Blanche que, depois de ouvir o que ela relatou a respeito do que viu, convocou uma reunião com Charles e Grace que foram colocados a par de todos os detalhes e a decisão de que era necessário conhecer o conteúdo daqueles documentos foi apoiada por todos.
O problema era como fazê-lo e todos concordaram que não havia outra forma a não ser a de Hamdi retornar a mansão e dar um jeito de roubar os documentos. Porém, essa medida foi contestada por Grace que alertou a todos que, nesse caso, a Duquesa logo daria pela falta deles e a garota africana se tornaria uma das principais suspeitas.
Diante desse impasse, a decisão era a de que Hamdi examinasse os documentos e, como não havia como fotografar ou extrair cópias, teria que anotar os detalhes mais importantes que depois seriam examinandos em uma futura reunião.
Uma semana depois, tendo passado por um treinamento exaustivo de como identificar as informações que seriam importantes na reprodução dos documentos, Hamdi estava de volta a mansão.
Continua ...
