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"Voyeur na Praia de Bairro Novo: A Branquinha Suada que Me Deixou Louco" FOTOS NOS LINKS

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Um conto erótico de Daniel
Categoria: Heterossexual
Contém 992 palavras
Data: 24/06/2026 11:57:23

O sol de Olinda castigava forte naquela tarde de Bairro Novo. Eu estava ali, fingindo que olhava o mar, mas meus olhos não conseguiam desgrudar dela. A branquinha de biquíni vermelho estava deitada na cadeira de praia velha, de lado, o corpo inteiro brilhando de suor e protetor solar. A pele clara dela parecia porcelana molhada sob o sol forte, já com aquele tom rosado típico de quem pegou bastante sol. Aqui não pode publicar fotos nos contos, mas vou deixar abaixo, na caixa de comentários os links para voce ver e baixar tudo.

Ela tinha o cabelo preso num coque bagunçado, fios claros grudados na nuca pelo suor. O rosto virado de lado, olhos semicerrados, boca entreaberta. A mão direita descansava sobre a coxa grossa e clarinha, dedos ligeiramente abertos tocando a pele quente e úmida. Dava pra ver as veias sutis aparecendo por baixo da pele fina. Meu pau já latejava só de imaginar o calor que devia estar saindo daquele corpo branquinho.

Eu me aproximei um pouco mais, fingindo tirar foto do mar. Clique. A primeira foto ficou perfeita: perfil dela, as costas arqueadas, a cintura fina contrastando com o quadril largo, pernas esticadas. A pele clara brilhava tanto que refletia a luz. O biquíni mal cobria os seios fartos, e a parte de baixo estava enterrada entre as nádegas redondas e branquinhas. Dava pra ver o suor escorrendo devagar pelo sulco da bunda, deixando um rastro brilhante na pele clara.

Na segunda foto, ela tinha se mexido. Sentou um pouco na cadeira, corpo virado para frente, olhando na minha direção. Pele branquinha contrastando com o vermelho vivo do biquíni. Os seios quase saltando, mamilos marcando o tecido. Uma das mãos segurava o braço da cadeira, a outra na barriga macia e clara. As pernas abertas, pés sujos de areia, um deles com uma mancha escura na sola. Aqueles pés branquinhos, carnudos, com grãos de areia grudados e um leve tom avermelhado de quem andou bastante na areia quente.

Eu imaginava o cheiro dela de perto: pele clara suada depois de horas no sol, aquele aroma doce e salgado ao mesmo tempo. Cheiro de axilas branquinhas, suor fresco, bunda quente, boceta úmida. Vontade louca de enfiar o nariz e respirar fundo.

No final da tarde, quando o sol já baixava, ela se levantou. Corpo branquinho todo marcado de suor, areia grudada nas coxas claras, biquíni colado marcando cada detalhe. Eu a segui de longe até as barracas. Criei coragem e me aproximei:

"Tá um calor danado, né? Quer uma água gelada?"

Ela olhou pra mim com aqueles olhos claros, meio desconfiada, mas sorriu. A pele do rosto estava rosada do sol. "Quero sim..."

Conversamos. Ela se chamava (na minha cabeça) Larissa. Branquinha de Olinda, veio sozinha pra praia. Casada, marido trabalhando. "Tô toda suada, me sinto grudenta", disse rindo, passando a mão na coxa clara que brilhava.

Ofereci minha casa perto. Ela topou.

Assim que entramos no quintal, eu já a puxei. Beijo quente, molhado. Minhas mãos desceram direto pra bunda branquinha, apertando forte. A pele era macia, quente, ligeiramente pegajosa de suor. "Você tava me olhando o dia todo, né safado?"

"Estava... não consegui parar de imaginar esse corpo branquinho suado."

Virei ela de costas contra a parede. Puxei o laço do biquíni de cima. Os seios branquinhos pularam livres, mamilos rosados e duros. Lambi as axilas dela, sentindo o gosto salgado forte, o cheiro concentrado de suor de pele clara. Ela gemeu, segurando minha cabeça: "Isso... cheira tudo, vai..."

Desci o biquíni de baixo. A bunda branquinha apareceu inteira, redonda, com marcas leves do biquíni. Separei as nádegas e enfiei o rosto. O cheiro era poderoso: suor acumulado entre as nádegas claras, um pouco de areia, aroma almiscarado da boceta molhada. Língua passando devagar no cuzinho rosado, sentindo a textura enrugadinha e quente. Ela empinava, gemendo alto.

Levei ela pro chão do quintal, sobre a canga. De quatro, bunda branquinha empinada pra cima. O sol poente batia na pele clara, iluminando cada gota de suor. Entrei devagar na boceta quente e apertada. Meti fundo, sentindo as carnes macias e clarinhas batendo contra mim. "Você é uma puta safada, né? Deixando um estranho te comer logo depois da praia toda suada..."

"Sou... me fode... senti que você tava me olhando o dia todo..."

Eu metia devagar, saboreando cada estocada. Mãos apertando os quadris branquinhos, deixando marcas vermelhas na pele clara. O cheiro subia forte: suor de bunda, boceta molhada, pele quente. Me inclinei e lambi as costas dela, a nuca, as axilas de novo. Virei ela de frente, pernas abertas. Comi olhando nos olhos, vendo o rosto branquinho ficar todo vermelho de prazer. Chupei os pés sujos dela, sentindo o gosto de areia e suor nos dedos branquinhos.

Depois do primeiro gozo forte dela, eu a carreguei pro quarto. Na cama, pelada, pele clara brilhando de suor, marcas de areia e dedos. Fiz ela sentar na minha cara. Bunda branquinha e boceta esfregando no meu rosto, o cheiro forte me deixando louco. Língua no clitóris, dedos no cu. Ela rebolava: "Tá sentindo o gosto da praia toda, né? Meu suor, minha bunda branquinha... come tudo..."

Gozei dentro dela enquanto ela tremia, peles coladas, suor misturado.

Parte 2 (manhã seguinte – continuação)

Na manhã seguinte voltei pra praia cedo. Ela estava lá de novo, biquíni vermelho molhado do mar, tecido transparente colado na pele branquinha. Mamilos rosados marcando, boceta quase visível. Tirei mais fotos escondido: ela saindo da água, pingos escorrendo pela barriga clara, coxas tremendo.

Não aguentei. Fui lá e trouxe ela de novo pra casa. Dessa vez fodi no chuveiro, água quente caindo sobre a pele branquinha, sabonete escorrendo. Depois no quintal, ela de quatro no muro, bunda clara empinada. Meti no cuzinho devagar, sentindo o aperto quente. "Ai porra... devagar... tá grande..." Mas ela empinava pedindo mais.

Cada detalhe da pele clara ficou marcado: vermelhidão onde eu apertava, gotas de suor brilhando, contraste perfeito com minhas mãos.

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