Fernanda: Esposa do vereador da minha cidade. O sol de terça-feira à tarde castigava o asfalto, mas dentro daquela edícula o clima era outro, prestes a incendiar. O combinado era estritamente profissional: tratar de valores, dias de aluguel, uma visita sem compromisso. Fernanda era cliente antiga de WhatsApp, mas aquela era a primeira vez que o cenário saía das telas para o mundo real.
Quando o som do motor da moto silenciou do lado de fora, a expectativa subiu. Fernanda desceu, tirou o capacete e entrou. Aos 28 anos — com aquela mistura perfeita de uma estatura baixinha, pele clara e os cabelos loiros iluminados por luzes —, ela carregava uma aura que contrastava com o peso do seu sobrenome. Afinal, ela era a esposa do vereador da cidade.
A conversa começou descompromissada, caminhando pelos cômodos enquanto os detalhes do espaço eram mostrados. Mas não demorou para que o tom mudasse. Entre as frestas de um assunto e outro, o rumo desaguou na vida pessoal.
— Meu casamento não vai bem — desabafou ela, o olhar entregando uma mistura de mágoa e orgulho ferido. — Descobri uma traição. Não perdoo. Estou com uma raiva que não cabe em mim e com uma vontade louca de dar o troco.
O clima mudou de figura no mesmo instante.
— Mas por que dar o troco assim? — perguntei, testando o terreno.
— Porque eu quero me vingar. Simples assim.
— Nossa, que delícia… — soltei, com um sorriso de canto.
— Delícia por quê? — ela questionou, arqueando a sobrancelha.
— Ué, do jeito que você falou aí, acabou me dando até um certo tesão.
Fernanda soltou um riso contido, virando-se de costas:
— Safado…
Não houve hesitação. O tapa estalou firme na bunda dela, quebrando qualquer barreira que ainda restasse entre o profissional e o proibido. Ela olhou por cima do ombro, os olhos brilhando:
— Safadinho, né?
— Bora conhecer o quarto?
— Simbora.
O quarto estava improvisado, sem grandes luxos, mas o colchão posicionado direto no chão foi mais que suficiente. O primeiro encaixe foi um beijo intenso, daqueles que tiram o fôlego. A mão espalmada firme na nuca dela, puxando o cabelo loiro de leve, ditando o ritmo de uma entrega que já parecia ensaiada há tempos na mente de ambos.
Fernanda tinha um corpo impecável. Embora já fosse mãe de dois filhos, mantinha uma silhueta que prendia a atenção: os seios pequenos e firmes contrastavam com a bunda grande e empinada, que desenhava perfeitamente as curvas do seu corpo baixo. Pensar que aquela era a mulher do vereador, o assunto da cidade, só aumentava a adrenalina do momento.
As roupas foram ficando pelo caminho até restar apenas o conjunto de lingerie rosa-rosé. Deitados no colchão, a dinâmica mudou. Fernanda se ajoelhou, assumindo o controle com uma intimidade avassaladora. Enquanto uma de suas mãos massageava os ovos, ela se entregou a um boquete profundo, ritmado, intercalando a sucção com o movimento firme da outra mão.
Enquanto ela dominava a cena, minha mão encontrava o caminho até a polpa da sua bunda, apertando e sentindo a pele quente. O desejo de ir além só crescia. Puxando a calcinha levemente para o lado, o toque dos dedos revelou que ela já estava completamente lubrificada, entregue ao calor do momento e à intensidade daquela vingança.
Antes da penetração, ela subiu, sentando-se por cima e esfregando-se devagar, testando os limites e provocando. O sutiã foi desfeito, revelando os seios pequenos que cabiam perfeitamente nas mãos.
Logo em seguida, foi a vez de retribuir a altura. Com a calcinha finalmente tirada, o foco mudou para o meio das pernas dela. O sexo oral foi intenso e sem pressa; a língua trabalhava firme no grelinho e descia, explorando cada centímetro até a entrada do cu, voltando logo para a frente em movimentos rápidos.
Fernanda não conseguia mais manter a pose de discrição. Ela apertava os lençóis e os meus ombros com força, soltando urros abafados e gemidos graves que ecoavam pelas paredes da edícula vazia.
— Você é muito gostoso… — ela sussurrava entre os espasmos, a respiração completamente descompassada. — Um homem safado demais. Não para, por favor, não para… Continua parte 2