Desembarcar no Salgado Filho, em Porto alegre, sempre traz forte emoções. Eu novamente estava lá, para mais três dias de trabalho. Ao findar a quarta feira, eu fui para o Hotel e claro, após um banho e lanche, fui passar o tempo. Mas o tempo passa e o tesão não .
Dentre as minhas anotações, percebi que ainda havia comigo o contato do Tião, um senhor que me apresentou uma rola colossal e que morava perto do hotel, numa das ultimas vezes que lá estava. (inclusive tem o conto desse maravilhoso encontro).
Será que devo? Será que ele vai lembrar? Pensei. Na segunda dose da bebida, arrisquei e mandei uma mensagem. Passado uns vinte minutos, o zap tocou. Era a resposta de Tião.
- Tudo bem contigo? Está na terrinha??
-SIM. CHEGUEI HOJE E ESTOU NO HOTEL? AINDA LEMBRA DE MIM?
- Não esqueci do teu rebolado em minha pica. E então, afim de vir aqui hoje?
- MELHOR É DEIXAR PARA AMANHA. TENHO VÁRIAS COISAS A FAZER AINDA HOJE. E com o encontro previamente marcado, a quinta feira demorou a passar.
Quinta-feira a tarde, pós passar no hotel, banho e cremes, eu chegava a casa de Tião. Ao descer do Uber, percebo ele na porta e ao me ver, largou um enorme sorriso de Felicidades em me ver e tesão que iria resolver.
Nem bem entrei e já ganhei um forte abraço. Sem me largar, puxou meu pela mão para o quarto. Mas também, pra que conversar??? Nossas roupas foram para o chão em dois toque e ele subiu a cama. O pau estava mole, mas mesmo assim, ainda me surpreendeu. Pegá-lo e começar a punhetar aquela vara foi o inicio da transa. Começamos o 69, com ele chupando meu cuzinho e eu tentando chupar gostosamente a cabeça e parte da rola ( era só o que cabia em minha boca). Mas lambi toda ela. Logo estava dura, apontando para cima. Lubrificada. Um mastro grosso e de respeito. Mas que imputa o medo. Meu cu piscou.
- Vem minha deusa. Vem saciar o teu macho. Vem sentar..
Gel. Muito gel na cabeça da rola e claro, no meu rabo também.
Encaixei a cabeça da rola na porta do rabo e comecei a rebolar devagar. Gemendo gostoso controlando a descida de meu corpo.
- AHHHHHHHHHHHHHHHH ENTROU ... entrou somente a cabeça e meu rabo ardeu. A cabeça estava agasalhada, faltava o corpo.
- Devagar. Vem putinha. Rebola e desce.
Rebolei e desci um pouco mais . Minha vontade era descer rápido, mas sabia que se fizesse isso, eu iria sofrer muito. E sofrer era o que eu não queria. Queria o prazer. E devagar, o prazer estava vindo. Mais algumas reboladas e eu consegui sentir o fim do cacete. As bolas estavam em minha bunda.
Me ajeitei como pude na cama e comecei a cavalgar gostoso. Rebolava e gemia. Olhava para meu Tião sorrindo e me achava o mais feliz.
- Seu rabo está gostoso, bem melhor assim. Vem neném, rebola mais.
- SIM MACHO. ME FODE GOSTOSO. AIIIIII....
Tião levantava pouco as ancas dele e abaixava, com isso tirava um pouco a rola de mim, mas logo afundava tudo de novo.
Comecei a fechar o cuzinho e apertar a rola e logo eu não mais me controlava. O prazer aumentou e eu comecei a rebolar mais rápido, as vezes, xingando e provocando meu fodedor. Ele permanecia sob mim e com isso, deixou eu fazer todo o serviço.
Não resisti e comecei a tremer as pernas. Minhas tripas cheias do pau dele, nem espaço para peidar eu tinha. A cabeça da rola fazendo volume dentro de minha barriga. Eu louco para gozar pelo rabo. E isso sei fazer bem. E não me contive.
Apertei fortemente as mãos deles e rebolando muito, forçando minha bunda para baixo, comecei a gemer e sentir o meu gozo. Intenso e gostoso. Gozei ao ponto de quase perder os sentidos.
E ao recuperar (pouco) meus sentidos e orientações, ainda empalado no cacete duro dele, me ajeitei e fiquei de cadeirinha.
Meus pés ficaram nas costas dele e meu corpo grudado ao tórax pouco peludo, suado e cheiroso dele.
Assim, meu pequeno e inerte pau, roçava a barriga dele, mas o grande e grosso pau dele, batucava meu interior.
Abracei a cabeça dele e ele me abraçou gostoso. Nossos corpos estavam bem colados. Eu rebolava na vara ja esperando pelo melhor momento que era sentir o gozo queimar por dentro.
- CHUPA MEUS PEITINHOS, pedi e fui atendido.
O tesão da língua áspera nos bicos de meus peitinhos, me fizeram sentir o quanto prazer um homem me provoca. Rebolei mais forte e mais forte. Beijei a careca dele num gesto de agradecimento pelo prazer que pude com ele novamente sentir.
- Agora fica de quatro. Quero te enrabar bem gostoso.
O que é abraçar o fogo quando já está queimado?? Apenas obedeci. Desci da deliciosa cadeirinha e me posicionei de quatro para ele. Lembro-me sempre nessas horas que aprendi que a cabeça tem que ficar no travesseiro e a bunda nas alturas. Essa é a posição das putinhas. E assim eu fiz. E assim, novamente fui preenchido cms por cms.
Abraçado ao travesseiro, soluçava de prazer enquanto ouvia Tião me rebaixar a puta rampeira, viado e tesudo.
Mesmo sendo paciencioso, o pau estava provocando estragos em mim. A cada entrada do pau, meus olhos se abriam e minhas pernas tremiam.
- GOZA MACHO.... pedi para ele.
- Gozo não. Vou te fuder mais...
- NÃO TO MAIS AGUENTANDO. GOZA EM MIM... VAI..AIIIIIIII
Minhas pernas sem força nenhuma cederam na cama. Estiquei meu corpo no colchão e fechei as pernas. Entalado Tião estava, entalado Tião ficou. E desceu junto. As bolas quase entraram junto.
-AHHHHHHHHHHHHH, gemi baixinho, mordendo o travesseiro.
Ele se ajeitou o quanto pode, passou o braço por baixo de minha cabeça e puxou pra cima.
- Agora vou te encher de porra, meu viadinho gostoso.
- VAI. GOZA.. ME ENGRAVIDA....
Talvez tenha sido o único pedido atendido por ele. GOZAR.
Ele enterrou tudo e me abraçou forte. Pisquei o cu e ele pulsou o pau. Ele largou um jato dentro de mim, logo outro e mais outros encheram meu canal retal. Eu sem forças para nada, apenas sentia sobre mim, o corpo tremendo daquele senhor dono de uma rola grossa e pulsante.
Por alguns minutos, senti o bafo dele na nuca. Ao sair de dentro de mim, senti um enorme vazio. Consegui me levantar, segurando com as mãos a porra dentro do cu para não vazar no colchão dele. Entro no banheiro e vou direto pra baixo do chuveiro.
A agua quente corria em mim e para forçar ainda mais a saída de toda a porra em mim depositada, ajoelhei no chão.
Tião entra no banheiro, chega na porta do box, passa a mão na rola meia bomba e moira ela em mim. Começa a mijar. Mija forte. Mira no rosto, no corpo, onde ele quer. Se diverte com isso.
Eu apenas deixo. Não podia negar o prazer dele, pois ele não negou o meu. Acabou de sair agua do pinto. Pego o pau e puxo pra minha boca. Agachado Sob a agua do chuveiro, chupei ele o quanto pude. Enquanto ele se limpava em cima, eu chupava embaixo. Assim, nosso banho consumiu uns 20 minutos. Ele também já estava sem força para levantar o pau e Eu também não tinha mais condições de receber pau nenhum em mim. Pelo menos naquele final de noite de quinta-feira.
Passado da meia noite, me despedi do Tião, na porta da casa dele e peguei um Uber para voltar.
Antes não tivesse pedido ou aceito aquele motorista.
Mas, como sem diz... É assunto para outro conto...
Claudiobiguerra@gmail.comCuritiba/PR
