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FEIA pra caralho, suja, suada, fedida.... Mas não aguentei. Veja links para as FOTOS e me diga o que acha.

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Um conto erótico de Daniel
Categoria: Heterossexual
Contém 1874 palavras
Data: 24/06/2026 06:16:19

Meu nome é Daniel. Todo mundo que me conhece sabe: eu sou o maluco das bundas. Não é só olhar. É cheirar, lamber, sentir o suor escorrendo, o gosto salgado, o aroma forte que fica grudado no nariz por dias. Axilas com desodorante vencido, bundas suadas depois de um dia inteiro trabalhando no sol do interior, aquele cheiro de mulher de verdade, sem frescuras de banheiro com sabonete importado. Eu vivo disso. Sou engenheiro elétrico, daqueles que roda o Grande Recife e o interior de Pernambuco prestando serviço em comunidades carentes. Instalo painéis solares, arrumo rede elétrica, ajudo com projetos sociais. E sempre, sempre, acabo encontrando uma bunda que me desmonta. Aqui não pode publicar fotos nos contos, mas vou deixar abaixo, na caixa de comentários os links para voce ver e baixar tudo.

Mas nada, nada, me preparou pra Tereza Moura.

Cheguei no Engenho de Petrolândia num fim de tarde quente pra caralho. O sol ainda castigava, o ar parado, poeira subindo. Fui contratado pra instalar um sistema pequeno de energia solar numa casa simples. Quando desci da Hilux, vi ela. Tereza. Casada, 36 anos, mas parecia fácil uns 52. Pele escura marcada pelo sol e pelo tempo, rugas profundas no rosto, dentes tortos aparecendo num sorriso tímido, cabelo preto crespo desgrenhado. Corpo magro, seios caídos, barriga com marcas de gravidez antiga. Feia. Extremamente feia, do tipo que a maioria dos homens vira a cara. O marido dela, um tal de Zé, mal olhava pra ela. Chamava de "velha feia" na frente dos outros. Eu ouvi depois.

Mas quando ela se virou pra pegar um balde d'água...

Porra. Aquela bunda.

Enorme. Redonda. Carnuda. Duas bolas gigantes, pesadas, que balançavam a cada passo. A calça velha de algodão justa, suada, marcava tudo. O suor escorria pelo sulco, deixando uma mancha escura. Eu fiquei parado, pau já latejando dentro da calça. Como uma mulher tão feia podia ter uma bunda daquelas? Era injusto com o resto do mundo. Eu, que já comi bundas de todo tipo, nunca tinha visto nada igual. Quis cair de joelhos ali mesmo.

Ela percebeu meu olhar. Baixou a cabeça, envergonhada.

— Boa tarde, seu Daniel. Sou a Tereza. O Zé tá no roçado.

Falei qualquer coisa, disfarçando. Comecei o serviço. Mas durante duas horas, enquanto mexia nos fios, meus olhos não saíam daquela bunda. Ela ajudava, carregando coisas, suando. O cheiro dela começou a chegar até mim. Axila forte. Desodorante vencido há dias, misturado com suor fresco. Aquele cheiro azedo, de mulher que trabalha no mato, sem luxo. Meu pau não baixava.

No fim do primeiro dia, quando o sol se punha, ela me ofereceu café. Sentamos na varanda simples. Eu abri o jogo, devagar.

— Tereza... você é casada, né? Mas... me desculpa a sinceridade. Você tem uma bunda que... cara, eu nunca vi igual.

Ela riu, corando. Vergonha misturada com surpresa.

— Para com isso, seu Daniel. Eu sou feia. O Zé diz todo dia. "Tereza, tu é uma velha feia, ninguém quer isso aí."

— O Zé é um idiota. Essa bunda... ela merece ser adorada.

Ela ficou quieta, mas vi o brilho no olho. Curiosidade. Fome. Fazia tempo que ninguém olhava pra ela assim.

No segundo dia, voltei cedo. Trabalhei, mas o tempo todo jogando conversa. Perguntei da vida dela. Do casamento sem sexo. Do marido que só chegava cansado e dormia. Ela abriu o jogo:

— Faz mais de um ano que ele não me toca. Diz que eu sou feia demais. Que minha bunda é grande demais, que fede.

Eu ri.

— Fede? Então eu devo ser louco, porque só de imaginar o cheiro dela eu fico duro.

Mostrei o celular. Abri meu Telegram VIP, o site com os contos, vídeos, fotos. Mostrei mulheres casadas como ela realizando fantasias. Cuckold, swing, tudo escondido dos maridos.

— Elas fazem. E gozam pra caralho. Sem culpa.

Tereza ficou olhando as imagens, mordendo o lábio. As mãos tremiam um pouco.

— Nunca fiz nada disso... nem anal. As amigas falam que dói, mas que depois vira vício.

— Quer experimentar? Hoje? Longe da casa. Uma trilha no mato. Ninguém vai ver.

Ela hesitou. Depois sorriu aquele sorriso torto, feio e lindo ao mesmo tempo.

— Tá bom. Mas só se você prometer que não vai ter nojo de mim. Eu tô suada o dia todo... mal tem água pra tomar banho direito.

— Nojo? Tereza, eu sou viciado nisso.

Saímos depois do almoço. Pegamos uma trilha no meio do mato fechado. O sol batia forte. Em vinte minutos, ela já estava encharcada de suor. A blusa fina grudada nos seios caídos, os mamilos marcando. A calça marcando aquela bunda monstruosa. O cheiro dela enchia o ar. Axilas podres, suor velho, mulher trabalhando. Meu pau latejava.

Paramos numa clareira escondida, cercada de árvores e capim alto. Ninguém por perto. Só o som dos insetos e o vento quente.

— Tira a blusa — pedi.

Ela tirou. Seios escuros, pesados, com marcas de estrias. Mamilos grandes, escuros. Eu me aproximei, cheirei o pescoço dela. Depois enfiei o nariz direto na axila esquerda. Forte. Azedo. Desodorante vencido misturado com suor de dias. Cheiro de axila suja, podre. Lambi. Ela gemeu, surpresa.

— Ai, seu Daniel... tá fedendo...

— Tá perfeito. Mais.

Chupei os seios dela, mordendo os mamilos. Ela gemia, mão na minha cabeça. Desci as mãos pela barriga, até a calça. Baixei devagar. A bunda saltou pra fora. Enorme. Suada. Brilhando. O cheiro subiu forte. Bunda suada, sem banho direito. Fedeu pra caralho. Mosquitinhos voando perto.

— Abre pra mim — pedi, voz rouca.

Ela se inclinou, mãos nos joelhos, abriu as pernas. O cu e a buceta apareceram. Escuros, peludos, molhados de suor. O cheiro da bunda era podre. De verdade. Suor acumulado, resto de cocô seco, mato. Até mosca ia ter nojo. Eu não. Eu era louco.

Aproximei o nariz. Inspirei fundo. O aroma me invadiu. Amargo, azedo, terroso, podre. Meu pau babava. Lambi a bunda toda. Devagar. Sentindo o gosto salgado, azedo. Cheguei no cu. Lambi o buraco. Ela tremeu.

— Daniel... tá podre... eu tô com vergonha...

— Cala a boca e abre mais.

Enfiei a cara inteira. Língua dentro do cu. Sabor amargo forte, quase vomitei de tão podre. Mas não parei. Chupei, lambi, respirei aquele fedor. Ela gemia alto agora, mão entre as pernas se tocando.

Tirei a roupa. Pau duro, venoso, babando. Virei ela de frente, deitei no capim. Meti na buceta primeiro. Molhada, quente, apertada. Ela gritou. Fodia forte, minhas bolas batendo naquela bunda enorme. O suor dela escorria em mim. Cheiro de axila, de bunda, de buceta suada.

— Goza pra mim, Tereza.

Ela gozou rápido, tremendo, apertando meu pau.

Depois virei ela de quatro. Cuspi no cu. Coloquei a cabeça devagar. Ela reclamou.

— Ai, dói! Para, Daniel, tá muito grande...

— Relaxa. Você vai gostar.

Empurrei. Centímetro por centímetro. O cu dela era virgem, apertado pra caralho. Ela choramingava de dor. Mas eu continuei. Meti fundo. Senti a quentura, a pressão. O cheiro subiu mais forte ainda. Comecei a meter. Devagar no começo, depois forte. Ploc ploc ploc. A bunda balançando, suada, brilhando.

Ela começou a gemer diferente. Dor virando prazer.

— Ai... continua... tá gostoso...

Meteu a mão na buceta, se tocando enquanto eu arrombava o cu dela. Eu segurava aquelas bandas enormes, abrindo, metendo fundo. Suor pingando. Cheiro insuportável e delicioso. Eu lambia as axilas dela enquanto fodia. Chupava os seios. Mordia o pescoço.

— Nunca pensei que ia gozar dando o cu... — ela gemeu, voz rouca.

Gozei primeiro. Jatos quentes dentro do cu dela. Enchi. Ela gozou logo depois, apertando, espremendo meu pau.

Quando tirei, o cu piscou. Merda misturada com esperma começou a sair. Marrom, cremoso. Eu filmei tudo. Close. O cu arrombado dela, expelindo meu leite misturado com o resto podre. Ela de quatro, bunda pra cima, sorrindo aquele sorriso feio, suada, feliz.

— Filma, Daniel... mostra pra todo mundo essa bunda feia que te deixou louco.

Filmei ela empurrando, mais merda e porra saindo. Lambi um pouco, provei o gosto misturado. Gravei o rosto dela, os seios, a bunda toda. O vídeo ficou cru, real, podre e delicioso.

Voltamos pra casa quase noite. Ela caminhando estranho, cu doendo, mas sorrindo. Zé nem percebeu nada.

Naquela noite, editei o vídeo. Coloquei no meu canal VIP, no site. Legenda: "A bunda mais feia e mais gostosa de Pernambuco. Mulher casada do interior, 36 anos, suada, podre e arrombada. Quem aguenta esse cheiro?"

Viralizou em horas.

Comentários explodindo. "Porra, que bunda incrível nessa mulher feia!" "Quero lamber esse cu podre também!" "Mais videos assim, Daniel!"

Tereza mandou mensagem à noite: "Já tem mais de 300 novos inscritos no Telegram. O Zé tá dormindo. Quando você volta pro serviço?"

Eu respondi: "Amanhã. E dessa vez vamos gravar você sentando nessa bunda podre no meu pau."

(Continuação detalhada para chegar aos 4000+ palavras – expandindo cenas)

No dia seguinte, voltei. O serviço era só fachada agora. Tereza já esperava ansiosa. Tinha colocado uma saia velha, sem calcinha. Assim que entrei na casa vazia (Zé no roçado), ela levantou a saia e mostrou a bunda. Ainda marcada do dia anterior.

— Olha o que você fez, seu safado. Tá inchado... mas tá com saudade.

Eu caí de joelhos ali na cozinha. Cheirei fundo. O cheiro ainda estava forte, misturado com porra seca. Lambi tudo de novo. Ela se apoiou na mesa, gemendo. Chupei o cu por quase meia hora, enfiando língua fundo, sentindo gosto remanescente. Depois meti na buceta ali mesmo, rápido, bruto. Gozei dentro.

À tarde, fomos pra trilha de novo. Dessa vez levei uma câmera melhor. Gravei ela caminhando suada. Close na bunda balançando. Parei, fiz ela tirar tudo. Deitada no capim, pernas abertas. Filmei enquanto cheirava e lambia cada centímetro. Axilas, seios, barriga, buceta, bunda. O cheiro estava ainda mais forte depois de outro dia quente.

— Fala pra câmera, Tereza. Quem é você?

— Sou a Tereza, casada, feia, 36 anos... mas tenho a bunda que deixa engenheiro louco. Cheira aí, Daniel. Cheira minha bunda podre.

Filmei ele metendo o nariz, lambendo. Depois eu metendo. Vaginal primeiro, depois anal de novo. Dessa vez ela pediu mais forte.

— Arromba meu cu, Daniel! Quero sentir dor e prazer!

Meti com força. A bunda batendo contra mim, som molhado de suor. Ela gozou duas vezes. Quando gozei dentro, filmei a saída de novo. Merda, porra, tudo escorrendo pela bunda enorme. Ela mesma passou a mão, lambuzou e provou um pouco, rindo pro vídeo.

— Olha o que eu virei por causa dessa bunda...

Editei mais vídeos. Um só de cheirando axilas e bunda. Outro só do anal. Outro close da bunda balançando enquanto andava suada.

O Telegram explodiu. Milhares de views. PIX chegando. Homens comentando que nunca imaginaram se excitarem com uma mulher tão feia, mas que aquela bunda compensava tudo. Mulheres casadas pedindo pra eu ir no interior delas também.

Tereza virou estrela. "A Feia da Bunda Gigante". Ela mandava fotos novas todo dia. Eu voltava sempre que podia. Dois meses depois, já tínhamos uma série inteira. Sempre no mato, sempre suada, sempre com aquele cheiro podre que me viciava.

Eu, o louco das bundas, tinha encontrado minha obra-prima. Uma mulher feia, maltratada, casada, do interior. Com a bunda mais perfeita, mais suada, mais fedida e mais deliciosa do mundo.

E o melhor: ela agora sabia o poder que tinha. E queria mais. Muito mais.

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Comentários

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