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A Recaptura

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Um conto erótico de Mauricio Yacko
Categoria: Heterossexual
Contém 1058 palavras
Data: 24/06/2026 14:38:51
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Nos dias que se seguiram, a vergonha consumiu Julio como ácido. Mal conseguia dormir. Toda vez que fechava os olhos, via flashes: ele de quatro no sofá de veludo da Velvet Night, gemendo como uma puta enquanto Roberto o arrombava. O gosto forte de porra ainda parecia estar na garganta.

Ele bloqueou o número de Roberto no mesmo dia. Escondeu o pen drive dentro de um velho estojo de ferramentas no fundo da garagem, um lugar que nem ele queria revisitar. No trabalho, evitava olhar nos olhos dos colegas e funcionários. Sentia que todos sabiam. Que sua cara de macho respeitado, engenheiro sério, havia sido arrancada fora naquela boate vazia.

Três semanas se passaram. A culpa foi diminuindo aos poucos, substituída por uma inquietação perigosa. Até aquela sexta-feira.

Julio estava vistoriando um prédio de 20 andares na região nobre de Campinas. No fim da tarde, notou um carro preto estacionado do outro lado da rua — vidros escuros, motor ligado. Pareceu familiar, mas ele afastou o pensamento. Quando todos os operários já tinham ido embora para comemorar um aniversário no bar, Julio terminou sua última checagem e caminhou até seu carro.

Foi quando o veículo preto deu partida e parou ao lado dele, bloqueando sua saída.

O vidro do motorista desceu lentamente.

Roberto estava lá, de camisa social preta aberta no peito, olhar frio e predatório.

— Entra no carro, seu puto — disse com voz baixa e firme. — Achou mesmo que eu ia deixar você fugir? Hoje eu vou te usar de um jeito que você nunca mais vai esquecer quem é o dono desse cu.

Julio congelou. As pernas tremeram. Quis dizer não. Quis correr. Mas o tom de Roberto, aquela autoridade natural, fez seu corpo reagir antes da mente. Depois de alguns segundos de silêncio carregado, Roberto rosnou:

— Eu não vou repetir.

Julio abriu a porta e entrou.

O trajeto até o motel foi silencioso. Roberto dirigia com uma mão no volante e a outra apertando a coxa de Julio com força, dedos cravados na carne.

No motel, um lugar discreto e luxuoso frequentado por gente da noite, Roberto nem esperou chegar ao quarto. Assim que trancou a porta, empurrou Julio contra a parede.

— De joelhos.

Julio obedeceu. Roberto abriu a calça e tirou o pau grosso, já meio duro. Segurou a cabeça do engenheiro com as duas mãos e enfiou até o fundo da garganta sem aviso. Julio engasgou violentamente, lágrimas escorrendo.

— Isso… engole tudo, sua vadia casada. Chupa o pau do homem que te arrombou.

Roberto fodia sua boca com força, batendo no fundo da garganta, segurando a cabeça no lugar quando Julio tentava recuar. Babava, tossia, nariz escorrendo. Roberto esfregava o pau melado na cara dele, dava tapas leves nas bochechas e humilhava:

— Olha pra você… engenheiro respeitado, pai de família, de joelhos mamando rola como uma puta barata. Você nasceu pra isso, Julio. Pra ser minha cadela.

Julio, depois de resistir no início, quebrou. O desejo reprimido explodiu. Começou a chupar com fome verdadeira — lambendo as bolas, enfiando o nariz na virilha, engolindo até sentir as bolas batendo no queixo. Roberto gemeu satisfeito.

— Isso… mama com vontade, putinha. Mostra pro seu macho o quanto você sentiu falta dessa rola.

Quando gozou, foi brutal. Jatos grossos e quentes encheram a boca de Julio. Ele tentou puxar a cabeça, mas Roberto segurou firme:

— Engole tudo. Não ousa desperdiçar uma gota.

Um tapa forte no rosto. Julio, olhos vermelhos, engoliu obedientemente, tossindo. Depois lambeu o pau inteiro até deixá-lo limpo.

Roberto sorriu satisfeito.

— Bom garoto.

Puxou Julio pelo cabelo até o banheiro. Ligou o chuveiro quente e empurrou o engenheiro contra a parede azulejada. Beijou sua nuca, lambeu suas costas descendo devagar, até abrir as nádegas e atacar o cuzinho com a língua. Chupava com força, enfiando a língua fundo. Depois dois dedos, depois três, abrindo-o sem piedade.

— Esse cu é meu. Entendeu?

Sem esperar resposta, alinhou o pau e meteu com uma estocada só até o talo. Julio gritou alto de dor, o corpo inteiro tensionando.

— Aaaahh! Caralho… Roberto… devagar!

— Cala a boca e aguenta — rosnou Roberto, começando a foder com fúria. Estocadas brutais, fundas, rápidas. A água quente caía sobre os dois enquanto ele socava sem dó, uma mão no pescoço de Julio, a outra dando tapas fortes na bunda.

— Grita mais, vai. Quero ouvir você virando mulherzinha pra mim.

Julio gemia, choramingava, mas seu pau estava duro como pedra. Gozou sem tocar, jatos fracos escorrendo pela parede enquanto Roberto continuava metendo. Pouco depois, Roberto explodiu dentro dele, enchendo seu intestino com porra quente.

Saíram do banho. Roberto sentou na poltrona erótica do quarto e mandou Julio se posicionar de pernas bem abertas, segurando os próprios joelhos. Penetrou novamente naquela posição, olhando nos olhos dele enquanto metia fundo.

— Olha pra mim enquanto eu te fodo. Quero ver sua cara de puta sendo comida.

Fodeu por quase vinte minutos, alternando ritmos, tapas, apertos no pescoço. Gozou pela terceira vez, enchendo Julio novamente.

Depois, jogou-se na cama. Julio, destruído, pernas tremendo, foi se limpar no banheiro. Quando voltou, Roberto o puxou pela nuca e enfiou a língua na boca dele com força. Julio tentou resistir ao beijo íntimo, mas Roberto apertou seu pescoço até ele ceder.

Beijou-o por longos minutos, chupando seu pescoço, marcando-o.

— Você é minha putinha favorita agora.

Notou que Julio estava duro novamente. Sem dizer nada, Roberto desceu e chupou o pau dele com maestria — fundo, molhado, sugando. Julio gozou forte na boca dele.

Roberto não engoliu. Subiu, segurou o queixo de Julio e beijou-o novamente, despejando todo o sêmen na boca do engenheiro.

— Bebe. Tudo.

Julio engoliu, humilhado e excitado ao mesmo tempo.

Tomaram uma última ducha juntos, sem mais sexo, apenas a água caindo. Roberto pagou o motel e deixou Julio exatamente no mesmo lugar onde o havia pegado.

Antes de ir embora, olhou-o nos olhos:

— Até a próxima semana, Julio. E se não responder minhas mensagens… eu vou te foder no meio da obra, na frente dos seus funcionários. Entendeu?

Julio assentiu devagar, a voz rouca:

— Entendi… meu macho.

Roberto sorriu, satisfeito, e arrancou com o carro preto sumindo na noite.

Julio ficou parado na rua, o cu latejando, o corpo marcado, a boca com gosto de porra… e uma ereção traidora voltando só de pensar na próxima vez.

Este conto é uma continuação do conto: A rendição na noite vazia

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Foto de perfil de MauriceYackoMauriceYackoContos: 68Seguidores: 93Seguindo: 6Mensagem Um homem em busca de sentido para os prazeres da vida. Submisso a um macho sedutor e provedor. Que este macho saiba desfrutar de sua "prenda"

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