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Kelly e Thi - Continuação 01: Explorando Sem Limites

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Da série Kelly e Thi
Um conto erótico de John Pensador
Categoria: Grupal
Contém 1425 palavras
Data: 24/06/2026 11:23:19
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

*Thiago e Kelly, melhores amigos de infância que cresceram juntos, descobrem uma poderosa atração sexual após uma suruba inesperada. A partir daí, o casal explora sua sexualidade de forma livre, intensa e cheia de cumplicidade, vivendo aventuras eróticas com amigos próximos (incluindo travestis como Laura e Jack), viagens, festas, orgias e momentos de risco. *Essa história é uma continuação não oficial do conto "Eu, moleque, minha "irmã" e as travestis da praia"*

Olá pessoal, Thiago aqui de novo. Depois daquela loucura na piscina com as travestis, as coisas entre mim e a Kelly mudaram de vez. Já não éramos mais aqueles adolescentes brincando de irmão e irmã. Agora eu tinha 22 anos, ela 21, e o que rolou naquela tarde abriu uma porta que nenhum de nós queria fechar. Voltei mais vezes para a casa de praia no Guarujá, e quase toda vez a gente achava um jeito de ficar sozinho e explorar aquele novo tesão que tínhamos um pelo outro.

Naquela semana específica, eu estava sozinho na casa de novo. Meus pais tinham viajado para o exterior e eu tirei uns dias de folga do trabalho. Kelly avisou que chegaria no fim da tarde de sexta. Eu passei o dia inteiro pensando nela. O corpo dela tinha ficado ainda mais gostoso nos últimos anos – peitos firmes e empinados, cintura fina, bunda redonda e aquelas pernas que pareciam feitas para enrolar na gente. Eu já não via mais ela como a pirralha de infância. Era minha amiga, quase irmã, mas agora também minha puta particular quando estávamos sozinhos.

Ela chegou por volta das 18h, com um short jeans bem curto e uma blusinha cropped que mal cobria os seios. Assim que fechou o portão, eu já estava em cima dela. Beijei ela com fome, enfiando a língua na boca enquanto minhas mãos apertavam aquela bunda gostosa por baixo do short.

— Saudades de você, maninha safada — murmurei no ouvido dela, mordendo o lóbulo.

— Eu também, Thi. Tô molhada desde que saí de casa pensando no que a gente vai fazer hoje.

Não perdemos tempo. Fomos direto para o quarto grande de cima. Tirei a roupa dela devagar, beijando cada pedaço de pele que aparecia. Chupei aqueles peitinhos com vontade, mordendo os bicos até ela gemer alto e segurar minha cabeça. Kelly estava mais ousada agora. Empurrou minha cabeça para baixo, abrindo as pernas e mostrando a bocetinha depilada e brilhando de tesão.

— Chupa minha buceta, Thi. Quero gozar na sua boca primeiro.

Eu me ajoelhei e ataquei. Língua no clitóris, dois dedos dentro dela, sentindo ela apertar. Ela rebolava na minha cara, gemendo sem vergonha, chamando meu nome. Quando gozou, apertou as coxas na minha cabeça e jorrou um pouco, molhando meu queixo. Levantei, tirei a bermuda e enfiei meu pau duro nela de uma vez. Metemos forte no missionário, depois de lado, depois ela cavalgando como uma louca. Gozei dentro dela pela primeira vez sem camisinha, enchendo aquela bucetinha virgem que agora era só minha.

Ficamos deitados suados, recuperando o fôlego. Mas não acabou aí. Durante a noite inteira a gente se explorou mais. Eu comi ela no sofá da sala, na beira da piscina, e até no chuveiro. Kelly queria experimentar tudo. Chupou meu pau com mais vontade que da primeira vez, engolindo até o fundo e babando. Depois pediu para eu comer o cuzinho dela de novo, mas agora mais devagar, com mais lubrificante e carinho. Ela gemia feito uma vadia enquanto eu metia fundo, apertando os peitos dela por trás.

No sábado de manhã acordamos pelados e com tesão de novo. Passamos a manhã toda transando. Eu descobri que adorava quando ela sentava na minha cara enquanto eu comia a buceta e o cu ao mesmo tempo. Kelly adorava me ver de quatro levando dedo no cu enquanto ela batia punheta em mim. A gente estava viciado um no outro. Era safadeza pura, sem culpa, só tesão e cumplicidade.

À tarde, depois de um lanche rápido, ela teve uma ideia que fez meu pau pulsar na hora.

— Thi, e se a gente chamasse algumas pessoas pra cá hoje à noite? Uns conhecidos meus da faculdade e uns seus também. Nada de estranho, só pra gente curtir junto… tipo uma orgia pequena, mas segura.

Eu sorri malicioso.

— Tá falando sério? Você quer dar pra mais gente na minha frente?

— Quero. E quero que você veja eu tomando rola de tudo quanto é jeito. Principalmente dupla penetração. Quero que você veja eu sendo arrombada enquanto você também tá sendo comido.

A ideia me deixou louco. A gente combinou tudo. Kelly chamou três amigos dela: o Lucas (um cara alto, musculoso, bi-curioso que ela sabia que topava), o Pedro (mais magro, mas com pau grande) e a Sofia (uma amiga dela bem safada, loira, peituda). Eu chamei dois conhecidos meus do rolê: o Rafa (meu amigo de academia, hétero assumido mas super aberto) e o Bruno (outro cara da turma, que eu desconfiava que tinha curiosidade).

Chegaram todos por volta das 21h. A gente preparou drinks, ligou um som bom e deixou o clima rolar. No começo era só papo, bebida, risada. Depois Kelly começou a beijar a Sofia na frente de todo mundo. Eu sentei no sofá e puxei o Rafa pra perto, passando a mão na coxa dele. O clima esquentou rápido.

Logo estávamos todos pelados na sala grande. Kelly estava no centro, chupando o pau do Lucas enquanto o Pedro comia a buceta dela por trás. Sofia sentou na minha cara e eu comia ela enquanto o Bruno batia punheta olhando. Rafa, que nunca tinha transado com homem, estava nervoso mas visivelmente excitado. Eu peguei no pau dele, duro e grosso, e comecei a chupar devagar. Ele gemeu alto, segurando minha cabeça.

— Caralho, Thi… nunca pensei que ia gostar disso.

— Relaxa, cara. Hoje você vai me comer.

Enquanto isso, Kelly estava no paraíso. Lucas deitou no sofá e ela sentou no pau dele, rebolando gostoso. Pedro veio por trás e enfiou no cuzinho dela devagar. Dupla penetração na frente de todo mundo. Kelly gritava de prazer, olhos revirando, peitos balançando enquanto os dois metiam sincronizados.

— Olha pra mim, Thi! Olha como tão me arrombando!

Eu olhei, pau latejando, enquanto chupava o Rafa. Depois me posicionei de quatro no tapete, empinando a bunda. Rafa, ainda hesitante mas cheio de tesão, passou lubrificante e encostou o pau na minha entrada. Empurrou devagar. Era a primeira vez dele com um homem, e ele gemia rouco enquanto entrava em mim.

— Porra… tá apertado pra caralho… gostoso demais.

Ele começou a meter, primeiro devagar, depois mais forte. Eu gemia como uma puta, empinando mais pra ele enfiar tudo. Ao mesmo tempo, via Kelly sendo duplamente penetrada, agora com Lucas e Pedro trocando de buraco. Sofia chupava o pau do Bruno enquanto assistia tudo.

A orgia ficou intensa. Mudei de posição várias vezes. Comi a Kelly enquanto o Rafa continuava me comendo por trás – um sanduíche perfeito. Depois Kelly sentou no pau do Bruno e o Lucas meteu no cu dela de novo, dupla penetração bem na minha frente. Eu estava de quatro ao lado, levando o pau grosso do Rafa fundo, sentindo ele perder a timidez e me foder como um animal.

— Isso, Rafa! Me arromba! Primeira vez com homem e já tá me comendo gostoso — eu provocava.

Ele apertava minha cintura e metia forte, gemendo meu nome. Kelly gozou várias vezes, jorrando na dupla penetração, o corpo tremendo inteiro. Eu gozei primeiro no sofá, sem nem tocar no pau, só da pressão no cu. Rafa não aguentou e gozou dentro de mim, enchendo minha bunda de porra quente – a primeira vez dele gozando dentro de um homem.

A noite seguiu por horas. Rodamos, chupamos, metemos, lambemos. Kelly tomou porra na cara, na boca, na buceta e no cu. Eu levei no cu de quase todo mundo, inclusive do Pedro enquanto chupava o Lucas. Sofia e Kelly se pegaram várias vezes, se lambendo enquanto a gente assistia e batia punheta.

Por volta das 4h da manhã, todos estávamos exaustos, suados, melados de porra e gozo. Deitamos juntos no chão da sala com colchões que arrastamos. Kelly deitou no meu peito, beijando meu pescoço.

— Gostou de me ver sendo duplamente arrombada? — perguntou baixinho.

— Delícia. E você gostou de me ver dando o cu pro Rafa?

— Muito. Ver você virando putinha pra ele me deixou louca.

Dormimos assim, pelados, misturados. No dia seguinte continuamos a safadeza com quem ficou até mais tarde. A amizade com a Kelly nunca mais foi a mesma – agora era colorida, safada e sem limites.

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